Triathlon · 04 maio, 2008
O primeiro lugar do pódio ficou com o santista Fábio Carvalho. Repetindo a colocação da etapa de abertura, porém, com um tempo mais alto, 2h02min12 contra 1h48min da primeira etapa, Fábio revelou que o percurso de São Paulo é mais difícil que Santos. Aqui tudo é mais lento tanto a natação, quanto a bike e corrida. É normal. No ano passado eu também fiz em duas horas e pouco, revela.
A segunda posição da prova foi para o goiano Santiago Ascenço. Fora da etapa de abertura, o triathleta quer brigar pelo campeonato do Troféu Brasil e diz que pretende vencer a próxima etapa, em Goiânia. Estou treinando forte, por isso fui um pouco lento hoje. Agora quero ir com tudo para a próxima etapa em casa. Meu objetivo já está traçado na cabeça para ganhar esse campeonato, conta Ascenço que completou em 2h04min22.
Já o jovem Bruno Pereira Matheus ficou com a terceira posição no tempo de 2h06min28. Entre as mulheres a campeã, assim como na primeira etapa em Santos, foi Carla Moreno seguida por Vanessa Gianini e Fernanda Garcia.
Carla, que completou a prova em 2h18min53, terminou a competição e continuou correndo para soltar. Venho treinando bastante volume. Para ter uma idéia eu corri no mesmo ritmo que corri 25 quilômetros na sexta. Ontem pedalei 100 quilômetros, revela.
Ela também contou que teve que fazer uma prova de recupração, já que foi penalizada durante o ciclismo. Fui penalizada 1min30seg na bike. Tive que ficar esperando lá. Na curva quando a Sandra Soldan me passou, eu levantei da bike, mas faço isso sempre e o fiscal entendeu como reação, por isso me deu um cartão.
Ironman - Os principais atletas do Troféu Brasil de Triathlon participaram da prova com outro intuito: um treino forte para o Ironman Brasil. A prova de 3,6 quilômetros de natação, 180 de bicicleta e 42 de corrida, acontece daqui três semanas em Florianópolis.
Fábio Carvalho, por exemplo, encarou a competição de hoje dessa maneira. Esses meus primeiros seis meses de treino só pensei no Ironman e hoje foi bom porque a prova serviu como um termômetro para ver se meu treinamento está bom. Também serviu para tirar minha ansiedade, conta.
Carla Moreno, que está num forte ritmo de treinos, também irá para o Ironman. Agora ainda faço mais dois treinos importantes na próxima semana e depois diminuo o ritmo para descasar para a prova.
Já Santiago Ascenço, embarca daqui duas semanas para o Meio Ironman de Orlando, nos Estados Unidos.
Triathlon · 07 fev, 2008
A 17ª edição do Triathlon Internacional de Santos distribuirá R$50 mil em prêmios. De acordo com os organizadores, só os primeiros colocados ganharão R$10 mil cada. Já os vices seis mil.
A competição acontece no próximo dia 24 na praia do Boqueirão, em Santos. Ao todo devem participar da prova cerca de mil atletas que competirão na distância olímpica: 1,5 km de natação, 40 km de bike e 10 de corrida.
Segundo a organização, a natação, as transições das modalidades e o pórtico de chegada serão na Praia do Boqueirão. Já o ciclismo terá metade do percurso na Rodovia Anchieta, passando pelo Centro Histórico da Cidade, e a corrida terá como cenário a orla da praia.
As inscrições para a prova seguem abertas e podem ser feitas no site oficial da prova: www.internacionaldesantos.com.
O treinador Carlos Eugênio Ferraro, conselheiro técnico da Seleção Brasileira de Triathlon, comenta em seu artigo como está a equipe brasileira do Pan e destaca os pontos fortes dos representantes do país no Rio de Janeiro. Confira.
Rio de Janeiro - No próximo domingo dia (15) teremos a prova mais importante do triathlon brasileiro: a disputa do Pan. Mas a modalidade é recente no cenário de competições oficiais. Após muitos anos de espera, o triathlon finalmente entrou para a lista de esportes Olímpicos em 2000 nas Olimpíadas de Sydney. Para os brasileiros, esse momento foi sem dúvida um marco na história do triathlon do país, pois, além de estar presente em 2000, o Brasil teve sua equipe completa e com uma participação de destaque.
Mas passados sete anos, o triathlon Brasileiro pouco evoluiu, salvo alguns resultados individuais que colocaram o nome do Brasil em destaque. O triathlon, como vários outros esportes, precisa e muito de resultados expressivos nestes Jogos Pan-americanos para, não só cair no gosto popular, como também nas graças do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O incentivo financeiro do Comitê é vital para a estruturação dos esportes amadores.
Sandra Soldan, Carla Moreno, Mariana Ohata, Juraci Moreira, Virgílio de Castilho e Antonio Marcos terão a honra e também a responsabilidade de representar o Brasil nos Jogos do Rio. Nenhum deles viu o Pan acontecer no Brasil e creio que também dificilmente verão os próximos, pois levará muitos anos para que os Jogos voltem para cá. Por tudo isso, a responsabilidade, a honra, o prazer e a importância desta prova se torna único na nossa curta história do triathlon brasileiro.
Competição - A prova será no posto seis de Copacabana, um lugar muito conhecido dos triathletas. A largada masculina será às 8h e a feminina às 10h30.
A prova terá algumas características bem distintas para cada um dos nossos brasileiros. Nossos maiores rivais, como sempre serão os americanos e os canadenses que são grandes nadadores e grandes ciclistas.
Para Antonio Marcos, nosso melhor corredor, a prova se definirá a partir da largada, pois para ele, a natação terá um peso fundamental. Se ele sair da água com um bom pelotão, ele terá grandes chances de alcançar os líderes na corrida.
Para Juraci Moreira não será muito diferente. Com uma corrida forte e sempre muito consistente, ele terá que se esforçar mais do que nunca na natação e no ciclismo para estar com os líderes na alça de mira.
No caso de Virgilio, que tem a melhor natação entre os brasileiros, acredito que a concentração será sua maior arma, podendo ajudá-lo muito, como em Santo Domingo, ou atrapalhá-lo, caso ele perca o foco. Se Virgilio encaixar uma boa natação, estará também entre os líderes.
Mulheres - Já para as meninas do Brasil não é muito diferente. As americanas e as canadenses, excelentes nadadoras e fortes ciclistas, serão as maiores rivais. Mas, em grandes eventos não podemos descartar nenhuma adversária. Todas estão em sua melhor forma. Entre as brasileiras todas possuem seu ponto forte e tem que saber usar isso na durante a prova.
Mariana Ohata é a grande favorita ao ouro. Tem obtido grandes resultados nesta temporada e esta em grande fase. Carla Moreno, assim como Antonio Marcos, tem na corrida sua grande arma. Se ela estiver num pelotão que a leve para frente, terá grandes chances de buscar as líderes.
Já Sandra Soldan tem na natação uma arma potente para eventos de alto nível técnico. Ela terá alguma chance se sair da água no primeiro pelotão. Para nós, resta torcer muito pelos nossos atletas, pelo nosso triathlon e principalmente pelo nosso país.
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Triathlon · 12 jul, 2007
O treinador Carlos Eugênio Ferraro, conselheiro técnico da Seleção Brasileira de Triathlon, comenta em seu artigo como está a equipe brasileira do Pan e destaca os pontos fortes dos representantes do país no Rio de Janeiro. Confira.
Rio de Janeiro - No próximo domingo dia (15) teremos a prova mais importante do triathlon brasileiro: a disputa do Pan. Mas a modalidade é recente no cenário de competições oficiais. Após muitos anos de espera, o triathlon finalmente entrou para a lista de esportes Olímpicos em 2000 nas Olimpíadas de Sydney. Para os brasileiros, esse momento foi sem dúvida um marco na história do triathlon do país, pois, além de estar presente em 2000, o Brasil teve sua equipe completa e com uma participação de destaque.
Mas passados sete anos, o triathlon Brasileiro pouco evoluiu, salvo alguns resultados individuais que colocaram o nome do Brasil em destaque. O triathlon, como vários outros esportes, precisa e muito de resultados expressivos nestes Jogos Pan-americanos para, não só cair no gosto popular, como também nas graças do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O incentivo financeiro do Comitê é vital para a estruturação dos esportes amadores.
Sandra Soldan, Carla Moreno, Mariana Ohata, Juraci Moreira, Virgílio de Castilho e Antonio Marcos terão a honra e também a responsabilidade de representar o Brasil nos Jogos do Rio. Nenhum deles viu o Pan acontecer no Brasil e creio que também dificilmente verão os próximos, pois levará muitos anos para que os Jogos voltem para cá. Por tudo isso, a responsabilidade, a honra, o prazer e a importância desta prova se torna único na nossa curta história do triathlon brasileiro.
Competição - A prova será no posto seis de Copacabana, um lugar muito conhecido dos triathletas. A largada masculina será às 8h e a feminina às 10h30.
A prova terá algumas características bem distintas para cada um dos nossos brasileiros. Nossos maiores rivais, como sempre serão os americanos e os canadenses que são grandes nadadores e grandes ciclistas.
Para Antonio Marcos, nosso melhor corredor, a prova se definirá a partir da largada, pois para ele, a natação terá um peso fundamental. Se ele sair da água com um bom pelotão, ele terá grandes chances de alcançar os líderes na corrida.
Para Juraci Moreira não será muito diferente. Com uma corrida forte e sempre muito consistente, ele terá que se esforçar mais do que nunca na natação e no ciclismo para estar com os líderes na alça de mira.
No caso de Virgilio, que tem a melhor natação entre os brasileiros, acredito que a concentração será sua maior arma, podendo ajudá-lo muito, como em Santo Domingo, ou atrapalhá-lo, caso ele perca o foco. Se Virgilio encaixar uma boa natação, estará também entre os líderes.
Mulheres - Já para as meninas do Brasil não é muito diferente. As americanas e as canadenses, excelentes nadadoras e fortes ciclistas, serão as maiores rivais. Mas, em grandes eventos não podemos descartar nenhuma adversária. Todas estão em sua melhor forma. Entre as brasileiras todas possuem seu ponto forte e tem que saber usar isso na durante a prova.
Mariana Ohata é a grande favorita ao ouro. Tem obtido grandes resultados nesta temporada e esta em grande fase. Carla Moreno, assim como Antonio Marcos, tem na corrida sua grande arma. Se ela estiver num pelotão que a leve para frente, terá grandes chances de buscar as líderes.
Já Sandra Soldan tem na natação uma arma potente para eventos de alto nível técnico. Ela terá alguma chance se sair da água no primeiro pelotão. Para nós, resta torcer muito pelos nossos atletas, pelo nosso triathlon e principalmente pelo nosso país.
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Triathlon · 28 nov, 2006
A sétima e última etapa do Troféu Brasil de Triathlon acontece no próximo domingo em Santos e a alemã Nina Kraft será um dos grandes destaques da competição. Aos 38 anos, ela venceu o Ironman do Havaí em 2004, mas teve o título caçado por causa de doping.
Esse ano ele retornou para as competições e no início do ano participou do Triathlon Internacional de Santos. Foi uma grande experiência ter participado, pela primeira vez, de uma prova olímpica. O treinamento é diferente e algumas características, principalmente a transição, que é muito rápida. Perdi. Se tivesse mais vivência, poderia ser melhor, comentou Nina sobre o Triathlon Internacional, prova que lhe garantiu o segundo lugar.
Mas o campeonato do Troféu deve ficar com a brasileira Carla Moreno. Vencedora de quatro etapas do circuito Carla Moreno quer comemorar o pentacampeonato em Santos, cidade onde mora há mais de dois anos. A vantagem na pontuação é cômoda, mas a atual bicampeã do Troféu Brasil, a carioca Ana Boccanera, segue viva na competição e pode virar o jogo, caso vença a etapa e Carla não tenha uma boa atuação.
A etapa final do Troféu Brasil terá largada e chegada na Praia do Gonzaga. Os competidores profissionais largam às 9h20 para completar 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Os amadores começam a competir mais cedo, às 8h, e farão metade do percurso.
Triathlon · 24 nov, 2006
O brasileiro Sérgio Cordeiro ficou entre os top dez do Deca Iron Triathlon Challenge 2006, uma das provas mais difíceis do mundo, que aconteceu na cidade de Monterey, México. A competição durou dez dias e nesse período todo o dia os participantes enfrentavam um ironman, ou seja, 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida.
Cordeiro conquistou o nono lugar da prova. Atual campeão mundial de ultra triathlon, ele foi o único brasileiro da competição, que contou com atletas de diversas nacionalidades. A prova acredito ser um dos desafios mais exaustivos no qual já participei. Não só pela distância, mas por sua grandiosa estrutura, que ainda nós brasileiros tanto buscamos. Os dez dias de prova, apesar de seus intervalos diários, parecem não existir, pois a cada dia parecia que as noites eram tão curtas a ponto de termos a sensação de não existir, revela Cordeiro.
Segundo o brasileiro, a competição foi um pouco diferente das quais ele participa. Eu tive que fazer um ironman por dia e o ritmo da prova era muito forte. Parecia que eu estava fazendo simplesmente um iron e assim era o pensamento a cada dia.
Além da participação, o atleta conquistou uma vaga no time composto por nove selecionados pela Federação Internacional de Ultra Triathlon (IUTA). Esta vaga lhe garante um patrocínio internacional para a temporada do Circuito Mundial em 2007, que pretende buscar o bicampeonato.
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