Corrida · 04 set, 2018
A IAAF (Associação Internacional de Federações de Atletismo) divulgou hoje uma nota informando a morte do queniano Paul Koech. O atleta ganhou destaque internacional após sagrar-se campeão mundial de Meia Maratona em 1998. O “melhor ano de sua carreira”, quando […]
Maratona · 23 abr, 2012
A Maratona de Londres, disputada no domingo (22/04) registrou uma fatalidade. A cabeleireira inglesa Claire Squires sucumbiu na altura do St. James Park, já com mais de 40 quilômetros de prova percorridos.
Claire, de 30 anos, tinha um histórico de práticas esportivas por causas nobres: ela já tinha subido o Monte Kilimanjaro (ponto mais alto da África, na Tanzânia) para arrecadar fundos para a Associação de ex-membros da Força Aérea Britânica.
No domingo, corria a prova na capital inglesa para levantar doações para a Samaritans, serviço de suporte emocional para pessoas em momentos de dificuldade, como intenção de suicídio. Ela tinha arrecadado cerca de 500 libras esterlinas para a organização (cerca de R$ 1.500,00) antes da prova.
Após a notícia de sua morte, as doações já alcançaram mais de 80 mil libras (mais de R$ 243.000,00). Sua página no JustGiving.com conta com a declaração Estou correndo a Maratona de Londres para a Samaritans porque eles continuamente apoiam os outros.
A CEO da Samaritans, Catherine Johnstone, declarou apoio aos familiares de Claire e agradeceu todas as doações. Agradecemos o que fazem todos os nossos maratonistas. É com os seus esforços que somos capazes de oferecer nosso serviço, vital para as pessoas que não tem a quem recorrer, declarou.
Desde a primeira Maratona de Londres, em 1981, dez mortes foram registradas na prova, cinco de problemas coronários aparentemente ignorados pelos corredores. Quatro destes incidentes são decorrentes de disfunções gravíssimas no coração.
Com informações do Daily Mail.
No último domingo (02) o brasileiro José Carlos Gomes faleceu na Maratona de Nova York após completar a prova. Segundo informações da organização do evento, o atleta de 58 anos cruzou a linha de chegada, passou mal e, após o primeiro atendimento no local foi encaminhado para um hospital de Manhattam, onde faleceu.
De acordo com o diretor de relações públicas da Maratona de Nova York, Richard Finn, o laudo médico com a causa da morte do brasileiro ainda não foi divulgado. Desde 1994 a Maratona de Nova York não havia registrado casos de morte na prova. A maratona de Nova York é uma celebração do espírito humano. Mais de 38 mil pessoas terminaram a prova de ontem. Infelizmente ele não pôde comemorar, relata Finn.
Morador de São Paulo, José Carlos era funcionário da empresa SulAmérica Seguros há 31 anos. Desde 2006 ele fazia parte do projeto Atletas SulAmérica, que proporcionava treinos de corrida para os funcionários com a assessoria esportiva Run&Fun. Ele e mais quatro brasileiros da empresa correram a Maratona de Nova York.
Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica, José Carlos não tinha nenhum problema de saúde. Isto porque, antes de correr Nova York, ele foi submetido a uma série de exames clínicos. Em todos esses exames não houve restrições para a prática de corrida.
Estrutura da prova - Segundo Richard Finn, a Maratona de Nova York desse ano contou com dois mil médicos e 40 tendas de atendimento ao longo da prova, sendo oito após a linha de chegada.
A prioridade número um da maratona é a segurança de todos os corredores. Apesar de toda equipe e estrutura, perdemos um atleta. Vamos rever todos os nossos procedimentos médicos para prevenir o que aconteceu, conta Finn.
Ainda de acordo com o diretor de relações públicas, a Maratona de Nova York não exige exame médico dos inscritos, porém, eles informam os atletas sobre a necessidade de consultar o médico antes de correr, também informam sobre a importância do treinamento e da necessidade de prestar atenção no corpo durante a prova.
O Consulado brasileiro já foi notificado sobre a morte de José Carlos e prestará assistência à família assim como a Maratona de Nova York.
Maratona · 03 nov, 2008
No último domingo (02) o brasileiro José Carlos Gomes faleceu na Maratona de Nova York após completar a prova. Segundo informações da organização do evento, o atleta de 58 anos cruzou a linha de chegada, passou mal e, após o primeiro atendimento no local foi encaminhado para um hospital de Manhattam, onde faleceu.
De acordo com o diretor de relações públicas da Maratona de Nova York, Richard Finn, o laudo médico com a causa da morte do brasileiro ainda não foi divulgado. Desde 1994 a Maratona de Nova York não havia registrado casos de morte na prova. A maratona de Nova York é uma celebração do espírito humano. Mais de 38 mil pessoas terminaram a prova de ontem. Infelizmente ele não pôde comemorar, relata Finn.
Morador de São Paulo, José Carlos era funcionário da empresa SulAmérica Seguros há 31 anos. Desde 2006 ele fazia parte do projeto Atletas SulAmérica, que proporcionava treinos de corrida para os funcionários com a assessoria esportiva Run&Fun. Ele e mais quatro brasileiros da empresa correram a Maratona de Nova York.
Segundo a assessoria de imprensa da SulAmérica, José Carlos não tinha nenhum problema de saúde. Isto porque, antes de correr Nova York, ele foi submetido a uma série de exames clínicos. Em todos esses exames não houve restrições para a prática de corrida.
Estrutura da prova - Segundo Richard Finn, a Maratona de Nova York desse ano contou com dois mil médicos e 40 tendas de atendimento ao longo da prova, sendo oito após a linha de chegada.
A prioridade número um da maratona é a segurança de todos os corredores. Apesar de toda equipe e estrutura, perdemos um atleta. Vamos rever todos os nossos procedimentos médicos para prevenir o que aconteceu, conta Finn.
Ainda de acordo com o diretor de relações públicas, a Maratona de Nova York não exige exame médico dos inscritos, porém, eles informam os atletas sobre a necessidade de consultar o médico antes de correr, também informam sobre a importância do treinamento e da necessidade de prestar atenção no corpo durante a prova.
O Consulado brasileiro já foi notificado sobre a morte de José Carlos e prestará assistência à família assim como a Maratona de Nova York.
Maratona · 06 nov, 2007
A autópsia realizada no atleta Ryan Shay, que faleceu no último sábado durante a seletiva olímpica de maratona no Central Park, foi inconclusiva, segundo Ellen Borakove, porta voz do escritório médico da cidade de Nova York. Ainda queremos olhar com mais atenção os tecidos do coração do atleta.
Ainda segundo Ellen, o tecido será analisado de forma minuciosa no microscópio durante esta semana, antes de ser dado um parecer oficial. O corredor desmaiou por volta da metade da quinta milha (oitavo quilômetro) e posteriormente foi declarado morto num hospital da cidade.
Sabemos como ele morreu...de um problema cardíaco. O que causou isto é a grande questão, afirma o pai de Ryan, Joe Shay, em entrevista às agências internacionais. Nós certamente queremos saber isso o mais rápido possível e tornaremos público. Seremos pacientes, completa.
Joey afirmou no sábado que seu filho foi diagnosticado como tendo um coração maior do que o usual aos 14 anos, mas que os médicos o teriam liberado para competir, pois isto não é um fato tão incomum entre corredores de elite. Ainda segundo Joey, os profissionais de saúde teriam afirmado que praticar esportes aeróbicos em alto rendimento costuma resultar em um coração maior, que bombeia mais sangue pelo corpo todo.
O Dr. Douglas Zipes, porta-voz do Colégio Americano de Cardiologia, que estuda casos de morte súbita entre atletas, diz que é difícil diferenciar o coração de um atleta normal de um com potencial para cardiomiopatia hipertrófica (que causa arritmias ventriculares, levando à fibrilação). Testes cardíacos com eco e eletrocardiogramas podem ajudar na avaliação de um coração saudável ou não, segundo ele, assim como testes genéticos, mas isto não pode detectar todas as doenças.
Diz o ditado que para se morrer basta estar vivo, porém uma realidade muito triste que cada vez mais fica incontestável, é que para se morrer basta...praticar esportes. Segundo o médico cardiologista, Dr. Nabil Ghorayeb, a morte do maratonista, Ryan Shay, 28 anos, ocorrida ontem em Nova York é a vigésima morte súbita de atletas com menos de 35 anos apenas neste ano, sendo que a média dos últimos anos é de 29 casos.
Perguntei ao Dr. Nabil porque um atleta de alto nível, que pela lógica deveria ter passado por baterias e mais baterias de exames e detectado doenças pré-existentes, morre deste jeito. A reposta é estarrecedora.
Em nosso departamento do esporte no Dante Pazzanese e Hospital do Coração, a chance de identificar cardiopatia chega a algo perto de 97% com exames de rotina. Nos Estados Unidos os exames tem alto custo e como irão detectar apenas" 1 a 2 % de possíveis cardiopatas, não vale a pena, segundo eles, gastar milhões de dólares obrigando todos os desportistas e atletas a fazerem exames complementares como rotina obrigatória.
As doenças cardíacas são mais comuns do que se imagina. Na Itália todos os atletas passam em consulta e exames obrigatórios por lei federal. Lá detectaram 3% dos 34 mil examinados em 25 anos, com risco de morte e foram afastados. Já nos departamentos de cardiologia esportiva comandados pelo Dr. Nabil foram diagnosticadas cardiopatias (benignas ou graves) em 8,2% dos três mil atletas com até 35 anos.
Como se vê, os exames de rotinas anuais são extremamente importantes e imprescindíveis.
Corridas de Rua · 04 nov, 2007
Diz o ditado que para se morrer basta estar vivo, porém uma realidade muito triste que cada vez mais fica incontestável, é que para se morrer basta...praticar esportes. Segundo o médico cardiologista, Dr. Nabil Ghorayeb, a morte do maratonista, Ryan Shay, 28 anos, ocorrida ontem em Nova York é a vigésima morte súbita de atletas com menos de 35 anos apenas neste ano, sendo que a média dos últimos anos é de 29 casos.
Perguntei ao Dr. Nabil porque um atleta de alto nível, que pela lógica deveria ter passado por baterias e mais baterias de exames e detectado doenças pré-existentes, morre deste jeito. A reposta é estarrecedora.
Em nosso departamento do esporte no Dante Pazzanese e Hospital do Coração, a chance de identificar cardiopatia chega a algo perto de 97% com exames de rotina. Nos Estados Unidos os exames tem alto custo e como irão detectar apenas" 1 a 2 % de possíveis cardiopatas, não vale a pena, segundo eles, gastar milhões de dólares obrigando todos os desportistas e atletas a fazerem exames complementares como rotina obrigatória.
As doenças cardíacas são mais comuns do que se imagina. Na Itália todos os atletas passam em consulta e exames obrigatórios por lei federal. Lá detectaram 3% dos 34 mil examinados em 25 anos, com risco de morte e foram afastados. Já nos departamentos de cardiologia esportiva comandados pelo Dr. Nabil foram diagnosticadas cardiopatias (benignas ou graves) em 8,2% dos três mil atletas com até 35 anos.
Como se vê, os exames de rotinas anuais são extremamente importantes e imprescindíveis.
Maratona · 03 nov, 2007
Mais uma morte acontece no mundo do atletismo, desta vez foi o maratonista Ryan Shay, 28, que faleceu na manhã de hoje em Nova York, durante a seletiva norte-americana para as próximas olimpíadas que acontecem em Pequim, em 2008.
Shay, que foi campeão norte-americano da maratona em 2003, caiu no chão com menos de 30 minutos de corrida, foi socorrido, mas não resistiu e faleceu.
A causa de sua morte ainda não está confirmada, mas, cogita-se problemas cardíacos.
Maratona · 28 nov, 2006
Segundo os organizadores, o corredor foi atendido no local e encaminhado ao Hospital Evangélico. No atestado de óbito do participante consta que ele faleceu às 12h55 já no hospital, revela Adriane Santos, organizadora da prova.
O médico e também diretor da prova, Mateus Chomatas, afirmou que Sobrinho tinha problemas cardíacos e não estava apto a participar de uma prova com grande intensidade.
Como evitar - Problemas como esse não são raros no mundo esportivo. O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb alerta as pessoas sobre o risco da morte súbita. Umas das formas para evitar é através dos exames médicos prévios, que devem ser refeitos uma vez por ano como o teste ergométrico, de sangue e ecocardiograma.
Além disso, o esportista deve exigir que os exames ergométricos e o ecocardiograma sejam feitos por especialistas. Em algumas clínicas brasileiras quem faz o exame ergométrico ou o ecocardiograma é uma atendente. Isso é totalmente irregular. A Sociedade Brasileira de Cardiologia emite certificado de habilitação médica em ecocardiograma e teste ergométrico para as clínicas, revela o cardiologista.
Ele também aconselha os esportistas observarem o corpo durante a atividade física. Qualquer sintoma como tonturas, palpitações ou pulso irregular, dores no peito ou no estômago, falta de ar anormal ou algo de estranho durante a prova ou no treinamento, é sinal de que se deve parar imediatamente a atividade e solicitar atenção médica.
Triathlon · 11 set, 2006
A triathleta Fernanda Schiliró morreu nesse último domingo após ser atropelada na Rodovia Castello Branco, em São Paulo. A brasileira pedalava na estrada paulista com mais quatro pessoas e um carro de apoio, quando se desequilibrou e foi atropelada por uma kombi e um ônibus.
Segundo agências de notícias, o acidente aconteceu por volta das 9h do domingo e Fernanda morreu na hora. Ela treinava para o Mundial de Ironman no Havaí, que acontece no próximo mês.
Em São Paulo, os triathletas costumam treinar a modalidade bicicleta nas rodovias do estado. Isto porque é possível percorrer distâncias longas que simulam as mesmas distâncias dos eventos esportivos. No Ironman, por exemplo, o trecho de bike tem 180 quilômetros de extensão.
Maratona · 31 jul, 2006
A Maratona de São Francisco, nos Estados Unidos, reuniu 15 mil participantes no último domingo, mas um deles, William Geoggins, 40 anos, morreu durante a prova. Segundo agências internacionais, a organização da Maratona não quer comentar sobre a fatalidade.
O campeão da competição foi o americano Andrew Cook de 25 anos. Ele completou os 42 quilômetros de prova em 2h26min. Entre as mulheres a vencedora foi a também americana Julia Stamps no tempo de 2h54min.
Essa foi a 29ª edição da Maratona. Todos os participantes enfrentaram um percurso que passou por alguns pontos turísticos da cidade. Um dos trechos foi a famosa ponte Golden Gate Bridge, cartão postal de São Francisco.
No dia 26 de outubro de 2004 o zagueiro do São Caetano, Serginho, faleceu durante uma partida de futebol. Depois de um ano mortes súbitas em atletas ainda acontecem com freqüência. No início de setembro desse ano o triathleta brasileiro, Thiago Machado, também sofreu de morte súbita durante um treino de corrida.
Confira o artigo que o Cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb escreveu sobre morte súbita, um problema que os esportistas, mesmo os amadores, devem se preocupar: Morte Súbita... passado, presente, futuro.
Atletismo · 26 out, 2005
No dia 26 de outubro de 2004 o zagueiro do São Caetano, Serginho, faleceu durante uma partida de futebol. Depois de um ano mortes súbitas em atletas ainda acontecem com freqüência. No início de setembro desse ano o triathleta brasileiro, Thiago Machado, também sofreu de morte súbita durante um treino de corrida.
Confira o artigo que o Cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb escreveu sobre morte súbita, um problema que os esportistas, mesmo os amadores, devem se preocupar: Morte Súbita... passado, presente, futuro.
Alimentação · 17 jun, 2026
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