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Prova noturna premia com inscrições para Paris

Corridas de Rua · 27 mar, 2007

A marca esportiva Reebok vai promover em São Paulo uma prova noturna de 10 quilômetros, que contará com diversas atrações no percurso. Trata-se da Rbk 10 quilômetros, que acontece às 19h30 do dia 26 de maio, na USP, e os vencedores da categoria masculina e feminina terão todas as despesas pagas para correr a Maratona de Paris 2008, com acompanhante.

A corrida será marcada por “intervenções urbanas”, em quatro túneis montados no percurso e, em cada um, haverá uma atividade diferente, como projeção de filmes, DJ, artistas fazendo telas de grafite, show de luzes e uma filmagem com transmissão da corrida em tvs de plasma. Além disso, haverá um posto para recolher doações de agasalhos e 10% do valor arrecadado com as inscrições será revertido para entidades que desenvolvem projetos sociais com crianças e adolescentes através do esporte.

As inscrições custam R$ 70 e podem ser feitas nos postos credenciados listados no site da competição, o www.rbk10km.com.br. De acordo com a marca esportiva, quem comprar um tênis da linha Rbk Premier terá isenção na inscrição para a corrida.

Pré-selecionados para Paris fazem último teste

Na manhã desse domingo (25) os 35 atletas pré-selecionados para a Maratona de Paris, na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, fizeram na USP a última prova seletiva. Eles correram um percurso de 18,320 quilômetros, o equivalente a quatro voltas em torno da raia olímpica, para colocar em prática as seis semanas de treino que tiveram com a assessoria esportiva Run e Fun e brigarem pelas duas vagas. Confira como foi.

São Paulo - Às 7h todos os atletas já estavam reunidos em frente à sede da Federação Paulista de Remo, na Raia Olímpica, para receberem instruções do treinador Mário Sérgio e fazerem um alongamento e aquecimento. “Espero que tenham levado algo de bom desses treinos, sem ser só o cansaço nas pernas”, brinca o diretor da Run e Fun.

A maioria dos corredores já havia corrido nesse trajeto, pois participaram da primeira seletiva no dia quatro de fevereiro. Porém, a grande novidade nessa última fase foram os cinco corredores de fora de São Paulo, que treinavam à distância e integraram o grupo todo na busca por uma das duas vagas para correr a Maratona de Paris. A largada foi dada às 7h40 e o pelotão começou conservador, sem muitos ataques, pois o céu de brigadeiro e o sol forte já indicavam que eles não teriam vida fácil.

Havia apenas duas representantes do sexo feminino, Lucila Pacheco e Kátia Parente, mas essa última abandonou a prova logo após a primeira volta, por nervosismo e estresse psicológico. “Já faz um tempo que estou estressada com o trabalho, já não dormi bem de sexta para sábado, passei mal ontem e hoje não consegui manter o ritmo. O emocional estraga tudo”, lamenta. Já sobre a experiência de treinar com a Run e Fun, ela avalia como positiva. “Os treinos foram bons, deu para ter uma base muito legal para a corrida, foi um aprendizado enorme”.

Domínio - Enquanto isso a prova seguia seu curso normal, com José Rodrigues na liderança e uma boa vantagem para os adversários. Na primeira volta ele cruzou com mais de um minuto de diferença, na segunda com dois minutos, até que na última foram quase cinco minutos entre sua vitória e o posto de segundo lugar de Jucelino dos Santos.

“Após os treinos longos com o pessoal da Run e Fun melhorei um pouco em relação à outra vez e saí mais forte hoje. O pessoal que treinou comigo é muito legal e ajudou a motivar, se não for selecionado já valeu a pena, pois fiz grandes amizades”, conta o campeão que também venceu em fevereiro, ocasião em que havia 59 concorrentes.

Já o segundo colocado Jucelino dos Santos, veio do Rio de Janeiro e, apesar de esperar chuva e tempo fresco na hora da corrida, avaliou como positiva sua participação. “Os companheiros estão muito bem treinados”, comenta. “Esse projeto realizou meu sonho de viajar de avião e estou confiante e treinando muito para ser um dos selecionados. Parabéns ao pessoal da Run e Fun”, completa.

Outro que também veio de fora foi Heleno Ribeiro, de Minas Gerais, que aprovou o percurso. “Era tudo plano, ótimo. O problema foi o calor e a umidade, então na terceira e quarta volta foi difícil desenvolver. Comecei mais leve, pois sabia que ia complicar no final e foi onde passei vários colegas”, comenta o corredor que já participou de todas as edições da Volta da Pampulha.

Ele também elogiou a comunicação à distância com os treinadores, que sempre sanavam as dúvidas e orientavam via Internet ou telefone. “A única dificuldade muitas vezes foi a motivação ao treinar sozinho”, explica.

Em frente à sede da Federação Paulista de Remo foi montada uma tenda de apoio, com bebida isotônica e frutas para os que terminassem e água para que os atletas se hidratassem durante a corrida. Sempre atento a todos que passavam, Mário Sérgio observava o desempenho e a postura e por diversas vezes escrevia algum comentário na ficha dos alunos. Ele também incentivava todos que passavam, com palmas e palavras de apoio.

Mulher - A última a cruzar a linha de chegada foi Lucila Pacheco, que recebeu uma calorosa salva de palmas de todos os presentes e teve a escolta de um colega nos metros finais, para incentivá-la. Visivelmente emocionada por ter completado o trajeto no tempo previsto e sem se sacrificar demais, ela a todo o momento erguia as mãos em um sinal de vitória.

“Foi excelente. No primeiro teste eu completei três minutos acima do esperado e hoje consegui baixar meu tempo graças aos treinos que fiz, que foram extremamente importantes”, comenta. “Eu me esforcei ao máximo, dei tudo de mim, não faltei nenhuma vez e se for escolhida realizarei o sonho de correr uma maratona”, finaliza a funcionária do Banco Real.

De acordo com Mário Sérgio, assiduidade e dedicação aos treinos são fatores que serão levados em conta na hora de selecionar os dois contemplados com as passagens e inscrição para a Maratona de Paris. “Além do desempenho, a participação nos treinos vai contar muito, assim como comportamento. Então, o primeiro que ganhou aqui não será necessariamente o escolhido”.

Mário também fez um balanço geral do projeto, que segundo ele foi inédito para a empresa. "Para nós foi um prazer participar de um incentivo à corrida, à uma vida mais saudável, esse é o grande mérito. Também foi uma honra ter sido escolhido pelo Banco Real e estar junto com o Webrun nesse grupo seleto de pessoas”. Na primeira fase foram mais de 300 inscritos na promoção; já a segunda selecionou 100 e essa última restringiu o número para 35. “Tivemos que escolher o filé do filé, treinar uma equipe dessas é o sonho de qualquer treinador. Estamos com a sensação de dever cumprido”, finaliza.

Os nomes dos dois brasileiros que vão correr a prova francesa de graça serão divulgados nessa terça-feira (27) após análise de uma comissão formada pelos treinadores da Run e Fun e pessoas ligadas ao Banco Real. A Maratona de Paris acontece no dia 15 de abril.


Pré-selecionados para Paris fazem último teste

Maratona · 25 mar, 2007

Na manhã desse domingo (25) os 35 atletas pré-selecionados para a Maratona de Paris, na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, fizeram na USP a última prova seletiva. Eles correram um percurso de 18,320 quilômetros, o equivalente a quatro voltas em torno da raia olímpica, para colocar em prática as seis semanas de treino que tiveram com a assessoria esportiva Run e Fun e brigarem pelas duas vagas. Confira como foi.

São Paulo - Às 7h todos os atletas já estavam reunidos em frente à sede da Federação Paulista de Remo, na Raia Olímpica, para receberem instruções do treinador Mário Sérgio e fazerem um alongamento e aquecimento. “Espero que tenham levado algo de bom desses treinos, sem ser só o cansaço nas pernas”, brinca o diretor da Run e Fun.

A maioria dos corredores já havia corrido nesse trajeto, pois participaram da primeira seletiva no dia quatro de fevereiro. Porém, a grande novidade nessa última fase foram os cinco corredores de fora de São Paulo, que treinavam à distância e integraram o grupo todo na busca por uma das duas vagas para correr a Maratona de Paris. A largada foi dada às 7h40 e o pelotão começou conservador, sem muitos ataques, pois o céu de brigadeiro e o sol forte já indicavam que eles não teriam vida fácil.

Havia apenas duas representantes do sexo feminino, Lucila Pacheco e Kátia Parente, mas essa última abandonou a prova logo após a primeira volta, por nervosismo e estresse psicológico. “Já faz um tempo que estou estressada com o trabalho, já não dormi bem de sexta para sábado, passei mal ontem e hoje não consegui manter o ritmo. O emocional estraga tudo”, lamenta. Já sobre a experiência de treinar com a Run e Fun, ela avalia como positiva. “Os treinos foram bons, deu para ter uma base muito legal para a corrida, foi um aprendizado enorme”.

Domínio - Enquanto isso a prova seguia seu curso normal, com José Rodrigues na liderança e uma boa vantagem para os adversários. Na primeira volta ele cruzou com mais de um minuto de diferença, na segunda com dois minutos, até que na última foram quase cinco minutos entre sua vitória e o posto de segundo lugar de Jucelino dos Santos.

“Após os treinos longos com o pessoal da Run e Fun melhorei um pouco em relação à outra vez e saí mais forte hoje. O pessoal que treinou comigo é muito legal e ajudou a motivar, se não for selecionado já valeu a pena, pois fiz grandes amizades”, conta o campeão que também venceu em fevereiro, ocasião em que havia 59 concorrentes.

Já o segundo colocado Jucelino dos Santos, veio do Rio de Janeiro e, apesar de esperar chuva e tempo fresco na hora da corrida, avaliou como positiva sua participação. “Os companheiros estão muito bem treinados”, comenta. “Esse projeto realizou meu sonho de viajar de avião e estou confiante e treinando muito para ser um dos selecionados. Parabéns ao pessoal da Run e Fun”, completa.

Outro que também veio de fora foi Heleno Ribeiro, de Minas Gerais, que aprovou o percurso. “Era tudo plano, ótimo. O problema foi o calor e a umidade, então na terceira e quarta volta foi difícil desenvolver. Comecei mais leve, pois sabia que ia complicar no final e foi onde passei vários colegas”, comenta o corredor que já participou de todas as edições da Volta da Pampulha.

Ele também elogiou a comunicação à distância com os treinadores, que sempre sanavam as dúvidas e orientavam via Internet ou telefone. “A única dificuldade muitas vezes foi a motivação ao treinar sozinho”, explica.

Em frente à sede da Federação Paulista de Remo foi montada uma tenda de apoio, com bebida isotônica e frutas para os que terminassem e água para que os atletas se hidratassem durante a corrida. Sempre atento a todos que passavam, Mário Sérgio observava o desempenho e a postura e por diversas vezes escrevia algum comentário na ficha dos alunos. Ele também incentivava todos que passavam, com palmas e palavras de apoio.

Mulher - A última a cruzar a linha de chegada foi Lucila Pacheco, que recebeu uma calorosa salva de palmas de todos os presentes e teve a escolta de um colega nos metros finais, para incentivá-la. Visivelmente emocionada por ter completado o trajeto no tempo previsto e sem se sacrificar demais, ela a todo o momento erguia as mãos em um sinal de vitória.

“Foi excelente. No primeiro teste eu completei três minutos acima do esperado e hoje consegui baixar meu tempo graças aos treinos que fiz, que foram extremamente importantes”, comenta. “Eu me esforcei ao máximo, dei tudo de mim, não faltei nenhuma vez e se for escolhida realizarei o sonho de correr uma maratona”, finaliza a funcionária do Banco Real.

De acordo com Mário Sérgio, assiduidade e dedicação aos treinos são fatores que serão levados em conta na hora de selecionar os dois contemplados com as passagens e inscrição para a Maratona de Paris. “Além do desempenho, a participação nos treinos vai contar muito, assim como comportamento. Então, o primeiro que ganhou aqui não será necessariamente o escolhido”.

Mário também fez um balanço geral do projeto, que segundo ele foi inédito para a empresa. "Para nós foi um prazer participar de um incentivo à corrida, à uma vida mais saudável, esse é o grande mérito. Também foi uma honra ter sido escolhido pelo Banco Real e estar junto com o Webrun nesse grupo seleto de pessoas”. Na primeira fase foram mais de 300 inscritos na promoção; já a segunda selecionou 100 e essa última restringiu o número para 35. “Tivemos que escolher o filé do filé, treinar uma equipe dessas é o sonho de qualquer treinador. Estamos com a sensação de dever cumprido”, finaliza.

Os nomes dos dois brasileiros que vão correr a prova francesa de graça serão divulgados nessa terça-feira (27) após análise de uma comissão formada pelos treinadores da Run e Fun e pessoas ligadas ao Banco Real. A Maratona de Paris acontece no dia 15 de abril.

Candidatos à correr Paris treinam em São Paulo

Os selecionados na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun estão treinando em São Paulo com o objetivo de se condicionarem antes da seleção final, que escolherá duas pessoas para correr a Maratona de Paris gratuitamente. Eles vêm num ritmo forte há quatro semanas, orientados pela assessoria esportiva Run e Fun.

São 30 atletas que foram escolhidos após uma triagem com quase 100 pessoas, num teste de 18 quilômetros realizado na USP, no dia quatro de fevereiro. Uma parte do grupo realiza os treinamentos no Parque da Água da Branca, zona oeste de São Paulo, outra no Parque do Ibirapuera, zona sul, e todos se encontram aos sábados na Cidade Universitária para os treinos longos.

Hugo Siqueira comenta que se surpreendeu com o nível técnico do treino, mas está satisfeito com seu progresso. “Não achei que fosse um nível técnico tão avançado, quem ganhar está de parabéns, pois estamos nos nossos limites. Temos nossos problemas pessoais, profissionais, mas temos que nos esforçar para estar aqui”. Segundo ele, desde o início do projeto até agora, já conseguiu perceber redução nas medidas e aumento de performance.

Já Luiz Antônio Costa, experiente maratonista que já participou de sete provas nessa distância, também se mostrou satisfeito. “Esses treinos estão sendo bons, sem folga, num ritmo forte, visando a maratona. Apesar de já treinar há nove anos, esse projeto aumentou minha performance em treinos longos, que o que eu menos fazia”.

O treino - Nessa terça-feira a temperatura estava na marca dos 22º C e o vento fresco deixou os atletas mais confortáveis para correr, ao contrário do que vinha acontecendo nos dias anteriores, quando o calor já era forte logo cedo. O treino consistiu em dar diversos tiros em torno da arena existente no Parque da Água Branca, que possui 323 metros de extensão.

Passadas algumas voltas eles descansavam alguns minutos e, após se hidratarem com água e repositor energético, os treinadores verificavam os batimentos cardíacos. Para encarar o projeto é necessária muita disposição, pois os treinos são feitos de manhã, fato que Ricardo Zagiacomo encara com disposição. “Acho que os treinos têm sido muito proveitosos e mesmo que eu não vá a Paris, pretendo continuar com a Run e Fun, pois o grupo é muito bom, criamos uma amizade”. Ele diz também que já perdeu mais de dois quilos desde que começou a correr, além de ter tido o rendimento aumentado.

Quem também se mostra disposta e animada é Lucila Pacheco, que após completar o treino, comentou sua evolução. “Melhorei muito minha técnica e meu tempo. Todos têm o objetivo de ser selecionado, mas sei que são pessoas muito boas e comprometidas”. Ela também definiu a equipe de treinadores como “nota 10” e se for escolhida vai realizar o sonho de correr uma maratona.

O treinador André Francisco Pereira, um dos responsáveis pelo grupo, elogia a performance de Lucila e comenta sobre os outros pupilos. “Ela não fazia treinos de 30 quilômetros no início, mas começou a se superar nos longos e ganhou motivação. Todos estão bem comprometidos com o treino, está difícil saber quem escolher, estão seguindo tudo direitinho”.

Ele comenta ainda que muitos atletas treinavam por conta própria, sem orientação, mas agora com uma seqüência definida por profissionais conseguiram melhorar. “O único que está saindo um pouco da linha é o Luiz, que participa de muitas provas. Eu disse que se ele quiser correr a maratona terá que diminuir o ritmo para não se lesionar”.

André também diz que os atletas que treinam durante a noite no Parque Ibirapuera formam um grupo bem uniforme no quesito resultados. “Sem contar a mulher que treina lá, a Kátia Parente, todos têm o mesmo nível de condicionamento, o que dificulta ainda mais a escolha”.

No dia 25 de março haverá a última seleção, na USP, junto com os sete selecionados de outros estados, que vão correr num trajeto de 18 quilômetros na Raia Olímpica. Depois disso, serão escolhidos os dois contemplados que ganharão a inscrição e as despesas para participar da Maratona de Paris, que acontece no dia 15 de abril.


Candidatos à correr Paris treinam em São Paulo

Maratona · 14 mar, 2007

Os selecionados na promoção do Banco Real com o apoio do Webrun estão treinando em São Paulo com o objetivo de se condicionarem antes da seleção final, que escolherá duas pessoas para correr a Maratona de Paris gratuitamente. Eles vêm num ritmo forte há quatro semanas, orientados pela assessoria esportiva Run e Fun.

São 30 atletas que foram escolhidos após uma triagem com quase 100 pessoas, num teste de 18 quilômetros realizado na USP, no dia quatro de fevereiro. Uma parte do grupo realiza os treinamentos no Parque da Água da Branca, zona oeste de São Paulo, outra no Parque do Ibirapuera, zona sul, e todos se encontram aos sábados na Cidade Universitária para os treinos longos.

Hugo Siqueira comenta que se surpreendeu com o nível técnico do treino, mas está satisfeito com seu progresso. “Não achei que fosse um nível técnico tão avançado, quem ganhar está de parabéns, pois estamos nos nossos limites. Temos nossos problemas pessoais, profissionais, mas temos que nos esforçar para estar aqui”. Segundo ele, desde o início do projeto até agora, já conseguiu perceber redução nas medidas e aumento de performance.

Já Luiz Antônio Costa, experiente maratonista que já participou de sete provas nessa distância, também se mostrou satisfeito. “Esses treinos estão sendo bons, sem folga, num ritmo forte, visando a maratona. Apesar de já treinar há nove anos, esse projeto aumentou minha performance em treinos longos, que o que eu menos fazia”.

O treino - Nessa terça-feira a temperatura estava na marca dos 22º C e o vento fresco deixou os atletas mais confortáveis para correr, ao contrário do que vinha acontecendo nos dias anteriores, quando o calor já era forte logo cedo. O treino consistiu em dar diversos tiros em torno da arena existente no Parque da Água Branca, que possui 323 metros de extensão.

Passadas algumas voltas eles descansavam alguns minutos e, após se hidratarem com água e repositor energético, os treinadores verificavam os batimentos cardíacos. Para encarar o projeto é necessária muita disposição, pois os treinos são feitos de manhã, fato que Ricardo Zagiacomo encara com disposição. “Acho que os treinos têm sido muito proveitosos e mesmo que eu não vá a Paris, pretendo continuar com a Run e Fun, pois o grupo é muito bom, criamos uma amizade”. Ele diz também que já perdeu mais de dois quilos desde que começou a correr, além de ter tido o rendimento aumentado.

Quem também se mostra disposta e animada é Lucila Pacheco, que após completar o treino, comentou sua evolução. “Melhorei muito minha técnica e meu tempo. Todos têm o objetivo de ser selecionado, mas sei que são pessoas muito boas e comprometidas”. Ela também definiu a equipe de treinadores como “nota 10” e se for escolhida vai realizar o sonho de correr uma maratona.

O treinador André Francisco Pereira, um dos responsáveis pelo grupo, elogia a performance de Lucila e comenta sobre os outros pupilos. “Ela não fazia treinos de 30 quilômetros no início, mas começou a se superar nos longos e ganhou motivação. Todos estão bem comprometidos com o treino, está difícil saber quem escolher, estão seguindo tudo direitinho”.

Ele comenta ainda que muitos atletas treinavam por conta própria, sem orientação, mas agora com uma seqüência definida por profissionais conseguiram melhorar. “O único que está saindo um pouco da linha é o Luiz, que participa de muitas provas. Eu disse que se ele quiser correr a maratona terá que diminuir o ritmo para não se lesionar”.

André também diz que os atletas que treinam durante a noite no Parque Ibirapuera formam um grupo bem uniforme no quesito resultados. “Sem contar a mulher que treina lá, a Kátia Parente, todos têm o mesmo nível de condicionamento, o que dificulta ainda mais a escolha”.

No dia 25 de março haverá a última seleção, na USP, junto com os sete selecionados de outros estados, que vão correr num trajeto de 18 quilômetros na Raia Olímpica. Depois disso, serão escolhidos os dois contemplados que ganharão a inscrição e as despesas para participar da Maratona de Paris, que acontece no dia 15 de abril.

Queniano Joseph Maregu vence Meia de Paris

No último domingo (11) aconteceu a 15ª edição da Meia Maratona de Paris, prova que teve como palco o Château de Vincennes. A vitória entre os homens ficou com o queniano Joseph Maregu, que marcou 1h00min22, o melhor tempo da modalidade em solo francês.

A esplanada do Château de Vincennes foi tomada pelos corredores às 10h (hora local), na Avenida Daumesnil, local em que Michèle Blumenthal, prefeita do 12º distrito de Paris e Joël Lainé, diretor da prova, deram o tiro de largada. Ao todo 19 mil corredores, dos 23 mil inscritos, participaram do evento, que contou com clima bom.

No início um pelotão formado por Mubarak Shami, do Katar e pelos quenianos Joseph Maregu e Denis N’Diso aceleraram forte até o quilômetro três, até que Shami não conseguiu mais acompanhá-los. Na marca dos oito quilômetros Maregu resolveu atacar seu compatriota e como não houve uma resistência muito acirrada, venceu a competição.

Em segundo lugar chegou o queniano Shadrack Kiplagat, com 1h00min35, seguido pelo etíope Raji Assefa, com 1h00min43. O melhor francês na prova foi Brahim Lahlafi, que chegou em sexto com 1h01min.

Entre as mulheres, a também queniana Caroline Kwambai, cruzou a linha de chegada em primeiro com o tempo de 1h10min26, seguida pela etíope Ayelech Worku, com 1h11min02 e pela francesa Fatiha Klilech Fauvel, com 1h11min20. Essa competição serviu como preparação para a Maratona de Paris, que acontece no dia 15 de abril no Champs-Elysées.


Queniano Joseph Maregu vence Meia de Paris

Meia Maratona · 12 mar, 2007

No último domingo (11) aconteceu a 15ª edição da Meia Maratona de Paris, prova que teve como palco o Château de Vincennes. A vitória entre os homens ficou com o queniano Joseph Maregu, que marcou 1h00min22, o melhor tempo da modalidade em solo francês.

A esplanada do Château de Vincennes foi tomada pelos corredores às 10h (hora local), na Avenida Daumesnil, local em que Michèle Blumenthal, prefeita do 12º distrito de Paris e Joël Lainé, diretor da prova, deram o tiro de largada. Ao todo 19 mil corredores, dos 23 mil inscritos, participaram do evento, que contou com clima bom.

No início um pelotão formado por Mubarak Shami, do Katar e pelos quenianos Joseph Maregu e Denis N’Diso aceleraram forte até o quilômetro três, até que Shami não conseguiu mais acompanhá-los. Na marca dos oito quilômetros Maregu resolveu atacar seu compatriota e como não houve uma resistência muito acirrada, venceu a competição.

Em segundo lugar chegou o queniano Shadrack Kiplagat, com 1h00min35, seguido pelo etíope Raji Assefa, com 1h00min43. O melhor francês na prova foi Brahim Lahlafi, que chegou em sexto com 1h01min.

Entre as mulheres, a também queniana Caroline Kwambai, cruzou a linha de chegada em primeiro com o tempo de 1h10min26, seguida pela etíope Ayelech Worku, com 1h11min02 e pela francesa Fatiha Klilech Fauvel, com 1h11min20. Essa competição serviu como preparação para a Maratona de Paris, que acontece no dia 15 de abril no Champs-Elysées.

Teste na USP pré-seleciona atletas para a Maratona de Paris

Na manhã desse domingo (4) 59 atletas estiveram reunidos na USP para participar da segunda fase da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que selecionará duas pessoas para correr a Maratona de Paris de graça. Eles foram submetidos à teste físico, que teve como objetivo avaliar o condicionamento de cada um, para filtrar as 30 pessoas que irão para terceira é última etapa da promoção.

São Paulo - O dia amanheceu nublado e um vento gelado surpreendeu muitos corredores que acordaram cedo e às 6h já se concentravam em frente à raia olímpica (USP), local do teste da Promoção Maratona de Paris. A avaliação consistiu em quatro voltas de 4,580 quilômetros, em um percurso misto de asfalto e grama, totalmente isolado do trânsito e de pessoas que não pertenciam ao evento.

Toda a parte operacional foi feita pela assessoria esportiva Run&Fun e, antes do início do teste, o diretor técnico Mário Sérgio reuniu todos os competidores e passou alguns recados. Ele frisou que chegar em primeiro lugar no teste de hoje não garantiria necessariamente uma vaga para a próxima fase. Isto porque, na próxima fase, os 30 selecionados terão o desempenho, a postura e a integração com as outras pessoas avaliados.

Exatamente às 7h todos os atletas retiraram seus chips e números de peito e iniciaram um aquecimento, para às 8h largarem rumo aos 18,320 quilômetros de corrida. Antes do início, Fábio Yamaguchi, que estreará em maratonas, caso seja selecionado, estava confiante. “Nunca corri o percurso dentro da raia, mas não existe milagre, é só mostrar o que já treino”.

Já Kátia Simões viu o teste como uma oportunidade de auto-avaliação. “É uma forma de ver nosso desempenho fora de uma corrida”, comenta.

O teste - Na primeira volta o grupo se manteve de forma homogênea, mas a partir da segunda, o atleta José Rodrigues abriu distância para os adversários, recusou água sempre que lhe foi oferecido e chegou em primeiro com 1h01, mais de cinco minutos de diferença para o segundo colocado. “O percurso é uma maravilha, só o vento que prejudicou um pouco, no trecho da chegada venta demais”, lamenta.

Sobre o fato de ter aberto uma boa diferença, ele explica: “geralmente eu faço treino longo aos domingos e não tem essa de ‘cozinhar o galo’, saio para definir”.

Durante a passagem dos corredores, Mário Sérgio olhava cada um com atenção, fazia algumas anotações e tecia comentários com os outros treinadores. “Os escolhidos não serão os 30 primeiros, um comitê vai avaliar diversos fatores. Entre os contemplados, a freqüência nos treinos será muito importante”, comenta.

Entre as mulheres, Lucila Pacheco, funcionária do Banco Real, diz que adorou o teste. “Foi maravilhoso, fiz três minutos a mais do que eu esperava, mas o importante é a saúde. Meu sonho é correr uma maratona, pois adoro esporte, ano passado me prepararei para uma, mas não consegui correr”.

Outra mulher que sonha com Paris é Daniela Baldessarini, que apesar de ter sido a última a chegar, não perde as esperanças. “O teste não foi muito fácil, pois estou sem treinar desde a São Silvestre. Já corri a Maratona de São Paulo e acho que tenho chances, pois me enquadro em todas as características que foram faladas”.

O único que não completou o trajeto foi Marcos Nascimento, que sentiu uma contusão na panturrilha na penúltima volta. “O tipo de chão é duro, mas nada diferente de Paris, onde eu já corri antes. Não completar sem dúvida diminui minhas chances de ser escolhido, mas aconteceu, paciência, temos que lidar com vitórias e derrotas”, lamenta o corredor que estará na cidade luz de qualquer forma, pois já se inscreveu para a Maratona, independentemente da promoção.

A escolha - Ao final do evento, Mário Sérgio fez uma avaliação geral e diz que gostou do que viu. “Minha avaliação é muito positiva, todos os atletas estão bem condicionados, será um critério difícil de escolha, pois tem gente muito bem preparada, mas vamos ver quem realmente tem condições de correr uma maratona daqui há seis semanas. Provavelmente muita gente boa vai ficar de fora, mas faz parte do jogo”.

Além do critério técnico, Mário fala sobre quais serão os outros fatores a serem observados na hora de escolher os 30 atletas que passarão à próxima fase. “Já percebemos algumas pessoas muito fortes tecnicamente, que devem ser escolhidas, mas também vamos avaliar o comportamento. Muitos aqui demonstraram muita educação, participação e respeito ao próximo, que são critérios importantes”.

Ele encerra dizendo que a idéia de se promover uma seleção como essa, com percurso fechado, água, isotônico e frutas para os corredores é uma atitude de respeito, profissionalismo e que deveria servir de exemplo para outras empresas. “A proposta do Banco deveria ser seguida, pois fideliza o cliente e eles vêem o banco como o ‘banco dos corredores’. Eles estão de parabéns, pois o esporte precisa disso”.

Próxima fase - Os nomes dos contemplados serão divulgados na próxima terça-feira (6) no Webrun e a partir daí eles receberão treinos gratuitos com a Run&Fun, para no dia 25 de março passarem por uma nova seleção, também na USP e que incluirá os sete corredores de fora de São Paulo, que participam da promoção.

Após esse teste, dois corredores irão ganhar passagens aéreas, inscrição na Maratona de Paris, hospedagem e alimentação para a prova que acontece no dia 15 de abril.


Teste na USP pré-seleciona atletas para a Maratona de Paris

Maratona · 04 fev, 2007

Na manhã desse domingo (4) 59 atletas estiveram reunidos na USP para participar da segunda fase da promoção do Banco Real com o apoio do Webrun, que selecionará duas pessoas para correr a Maratona de Paris de graça. Eles foram submetidos à teste físico, que teve como objetivo avaliar o condicionamento de cada um, para filtrar as 30 pessoas que irão para terceira é última etapa da promoção.

São Paulo - O dia amanheceu nublado e um vento gelado surpreendeu muitos corredores que acordaram cedo e às 6h já se concentravam em frente à raia olímpica (USP), local do teste da Promoção Maratona de Paris. A avaliação consistiu em quatro voltas de 4,580 quilômetros, em um percurso misto de asfalto e grama, totalmente isolado do trânsito e de pessoas que não pertenciam ao evento.

Toda a parte operacional foi feita pela assessoria esportiva Run&Fun e, antes do início do teste, o diretor técnico Mário Sérgio reuniu todos os competidores e passou alguns recados. Ele frisou que chegar em primeiro lugar no teste de hoje não garantiria necessariamente uma vaga para a próxima fase. Isto porque, na próxima fase, os 30 selecionados terão o desempenho, a postura e a integração com as outras pessoas avaliados.

Exatamente às 7h todos os atletas retiraram seus chips e números de peito e iniciaram um aquecimento, para às 8h largarem rumo aos 18,320 quilômetros de corrida. Antes do início, Fábio Yamaguchi, que estreará em maratonas, caso seja selecionado, estava confiante. “Nunca corri o percurso dentro da raia, mas não existe milagre, é só mostrar o que já treino”.

Já Kátia Simões viu o teste como uma oportunidade de auto-avaliação. “É uma forma de ver nosso desempenho fora de uma corrida”, comenta.

O teste - Na primeira volta o grupo se manteve de forma homogênea, mas a partir da segunda, o atleta José Rodrigues abriu distância para os adversários, recusou água sempre que lhe foi oferecido e chegou em primeiro com 1h01, mais de cinco minutos de diferença para o segundo colocado. “O percurso é uma maravilha, só o vento que prejudicou um pouco, no trecho da chegada venta demais”, lamenta.

Sobre o fato de ter aberto uma boa diferença, ele explica: “geralmente eu faço treino longo aos domingos e não tem essa de ‘cozinhar o galo’, saio para definir”.

Durante a passagem dos corredores, Mário Sérgio olhava cada um com atenção, fazia algumas anotações e tecia comentários com os outros treinadores. “Os escolhidos não serão os 30 primeiros, um comitê vai avaliar diversos fatores. Entre os contemplados, a freqüência nos treinos será muito importante”, comenta.

Entre as mulheres, Lucila Pacheco, funcionária do Banco Real, diz que adorou o teste. “Foi maravilhoso, fiz três minutos a mais do que eu esperava, mas o importante é a saúde. Meu sonho é correr uma maratona, pois adoro esporte, ano passado me prepararei para uma, mas não consegui correr”.

Outra mulher que sonha com Paris é Daniela Baldessarini, que apesar de ter sido a última a chegar, não perde as esperanças. “O teste não foi muito fácil, pois estou sem treinar desde a São Silvestre. Já corri a Maratona de São Paulo e acho que tenho chances, pois me enquadro em todas as características que foram faladas”.

O único que não completou o trajeto foi Marcos Nascimento, que sentiu uma contusão na panturrilha na penúltima volta. “O tipo de chão é duro, mas nada diferente de Paris, onde eu já corri antes. Não completar sem dúvida diminui minhas chances de ser escolhido, mas aconteceu, paciência, temos que lidar com vitórias e derrotas”, lamenta o corredor que estará na cidade luz de qualquer forma, pois já se inscreveu para a Maratona, independentemente da promoção.

A escolha - Ao final do evento, Mário Sérgio fez uma avaliação geral e diz que gostou do que viu. “Minha avaliação é muito positiva, todos os atletas estão bem condicionados, será um critério difícil de escolha, pois tem gente muito bem preparada, mas vamos ver quem realmente tem condições de correr uma maratona daqui há seis semanas. Provavelmente muita gente boa vai ficar de fora, mas faz parte do jogo”.

Além do critério técnico, Mário fala sobre quais serão os outros fatores a serem observados na hora de escolher os 30 atletas que passarão à próxima fase. “Já percebemos algumas pessoas muito fortes tecnicamente, que devem ser escolhidas, mas também vamos avaliar o comportamento. Muitos aqui demonstraram muita educação, participação e respeito ao próximo, que são critérios importantes”.

Ele encerra dizendo que a idéia de se promover uma seleção como essa, com percurso fechado, água, isotônico e frutas para os corredores é uma atitude de respeito, profissionalismo e que deveria servir de exemplo para outras empresas. “A proposta do Banco deveria ser seguida, pois fideliza o cliente e eles vêem o banco como o ‘banco dos corredores’. Eles estão de parabéns, pois o esporte precisa disso”.

Próxima fase - Os nomes dos contemplados serão divulgados na próxima terça-feira (6) no Webrun e a partir daí eles receberão treinos gratuitos com a Run&Fun, para no dia 25 de março passarem por uma nova seleção, também na USP e que incluirá os sete corredores de fora de São Paulo, que participam da promoção.

Após esse teste, dois corredores irão ganhar passagens aéreas, inscrição na Maratona de Paris, hospedagem e alimentação para a prova que acontece no dia 15 de abril.

Surpresas no pódio da Maratona de Paris

Maratona · 10 abr, 2006

A edição festiva da Maratona de Paris, em comemoração ao seu trigésimo aniversário, teve como vencedores dois corredores que costumam participar da competição, mas venceram pela primeira vez.

O etíope Gashaw Melese faturou os 42,195 quilômetros com o tempo de 2hor08min e a russa Irina Timofeyeva subiu no degrau mais alto com o tempo de 2h27min. Entre os atletas franceses, os melhores colocados foram Zaia Dahmani, sexta colocada (2h31min) e David Ramard, décimo colocado (2h10min).

Durante a prova masculina, desde o início da prova, até faltarem apenas alguns quilômetros para a chegada, um pelotão de aproximadamente sete atletas corria junto, sempre se alternando na liderança, até que Melese disparou para a vitória.

Já no feminino, a favorita Mihaela Botezan, da Romênia, liderou durante quase toda a prova, mas encontrou dificuldades no final. Nesse momento, por volta do quilômetro 35, as russas Irina Timofeyeva e Natyala Volgina assumiram a liderança, mas a experiência de Timofeyeva falou mais alto e culminou com a vitória.

Segundo a organização, a prova contou com mais de 200 mil expectadores acompanhando os atletas pelas ruas da cidade Luz, que contou com a animação de diversas músicas durante o percurso.

Meia Maratona de Paris: inscrições encerradas

Meia Maratona · 03 fev, 2005

A Meia Maratona de Paris que tem a mesma organização da Maratona de Paris, atingiu o número limite de vagas para a 13ª edição da prova que acontecerá no próximo 06 de março, ao registrar 20 mil inscritos.

Ano passado, 17 mil corredores se inscreveram na competição e destes 15.016 completaram o percurso de 21.097m, que tem sua largada na Esplanada du Château de Vincennes. O percurso passa por pontos turísticos e históricos como a Place de la Bastille, Place de la Nation, Route de la Pyramide e finaliza no mesmo ponto da largada.

Esse percurso é rápido. Os vencedores na edição passada, foram o tanzâniano Fred Mogaka (1:01:14) e a queniana Ruth Kuthol com a marca 1:11:13.

Surpresa na Maratona de Paris

Maratona · 05 abr, 2004

Ontem aconteceu na Cidade Luz, Paris, a 28º edição da Maratona Internacional da capital francesa. Ao todo 30.430 corredores participaram da prova, que teve a largada na famosa avenida Champs Elysées.

E após um trecho de 42,195km o grande vencedor da prova foi o etíope Ambesa Tolosa. O mais curioso é que esta foi a primeira competição do atleta na distância e ele conseguiu superar um dos favoritos para o título, o queniano Raymond Kipkoech. O etíope finalizou o percurso em 2h08min56.

A categoria feminina também foi marcada por surpresas. Isso porque a campeã da competição foi Salina Kosgei, do Quënia, que disputou a Maratona de Paris pela primeira vez nesse ano. Ela terminou a prova no tempo de 2h24min32.

Brasil- Um dos atletas que estavam representando o Brasil na Maratona de Paris era Marílson Gomes. O objetivo dele nessa competição era a conquista do índice olímpico na modalidade.

E após 2h12min22 o brasilense cruzou a linha de chegada em sexto lugar. Desta forma Marílson está pré-qualificado para disputar os Jogos Olímpicos de Atenas.

Resultado-

Masculino:

1º- Ambesa Tolosa, 2:08:56
2º- Raymond Kipkoech, 2:10:08
3º- Paul Biwott, 2:10:30
4º- Gashaw Melese, 2:10:36


Feminino

1ª- Salina Kosgei, 2:24:32
2ª- Asha Gigi, 2:26:05
3ª- Corinne Raux, 2:29:19
4ª- Larissa Zyusko, 2:29:30

Inscrições para a 28ª Maratona de Paris já estão esgotadas

Maratona · 26 fev, 2004

As inscrições para a 28ª Maratona de Paris, na França, deste ano estão encerradas. As 34.500 vagas, número limite de participantes, já foram preenchidas quase um mês antes da prova que acontece no dia quatro de abril.

A largada da competição será às 8h45 da manhã, horário local. Os corredores irão percorrer um trecho de 42,195 km que também passa por pontos turísticos da cidade coma a avenida Champs Elysées.

No ano passado o campeão da prova masculina foi Mike Rotich com o tempo de 2:06:33, até então a mais rápida marca da temporada 2003 para a distância. Mas a merca foi quebrada duas semanas depois por Paul Tergat na Maratona de Londres com 2:04:55.

Paris 2003

O que podem pensar, os leitores, de 12:57 para os 5.000m? É bem rápido, não? E se pensarmos que os atletas vencedores dos 10.000m do Campeonato Mundial de Atletismo, realizado em Paris, em agosto, correram este tempo para a segunda metade da prova? Impressionante? Nem tanto para os etíopes Kenenisa Bekele e Haile Gebrselassie, que protagonizaram este espetáculo no Stade de France logo no segundo dia do Mundial. Após correrem juntos por todo o tempo e com parcial de 13:52 para os 5.000m, Bekele superou o companheiro o supercampeão Haile, imprimindo velozes 2:29 para os 1.000m finais, quebrando o recorde do campeonato em 26:49.57. Bekele, nascido em 1982, é jovem e traz em seu currículo a dupla vitória no Mundial de Cross Country nas provas de 4km e 12km, bem como a medalha de bronze na prova dos 5.000m em Paris. Por falar em 5.000m, H. El Guerrouj escolheu o Mundial para sua segunda participação na distância. Após ter dominado os 1.500m, marcou 12:52.83, atrás apenas 4 centésimos de segundo do queniano E. Kipchoge, que também estabeleceu novo recorde do campeonato. Detalhe para 2:24 no km final!

Em Paris, o fundo e o meio fundo, juntos, quebraram 6 recordes do campeonato, sendo 5 do segmento de fundo. Só o 10.000m feminino produziu inúmeros superlativos: 15 melhores marcas pessoais da temporada foram estabelecidas, 9 recordes pessoais foram batidos, caíram 3 recordes nacionais, além de 1 recorde de área e 1 mundial junior. A vitória nesta prova ficou também para a Etiópia, com B. Adere, tempo de 30:04.18, terceira melhor marca do mundo de todos os tempos.

Considerando ainda os dois segmentos juntos, o país campeão em medalhas foi também a Etiópia, com 7 no total. Quênia com 4, Marrocos, Espanha e Rússia com 3, Grã-Bretanha e Japão com 2 e França, Ucrânia, Itália, Qatar, Argélia, África do Sul, Moçambique, Turquia e China com 1 cada completam o quadro.

Entre os continentes, a África revela-se imbatível, produzindo 17 medalhistas contra 12 da Europa e apenas 4 da Ásia. Américas...nada! Constatamos nestes números, que a Europa está enfrentando os africanos de maneira competente, com russos e britânicos brilhando no meio fundo e espanhóis no fundo. Destaque para Marta Domingues, da Espanha, que repetiu o segundo lugar de Edmonton nos 5.000m, em prova de domínio africano. O mesmo vale para o italiano Stefano Baldini, que também repetiu o bronze de Edmonton na maratona. Baldini tem se mostrado um dos maiores e mais constantes corredores de maratona do mundo, acumulando ótimos resultados em grandes competições (mundiais e olimpíadas) e em maratonas internacionais (Londres, Nova Iorque, entre outras).

Do outro lado do mundo vêm o Japão, com seu exército “kamikaze” de excelentes corredores de maratona. Só em Paris, no feminino, as japonesas ficaram com as 2a, 3a e 4a colocações, mostrando que sabem correr em equipe, vencendo, assim, a Copa do Mundo de Maratona, realizada simultaneamente com o Mundial.

Apesar das 4 medalhas, acredito que todos esperavam mais do Quênia. Embora Paula Radcliffe não tenha participado da maratona, a vitória de Catherine Ndereba foi incontestável, trazendo para seu país um título importante diante de muitos fracassos. Penso que os quenianos estão colhendo frutos negativos da invasão de “managers” em seu território e também fora dele. Os reflexos aparecem nestes momentos: mundiais e olimpíadas.

Tenho ainda outro dado interessante: das 6 medalhas disputadas neste mundial, na maratona, 2 ficaram para países latinos. Isso me leva a certeza de que temos chances de trabalhar atletas para bons resultados em Atenas.

Neste momento, em que todos se voltam para a próxima temporada, e que os Jogos Olímpicos aparecem como competição máxima de todos atletas, o fundamental é “pensar no atleta, planejar e levantar todos recursos necessários para a busca destes objetivos.”






Ricardo D´Angelo é treinador de atletismo do Clube BMF&F e técnico do maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima (medalha de bronze nas Olimpíadas de Atenas).


Paris 2003

Maratona · 15 maio, 2003

O que podem pensar, os leitores, de 12:57 para os 5.000m? É bem rápido, não? E se pensarmos que os atletas vencedores dos 10.000m do Campeonato Mundial de Atletismo, realizado em Paris, em agosto, correram este tempo para a segunda metade da prova? Impressionante? Nem tanto para os etíopes Kenenisa Bekele e Haile Gebrselassie, que protagonizaram este espetáculo no Stade de France logo no segundo dia do Mundial. Após correrem juntos por todo o tempo e com parcial de 13:52 para os 5.000m, Bekele superou o companheiro o supercampeão Haile, imprimindo velozes 2:29 para os 1.000m finais, quebrando o recorde do campeonato em 26:49.57. Bekele, nascido em 1982, é jovem e traz em seu currículo a dupla vitória no Mundial de Cross Country nas provas de 4km e 12km, bem como a medalha de bronze na prova dos 5.000m em Paris. Por falar em 5.000m, H. El Guerrouj escolheu o Mundial para sua segunda participação na distância. Após ter dominado os 1.500m, marcou 12:52.83, atrás apenas 4 centésimos de segundo do queniano E. Kipchoge, que também estabeleceu novo recorde do campeonato. Detalhe para 2:24 no km final!

Em Paris, o fundo e o meio fundo, juntos, quebraram 6 recordes do campeonato, sendo 5 do segmento de fundo. Só o 10.000m feminino produziu inúmeros superlativos: 15 melhores marcas pessoais da temporada foram estabelecidas, 9 recordes pessoais foram batidos, caíram 3 recordes nacionais, além de 1 recorde de área e 1 mundial junior. A vitória nesta prova ficou também para a Etiópia, com B. Adere, tempo de 30:04.18, terceira melhor marca do mundo de todos os tempos.

Considerando ainda os dois segmentos juntos, o país campeão em medalhas foi também a Etiópia, com 7 no total. Quênia com 4, Marrocos, Espanha e Rússia com 3, Grã-Bretanha e Japão com 2 e França, Ucrânia, Itália, Qatar, Argélia, África do Sul, Moçambique, Turquia e China com 1 cada completam o quadro.

Entre os continentes, a África revela-se imbatível, produzindo 17 medalhistas contra 12 da Europa e apenas 4 da Ásia. Américas...nada! Constatamos nestes números, que a Europa está enfrentando os africanos de maneira competente, com russos e britânicos brilhando no meio fundo e espanhóis no fundo. Destaque para Marta Domingues, da Espanha, que repetiu o segundo lugar de Edmonton nos 5.000m, em prova de domínio africano. O mesmo vale para o italiano Stefano Baldini, que também repetiu o bronze de Edmonton na maratona. Baldini tem se mostrado um dos maiores e mais constantes corredores de maratona do mundo, acumulando ótimos resultados em grandes competições (mundiais e olimpíadas) e em maratonas internacionais (Londres, Nova Iorque, entre outras).

Do outro lado do mundo vêm o Japão, com seu exército “kamikaze” de excelentes corredores de maratona. Só em Paris, no feminino, as japonesas ficaram com as 2a, 3a e 4a colocações, mostrando que sabem correr em equipe, vencendo, assim, a Copa do Mundo de Maratona, realizada simultaneamente com o Mundial.

Apesar das 4 medalhas, acredito que todos esperavam mais do Quênia. Embora Paula Radcliffe não tenha participado da maratona, a vitória de Catherine Ndereba foi incontestável, trazendo para seu país um título importante diante de muitos fracassos. Penso que os quenianos estão colhendo frutos negativos da invasão de “managers” em seu território e também fora dele. Os reflexos aparecem nestes momentos: mundiais e olimpíadas.

Tenho ainda outro dado interessante: das 6 medalhas disputadas neste mundial, na maratona, 2 ficaram para países latinos. Isso me leva a certeza de que temos chances de trabalhar atletas para bons resultados em Atenas.

Neste momento, em que todos se voltam para a próxima temporada, e que os Jogos Olímpicos aparecem como competição máxima de todos atletas, o fundamental é “pensar no atleta, planejar e levantar todos recursos necessários para a busca destes objetivos.”






Ricardo D´Angelo é treinador de atletismo do Clube BMF&F e técnico do maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima (medalha de bronze nas Olimpíadas de Atenas).