Pan-Americano

Pan no México ajudou na quebra de recordes

Atletismo · 03 maio, 2007

A edição dos Jogos Pan-americanos do México, no ano de 1955, foi disputada em altitude de 2.235 metros, o que permitiu uma grande quantia de quebra de recordes. Foram superadas 23 marcas pan-americanas no atletismo, além de duas marcas mundiais.

O destaque ficou por conta do norte americano Louis W. Jones, que cravou 45seg04 nos 400 metros rasos e faturou uma das 41 medalhas para os Estados Unidos, dentre as 48 em disputa.

Vanderlei Cordeiro fará treinamento para o Pan na altitude

Maratona · 03 maio, 2007

O brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima irá se preparar para o Pan na altitude de Paipa, Colômbia. A decisão foi tomada nessa última quarta-feira (2) junto com seu treinador Ricardo D´Ângelo. Essa não é primeira vez que ele treina na cidade colombiana, que fica 2.600 metros acima do nível do mar.

De acordo com o atleta, ele embarca para Paipa no dia 31 de maio e só volta 22 de julho, uma semana antes da Maratona do Pan. ”A preparação não vai mudar muito do que já venho fazendo. A gente vai se preparar de acordo com as condições que vamos enfrentar no Rio. Vou me cuidar para não ter problema de lesão”, conta.

Voltar para o Brasil perto da prova será uma forma de manter o condicionamento adquirido na altitude. “Chegar uma semana antes da maratona é o suficiente para não perder nada do que ganhei na preparação em altitude. As condições climáticas lá são bastante diferentes do Rio. Mas em uma semana consigo me aclimatar”, revela.

Sua única preocupação para o Pan é a umidade da cidade carioca. “O fator que deve proporcionar um desconforto maior na prova é a umidade. E disso não tem como fugir. Você tem que viver o clima. Mas quando você está bem treinado, você consegue superar as dificuldades”.

A Maratona do Pan acontece no dia 29 de julho no Aterro do Flamengo. Além de Vanderlei, Franck Caldeira também representará o Brasil na prova.

Brasileiros estão prontos para encarar o Pan do Rio

Os brasileiros que representarão o país nos Jogos Pan-americanos do Rio no triathlon e no atletismo estão confiantes e já se preparam para a competição, que acontece em julho. Na manhã dessa quinta-feira, 12 deles, patrocinados pelo grupo Pão de Açúcar, se reuniram em São Paulo numa coletiva de imprensa. Confira.

São Paulo - Vontade de medalha é o que não falta entre os atletas brasileiros que provavelmente estarão no Pan do Rio. Nem todos têm a certeza da vaga, que no atletismo, será definida somente no Troféu Brasil, em junho. Mas a garra para vencer é grande e conquistar uma, das duas vagas de cada modalidade do Pan, será acirrada.

No time de incertos para a competição carioca estão Marílson Gomes (cinco e 10 mil metros), Hudson de Souza (1.500 e cinco mil), Fernando Alex (três com obstáculos e cinco mil), Juliana de Paula Gomes dos Santos (800 metros e 1.500) e Fabiana Cristina da Silva (1.500 e cinco mil).

Marílson, vencedor da Maratona de Nova York 2006, desistiu de participar da Maratona do Pan e vai encarar as provas de pista. Na próxima sexta-feira ele retoma os treinos, já que estava em fase de recuperação da Maratona de Londres, que aconteceu no último dia 22 na Inglaterra. “Por enquanto eu vou ficar por São Paulo. Não tenho nenhuma pretensão de ir treinar fora do país. Conversei com o Adauto (seu treinador) e ele falou que é melhor ficar aqui. Vou fazer o que o mestre manda”, revela.

O brasileiro tem a melhor marca nos 10 mil metros, 28min28s, conquistada no Rio de Janeiro e para essa modalidade está mais tranqüilo. O seu problema, porém, será a briga pela vaga dos cinco mil metros, prova que enfrentará outro especialista da modalidade, Hudson de Souza. ”Nos cinco mil não tem ninguém garantido. Disputar com o Hudson vai ser um pega pra capar. Mas acredito que nós dois vamos tentar conquistar as duas vagas”, brinca.

Hudson também acredita que os dois irão representar o Brasil no Pan. Além dos cinco mil, ele também quer a vaga dos 1.500. “O Troféu Brasil vai ser o verdadeiro mata a mata. Ainda não fiz nenhuma prova esse ano e antes do Troféu vou para a Europa focar mais os 1.500”, conta.

Elas - No time feminino do atletismo, Juliana de Paula Gomes dos Santos, está ansiosa para conquistar a vaga do Pan nos 800 e 1.500 metros. Casada com o maratonista Marílson Gomes, se tudo der certo, essa será a primeira vez que os dois irão para o Pan juntos.

Hoje ela é a primeira do ranking nos 1.500 e a segunda nos 800. “Nesse Pan eu estou dando o máximo nos treinos para conseguir estar com ele”, diz. Ambos têm uma rotina puxada de treinos e tentam conciliar ao máximo a vida pessoal com a profissional. “Muitas vezes a gente acaba esquecendo do casal. Por que ele tem os objetivos deles e eu os meus. Mas a gente leva isso com muita felicidade. Ele muitas vezes é meu técnico, pela sua experiência. Já eu sou uma conselheira, dou o suporte antes da prova. Isso é muito bom,” revela.

Triathlon - Enquanto o atletismo ainda não está definido, o time brasileiro de triathlon já está certo. Representarão o Brasil no Pan: Mariana Ohata, Sandra Soldan, Carla Moreno, Virgílio Castilho, Juraci Moreira e Antonio Marcos.

Para eles disputar uma prova no Rio de Janeiro será um motivo a mais para conquistar o pódio. “Pode esperar que vai vir medalha para o Brasil. Um Pan na nossa casa vai ser inesquecível”, conta Sandra, que mora em Niterói.

“No Pan a gente vai levar não só o treinamento, mas a emoção de levar a bandeira do Brasil”, diz Mariana Ohata. Para ela, além desse incentivo, o percurso da prova, em Copacabana será um bom aliado. “O único problema no dia do triathlon pode ser a água fria. Fora isso, Rio de Janeiro é Rio de Janeiro. Espero que esteja um dia quente. O percurso é tranqüilo. A avenida Atlântica não tem segredo nenhum. Tanto a bike como a corrida vai acontecer lá. É só se concentrar e correr para vitória”, acrescenta.

Já Carla Moreno também aposta na sorte do dia da competição. “É uma prova que não tem nada definido, não tem uma pessoa garantida. Tudo pode acontecer, mesmo porque é um esporte que tem três modalidades diferentes. Uma delas é o ciclismo. Você não pode contar com problemas de bicicleta, como um pneu furado, que pode te tirar da prova. O favorito será aquele que cruzar primeiro a linha de chegada”.

Os brasileiros no triathlon não pretendem trabalhar em equipe no Pan. “Como a medalha de ouro do Pan trás uma vaga garantida para as Olimpíadas de Pequim, ninguém vai estar pensando num trabalho de equipe. Todos vão lutar por essa medalha. Esse é o caminho mais curto para Pequim”, revela Mariana. Os Jogos Pan-americanos do Rio começam no dia 13 de julho na capital carioca.


Brasileiros estão prontos para encarar o Pan do Rio

Atletismo · 03 maio, 2007

Os brasileiros que representarão o país nos Jogos Pan-americanos do Rio no triathlon e no atletismo estão confiantes e já se preparam para a competição, que acontece em julho. Na manhã dessa quinta-feira, 12 deles, patrocinados pelo grupo Pão de Açúcar, se reuniram em São Paulo numa coletiva de imprensa. Confira.

São Paulo - Vontade de medalha é o que não falta entre os atletas brasileiros que provavelmente estarão no Pan do Rio. Nem todos têm a certeza da vaga, que no atletismo, será definida somente no Troféu Brasil, em junho. Mas a garra para vencer é grande e conquistar uma, das duas vagas de cada modalidade do Pan, será acirrada.

No time de incertos para a competição carioca estão Marílson Gomes (cinco e 10 mil metros), Hudson de Souza (1.500 e cinco mil), Fernando Alex (três com obstáculos e cinco mil), Juliana de Paula Gomes dos Santos (800 metros e 1.500) e Fabiana Cristina da Silva (1.500 e cinco mil).

Marílson, vencedor da Maratona de Nova York 2006, desistiu de participar da Maratona do Pan e vai encarar as provas de pista. Na próxima sexta-feira ele retoma os treinos, já que estava em fase de recuperação da Maratona de Londres, que aconteceu no último dia 22 na Inglaterra. “Por enquanto eu vou ficar por São Paulo. Não tenho nenhuma pretensão de ir treinar fora do país. Conversei com o Adauto (seu treinador) e ele falou que é melhor ficar aqui. Vou fazer o que o mestre manda”, revela.

O brasileiro tem a melhor marca nos 10 mil metros, 28min28s, conquistada no Rio de Janeiro e para essa modalidade está mais tranqüilo. O seu problema, porém, será a briga pela vaga dos cinco mil metros, prova que enfrentará outro especialista da modalidade, Hudson de Souza. ”Nos cinco mil não tem ninguém garantido. Disputar com o Hudson vai ser um pega pra capar. Mas acredito que nós dois vamos tentar conquistar as duas vagas”, brinca.

Hudson também acredita que os dois irão representar o Brasil no Pan. Além dos cinco mil, ele também quer a vaga dos 1.500. “O Troféu Brasil vai ser o verdadeiro mata a mata. Ainda não fiz nenhuma prova esse ano e antes do Troféu vou para a Europa focar mais os 1.500”, conta.

Elas - No time feminino do atletismo, Juliana de Paula Gomes dos Santos, está ansiosa para conquistar a vaga do Pan nos 800 e 1.500 metros. Casada com o maratonista Marílson Gomes, se tudo der certo, essa será a primeira vez que os dois irão para o Pan juntos.

Hoje ela é a primeira do ranking nos 1.500 e a segunda nos 800. “Nesse Pan eu estou dando o máximo nos treinos para conseguir estar com ele”, diz. Ambos têm uma rotina puxada de treinos e tentam conciliar ao máximo a vida pessoal com a profissional. “Muitas vezes a gente acaba esquecendo do casal. Por que ele tem os objetivos deles e eu os meus. Mas a gente leva isso com muita felicidade. Ele muitas vezes é meu técnico, pela sua experiência. Já eu sou uma conselheira, dou o suporte antes da prova. Isso é muito bom,” revela.

Triathlon - Enquanto o atletismo ainda não está definido, o time brasileiro de triathlon já está certo. Representarão o Brasil no Pan: Mariana Ohata, Sandra Soldan, Carla Moreno, Virgílio Castilho, Juraci Moreira e Antonio Marcos.

Para eles disputar uma prova no Rio de Janeiro será um motivo a mais para conquistar o pódio. “Pode esperar que vai vir medalha para o Brasil. Um Pan na nossa casa vai ser inesquecível”, conta Sandra, que mora em Niterói.

“No Pan a gente vai levar não só o treinamento, mas a emoção de levar a bandeira do Brasil”, diz Mariana Ohata. Para ela, além desse incentivo, o percurso da prova, em Copacabana será um bom aliado. “O único problema no dia do triathlon pode ser a água fria. Fora isso, Rio de Janeiro é Rio de Janeiro. Espero que esteja um dia quente. O percurso é tranqüilo. A avenida Atlântica não tem segredo nenhum. Tanto a bike como a corrida vai acontecer lá. É só se concentrar e correr para vitória”, acrescenta.

Já Carla Moreno também aposta na sorte do dia da competição. “É uma prova que não tem nada definido, não tem uma pessoa garantida. Tudo pode acontecer, mesmo porque é um esporte que tem três modalidades diferentes. Uma delas é o ciclismo. Você não pode contar com problemas de bicicleta, como um pneu furado, que pode te tirar da prova. O favorito será aquele que cruzar primeiro a linha de chegada”.

Os brasileiros no triathlon não pretendem trabalhar em equipe no Pan. “Como a medalha de ouro do Pan trás uma vaga garantida para as Olimpíadas de Pequim, ninguém vai estar pensando num trabalho de equipe. Todos vão lutar por essa medalha. Esse é o caminho mais curto para Pequim”, revela Mariana. Os Jogos Pan-americanos do Rio começam no dia 13 de julho na capital carioca.

Franck Caldeira é convocado oficialmente para o Pan

Maratona · 25 abr, 2007

A desistência do brasileiro Marílson Gomes da Maratona dos Jogos Pan-americanos agora é oficial. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo, o seu substituto é o mineiro Franck Caldeira, terceiro colocado do ranking.

Franck venceu a São Silvestre no ano passado e agora se prepara exclusivamente para o Pan. Ele representará o Brasil, pela primeira vez, junto com o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, bronze nas olimpíadas de Atenas.

Vanderlei já é experiente no Pan. Ele já participou outras vezes da competição e conquistou o ouro duas vezes, uma em Winnipeg, 1999 e outra em Santo Domingo, 2003. No feminino as atleta brasileiras serão Márcia Narloch e Sirlene Pinho.

Pan: saiba quantas medalhas o Brasil tem no atletismo

Atletismo · 24 abr, 2007

Nas 14 edições dos Jogos Pan-americanos, o atletismo garantiu ao Brasil 114 medalhas. Foram 37 de ouro; 34 de prata e 43 de bronze.

As únicas edições em que a delegação canarinho não trouxe medalhas para o país foram 1967, em Winnipeg, no Canadá e 1971, em Cáli, na Colômbia.

Franck não baixa tempo na Itália, mas vai ao Pan; Marily é terceira e não obtém vaga

Corridas de Rua · 23 abr, 2007

O brasileiro Franck Caldeira não conseguiu ficar entre os 10 primeiros na Maratona de Padova, que aconteceu no último domingo (22) na Itália e, consequentemente não baixou o seu tempo de 2h14min05 obtido em Milão em 2006. Dessa forma, ele permanece na terceira posição do ranking brasileiro, atrás de Vanderlei Cordeiro e Marílson Gomes, mas como esse último disputará apenas os cinco e os 10 mil no Pan, o mineiro está garantido na competição.

Entre as mulheres, Marily dos Santos, que também buscava uma vaga, chegou na terceira colocação em Padova, com o tempo de 2h39min45. Mas a marca não foi suficiente para deixá-la com uma das vagas para o Pan-americano. Assim, estão confirmadas as duas melhores do ranking, Márcia Narloch, com 2h35min28 e Sirlene Pinho, com 2h35min45.

Já na competição de 50 quilômetros de marcha atlética, dois atletas também estão confirmados: Mário José dos Santos Júnior (4h06min29) e Cláudio Richardson (4h22min51) dos Santos, que obtiveram as marcas em prova realizada no início do ano em Timbó (SC). A modalidade ainda terá a participação de atletas dos 20 quilômetros, que serão conhecidos em 24 de junho após a disputa do Troféu Brasil de Atletismo.

Também está pendente a definição dos convocados nos cinco e 10 mil metros, que serão conhecidos também após a disputa do Troféu Brasil de Atletismo.

Curiosidade: triathlon começa no Pan em 1995

Triathlon · 19 abr, 2007

O Triathlon foi inserido oficialmente como modalidade dos Jogos Pan-americanos a partir da edição de 1995, em Mar Del Plata, Argentina. O Brasil possui três medalhas, uma de ouro com Leandro Macedo em 1995; outra de prata com Carla Moreno, em 1999 (Winnipeg) e mais uma prata com Virgílio de Castilho, em 2003, em Santo Domingo.

O Canadá é a nação com mais medalhas até hoje, sendo duas de ouro, duas de prata e três de bronze, seguido pelos Estados Unidos, com duas de ouro, duas de prata e uma de bronze.

Telles não consegue índice para a Maratona do Pan

Maratona · 17 abr, 2007

O brasileiro José Telles ficou com o quinto lugar da Maratona de Turim, que aconteceu no último domingo (15) na Itália. Ele completou a competição em 2h14min19. A marca lhe garante a quarta posição do ranking nacional da modalidade, mas o deixa longe do Pan.

Mesmo com a melhora no seu tempo, em um pouco mais de um minuto, Telles, não conseguiu chegar na marca de Franck. O maratonista ainda fica atrás de Marílson Gomes dos Santos (2h09min58), Vanderlei Cordeiro (2h11min36) e Franck Caldeira (2h14min06). Como Marílson não irá disputar a Maratona, os dois melhores brasileiros continuam sendo Vanderlei Cordeiro e Franck.

Essa foi a última oportunidade de Telles buscar o índice, já que os nomes dos dois representantes do Brasil na Maratona serão divulgados no dia 22 de abril. O campeão da Maratona de Turim foi o queniano Philemon Tarbei. Ele cruzou a linha de chegada em 2h10min24.

Pan de 2003 foi marcado por desorganização

Atletismo · 10 abr, 2007

Os Jogos Pan-americanos de 2003 foram um marco na história da competição, devido à falta de organização e infra-estrutura da cidade de Santo Domingo (República Dominicana). Os problemas começaram logo no início, já que as obras das instalações ainda estavam sendo concluídas durante as competições.

Algumas malas foram extraviadas, credenciais estavam com nomes trocados e a alta temperatura na época foi motivo de reclamação por parte dos atletas e algumas medidas paliativas foram tomadas. Para diminuir a temperatura da piscina, por exemplo, os organizadores jogaram blocos de gelo na água.

A Vila Pan-americana também não agradou e muitos atletas foram se hospedar em hotéis; o trânsito e os alagamentos eram freqüentes, assim como os apagões.

Medalhas do Pan são apresentadas no Rio

Atletismo · 05 abr, 2007

O Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos apresentou nessa última quarta-feira as medalhas que serão entregues durante o evento carioca. As medalhas de ouro, prata e bronze foram criadas por Ney Valle, Claudia Gamboa e Beatriz Abreu, da Dupla Design. De acordo como grupo, eles usaram formas de trapézio e se inspiraram nas aves do logo dos Jogos.

Além dessas medalhas, todos os competidores receberão também uma medalha de participação. Ao todo serão entregues 2.252. Segundo o Comitê, a fita das medalhas traz cores do Rio 2007 (amarelo, verde e azul) em faixas que remetem ao horizonte e às paisagens do Rio de Janeiro. Além disso, o estojo tem a imagem do Pão de Açúcar, cartão-postal da cidade.

Ainda ontem o Banco Central lançou duas moedas comemorativas do Pan. Uma terá o valor de R$5 e outra de R$2. Ambas terão imagens do Rio e o logo dos Jogos. A tiragem inicial é de 10 mil moedas e a tiragem máxima, de 50 mil.