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XTerra 2010: Frederico Zacharias e Cris de Carvalho lideram ranking

Triathlon · 18 jun, 2010

A temporada do XTerra Brasil chega à metade, após a realização de cinco etapas, e os líderes são Frederico Zacharias, mineiro de Juiz de Fora, e a paulistana Cris de Carvalho. Na lista dos melhores no triathlon outdoor seguem Zacharias o campeão de 2009, Alexandre Manzan e Rodrigo Altafini, e entre as mulheres completam o ranking Luiza Bello e a argentina Maria Soledad Omar.

A liderança de Frederico e Cristina veio com a vitória em algumas provas licenciadas, chamadas XTerra Series, que também serão decisivas na próxima metade da temporada. Frederico venceu na prova realizada em Teresópolis (RJ) e foi o vice em Itapira (SP). Cristina venceu em Itapira, onde a vice líder, Luiza Bello, também competiu.

O campeão de 2009, Alexandre Manzan, não competiu nenhuma etapa de nível local, mas pode mudar sua posição na tabela ao disputar as próximas provas Series, em Indaiatuba (SP) e Juiz de Fora (MG). Todos os triatletas que desejam participar do ranking devem participar de no mínimo um evento regional. A pontuação final é o resultado da pontuação no Mundial, os três melhores dentre as Regionais e as duas maiores pontuações nas provas Series.

A próxima realização de evento de nível Mundial será em Angra dos Reis (RJ), no dia sete de agosto, quando acontece mais uma etapa XTerra Brasil.

X-Terra faz prova de corrida noturna em Angra

Angra dos Reis - Dando continuidade a programação do Nissan X-Terra, realizado no sábado (14) em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, na noite também do sábado, aconteceu a Fila Trail Run.

Nas outras edições a prova era disputada no dia anterior ao X-Terra. Mas esse ano a organização mudou e a prova aconteceu depois do triathlon. A largada da prova, noturna, foi dada às 19h.

De acordo com o X-Terra, mais de 500 atletas participaram da prova. Muitos eram do Rio de Janeiro, já que a organização disponibilizou ônibus da cidade do Rio de Janeiro para o local do evento.

Além dessa comodidade para os atletas, as camisetas eram personalizadas com o nome de cada inscrito nas costas. Para completar o cenário personalizado, todo o percurso foi iluminado por tochas.

Mas o maior “mimo” foi a distribuição de lanternas do tipo espeleólogo (que é fixada a cabeça por uma fita de silicone) aos participantes. Este item sem dúvida foi o que tornou a competição muito singular, pois originou algumas das cenas mais belas do evento: um caminho de luz no meio da escuridão. Além de ter sido indispensável para o atleta enxergar onde estava correndo.

Para a maioria a parte dos participantes a parte mais difícil da prova foi na hora da travessia dos rios, que aconteceu várias vezes durante o trajeto. Isso proporcionou diversas quedas no rio, mas que eram levadas com o bom humor.

No masculino quem completou os nove quilômetros na frente foi o atleta de Ilhabela, antiga sede do evento, Evaldo de Jesus Souza com a marca 33min01. O segundo foi Odilon de Jesus Leandro com tempo de 33min29 e em terceiro Iazaldir Feitosa Santana, 33min49.

Já no feminino a atleta de Daiane Aguiar Barros, completou a prova em 39min33. Em seguida veio Luiza Aluisio da Silva com a marca de 40min39 e em terceiro a atleta Dominiana Coimbra reges com o tempo de 42min32.


X-Terra faz prova de corrida noturna em Angra

Corridas de Rua · 16 jun, 2008

Angra dos Reis - Dando continuidade a programação do Nissan X-Terra, realizado no sábado (14) em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, na noite também do sábado, aconteceu a Fila Trail Run.

Nas outras edições a prova era disputada no dia anterior ao X-Terra. Mas esse ano a organização mudou e a prova aconteceu depois do triathlon. A largada da prova, noturna, foi dada às 19h.

De acordo com o X-Terra, mais de 500 atletas participaram da prova. Muitos eram do Rio de Janeiro, já que a organização disponibilizou ônibus da cidade do Rio de Janeiro para o local do evento.

Além dessa comodidade para os atletas, as camisetas eram personalizadas com o nome de cada inscrito nas costas. Para completar o cenário personalizado, todo o percurso foi iluminado por tochas.

Mas o maior “mimo” foi a distribuição de lanternas do tipo espeleólogo (que é fixada a cabeça por uma fita de silicone) aos participantes. Este item sem dúvida foi o que tornou a competição muito singular, pois originou algumas das cenas mais belas do evento: um caminho de luz no meio da escuridão. Além de ter sido indispensável para o atleta enxergar onde estava correndo.

Para a maioria a parte dos participantes a parte mais difícil da prova foi na hora da travessia dos rios, que aconteceu várias vezes durante o trajeto. Isso proporcionou diversas quedas no rio, mas que eram levadas com o bom humor.

No masculino quem completou os nove quilômetros na frente foi o atleta de Ilhabela, antiga sede do evento, Evaldo de Jesus Souza com a marca 33min01. O segundo foi Odilon de Jesus Leandro com tempo de 33min29 e em terceiro Iazaldir Feitosa Santana, 33min49.

Já no feminino a atleta de Daiane Aguiar Barros, completou a prova em 39min33. Em seguida veio Luiza Aluisio da Silva com a marca de 40min39 e em terceiro a atleta Dominiana Coimbra reges com o tempo de 42min32.

Brasileiros vencem o X-Terra em Angra dos Reis

Após três anos de edição no Brasil, o Nissan X-Terra teve atletas brasileiros no lugar mais alto do pódio. Confira!

Angra dos Reis -Disputada na manhã do último sábado (14) em Angra dos Reis, na região da Costa Verde fluminense, um dos maiores triathon cross-coutry do mundo teve, para a alegria de todo o público, a vitória do brasiliense Alexandre Manzan e da paulista Carla Prada.

“É a primeira vez que isso acontece e todos nós estamos muito felizes, afinal a gente organiza o evento e sempre os gringos vêem aqui e sobem no lugar mais alto do pódio. Mas somos todos brasileiros e ver os brazucas na primeira colocação foi muito legal”, afirma o organizador do evento Bernardo Fonseca.

Alexandre Manzan, responsável por alegrar os espectadores presentes, completou a prova em 2h14min10 e chegou antes do favorito Oscar Galindez, natural da Argentina. “Alexandre Manzan mereceu ganhar hoje, pois estava num ritmo muito bom. Quando ele me passou, eu até tentei acompanhá-lo, mas logo vi que ele estava muito inteiro, fiquei no meu ritmo e estou muito feliz pelo segundo lugar”, revela Galindez.

O argentino, radicado no Brasil, terminou o X-Terra em 2h18min36. Já o norte-americano Brian Smith, atual campeão do X-Terra Winter World Champ, ficou com a terceira colocação no tempo de 2h22min48. De acordo com o atleta, ele gostou muito da prova, principalmente da parte de bike.

Mulheres - Quem também ficou muito feliz com o resultado foi a brasileira Carla Prada. Ela fechou a prova em primeiro lugar com o tempo de 2h58min57. O curioso é que sua vitória teve um sabor especial. Esse foi o retorno da Carla às competições. Ela lesionou o joelho esquerdo no ano passado, justamente no treino para o X-Terra em Ilhabela, e desde então estava no processo de reabilitação.

A segunda colocação ficou com a atleta Carla Bonfim que fechou a prova atrás da líder com quase dois minutos de diferença. Já o terceiro lugar foi para a argentina Maria Soledad Omar com 3h06min26.

Para quem competiu em Angra dos Reis no ano passado na etapa do X-Terra Regional, criou-se certa previsibilidade para a prova deste ano. O Regional era uma forma do atleta treinar para a etapa internacional que era disputada em Ilhabela, litoral de São Paulo. Esta etapa era considera por muitos estrangeiros como uma das mais duras de todo calendário mundial.

Então para acabar com a idéia de ser uma prova menos “penosa” a organização prometeu algumas surpresas que só foram descobertas no dia da competição. Primeiro os atletas profissionais chegaram a bordo de uma pick-up para a largada, que foi dada às 10h.

De lá os atletas partiram para 1,5km de natação num mar calmo e com temperatura amena, tanto que nenhum triathleta optou para o uso de roupa de borracha. Mas as outras surpresas não foram tão cordiais, pelo ao menos aos olhos dos participantes. Depois todos foram para os 29 quilômetros de bike feitos num percurso cheio de lama por causa da chuva que assolou a cidade na sexta-feira.

Depois para dificultar os nove quilômetros de corrida foram criados mais poços de lama que eram verdadeiros “sumidouros”. Em dois pontos da prova havia um grande buraco cheio de lama que ia até a linha da cintura dos atletas. No primeiro houve até uma rota alternativa para quem não quisesse se sujar, mas para isso era necessário correr a mais 600 metros, além dos nove.

Muitos dos atletas que se aventuraram no “sumidouro”, entenderam ao pé da letra o porquê do nome e tiveram os seus tênis “sugado” pelo barro do buraco. Que o diga o campeão da prova, Alexandre Manzan. “Estava bem atrás do Galindez, mas forcei o ritmo na corrida e quando entrei no “sumidouro” resolvi tirar o tênis, mas tive disposição de ir atrás e consegui ultrapassá-lo. Hoje foi um dia realmente muito legal”.

Como não se bastasse, no percurso havia verdadeiras ladeiras no meio da mata. Muitos trilhos foram abertos literalmente nas encostas, tornando-as escaláveis.

“Tinha subidas que só de olhar desanimava, eu olhava de um lado para o outro para ver se a organização havia disponibilizado cordas para subir, mas só via mato e muito barro. Então tinha que respirar fundo e ir com as pernas, com muita cara e coragem”, relata o atleta amador Felipe Tambasco.


Brasileiros vencem o X-Terra em Angra dos Reis

Triathlon · 16 jun, 2008

Após três anos de edição no Brasil, o Nissan X-Terra teve atletas brasileiros no lugar mais alto do pódio. Confira!

Angra dos Reis -Disputada na manhã do último sábado (14) em Angra dos Reis, na região da Costa Verde fluminense, um dos maiores triathon cross-coutry do mundo teve, para a alegria de todo o público, a vitória do brasiliense Alexandre Manzan e da paulista Carla Prada.

“É a primeira vez que isso acontece e todos nós estamos muito felizes, afinal a gente organiza o evento e sempre os gringos vêem aqui e sobem no lugar mais alto do pódio. Mas somos todos brasileiros e ver os brazucas na primeira colocação foi muito legal”, afirma o organizador do evento Bernardo Fonseca.

Alexandre Manzan, responsável por alegrar os espectadores presentes, completou a prova em 2h14min10 e chegou antes do favorito Oscar Galindez, natural da Argentina. “Alexandre Manzan mereceu ganhar hoje, pois estava num ritmo muito bom. Quando ele me passou, eu até tentei acompanhá-lo, mas logo vi que ele estava muito inteiro, fiquei no meu ritmo e estou muito feliz pelo segundo lugar”, revela Galindez.

O argentino, radicado no Brasil, terminou o X-Terra em 2h18min36. Já o norte-americano Brian Smith, atual campeão do X-Terra Winter World Champ, ficou com a terceira colocação no tempo de 2h22min48. De acordo com o atleta, ele gostou muito da prova, principalmente da parte de bike.

Mulheres - Quem também ficou muito feliz com o resultado foi a brasileira Carla Prada. Ela fechou a prova em primeiro lugar com o tempo de 2h58min57. O curioso é que sua vitória teve um sabor especial. Esse foi o retorno da Carla às competições. Ela lesionou o joelho esquerdo no ano passado, justamente no treino para o X-Terra em Ilhabela, e desde então estava no processo de reabilitação.

A segunda colocação ficou com a atleta Carla Bonfim que fechou a prova atrás da líder com quase dois minutos de diferença. Já o terceiro lugar foi para a argentina Maria Soledad Omar com 3h06min26.

Para quem competiu em Angra dos Reis no ano passado na etapa do X-Terra Regional, criou-se certa previsibilidade para a prova deste ano. O Regional era uma forma do atleta treinar para a etapa internacional que era disputada em Ilhabela, litoral de São Paulo. Esta etapa era considera por muitos estrangeiros como uma das mais duras de todo calendário mundial.

Então para acabar com a idéia de ser uma prova menos “penosa” a organização prometeu algumas surpresas que só foram descobertas no dia da competição. Primeiro os atletas profissionais chegaram a bordo de uma pick-up para a largada, que foi dada às 10h.

De lá os atletas partiram para 1,5km de natação num mar calmo e com temperatura amena, tanto que nenhum triathleta optou para o uso de roupa de borracha. Mas as outras surpresas não foram tão cordiais, pelo ao menos aos olhos dos participantes. Depois todos foram para os 29 quilômetros de bike feitos num percurso cheio de lama por causa da chuva que assolou a cidade na sexta-feira.

Depois para dificultar os nove quilômetros de corrida foram criados mais poços de lama que eram verdadeiros “sumidouros”. Em dois pontos da prova havia um grande buraco cheio de lama que ia até a linha da cintura dos atletas. No primeiro houve até uma rota alternativa para quem não quisesse se sujar, mas para isso era necessário correr a mais 600 metros, além dos nove.

Muitos dos atletas que se aventuraram no “sumidouro”, entenderam ao pé da letra o porquê do nome e tiveram os seus tênis “sugado” pelo barro do buraco. Que o diga o campeão da prova, Alexandre Manzan. “Estava bem atrás do Galindez, mas forcei o ritmo na corrida e quando entrei no “sumidouro” resolvi tirar o tênis, mas tive disposição de ir atrás e consegui ultrapassá-lo. Hoje foi um dia realmente muito legal”.

Como não se bastasse, no percurso havia verdadeiras ladeiras no meio da mata. Muitos trilhos foram abertos literalmente nas encostas, tornando-as escaláveis.

“Tinha subidas que só de olhar desanimava, eu olhava de um lado para o outro para ver se a organização havia disponibilizado cordas para subir, mas só via mato e muito barro. Então tinha que respirar fundo e ir com as pernas, com muita cara e coragem”, relata o atleta amador Felipe Tambasco.