Organizaçção

Organizadores do Mountain Do Atacama avaliam a prova como positiva

Corrida de Montanha · 02 fev, 2012

Direto de San Pedro de Atacama (Chile) - A edição de estreia do Mountain Do Deserto do Atacama contou uma complexa logística e muito esforço dos organizadores, já que grande parte do material utilizado no evento, como placas, tendas, kits, banners, etc.., foi trazido de caminhão do Brasil. Apesar das dificuldades, os responsáveis pela prova do último domingo (29/01) a avaliam como positiva.

Euclides S. Neto, o Kiko, diretor da Sports Do Marketing Esportivo, confessa que houve algumas falhas, mas o balanço geral é positivo. “Tenho certeza que agradamos 99% das pessoas. Muitos passavam por mim elogiando a organização e também o percurso montado”. Ele agradeceu a presença dos cerca de 500 corredores que abraçaram a ideia de uma corrida em meio ao deserto mais seco e mais alto do mundo.

Uma das falhas foi na premiação, com a falta de troféus em algumas categorias, já que uma parte do material trazido do Brasil ficou retida na aduana chilena e foi obrigado a retornar. “Um dos nossos caminhões não foi autorizado a passar e lá estavam alguns kits extras, parte dos troféus e da hidratação da prova”, lamenta Kiko. Segundo ele, todos os que ficaram sem o prêmio não precisam se preocupar, pois o receberão via correio.

Visão chilena - A Alcadesa de San Pedro de Atacama (espécie de prefeita local), foi uma das apoiadoras da competição e afirma que ano que vem o Mountain Do terá mais uma vez o apoio dos órgãos governamentais. Em 2012 a competição foi limitada a 500 corredores, mas para 2013 esse número pode aumentar.

“É possível aumentar o número de participantes, mas para isso o evento terá que acontecer fora de temporada, provavelmente entre março e abril”, relata Sandra. Ela comenta ainda que o turismo na região tem crescido a cada ano e o Mountain Do ajudou bastante no início de temporada. “No Chile, principalmente San Pedro, o turismo está crescendo. Com esse evento pudemos fomentar o turismo aliado ao esporte. Além disso, as empresas e marcas acompanharam o sucesso desta primeira edição e certamente vão querer nos apoiar da próxima vez.

Apesar do número limitado de participantes, a maioria levou familiares e estendeu a viagem para aproveitar os pontos turísticos, o que movimentou bastante a economia local segundo a Alcadesa. “Podemos falar em aproximadamente dois milhões de dólares, contando Santiago e San Pedro”.

Ainda não há uma confirmação oficial dos organizadores sobre a edição 2013, mas se depender da vontade dos corredores, certamente o evento terá uma vida longa pela frente.


Organizadores do Mountain Do Atacama avaliam a prova como positiva

Corrida de Montanha · 02 fev, 2012

Direto de San Pedro de Atacama (Chile) - A edição de estreia do Mountain Do Deserto do Atacama contou uma complexa logística e muito esforço dos organizadores, já que grande parte do material utilizado no evento, como placas, tendas, kits, banners, etc.., foi trazido de caminhão do Brasil. Apesar das dificuldades, os responsáveis pela prova do último domingo (29/01) a avaliam como positiva.

Euclides S. Neto, o Kiko, diretor da Sports Do Marketing Esportivo, confessa que houve algumas falhas, mas o balanço geral é positivo. “Tenho certeza que agradamos 99% das pessoas. Muitos passavam por mim elogiando a organização e também o percurso montado”. Ele agradeceu a presença dos cerca de 500 corredores que abraçaram a ideia de uma corrida em meio ao deserto mais seco e mais alto do mundo.

Uma das falhas foi na premiação, com a falta de troféus em algumas categorias, já que uma parte do material trazido do Brasil ficou retida na aduana chilena e foi obrigado a retornar. “Um dos nossos caminhões não foi autorizado a passar e lá estavam alguns kits extras, parte dos troféus e da hidratação da prova”, lamenta Kiko. Segundo ele, todos os que ficaram sem o prêmio não precisam se preocupar, pois o receberão via correio.

Visão chilena - A Alcadesa de San Pedro de Atacama (espécie de prefeita local), foi uma das apoiadoras da competição e afirma que ano que vem o Mountain Do terá mais uma vez o apoio dos órgãos governamentais. Em 2012 a competição foi limitada a 500 corredores, mas para 2013 esse número pode aumentar.

“É possível aumentar o número de participantes, mas para isso o evento terá que acontecer fora de temporada, provavelmente entre março e abril”, relata Sandra. Ela comenta ainda que o turismo na região tem crescido a cada ano e o Mountain Do ajudou bastante no início de temporada. “No Chile, principalmente San Pedro, o turismo está crescendo. Com esse evento pudemos fomentar o turismo aliado ao esporte. Além disso, as empresas e marcas acompanharam o sucesso desta primeira edição e certamente vão querer nos apoiar da próxima vez.

Apesar do número limitado de participantes, a maioria levou familiares e estendeu a viagem para aproveitar os pontos turísticos, o que movimentou bastante a economia local segundo a Alcadesa. “Podemos falar em aproximadamente dois milhões de dólares, contando Santiago e San Pedro”.

Ainda não há uma confirmação oficial dos organizadores sobre a edição 2013, mas se depender da vontade dos corredores, certamente o evento terá uma vida longa pela frente.

Organizadores da São Silvestre falam sobre as mudanças na prova

Corridas de Rua · 16 nov, 2011

Matéria atualizada em 17/11 às 12h14.

A Corrida Internacional de São Silvestre sofreu diversas alterações em seu percurso esse ano. Primeiro a chegada foi alterada para o Parque Ibirapuera no lugar da Avenida Paulista e depois foram anunciadas alterações como a retirada da Rua da Consolação e Elevado Costa e Silva (Minhocão) e a inclusão da descida da Rua Major Natanael.

Manuel Arroyo (Vasco), diretor técnico da prova, e Júlio Deodoro, responsável pela Fundação Cásper Líbero, falaram sobre as mudanças. Júlio concedeu a entrevista ao Programa Vamos Correr da ESPN Brasil, enquanto Vasco falou à Rádio Jovem Pan.

A seguir trechos da entrevista publicados e comentados pelo repórter da Jovem Pan Bruno Vicari, que reproduziu a entrevista em seu blog (blogs.jovempan.uol.com.br/pedaladas).

Diretor Técnico - Manuel Arroyo, o Vasco, diretor técnico da prova, deu uma entrevista na Jovem Pan. “Psicologicamente você respira melhor no Ibirapuera do que na Paulista”, diz sobre o prometido conforto no Parque.

O argumento dado para a retirada do Minhocão também é curioso: “existia o perigo de alguém pular lá de cima, ou então escorregar e cair“, conta o dirigente. “A Av. Pacaembu é mais bonita que o Minhocão”, completa.

“Existia o risco de alguém tropeçar em uma caixa de som ou em um fio desencapado da festa de Réveillon”, diz sobre a retirada da chegada na Paulista. “Tiramos a Consolação e colocamos a Major Natanael, que é mais curta”.

Porém, Vasco apresentou um argumento interessante. “800 corredores ficaram sem marcação de tempo no ano passado, por causa de festa do Réveillon”.

Diretor Geral - Júlio Deodoro fala à repórter Carla Gomes sobre as alterações.

A entrevista com Manuel Arroyo é cortesia de Bruno Vicari e Rádio Jovem Pan, enquanto o vídeo de Júlio Deodoro é cortesia de Patrícia Palhares e ESPN Brasil.


Organizadores da São Silvestre falam sobre as mudanças na prova

Corridas de Rua · 16 nov, 2011

Matéria atualizada em 17/11 às 12h14.

A Corrida Internacional de São Silvestre sofreu diversas alterações em seu percurso esse ano. Primeiro a chegada foi alterada para o Parque Ibirapuera no lugar da Avenida Paulista e depois foram anunciadas alterações como a retirada da Rua da Consolação e Elevado Costa e Silva (Minhocão) e a inclusão da descida da Rua Major Natanael.

Manuel Arroyo (Vasco), diretor técnico da prova, e Júlio Deodoro, responsável pela Fundação Cásper Líbero, falaram sobre as mudanças. Júlio concedeu a entrevista ao Programa Vamos Correr da ESPN Brasil, enquanto Vasco falou à Rádio Jovem Pan.

A seguir trechos da entrevista publicados e comentados pelo repórter da Jovem Pan Bruno Vicari, que reproduziu a entrevista em seu blog (blogs.jovempan.uol.com.br/pedaladas).

Diretor Técnico - Manuel Arroyo, o Vasco, diretor técnico da prova, deu uma entrevista na Jovem Pan. “Psicologicamente você respira melhor no Ibirapuera do que na Paulista”, diz sobre o prometido conforto no Parque.

O argumento dado para a retirada do Minhocão também é curioso: “existia o perigo de alguém pular lá de cima, ou então escorregar e cair“, conta o dirigente. “A Av. Pacaembu é mais bonita que o Minhocão”, completa.

“Existia o risco de alguém tropeçar em uma caixa de som ou em um fio desencapado da festa de Réveillon”, diz sobre a retirada da chegada na Paulista. “Tiramos a Consolação e colocamos a Major Natanael, que é mais curta”.

Porém, Vasco apresentou um argumento interessante. “800 corredores ficaram sem marcação de tempo no ano passado, por causa de festa do Réveillon”.

Diretor Geral - Júlio Deodoro fala à repórter Carla Gomes sobre as alterações.

A entrevista com Manuel Arroyo é cortesia de Bruno Vicari e Rádio Jovem Pan, enquanto o vídeo de Júlio Deodoro é cortesia de Patrícia Palhares e ESPN Brasil.