A IAAF (Associação Internacional das Federações de Atletismo, em inglês) e o governo do Quênia, na África, estão com projeto de construção de uma base antidoping, responsável por armazenamento de urina e sangue dos atletas regionais. Em específico, o centro ficará na capital do país, Nairobi, a partir de janeiro.
IAAF junto com o governo do Quênia constroem centro anti-doping no país. Punições foram restabelecidas. Foto: Ursule/ Fotolia.comSegundo Isaías Kiplagat, presidente de atletismo do Quênia, o objetivo na construção do laboratório é apoiar a luta contra o doping.
“O centro servirá outros países como Etiópia, Uganda, Ruanda e a região central da África”, diz Kiplagat.
O motivo para ser na África, explica o presidente, é para reduzir os custos e o tempo das amostras chegarem à Alemanha e África do Sul. Este ano mais de 650 atletas foram testados, tanto dentro, como fora da competição, no Quênia. Apenas 17 foram tiveram resultados positivos depois que suas amostras B foram testadas.
Giussepe Fischetto, médico da IAAF, esteve presente na coleta para também sensibilizar os atletas alegando que o Quênia e a Jamaica, os dois melhores países no atletismo, têm que se conscientizar na luta contra o doping.
Fischetto pediu aos atletas para consultar médicos desportivos para conhecerem os componentes de drogas e assim evitá-los.
Já a IAAF concordou em prolongar a suspensão de dois para quatro anos, para os réus primários. Além disso, os reincidentes serão banidos do esporte.
Este texto foi escrito por: Webrun