silvestre

Largada unificada será problema para as mulheres

Corridas de Rua · 25 out, 2007

Tudo bem que nas maiores provas brasileiras como a Meia Maratona do Rio, a Maratona de São Paulo, a São Paulo Classic, como entre tantas outras a largada masculina seja junto com a feminina.

Mas estou com dó das mulheres que forem disputar a próxima Corrida Internacional de São Silvestre, que conforme anunciado, esse ano terá a largada unificada e o pior com incremento de alguns milhares de participantes.

Só quem já enfrentou a longa espera no curral e teve que se desviar dos rios de urina que se transforma o local sabe do que estou falando. Passando esse aperto – literalmente – será hora de tomar muito cuidado para que nenhum homem a derrube ou mesmo não tropeçar nas famigeradas faixas que são descartadas logo após a largada.

Daí um conselho. Olho bem aberto após a largada e fechado nos momentos que a antecede.


Largada unificada será problema para as mulheres

Corridas de Rua · 25 out, 2007

Tudo bem que nas maiores provas brasileiras como a Meia Maratona do Rio, a Maratona de São Paulo, a São Paulo Classic, como entre tantas outras a largada masculina seja junto com a feminina.

Mas estou com dó das mulheres que forem disputar a próxima Corrida Internacional de São Silvestre, que conforme anunciado, esse ano terá a largada unificada e o pior com incremento de alguns milhares de participantes.

Só quem já enfrentou a longa espera no curral e teve que se desviar dos rios de urina que se transforma o local sabe do que estou falando. Passando esse aperto – literalmente – será hora de tomar muito cuidado para que nenhum homem a derrube ou mesmo não tropeçar nas famigeradas faixas que são descartadas logo após a largada.

Daí um conselho. Olho bem aberto após a largada e fechado nos momentos que a antecede.

Organizadores saibam que corredor não é boi

Corridas de Rua · 06 out, 2007

Fico estarrecido como os corredores são tratados em algumas provas brasileiras, principalmente, nos chamados “currais”, o nome já dá uma breve idéia de como deve ser. Para quem não sabe “curral” é o jargão que corredores usam para designar as baias de largada.

A pior delas, sem sombra de dúvida, é da Corrida Internacional de São Silvestre. Com largada às 17h, que na realidade são 16h devido ao horário de verão, existem corredores que chegam a se posicionar para a largada com até três horas de antecedência e para assim poderem largar sem perder muito tempo.

Mas com o excesso de gente os problemas logo acontecem. Entre os mais comuns, se destaca a aglomeração e o empurra-empurra, mas, o pior e mais desagradável de todos é o mar de urina que se transforma o local.

Em parte esse problema acontece porque os corredores ficam horas de baixo de sol e calor se hidratando, e, fisiologicamente a vontade de urinar aparece, só que ao invés de utilizarem os banheiros químicos, simplesmente, se agacham e fazem tudo ali mesmo.

Neste caso são dois os culpados: a organização da prova, que não tenta amenizar esse problema, com um melhor planejamento da área de largada, utilizando-se de mais banheiros químicos, por exemplo. E evidentemente os maiores culpados são os próprios atletas, esses por falta de educação, respeito e de cidadania.

Um exemplo bem sucedido é a Maratona de Nova York, que tem o dobro de competidores da prova brasileira e nem de longe apresenta tais problemas. Uma das soluções encontradas foi dividir os corredores por grupos de tempos e esses ficam posicionados nas ruas laterais da Verrazano Bridge, onde acontece a largada. Meia hora antes do tiro de canhão é autorizada a entrada dos participantes na ponte, minimizando os efeitos indesejáveis de uma longa espera.

Além disso, essa simples medida mostra respeito da organização para com o atleta. A São Silvestre cobra por inscrição a bagatela de R$65, valor alto para uma prova que não dá tratamento diferenciado.

Já em Nova York, “sorry” (desculpe) é uma das palavras mais ouvidas quando os corredores estão a postos na Verazzano Bridge. Isso acontece porque em um simples esbarrão seu colega se desculpa, já que existe uma distância mínima entre os atletas. Claro que aqui entra a questão cultural, da educação e respeito que tradicionalmente existe entre as pessoas nos países ditos de primeiro mundo.

Vejo que essa medida (pré-baias) se implementada na São Silvestre amenizaria em muito o atual problema. Os atletas poderiam ficar em baias laterais formadas por duas a três ruas (sem afetar a logística do evento) como a divisão de público existente no meio da pista ou o local da estrutura da largada.

É importante que a organização da São Silvestre não somente pense que já tem mais de 80 edições nas costas, mas sim, que pode ter outras 80 a frente se manter o interesse dos corredores.


Organizadores saibam que corredor não é boi

Corridas de Rua · 06 out, 2007

Fico estarrecido como os corredores são tratados em algumas provas brasileiras, principalmente, nos chamados “currais”, o nome já dá uma breve idéia de como deve ser. Para quem não sabe “curral” é o jargão que corredores usam para designar as baias de largada.

A pior delas, sem sombra de dúvida, é da Corrida Internacional de São Silvestre. Com largada às 17h, que na realidade são 16h devido ao horário de verão, existem corredores que chegam a se posicionar para a largada com até três horas de antecedência e para assim poderem largar sem perder muito tempo.

Mas com o excesso de gente os problemas logo acontecem. Entre os mais comuns, se destaca a aglomeração e o empurra-empurra, mas, o pior e mais desagradável de todos é o mar de urina que se transforma o local.

Em parte esse problema acontece porque os corredores ficam horas de baixo de sol e calor se hidratando, e, fisiologicamente a vontade de urinar aparece, só que ao invés de utilizarem os banheiros químicos, simplesmente, se agacham e fazem tudo ali mesmo.

Neste caso são dois os culpados: a organização da prova, que não tenta amenizar esse problema, com um melhor planejamento da área de largada, utilizando-se de mais banheiros químicos, por exemplo. E evidentemente os maiores culpados são os próprios atletas, esses por falta de educação, respeito e de cidadania.

Um exemplo bem sucedido é a Maratona de Nova York, que tem o dobro de competidores da prova brasileira e nem de longe apresenta tais problemas. Uma das soluções encontradas foi dividir os corredores por grupos de tempos e esses ficam posicionados nas ruas laterais da Verrazano Bridge, onde acontece a largada. Meia hora antes do tiro de canhão é autorizada a entrada dos participantes na ponte, minimizando os efeitos indesejáveis de uma longa espera.

Além disso, essa simples medida mostra respeito da organização para com o atleta. A São Silvestre cobra por inscrição a bagatela de R$65, valor alto para uma prova que não dá tratamento diferenciado.

Já em Nova York, “sorry” (desculpe) é uma das palavras mais ouvidas quando os corredores estão a postos na Verazzano Bridge. Isso acontece porque em um simples esbarrão seu colega se desculpa, já que existe uma distância mínima entre os atletas. Claro que aqui entra a questão cultural, da educação e respeito que tradicionalmente existe entre as pessoas nos países ditos de primeiro mundo.

Vejo que essa medida (pré-baias) se implementada na São Silvestre amenizaria em muito o atual problema. Os atletas poderiam ficar em baias laterais formadas por duas a três ruas (sem afetar a logística do evento) como a divisão de público existente no meio da pista ou o local da estrutura da largada.

É importante que a organização da São Silvestre não somente pense que já tem mais de 80 edições nas costas, mas sim, que pode ter outras 80 a frente se manter o interesse dos corredores.

Calor: o inimigo número um

Corridas de Rua · 04 jan, 2005

Sexta-feira, 31 de dezembro de 2004, a octagésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre reuniu 15 mil corredores, divididos em 2 mil mulheres e 13 mil homens. A prova feminina teve inicio às 15h15 e a masculina às 17h06. A grande maioria dos corredores que participam da mais antiga e tradicional corrida da América Latina o faz pelo prazer de completar a distância de 15 quilômetros. Já os profissionais, os atletas qualificados de elite, não mais do que cem corredores, lá estão para tentar uma posição de destaque. Esses atletas são extremamente preparados para enfrentar a principal adversidade da prova: o calor. O percurso. que tanto falam, é difícil, sem dúvida; mas não afeta a saúde dos participantes.

Temperatura alta, rendimento baixo - Segundo pesquisas realizadas pelo médico fisiologista Dr. Rogério José Neves, maratonista, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas com o futebol feminino, membro do Colégio

Americano de Medicina Esportiva e diretor do Sportslab (Laboratório de Performance Esportiva), que acompanhou a prova e estava no posto médico, afirmou: “o calor afeta o organismo dos corredores em situações extremas”.Quando está quente, o corpo luta para manter a temperatura corporal de 36,5 graus. A sobrecarga no coração e vasos sangüíneos podem causar taquicardia e outros problemas “. Os vasos sangüíneos se dilatam, e o coração fica mais acelerado para aumentar o fluxo sangüíneo. A evaporação do suor é eliminada do corpo através da pele. Em situações de umidade relativa do ar alta, esse processo é retardado. Se o suor não evapora, a temperatura corporal aumenta, “é como se estivéssemos correndo envolto por um saco plástico “, afirma o Dr. Rogério Neves. Quando o corpo está muito aquecido, o hipotálamo que é o termostato do corpo localizado no cérebro, dá o primeiro sinal de alerta. Se os líquidos perdidos com o suor não forem repostos de imediato, o corpo começa a se desidratar. Embora a organização da prova segue a risca no que diz respeito à regra internacional de ter postos de água a cada cinco quilômetros, não podemos esquecer que estamos em um país de clima tropical, onde as temperaturas em pleno verão chegam aos 40 graus.

O ideal é se hidratar a cada 15 minutos em corridas de longa duração, como foi apresentado recentemente no Colégio Americano de Medicina Esportiva, realizado em São Francisco nos Estados Unidos. Portanto, poderiam ser colocados postos de abastecimentos a cada três quilômetros.

Outra evidência de que o calor excessivo com temperaturas superiores aos 30 graus apresentado na Corrida de São Silvestre, relacionado com a umidade relativa do ar superior aos 70%, o Dr. Rogério Neves, diz que, “os exercícios tornam-se mais cansativos, 'pode ocorrer exaustão, cãibra, 'cansaço e fraqueza. Mas, o maior perigo é o risco de um colapso com sensação de sono, irritabilidade e perda de consciência.

Outro fato que demonstra bem o efeito negativo do calor e umidade relativa do ar, é o resultado dos atletas vencedores. A queniana Lydia Cheromey, que se sagrou tricampeã da prova com vitórias em 1999 e 2000 completou os 15 quilômetros em 53min01seg, seis minutos acima da sua melhor marca de 47min02seg, estabelecido na Holanda (em percurso plano) e temperatura abaixo dos 10 graus. Com o resultado deste ano, Cheromey seria a quarta colocada na São Silvestre de 2003. Já no masculino, não foi diferente, Robert Cheruiyot do Quênia que garantiu o bi-campeonato com 44min43seg , não passaria de um sétimo lugar na edição de 2003.

Wanderlei de Oliveira, 45, maratonista, é técnico de atletismo, participa da Corrida Internacional de São Silvestre desde 1978, foi o comentarista da prova masculina na TV Gazeta.


Calor: o inimigo número um

Corridas de Rua · 04 jan, 2005

Sexta-feira, 31 de dezembro de 2004, a octagésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre reuniu 15 mil corredores, divididos em 2 mil mulheres e 13 mil homens. A prova feminina teve inicio às 15h15 e a masculina às 17h06. A grande maioria dos corredores que participam da mais antiga e tradicional corrida da América Latina o faz pelo prazer de completar a distância de 15 quilômetros. Já os profissionais, os atletas qualificados de elite, não mais do que cem corredores, lá estão para tentar uma posição de destaque. Esses atletas são extremamente preparados para enfrentar a principal adversidade da prova: o calor. O percurso. que tanto falam, é difícil, sem dúvida; mas não afeta a saúde dos participantes.

Temperatura alta, rendimento baixo - Segundo pesquisas realizadas pelo médico fisiologista Dr. Rogério José Neves, maratonista, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas com o futebol feminino, membro do Colégio

Americano de Medicina Esportiva e diretor do Sportslab (Laboratório de Performance Esportiva), que acompanhou a prova e estava no posto médico, afirmou: “o calor afeta o organismo dos corredores em situações extremas”.Quando está quente, o corpo luta para manter a temperatura corporal de 36,5 graus. A sobrecarga no coração e vasos sangüíneos podem causar taquicardia e outros problemas “. Os vasos sangüíneos se dilatam, e o coração fica mais acelerado para aumentar o fluxo sangüíneo. A evaporação do suor é eliminada do corpo através da pele. Em situações de umidade relativa do ar alta, esse processo é retardado. Se o suor não evapora, a temperatura corporal aumenta, “é como se estivéssemos correndo envolto por um saco plástico “, afirma o Dr. Rogério Neves. Quando o corpo está muito aquecido, o hipotálamo que é o termostato do corpo localizado no cérebro, dá o primeiro sinal de alerta. Se os líquidos perdidos com o suor não forem repostos de imediato, o corpo começa a se desidratar. Embora a organização da prova segue a risca no que diz respeito à regra internacional de ter postos de água a cada cinco quilômetros, não podemos esquecer que estamos em um país de clima tropical, onde as temperaturas em pleno verão chegam aos 40 graus.

O ideal é se hidratar a cada 15 minutos em corridas de longa duração, como foi apresentado recentemente no Colégio Americano de Medicina Esportiva, realizado em São Francisco nos Estados Unidos. Portanto, poderiam ser colocados postos de abastecimentos a cada três quilômetros.

Outra evidência de que o calor excessivo com temperaturas superiores aos 30 graus apresentado na Corrida de São Silvestre, relacionado com a umidade relativa do ar superior aos 70%, o Dr. Rogério Neves, diz que, “os exercícios tornam-se mais cansativos, 'pode ocorrer exaustão, cãibra, 'cansaço e fraqueza. Mas, o maior perigo é o risco de um colapso com sensação de sono, irritabilidade e perda de consciência.

Outro fato que demonstra bem o efeito negativo do calor e umidade relativa do ar, é o resultado dos atletas vencedores. A queniana Lydia Cheromey, que se sagrou tricampeã da prova com vitórias em 1999 e 2000 completou os 15 quilômetros em 53min01seg, seis minutos acima da sua melhor marca de 47min02seg, estabelecido na Holanda (em percurso plano) e temperatura abaixo dos 10 graus. Com o resultado deste ano, Cheromey seria a quarta colocada na São Silvestre de 2003. Já no masculino, não foi diferente, Robert Cheruiyot do Quênia que garantiu o bi-campeonato com 44min43seg , não passaria de um sétimo lugar na edição de 2003.

Wanderlei de Oliveira, 45, maratonista, é técnico de atletismo, participa da Corrida Internacional de São Silvestre desde 1978, foi o comentarista da prova masculina na TV Gazeta.

ChipTiming desenvolve tecnologia para São Silvestre

Corridas de Rua · 26 dez, 2004

Tecnologia desenvolvida no Brasil pela empresa paulista ChipTiming permitirá que a largada da Corrida Internacional de São Silvestre, que acontece na capital de São Paulo no último dia do ano seja mais eficiente. Isso porque o sistema de chip utilizado pelos corredores para cronometrar seus respectivos tempos teve uma significativa melhoria em relação aos anos anteriores.

O up grade se deu mais especificamente no tapete de largada – por onde os corredores passam transmitindo as informações de passagens dos chips para o sistema – já que ele será maior nesta edição, contando agora com 12 metros, contra os 10 metros anteriormente utilizado na competição.

“Para a São Silvestre, será um grande avanço. Hoje, precisamos afunilar os 13 mil competidores da prova masculina em 10 metros. Com dois metros a mais, vamos ganhar tempo”, diz Manuel Garcia Arroyo, o Vasco, diretor operacional da prova.

Em função da melhoria a organização da prova estima que a largada esse ano será 20% mais rápida.


ChipTiming desenvolve tecnologia para São Silvestre

Corridas de Rua · 26 dez, 2004

Tecnologia desenvolvida no Brasil pela empresa paulista ChipTiming permitirá que a largada da Corrida Internacional de São Silvestre, que acontece na capital de São Paulo no último dia do ano seja mais eficiente. Isso porque o sistema de chip utilizado pelos corredores para cronometrar seus respectivos tempos teve uma significativa melhoria em relação aos anos anteriores.

O up grade se deu mais especificamente no tapete de largada – por onde os corredores passam transmitindo as informações de passagens dos chips para o sistema – já que ele será maior nesta edição, contando agora com 12 metros, contra os 10 metros anteriormente utilizado na competição.

“Para a São Silvestre, será um grande avanço. Hoje, precisamos afunilar os 13 mil competidores da prova masculina em 10 metros. Com dois metros a mais, vamos ganhar tempo”, diz Manuel Garcia Arroyo, o Vasco, diretor operacional da prova.

Em função da melhoria a organização da prova estima que a largada esse ano será 20% mais rápida.

Dia 27 inicia entrega dos kits da São Silvestre

Corridas de Rua · 21 dez, 2004

Depois de se inscreverem na histórica edição da Corrida Internacional de São Silvestre que comemorará 80 anos no próximo dia 31, os atletas devem ficar atentos para os prazos de retirada do kit e chip que serão entregues entre os dias 27 a 30 de dezembro das 10h00 às 18h00.

Esse ano a retirada acontecerá no Ginásio do Ibirapuera, situado na Rua Manoel da Nóbrega, 1371, SP.


Dia 27 inicia entrega dos kits da São Silvestre

Corridas de Rua · 21 dez, 2004

Depois de se inscreverem na histórica edição da Corrida Internacional de São Silvestre que comemorará 80 anos no próximo dia 31, os atletas devem ficar atentos para os prazos de retirada do kit e chip que serão entregues entre os dias 27 a 30 de dezembro das 10h00 às 18h00.

Esse ano a retirada acontecerá no Ginásio do Ibirapuera, situado na Rua Manoel da Nóbrega, 1371, SP.

São Silvestre amplia premiação

Corridas de Rua · 16 dez, 2004

Uma grande festa do esporte. Assim será a próxima edição da Corrida Internacional de São Silvestre que completa 80 anos e confirma sua posição de mais tradicional prova de rua da América Latina. Diferente dos corredores amadores que irão em busca de marcas pessoais ou simplesmente comemorar o fim de ano correndo, os atletas profissionais buscam prestígio e, logicamente, uma boa premiação.

Assim os organizadores da competição ampliaram esse ano a premiação que passa a ser de R$ 100 mil (cem mil reais) - contra os R$ 90 mil distribuídos ano passado - distribuídos entre os cinco primeiros colocados do masculino e feminino.

“Procuramos melhorar a estrutura da prova, pois a São Silvestre já é um sucesso. É muito importante a marca da 80ª edição, e por isso a premiação será maior este ano”, afirma Júlio Deodoro, coordenador da prova e superintendente da Gazeta Esportiva.Net.

Rateio - Os campeões deste ano receberão R$ 21 mil cada. Os vice-campeões ficam com R$ 13 mil, os terceiros, R$ 8 mil, quartos, R$ 5 mil e quintos colocados, R$ 3 mil.


São Silvestre amplia premiação

Corridas de Rua · 16 dez, 2004

Uma grande festa do esporte. Assim será a próxima edição da Corrida Internacional de São Silvestre que completa 80 anos e confirma sua posição de mais tradicional prova de rua da América Latina. Diferente dos corredores amadores que irão em busca de marcas pessoais ou simplesmente comemorar o fim de ano correndo, os atletas profissionais buscam prestígio e, logicamente, uma boa premiação.

Assim os organizadores da competição ampliaram esse ano a premiação que passa a ser de R$ 100 mil (cem mil reais) - contra os R$ 90 mil distribuídos ano passado - distribuídos entre os cinco primeiros colocados do masculino e feminino.

“Procuramos melhorar a estrutura da prova, pois a São Silvestre já é um sucesso. É muito importante a marca da 80ª edição, e por isso a premiação será maior este ano”, afirma Júlio Deodoro, coordenador da prova e superintendente da Gazeta Esportiva.Net.

Rateio - Os campeões deste ano receberão R$ 21 mil cada. Os vice-campeões ficam com R$ 13 mil, os terceiros, R$ 8 mil, quartos, R$ 5 mil e quintos colocados, R$ 3 mil.

Saiba onde retirar o kit da São Silvestre

Corridas de Rua · 30 nov, 2004

A entrega dos kits de atleta e o chip de tempo para a 80ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que será realizada no último dia do ano, acontecerá entre os dias 27 e 30 de dezembro.

O horário da retirada é das 10h às 18h no Ginásio do Ibirapuera. Este fica na Rua Manoel da Nóbrega, 1371, São Paulo. Esse ano as 15 mil vagas se esgotaram alguns dias antes do previsto.


Saiba onde retirar o kit da São Silvestre

Corridas de Rua · 30 nov, 2004

A entrega dos kits de atleta e o chip de tempo para a 80ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que será realizada no último dia do ano, acontecerá entre os dias 27 e 30 de dezembro.

O horário da retirada é das 10h às 18h no Ginásio do Ibirapuera. Este fica na Rua Manoel da Nóbrega, 1371, São Paulo. Esse ano as 15 mil vagas se esgotaram alguns dias antes do previsto.

São Silvestre: inscrições estão nos últimos dias

Corridas de Rua · 16 nov, 2004

Os interessados em participar da histórica edição da Corrida Internacional de São Silvestre tem até a próxima segunda-feira, dia 22 de novembro para garantir sua inscrição on line.

Pessoalmente, as inscrições podem ser feitas até dia 31 de novembro, no entanto, as mesmas podem se encerrar antes desta data, desde que o número limite de participantes atinja 15 mil pessoas, quantidade máxima estipulada pela organização.

Esse ano a prova será histórica, já, que a disputa chega a sua 80ª edição e, coloca a Sao Silvestre na condição de uma das mais antigas corridas de rua realizadas ao redor do mundo. As inscrições podem ser feitas na sede da “A Gazeta Esportiva”, no tradicional número 900 da Avenida Paulista por R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) por atleta.

Mais informações sobre esse evento clique aqui.


São Silvestre: inscrições estão nos últimos dias

Corridas de Rua · 16 nov, 2004

Os interessados em participar da histórica edição da Corrida Internacional de São Silvestre tem até a próxima segunda-feira, dia 22 de novembro para garantir sua inscrição on line.

Pessoalmente, as inscrições podem ser feitas até dia 31 de novembro, no entanto, as mesmas podem se encerrar antes desta data, desde que o número limite de participantes atinja 15 mil pessoas, quantidade máxima estipulada pela organização.

Esse ano a prova será histórica, já, que a disputa chega a sua 80ª edição e, coloca a Sao Silvestre na condição de uma das mais antigas corridas de rua realizadas ao redor do mundo. As inscrições podem ser feitas na sede da “A Gazeta Esportiva”, no tradicional número 900 da Avenida Paulista por R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) por atleta.

Mais informações sobre esse evento clique aqui.

Lula manda telegrama para vencedores da São Silvestre

Corridas de Rua · 05 jan, 2004

Depois de conquistarem os dois primeiros lugares da tradicional Corrida de São Silvestre 2003, o campeão Marílson Gomes e o vice Rômulo Wagner receberam um telegrama especial do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva. A carta parabenizava os dois corredores e dizia que a vitória deles era um estímulo para todos os atletas brasileiros.

Além disso, Lula também convidou Marílson e Rômulo para uma visita ao Palácio do Planalto, em Brasília, sede do Governo Federal. Segundo a assessoria da presidência a vista deve ser feita ainda nesta semana.

São Silvestre- A corrida de São Silvestre aconteceu no último dia do ano de 2003, 31 de dezembro. Na categoria masculina o primeiro e o segundo lugar foram conquistados pelos atletas Marílson Gomes e Rômulo Wagner. O campeão terminou a prova com a marca de 43min49 e o vice, com 43min57. Essa dobradinha de brasileiros no pódio foi inédita para o país. O terceiro lugar da competição ficou com o queniano Martin Lel, com 43min59.

Já na categoria feminina a colocação mais alta que as brasileiras atingiram foi o terceiro lugar, com a atleta Márcia Narloch, 52min49. A primeira posição ficou com a queniana Margaret Okayo, com o tempo de 51min54 e o segundo lugar com Debora Menginch, com 52min35, também do Quênia.


Lula manda telegrama para vencedores da São Silvestre

Corridas de Rua · 05 jan, 2004

Depois de conquistarem os dois primeiros lugares da tradicional Corrida de São Silvestre 2003, o campeão Marílson Gomes e o vice Rômulo Wagner receberam um telegrama especial do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva. A carta parabenizava os dois corredores e dizia que a vitória deles era um estímulo para todos os atletas brasileiros.

Além disso, Lula também convidou Marílson e Rômulo para uma visita ao Palácio do Planalto, em Brasília, sede do Governo Federal. Segundo a assessoria da presidência a vista deve ser feita ainda nesta semana.

São Silvestre- A corrida de São Silvestre aconteceu no último dia do ano de 2003, 31 de dezembro. Na categoria masculina o primeiro e o segundo lugar foram conquistados pelos atletas Marílson Gomes e Rômulo Wagner. O campeão terminou a prova com a marca de 43min49 e o vice, com 43min57. Essa dobradinha de brasileiros no pódio foi inédita para o país. O terceiro lugar da competição ficou com o queniano Martin Lel, com 43min59.

Já na categoria feminina a colocação mais alta que as brasileiras atingiram foi o terceiro lugar, com a atleta Márcia Narloch, 52min49. A primeira posição ficou com a queniana Margaret Okayo, com o tempo de 51min54 e o segundo lugar com Debora Menginch, com 52min35, também do Quênia.

Análise da São Silvestre por Wanderlei de Oliveira

Corridas de Rua · 03 jan, 2004

O técnico de atletismo Wanderlei de Oliveira, é parceiro e consultor do portal WebRun, desde 1999, quando foi criado o primeiro site brasileiro especializado em corridas de rua e suas diversas modalidades o www.maratona.com.br, revista digital que foi o embrião do portal WebRun.

Oliveira um dos fundadores da Corpore atualmente é diretor-técnico da equipe Run for Life. Também é colunista da Gazeta Esportiva.Net e comentarista da TV Gazeta, onde anualmente, faz os comentários da Corrida Internacional de São Silvestre prova em que participa, seja correndo ou comentando a 25 anos consecutivos. Leia a análise da última edição da competição realizada em 31 de dezembro de 2003.

Uma corrida inteligente:

O brasiliense Marilson dos Santos, de 26 anos, foi inteligente do começo ao fim da prova. Usando a experiência de ter conquistado por duas vezes a quarta colocação e ser o segundo colocado no ano passado, teve a paciência de se posicionar atrás dos líderes, os quenianos, favoritos para vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Foi seguro e persistente, no momento em que os quenianos passaram os 10 km para 28min52s, média de 2min54s, imprimindo um fortíssimo ritmo.

Na coletiva de imprensa, quando foi questionado se estava preparado para vencer, afirmou que estava melhor do que o ano passado, apesar de sua programação estar priorizando a tentativa de índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, no mês de agosto. Pela primeira vez, Marilson fez uma preparação em altitude, onde ficou várias semanas na cidade de Campos do Jordão, com altitudes de variam de 1.600 metros, onde se localiza a pista de atletismo, até 2.000 metros no Pico do Itapeva, o ponto mais alto.

Valeu a preparação, pois surtiu efeito na subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, quando o vencedor do ano passado, Robert Cheruyot, falou para seu companheiro Martin Lel, tomar a ponta, e Marílson reagiu, não deixando o grupo escapar.

Ao assumir a liderança da prova no quilômetro final, Marilson entrou como vencedor nos 400 metros finais da avenida Paulista. Pegou a Bandeira do Brasil e festejou a sua maior conquista, o de campeão da São Silvestre. Ao final da prova, declarou que 50% do sucesso devem a sua esposa Juliana, pelo apoio e incentivo. Completaram um ano de casados. Marílson tentará o índice olímpico de 2h15 na Maratona de São Paulo, ele é treinado pelo ex-atleta Adauto Domingues, que também já sentiu o gosto de subir no pódio da São Silvestre, nos anos 80.

Nem sempre é o melhor atleta que vence:

O segundo lugar do curitibano Rômulo Wagner da Silva, de 26 anos, pode se considerada uma vitória. Devido ao apoio dos patrocinadores, teve a oportunidade de se preparar nas montanhas da Colômbia, em altitudes superiores aos 2.600 metros, para poder enfrentar de igual para igual os quenianos. Esta foi a sua quarta participação na São Silvestre, em 2000 estreou sem grande destaque. Em 2001, foi o sétimo colocado e, no ano passado, parou no percurso.

Quenianos sentem a força dos brasileiros - O altíssimo nível técnico da São Silvestre valorizou a vitória dos brasileiros, que mostrou aos quenianos a evolução do atletismo nacional de meio-fundo e fundo. Robert Cheruiyot, campeão do ano passado, vencedor dos 10 Km de San Fernando em janeiro deste ano, no Uruguai, e campeão da Maratona de Boston no mês de abril, teve que se contentar com a quarta colocação.

Martin Lel, de 24 anos, atual campeão mundial da meia-maratona (21 Km) e campeão da Maratona de Nova York, realizada no dia 2 de novembro último, termina em terceiro lugar (em sua estréia), por várias vezes, assumiu o comando da prova.

Fechando a esquadra queniana, Yusuf Songoka, de 24 anos, também estreante, chega em quinto lugar.

Entre os dez primeiros, seis atletas eram quenianos e quatro brasileiros.

Vitória tranqüila de Margareth Okayo:

Assim podemos definir o primeiro lugar de Margareth Okayo, de 28 anos, atleta do Quênia, ao vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Momentos antes da largada estávamos ao seu lado, durante o aquecimento. Era nítida sua expressão de total tranqüilidade e segurança para conquistar a vitória. Assim o fez desde o início, imprimindo um ritmo forte, sem chances para as adversárias. A chuva que caiu durante a prova, fez com que a temperatura baixasse para 24 graus, porém a umidade relativa do ar estava na casa dos 77%.

Okayo fecha o ano com chave de ouro, após o bicampeonato na famosa Maratona de Nova York (2001 e 2003), estabelecendo o recorde da prova com 2h22min31, e também detém o recorde da Maratona de Boston com 2h20min43, a prova de longa distância mais antiga do mundo, em sua 107ª edição.

Sua estréia na São Silvestre foi em 2001, quando chegou em segundo lugar, atrás da atleta de Sertãozinho, interior de São Paulo Maria Zeferina Baldaia. Apesar da ajuda da chuva, o recorde da prova de Hellen Kimayio, também do Quênia, de 50min26 de 1993, ficará para o próximo ano.

Okayo completou a prova com 51min24Seg, média de 3min25 por quilometro, mais de um minuto à frente de sua companheira Débora Mengich.

As brasileiras - Márcia Narloch, atual recordista brasileira da maratona, já com índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, provou que experiência é o que conta. Discreta, nem aparecia na lista das favoritas, fez uma corrida estratégica acompanhando o tempo todo a queniana Débora Mengich, para terminar na terceira colocação com sua melhor marca na prova. Momentos após, declarou que estava preparada para correr para 52 minutos, e completou conforme o previsto (52min49seg). Mais de um minuto abaixo da campeã do ano anterior, a brasileira Marizete Resende, que venceu com o tempo de 54min02s.

Em 2001, Márcia também ocupou a terceira colocação. Na época, manifestou a intenção de não participar da São Silvestre.

Já Ednalva Laureano da Silva, a popular "Pretinha", como é conhecida no meio esportivo, subiu um posto em relação ao ano passado, quando foi a 5ª. colocada com54min56s, melhorando seu resultado em dois minutos (52min58s).

Sirlene Pinho, de 27 anos, natural de Santa Cruz (BA) e morando em Santos, é treinada pelo ultramaratonista Valmir Nunes, apesar de sua pouca experiência, pois começou a despontar no atletismo nacional há pouco mais de dois anos, subiu em quinto lugar no pódio com 53min22s.


Análise da São Silvestre por Wanderlei de Oliveira

Corridas de Rua · 03 jan, 2004

O técnico de atletismo Wanderlei de Oliveira, é parceiro e consultor do portal WebRun, desde 1999, quando foi criado o primeiro site brasileiro especializado em corridas de rua e suas diversas modalidades o www.maratona.com.br, revista digital que foi o embrião do portal WebRun.

Oliveira um dos fundadores da Corpore atualmente é diretor-técnico da equipe Run for Life. Também é colunista da Gazeta Esportiva.Net e comentarista da TV Gazeta, onde anualmente, faz os comentários da Corrida Internacional de São Silvestre prova em que participa, seja correndo ou comentando a 25 anos consecutivos. Leia a análise da última edição da competição realizada em 31 de dezembro de 2003.

Uma corrida inteligente:

O brasiliense Marilson dos Santos, de 26 anos, foi inteligente do começo ao fim da prova. Usando a experiência de ter conquistado por duas vezes a quarta colocação e ser o segundo colocado no ano passado, teve a paciência de se posicionar atrás dos líderes, os quenianos, favoritos para vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Foi seguro e persistente, no momento em que os quenianos passaram os 10 km para 28min52s, média de 2min54s, imprimindo um fortíssimo ritmo.

Na coletiva de imprensa, quando foi questionado se estava preparado para vencer, afirmou que estava melhor do que o ano passado, apesar de sua programação estar priorizando a tentativa de índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, no mês de agosto. Pela primeira vez, Marilson fez uma preparação em altitude, onde ficou várias semanas na cidade de Campos do Jordão, com altitudes de variam de 1.600 metros, onde se localiza a pista de atletismo, até 2.000 metros no Pico do Itapeva, o ponto mais alto.

Valeu a preparação, pois surtiu efeito na subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, quando o vencedor do ano passado, Robert Cheruyot, falou para seu companheiro Martin Lel, tomar a ponta, e Marílson reagiu, não deixando o grupo escapar.

Ao assumir a liderança da prova no quilômetro final, Marilson entrou como vencedor nos 400 metros finais da avenida Paulista. Pegou a Bandeira do Brasil e festejou a sua maior conquista, o de campeão da São Silvestre. Ao final da prova, declarou que 50% do sucesso devem a sua esposa Juliana, pelo apoio e incentivo. Completaram um ano de casados. Marílson tentará o índice olímpico de 2h15 na Maratona de São Paulo, ele é treinado pelo ex-atleta Adauto Domingues, que também já sentiu o gosto de subir no pódio da São Silvestre, nos anos 80.

Nem sempre é o melhor atleta que vence:

O segundo lugar do curitibano Rômulo Wagner da Silva, de 26 anos, pode se considerada uma vitória. Devido ao apoio dos patrocinadores, teve a oportunidade de se preparar nas montanhas da Colômbia, em altitudes superiores aos 2.600 metros, para poder enfrentar de igual para igual os quenianos. Esta foi a sua quarta participação na São Silvestre, em 2000 estreou sem grande destaque. Em 2001, foi o sétimo colocado e, no ano passado, parou no percurso.

Quenianos sentem a força dos brasileiros - O altíssimo nível técnico da São Silvestre valorizou a vitória dos brasileiros, que mostrou aos quenianos a evolução do atletismo nacional de meio-fundo e fundo. Robert Cheruiyot, campeão do ano passado, vencedor dos 10 Km de San Fernando em janeiro deste ano, no Uruguai, e campeão da Maratona de Boston no mês de abril, teve que se contentar com a quarta colocação.

Martin Lel, de 24 anos, atual campeão mundial da meia-maratona (21 Km) e campeão da Maratona de Nova York, realizada no dia 2 de novembro último, termina em terceiro lugar (em sua estréia), por várias vezes, assumiu o comando da prova.

Fechando a esquadra queniana, Yusuf Songoka, de 24 anos, também estreante, chega em quinto lugar.

Entre os dez primeiros, seis atletas eram quenianos e quatro brasileiros.

Vitória tranqüila de Margareth Okayo:

Assim podemos definir o primeiro lugar de Margareth Okayo, de 28 anos, atleta do Quênia, ao vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Momentos antes da largada estávamos ao seu lado, durante o aquecimento. Era nítida sua expressão de total tranqüilidade e segurança para conquistar a vitória. Assim o fez desde o início, imprimindo um ritmo forte, sem chances para as adversárias. A chuva que caiu durante a prova, fez com que a temperatura baixasse para 24 graus, porém a umidade relativa do ar estava na casa dos 77%.

Okayo fecha o ano com chave de ouro, após o bicampeonato na famosa Maratona de Nova York (2001 e 2003), estabelecendo o recorde da prova com 2h22min31, e também detém o recorde da Maratona de Boston com 2h20min43, a prova de longa distância mais antiga do mundo, em sua 107ª edição.

Sua estréia na São Silvestre foi em 2001, quando chegou em segundo lugar, atrás da atleta de Sertãozinho, interior de São Paulo Maria Zeferina Baldaia. Apesar da ajuda da chuva, o recorde da prova de Hellen Kimayio, também do Quênia, de 50min26 de 1993, ficará para o próximo ano.

Okayo completou a prova com 51min24Seg, média de 3min25 por quilometro, mais de um minuto à frente de sua companheira Débora Mengich.

As brasileiras - Márcia Narloch, atual recordista brasileira da maratona, já com índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, provou que experiência é o que conta. Discreta, nem aparecia na lista das favoritas, fez uma corrida estratégica acompanhando o tempo todo a queniana Débora Mengich, para terminar na terceira colocação com sua melhor marca na prova. Momentos após, declarou que estava preparada para correr para 52 minutos, e completou conforme o previsto (52min49seg). Mais de um minuto abaixo da campeã do ano anterior, a brasileira Marizete Resende, que venceu com o tempo de 54min02s.

Em 2001, Márcia também ocupou a terceira colocação. Na época, manifestou a intenção de não participar da São Silvestre.

Já Ednalva Laureano da Silva, a popular "Pretinha", como é conhecida no meio esportivo, subiu um posto em relação ao ano passado, quando foi a 5ª. colocada com54min56s, melhorando seu resultado em dois minutos (52min58s).

Sirlene Pinho, de 27 anos, natural de Santa Cruz (BA) e morando em Santos, é treinada pelo ultramaratonista Valmir Nunes, apesar de sua pouca experiência, pois começou a despontar no atletismo nacional há pouco mais de dois anos, subiu em quinto lugar no pódio com 53min22s.