Treinadores

CBAt aprova resolução por prevenção ao abuso e assédio

Atletismo · 15 abr, 2021

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) adota mais um mecanismo para a prevenção ao abuso e assédio no esporte. A partir de agosto deste ano, a apresentação do certificado de conclusão do Curso de Prevenção ao Abuso e Assédio do […]

Vai correr ao ar livre? Conheça as recomendações da ATC para corredores e treinadores

COVID-19 · 23 jul, 2020

Quer voltar a correr nas ruas e parques com segurança? A Associação de Treinadores de Corrida de Rua de São Paulo (ATC – SP) elaborou, com o apoio da médica ortopedista Dra. Ana Paula Simões, vice presidente da Sociedade Paulista […]

WEBRUN DEBATE: aplicativos podem substituir treinadores de corrida?

Corridas de Rua · 12 jul, 2017

Profissionais e corredores opinam sobre o papel das ferramentas digitais no treino de running. Eles contém funções múltiplas, são ultra conectados, com informações em tempo real, alertas e GPS embutido. Os aplicativos de corrida e exercícios físicos já são parte […]

Perigo redes sociais: prescrever treinos sem habilitação é crime

Maratona · 01 fev, 2017

Muitos dizem que a internet é “terra de ninguém” e, em muitos momentos, realmente parece que essa situação é real. Afinal, treinadores com graduação completa, registro no CREF (Conselho Regional de Educação Física) e anos de experiência vêm sofrendo cada […]

Não se deixe enganar pelo Papai Noel na Corrida de São Silvestre

“Dia 31 de dezembro do ano passado estava muito bem preparado, mas alguns quilômetros depois da largada um Papai Noel passou por mim me desafiando. Perguntou-me se não era capaz de alcançá-lo”, conta o treinador André Ricardo de Souza, da Br Move Assessoria Esportiva e colunista do Webrun. “Eu me contive, mas não acelerei o ritmo para não me prejudicar durante a prova”.

André aconselha os participantes a serem fiel ao próprio ritmo. “Sabia que o Papai Noel não ia conseguir correr daquele jeito até o final do trajeto e que antes mesmo do início da Av. Brigadeiro já estaria caminhando. Não deu outra. Foi exatamente lá que eu o ultrapassei”, relembra o treinador. “Então deixa o super- homem, a Pedrita e o homem-aranha sair na sua frente sem pensar no dia de amanhã”, brinca.

Além de seguir uma estratégia e saber qual velocidade é a ideal em cada trecho, o professor de educação física também pede proteção em algumas áreas mais delicadas do corpo. “É bom passar vaselina líquida entre os dedos dos pés, na virilha, nas axilas e, no caso dos homens, no mamilo, para não ficar com assaduras. Outra recomendação é não estrear tênis novos. Coloque um que você já está acostumado a treinar”.

Outro item importante é manter uma alimentação saudável e não inovar muito na véspera e no dia da corrida. “Sugiro não comer muita coisa diferente. Alguns pensam que precisam de mais energia e inventam cardápios prejudiciais a performance. O mais importante é uma boa hidratação, no mínimo três litros de água por dia”, orienta.

Detalhes mencionados pelo treinador que também merecem atenção são: Chegar com duas horas de antecedência, ir de preferência de metrô, não levar objetos de valor, esquecer o celular em casa, levar boné e protetor solar. Sobre o treinamento no dia que antecede a prova, a sugestão é 30 minutos de trote leve para quem corre abaixo de 5 min/km. Já o corredor com tempo superior a essa marca deve descansar no dia 30.

Dicas para as mulheres - Já pensou em se preparar o ano todo e no dia D ficar de TPM? Luciana Dias, treinadora e Colunista da Webrun garante que infelizmente nesta situação poucas coisas podem ser feitas. “A mulher normalmente quando sabe que a data da prova coincidirá com a menstruação acaba tomando pílula para evitar os sintomas daqueles dias”, relata Luciana.

Se essa medida não foi tomada, a treinadora acredita que aí restam duas opções apenas. “A corredora fica em casa ou encara a prova. Caso ela participe, é muito importante o uso de O.B, mais um absorvente de máxima absorção. Além de um shortinho mais justo embaixo da bermuda tradicional, que dá mais segurança”. Já em relação ao ritmo, independente se ela está ou não no período menstrual, a professora alerta, assim como André, para não querer acompanhar ninguém.

“Algumas mulheres vão com amigos ou com o próprio namorado. O corredor do sexo masculino sempre tem uma velocidade maior, então é fundamental que os acompanhantes da corredora saibam disso. Ela não deve tentar imprimir um ritmo que não seja o dela, caso o contrário com certeza sentirá muita fadiga ou não completará a prova”, explica.


Não se deixe enganar pelo Papai Noel na Corrida de São Silvestre

Corridas de Rua · 25 dez, 2010

“Dia 31 de dezembro do ano passado estava muito bem preparado, mas alguns quilômetros depois da largada um Papai Noel passou por mim me desafiando. Perguntou-me se não era capaz de alcançá-lo”, conta o treinador André Ricardo de Souza, da Br Move Assessoria Esportiva e colunista do Webrun. “Eu me contive, mas não acelerei o ritmo para não me prejudicar durante a prova”.

André aconselha os participantes a serem fiel ao próprio ritmo. “Sabia que o Papai Noel não ia conseguir correr daquele jeito até o final do trajeto e que antes mesmo do início da Av. Brigadeiro já estaria caminhando. Não deu outra. Foi exatamente lá que eu o ultrapassei”, relembra o treinador. “Então deixa o super- homem, a Pedrita e o homem-aranha sair na sua frente sem pensar no dia de amanhã”, brinca.

Além de seguir uma estratégia e saber qual velocidade é a ideal em cada trecho, o professor de educação física também pede proteção em algumas áreas mais delicadas do corpo. “É bom passar vaselina líquida entre os dedos dos pés, na virilha, nas axilas e, no caso dos homens, no mamilo, para não ficar com assaduras. Outra recomendação é não estrear tênis novos. Coloque um que você já está acostumado a treinar”.

Outro item importante é manter uma alimentação saudável e não inovar muito na véspera e no dia da corrida. “Sugiro não comer muita coisa diferente. Alguns pensam que precisam de mais energia e inventam cardápios prejudiciais a performance. O mais importante é uma boa hidratação, no mínimo três litros de água por dia”, orienta.

Detalhes mencionados pelo treinador que também merecem atenção são: Chegar com duas horas de antecedência, ir de preferência de metrô, não levar objetos de valor, esquecer o celular em casa, levar boné e protetor solar. Sobre o treinamento no dia que antecede a prova, a sugestão é 30 minutos de trote leve para quem corre abaixo de 5 min/km. Já o corredor com tempo superior a essa marca deve descansar no dia 30.

Dicas para as mulheres - Já pensou em se preparar o ano todo e no dia D ficar de TPM? Luciana Dias, treinadora e Colunista da Webrun garante que infelizmente nesta situação poucas coisas podem ser feitas. “A mulher normalmente quando sabe que a data da prova coincidirá com a menstruação acaba tomando pílula para evitar os sintomas daqueles dias”, relata Luciana.

Se essa medida não foi tomada, a treinadora acredita que aí restam duas opções apenas. “A corredora fica em casa ou encara a prova. Caso ela participe, é muito importante o uso de O.B, mais um absorvente de máxima absorção. Além de um shortinho mais justo embaixo da bermuda tradicional, que dá mais segurança”. Já em relação ao ritmo, independente se ela está ou não no período menstrual, a professora alerta, assim como André, para não querer acompanhar ninguém.

“Algumas mulheres vão com amigos ou com o próprio namorado. O corredor do sexo masculino sempre tem uma velocidade maior, então é fundamental que os acompanhantes da corredora saibam disso. Ela não deve tentar imprimir um ritmo que não seja o dela, caso o contrário com certeza sentirá muita fadiga ou não completará a prova”, explica.

Treinadores enfrentam “blitz” em São Paulo

Caminhada · 23 jan, 2007

O Conselho Regional de Educação Física (CREF) resolveu atuar em alguns parques da capital paulista. Desde o mês de dezembro, seis agentes aparecem de surpresa nos locais de treino de São Paulo, para fiscalizar a atuação das pessoas que prestam serviços de orientação em atividade física, principalmente para corredores.

De acordo com o CREF, a primeira atuação aconteceu no Parque do Ibirapuera. Dos 33 profissionais registrados no parque, apenas 18 possuíam em mãos a cédula de identidade profissional. Além disso, três profissionais estavam em situação totalmente irregular.

Mas segundo o técnico Nelson Evêncio, muitos treinadores não portavam a carteirinha do CREF por falta de costume. “A turma até tem o CREF, mas como não tinha fiscalização, eles só usavam quando solicitado em algum concurso, inscrição ou alguma coisa parecida”, conta. Apesar disso, o treinador afirma que é obrigatório estar sempre com a carterinha em maõs.

Agora o CREF pretende atuar em outros parques e locais de treino da capital. O chamado “blitz” também pode voltar a acontecer no Ibirapuera. Vale lembrar que esse tipo de atuação também é realizada nas academias.