Segundo os organizadores, o corredor foi atendido no local e encaminhado ao Hospital Evangélico. No atestado de óbito do participante consta que ele faleceu às 12h55 já no hospital, revela Adriane Santos, organizadora da prova.
O médico e também diretor da prova, Mateus Chomatas, afirmou que Sobrinho tinha problemas cardíacos e não estava apto a participar de uma prova com grande intensidade.
Como evitar – Problemas como esse não são raros no mundo esportivo. O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb alerta as pessoas sobre o risco da morte súbita. Umas das formas para evitar é através dos exames médicos prévios, que devem ser refeitos uma vez por ano como o teste ergométrico, de sangue e ecocardiograma.
Além disso, o esportista deve exigir que os exames ergométricos e o ecocardiograma sejam feitos por especialistas. Em algumas clínicas brasileiras quem faz o exame ergométrico ou o ecocardiograma é uma atendente. Isso é totalmente irregular. A Sociedade Brasileira de Cardiologia emite certificado de habilitação médica em ecocardiograma e teste ergométrico para as clínicas, revela o cardiologista.
Ele também aconselha os esportistas observarem o corpo durante a atividade física. Qualquer sintoma como tonturas, palpitações ou pulso irregular, dores no peito ou no estômago, falta de ar anormal ou algo de estranho durante a prova ou no treinamento, é sinal de que se deve parar imediatamente a atividade e solicitar atenção médica.
Este texto foi escrito por: redação Webrun