Corridas de Rua · 06 jun, 2008
São Paulo - (Biro Biro ou Maradona?) - Que para os brasileiros se inscreverem na charmosa Meia Maratona de Buenos Aires seja necessário adquirir um pacote de viagem por uma determinada operadora brasileira é sabido há tempos.
Essa é uma prática que acontece com a maratona de Nova York, por exemplo, o que muitos não sabem com antecedência é que por conta deste monopólio os valores dobram de preço em relação as demais agências ou mesmo numa viagem por conta própria.
Mas que eu não sabia é que a organização da prova faz distinção até de nossos hermanos que a depender da distância, são considerados de certa forma estrangeiros já que tem que preencher um formulário especial e, não conseguem fazer a inscrição diretamente na internet como seus patrícios que moram nos arredores da capital Argentina.
Pois vejam a pérola que está site da competição:
Atletas argentinos y estranjeiros residentes en el interior del pais, se tomará como residente en el interior a aquellos corredores que residan a más de 60 kilómetros de la Ciudad de Buenos Aires. Aquellos interesados deberán enviar un e-mail a para recibir un formulario especial.
Francamente, o Biro Biro está dando de dez no Maradona!
Corridas de Rua · 01 jun, 2008
São Paulo - (dá pra se afogar...) - Pelos números divulgado pela Yescom em torno do abastecimento da Maratona de São Paulo, podemos afirmar se que água não faltará para os corredores inscritos.
Durante os 42 quilometros do percurso haverá 17 postos de hidratação, dois postos com isotônicos e um de suplemento alimentar (carboidrato em gel). O que impressiona fora as 18 toneladas de gelo é o número de garrafas de água: 380 mil unidades.
Levando em consideração que são 12 mil corredores inscritos, cada qual, poderá utilizar 31,6 garrafinhas de 200ml ou 6 litros.
Corridas de Rua · 28 maio, 2008
São Paulo - (efeito Toshiba?) - Não sei dizer se é perda de timing de nossos organizadores, foco ou outro fator que desconheço. Mas no ano que comemoramos cem anos da imigração japonesa, não fiquei sabendo de uma única corrida para homenagear esse fato histórico.
Já nossos amigos yanques, não perdem uma oportunidade para homenagear aqueles que um dia foram seus inimigos. Assim, no próximo domingo em pleno Central Park, acontecerá a Japan Run organizada pelo New York Road Runners Club.
E depois de percorrerem quatro milhas os participantes terão música ao vivo, tendas com comida japonesa, origami, apresentações folclóricas e culturais, caligrafia, e porque não: de robôs.
Como se pode ver a Japan Run será bem ao estilo japonês de unir o passado com o futuro!
São Paulo - (aqui não acaba em pizza....) - Em tempos de pipocas correr de graça pode ser tapa na cara de muita gente e concordo. E para que minhas palavras fiquem transparentes na comunidade, tomei uma decisão para que hipocrisia não tome conta dos meus atos.
Explico: o Harry foi convidado para participar da primeira edição da Golden Runners 10k, prova para 450 corredores selecionados, que acontecerá simultaneamente com a Maratona de São Paulo. O evento é fechado e mesmo que outra pessoa queira pagar para se inscrever não poderá faze-lo, pois não há inscrições.
Porém aqui diferente dos pipocas, os custos inerentes a esses corredores serão bancados pelo fabricante de artigo esportivos. Portanto consciência limpa.
Mas qual a decisão que o Harry tomou? Simples, toda e qualquer competição que participar como convidado doarei o valor da inscrição (tomando por base a prova correlata) para a Associação Desportiva para Deficientes a ADD.
Respeito ao próximo e transparência são coisas que busco agregar a minha vida, portanto, postarei os recibos das tais doações neste blog!
Corridas de Rua · 17 maio, 2008
São Paulo - (aqui não acaba em pizza....) - Em tempos de pipocas correr de graça pode ser tapa na cara de muita gente e concordo. E para que minhas palavras fiquem transparentes na comunidade, tomei uma decisão para que hipocrisia não tome conta dos meus atos.
Explico: o Harry foi convidado para participar da primeira edição da Golden Runners 10k, prova para 450 corredores selecionados, que acontecerá simultaneamente com a Maratona de São Paulo. O evento é fechado e mesmo que outra pessoa queira pagar para se inscrever não poderá faze-lo, pois não há inscrições.
Porém aqui diferente dos pipocas, os custos inerentes a esses corredores serão bancados pelo fabricante de artigo esportivos. Portanto consciência limpa.
Mas qual a decisão que o Harry tomou? Simples, toda e qualquer competição que participar como convidado doarei o valor da inscrição (tomando por base a prova correlata) para a Associação Desportiva para Deficientes a ADD.
Respeito ao próximo e transparência são coisas que busco agregar a minha vida, portanto, postarei os recibos das tais doações neste blog!
Corridas de Rua · 29 abr, 2008
São Paulo - (pontualidade nada britânica...) - Após mais de uma semana de espera consegui saber o meu tempo líquido da Maratona de Santa Catarina, que disputei no último dia 20 em Florianópolis. O cronômetro oficial cravou 3h47min10 contra 3h47min50 do meu cronômetro.
Já a diferença do líquido para o bruto oficial foi de apenas 58 segundos. Como a prova tinha somente 713 corredores inscritos resolvi largar lá do fundão por saber que não haveria nenhuma muvuca, como as formadas em grandes provas, as quais você leva 5, 10 e às vezes 15 ou mais minutos para passar pelo tapete da largada.
E, mesmo que que levássemos em conta somente o tempo liquido, só o trânsito que você pega, além do zig-zag que fatalmente temos que fazer para desviar dos mais lentos, manda para o espaço qualquer chance de melhora de tempo. E tem mais: para efeito de classificação, para faixa etária por exemplo, o que vale é o tempo bruto.
Mas no final o que me deixou chateado foi chegar no pórtico de chegada e ver o cronômetro oficial da prova. Nele não constava nem o meu tempo líquido nem o bruto. Constava sim, o tempo de 4h15min que era o tempo referente a corrida feminina que teve largada com 30 minutos de antecedência. A hora que vi aquele relógio desisti de fazer qualquer tipo de "chegada triunfal" e pousar para uma fotografia, a qual seria muito bem guardada ao longo dos anos.
A Maratona de Santa Catarina me fez lembrar as provas da Corpore, que aconteciam nos meados dos anos 90, época em que muvuca era uma palavra inexistente no dicionário dos corredores, bem com essa história de cronômetro que não dá o tempo real de sua chegada.
Corridas de Rua · 30 dez, 2007
Na tarde deste domingo os organizadores da São Silvestre conversaram com os jornalistas e falaram das inovações que a 83ª edição terá. Segundo Júlio Deodoro e Manuel Arroyo, o Vasco, as mudanças foram feitas seguindo antigas reinvindicações de atletas e treinadores.
A principal mudança este ano é a largada conjunta da elite masculina, com a geral masculina e com a geral feminina. Com isso a gente consegue agilizar melhor a largada, pois antes tínhamos que montar duas estruturas, ressalta Vasco. Segundo ele, a estrutura montada foi reforçada para atender mais pessoas ao mesmo tempo.
Uma das grandes reclamações dos corredores amadores foi na hora de receberem a medalha de participação e entregar o chip, pois tiveram que se apertar nas baias e esperar um longo tempo para conseguir entrar no local determinado. Ano passado subestimamos a chegada dos atletas e usamos apenas um dos portões do estacionamento. Agora vamos usar os dois, o que totaliza nove metros de entrada, contra os três de 2006.
Com tantas pessoas passando pelos pontos de água, eles sabem da dificuldade de manter todas as garrafinhas geladas, mas prometem não popuar esforços para que todos possam se hidratar corretamente. Os postos de água estão sendo reforçados para aumentar a capacidade, então teremos 600 mil garrafas, explica Vasco.
Com 20 mil pessoas na competição deste ano a Avenida Paulista vai virar um formigueiro humano, mas os organizadores afirmam que não será possível utilizar as duas faixas da Avenida Paulista. Só usaremos uma faixa, pois ao chegar na Consolação só podemos usar um dos lados, pois o outro estará aberto ao trânsito. Tivemos que entrar em entendimento com a organização do 'Reveillon na Paulista' para montarmos nossa estrutura, efatiza o diretor técnico.
Corridas de Rua · 27 dez, 2007
Será que o horário fake que a Globo inventou na 10K Rio, no último domingo, é a salvação dos corredores e de um grupo de excelentes corridas brasileiras? Fake, porque enquanto a prova estava sendo apresentada com a tarjeta ao vivo pela emissora, na verdade, ela já tinha acabado.
O que pode parecer um engodo, saiba lá o motivo da tarja alive, nós corredores agradecemos essa mudança de visão dos homens da Globo. A prova pode ser replay sim, desde que os protagonistas possam dar um bom show, o que é interesse de todos: corredores, anunciantes, emissora e público.
E tem mais: se é que esse post um dia chegue ao Jardim Botânico, Marginal ou Projac, que seja. Se a emissora reprisa o evento um domingo depois, uma multidão certa daqueles que correram a prova estarão antenados na telinha. Audiência segmentada para anunciante nenhum botar defeito.
Será que encontramos a solução do ponto de discórdia desse assunto que se arrasta há anos?
Há males que vem para o bem!
Corridas de Rua · 14 dez, 2007
Qual o barato de correr segurando uma placa ou faixa? Sinceramente não sei. A São Silvestre, é a corrida rainha das placas, mas não é a única. Certa vez presenciei um corredor percorrendo os 42km da Maratona de Curitiba com uma bandeira de um estado brasileiro. Fico imaginando: como fica os braços do sujeito após a empreitada.
As placas são alvos de adjetivos nada agradáveis, pois atrapalham o desenvolvimento da largada, além de por em risco a segurança dos corredores quando descartadas no chão. Pelo que observei há dois tipos de plaqueiros: os pessoas físicas e jurídicas.
O primeiro grupo são daqueles que não tem comprometimento com terceiros a não ser seu próprio ego. São facilmente identificáveis: Galvão filma eu!, Mamãe olha eu na Globo e por ai vai. O segundo grupo os jurídicos são aqueles atletas que muitas vezes tiveram sua viagem custeada por prefeituras, políticos ou empresas e invarialmente dizem: Equipe Não sei das quantas agradece a prefeitura de ...., podem ainda simplesmente estar escrito o nome de uma cidade, entre outras obras primas de criatividade.
E você se fosse correr segurando uma placa ou faixa o que escreveria? Clique no link abaixo e deixe sua frase!
Corridas de Rua · 05 dez, 2007
E parece que uma antiga praga volta a atormentar as corridas de rua: os cortadores de caminho, que são pessoas que não fazem o percurso completo e usam artífices para burlar as regras.
Há tempos eles não eram lembrados aqui no Brasil. Um caso notório foi de um médico-corredor que era colunista de uma conceituada revista de corrida nacional. Com seus relatos cheios de histórias (melhor dizer estórias) ele narrava suas maratonas pelo mundo em artigos deliciosos. Até que descobriram e provaram que ele cortava caminho em todas as suas narrativas. Sua máscara caiu.
Outro que ficou famoso foi um caso que acontecia na Maratona de Nova York. Lá depois de largar junto com os demais corredores o atleta simplesmente pegava o metrô e avançava alguns quilômetros. Agora parece que existem indivíduos agindo nas grandes provas brasileiras. Quem faz a denuncia é um atleta da elite brasileira, que segundo ele, esses cortadores de caminho sempre ficam entre os 20 primeiros no geral, em corridas importantes como, São Silvestre e Meia do Rio.
Fiquemos de olho!
Corridas de Rua · 02 dez, 2007
Festa de premiação muitas vezes é menosprezada pelos participantes de uma corrida. Chega, recebe a medalha, se hidrata, faz a social e adeus na maioria das vezes. Mas nem todas as provas são assim. Há aquelas competições em que as premiações dos campeões são bastante concorridas.
Percebi isso na Fast Run Sport Flex Pé, que aconteceu hoje em Mogi das Cruzes, a cerca de 60 quilômetros da capital paulista. Lá após a prova, a grande maioria foi assistir a premiação. Certo, certo, existia os sorteios de brindes para todos os participantes, mas ele foi feito antes das premiações, o que leva por terra a hipótese que eles estivessem lá pelos brindes.
Um autêntico fair play.
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