Mulheres_Notícias

Brasília faz prova exclusiva para mulheres

Caminhada · 08 mar, 2006

No próximo fim de semana, 12 de março, acontece em Brasília a terceira edição da Corrida da Mulher. A prova comemora o Dia Internacional da Mulher e terá um percurso com cinco quilômetros, além de uma caminhada de 1,5km.

As inscrições poderão ser feitas até dia dez com limite de 800 inscritos. Para participar basta doar dois quilos de alimento não perecível. Segundo os organizadores, pretende-se arrecadar cerca de três toneladas de alimentos para instituições de amparo às mulheres vítimas de violência.

A corrida será realizada no Eixão Sul com a largada em frente ao Banco Central prevista às 9h. Mais informações aqui

Kastor participa de meia-maratona e pode bater recorde

Meia Maratona · 08 mar, 2006

A maratonista americana Deena Kastor anunciou que irá participar da Meia-Maratona de Berlim. A prova está marcada para o dia dois de abril, mas segundo a atleta, faz parte do seu treino para a Maratona de Londres.

O seu melhor tempo em meia-maratona foi de 1h07min53s, conquistado nos Estados Unidos no ano passado. Essa marca é o recorde americano dos 21 quilômetros.

O recorde da Meia de Berlim é de 1h08min22s da queniana Joyce Chepchumba. A principal rival de Deena Kastor na prova será a campeã do ano passado, a alemã Luminita Zaituc. Ela completou a prova no tempo de 1h11min04s. Pelas estatísticas, Deena Kastor pode surpreender e até bater o recorde da prova.

Maratonista é tema de exposição sobre mulheres

A maratonista Ana Luiza Garcez, conhecida por muitos como Animal, é uma das personagens da exposição fotográfica “Non Ducor Duco, Um dia na vida de mulheres paulistanas”. O projeto foi desenvolvido pelo grupo de estudantes do Imã e retratou o cotidiano de 14 mulheres que vivem em São Paulo.

Segundo o curador da exposição, João Bittar, o projeto busca enaltecer a personagem feminina. A exposição “Non Ducor Duco” (Não sou conduzido, conduzo) exibe fotos de mulheres com diferentes atividades: bailarina, freira, modelo, enfermeira, mãe de santo, pilota de Fórmula Truck, atriz, professora, empregada doméstica, jornalista, fotógrafa, maratonista e dona de casa.

A exposição começa hoje (8), dia da mulher, e vai até 31 de março na Imã Foto Galeria. Esta fica na rua Fradique Coutinho, 1239, a entrada é franca.

Ana Garcez - Ana é maratonista profissional e na sua categoria de idade, 40-45 anos, vence quase todas as provas. Mas ela já teve uma vida bem diferente da atual.

Até os 35 anos de idade, ela vivia perambulando pelas ruas de São Paulo. Como não tinha dinheiro para comer, usava drogas "para amenizar a fome". Além disso, Ana já foi interna da Febem e conta que começou a correr nas ruas para fugir dos policiais. “Corria quando roubava e eu era a melhor”, revela.

Sem nenhum preparo físico e com calçados inadequados, Ana, resolveu correr pela primeira vez uma maratona (42,195 km) em São Paulo, cujo nome diz não se recordar. Mesmo com as dificuldades que encontrou durante a prova, como o cansaço, ela fez questão de completar a maratona e chegou em último lugar. Desde então ela não parou. Hoje ela ainda enfrenta dificuldades financeiras para treinar e competir, mas isso não é motivo de desânimo.


Maratonista é tema de exposição sobre mulheres

Maratona · 08 mar, 2006

A maratonista Ana Luiza Garcez, conhecida por muitos como Animal, é uma das personagens da exposição fotográfica “Non Ducor Duco, Um dia na vida de mulheres paulistanas”. O projeto foi desenvolvido pelo grupo de estudantes do Imã e retratou o cotidiano de 14 mulheres que vivem em São Paulo.

Segundo o curador da exposição, João Bittar, o projeto busca enaltecer a personagem feminina. A exposição “Non Ducor Duco” (Não sou conduzido, conduzo) exibe fotos de mulheres com diferentes atividades: bailarina, freira, modelo, enfermeira, mãe de santo, pilota de Fórmula Truck, atriz, professora, empregada doméstica, jornalista, fotógrafa, maratonista e dona de casa.

A exposição começa hoje (8), dia da mulher, e vai até 31 de março na Imã Foto Galeria. Esta fica na rua Fradique Coutinho, 1239, a entrada é franca.

Ana Garcez - Ana é maratonista profissional e na sua categoria de idade, 40-45 anos, vence quase todas as provas. Mas ela já teve uma vida bem diferente da atual.

Até os 35 anos de idade, ela vivia perambulando pelas ruas de São Paulo. Como não tinha dinheiro para comer, usava drogas "para amenizar a fome". Além disso, Ana já foi interna da Febem e conta que começou a correr nas ruas para fugir dos policiais. “Corria quando roubava e eu era a melhor”, revela.

Sem nenhum preparo físico e com calçados inadequados, Ana, resolveu correr pela primeira vez uma maratona (42,195 km) em São Paulo, cujo nome diz não se recordar. Mesmo com as dificuldades que encontrou durante a prova, como o cansaço, ela fez questão de completar a maratona e chegou em último lugar. Desde então ela não parou. Hoje ela ainda enfrenta dificuldades financeiras para treinar e competir, mas isso não é motivo de desânimo.

Mulheres marcam presença na Abertura Corpore

A data oito de março é mundialmente reconhecida como o “Dia da Mulher”. E o número de mulheres nas corridas brasileiras aumentou. Apesar de não existir nenhuma pesquisa brasileira que comprove isso, a presença feminina pode ser notada principalmente em provas de curtas distâncias.

Nesse fim de semana aconteceu em São Paulo a primeira etapa do Circuito Corpore e muitas mulheres estavam presentes. O evento ofereceu duas distâncias para os corredores: cinco ou doze quilômetros.

Essa foi a primeira vez que Telma Puppo, 40 anos, participou de uma corrida. Apesar de ter feito a menor distância, a prova já foi uma vitória para a paulistana, que estava em estado de êxtase no final. “Eu estou emocionada. Faz seis meses que eu treino e essa foi a minha primeira prova”, diz Telma.

As amigas de sua assessoria esportiva, que correram junto com Telma, logo entregaram a colega: “ela ficou até com dor de barriga por causa da ansiedade”. Mas Telma justificou. “Antes da prova eu tive medo. Medo de não completar. Quando passei o terceiro quilômetro vi que poderia completar e corri com pique total. A melhor sensação que tive foi no final. A sensação de vitória”, revela Telma com um largo sorriso no rosto e a medalha pendurada no peito. Ela e suas amigas pretendem correr de novo. A meta do grupo é participar de uma prova por mês.

Um pouco adiante da animada turma estava mais uma representante da ala feminina na prova. Luciene Salomé descansava sentada no meio fio depois de correr cinco quilômetros. “Essa prova foi um teste para mim. Como estava parada resolvi voltar para as corridas numa prova mais curta, assim pude corre com pique total”, conta Luciene.

Indagada sobre a presença feminina nas provas, Luciene, que corre a três anos, afirmou que o número de mulheres aumentou. “Mas as mulheres ainda correm provas curtas de cinco ou dez quilômetros. Provas com distâncias maiores é mais difícil encontrar mulher”, conta.

Se depender da “mulherada” em breve elas estarão em provas de longas distâncias. No final do evento, uma corredora anônima passou conversando com um amigo e disse: “esse ano quero correr todas as provas!” Pelo jeito ninguém segura essas mulheres.


Mulheres marcam presença na Abertura Corpore

Corridas de Rua · 05 mar, 2006

A data oito de março é mundialmente reconhecida como o “Dia da Mulher”. E o número de mulheres nas corridas brasileiras aumentou. Apesar de não existir nenhuma pesquisa brasileira que comprove isso, a presença feminina pode ser notada principalmente em provas de curtas distâncias.

Nesse fim de semana aconteceu em São Paulo a primeira etapa do Circuito Corpore e muitas mulheres estavam presentes. O evento ofereceu duas distâncias para os corredores: cinco ou doze quilômetros.

Essa foi a primeira vez que Telma Puppo, 40 anos, participou de uma corrida. Apesar de ter feito a menor distância, a prova já foi uma vitória para a paulistana, que estava em estado de êxtase no final. “Eu estou emocionada. Faz seis meses que eu treino e essa foi a minha primeira prova”, diz Telma.

As amigas de sua assessoria esportiva, que correram junto com Telma, logo entregaram a colega: “ela ficou até com dor de barriga por causa da ansiedade”. Mas Telma justificou. “Antes da prova eu tive medo. Medo de não completar. Quando passei o terceiro quilômetro vi que poderia completar e corri com pique total. A melhor sensação que tive foi no final. A sensação de vitória”, revela Telma com um largo sorriso no rosto e a medalha pendurada no peito. Ela e suas amigas pretendem correr de novo. A meta do grupo é participar de uma prova por mês.

Um pouco adiante da animada turma estava mais uma representante da ala feminina na prova. Luciene Salomé descansava sentada no meio fio depois de correr cinco quilômetros. “Essa prova foi um teste para mim. Como estava parada resolvi voltar para as corridas numa prova mais curta, assim pude corre com pique total”, conta Luciene.

Indagada sobre a presença feminina nas provas, Luciene, que corre a três anos, afirmou que o número de mulheres aumentou. “Mas as mulheres ainda correm provas curtas de cinco ou dez quilômetros. Provas com distâncias maiores é mais difícil encontrar mulher”, conta.

Se depender da “mulherada” em breve elas estarão em provas de longas distâncias. No final do evento, uma corredora anônima passou conversando com um amigo e disse: “esse ano quero correr todas as provas!” Pelo jeito ninguém segura essas mulheres.

Maratona de Revezamento japonesa promete ter briga acirrada no domingo

Maratona · 24 fev, 2006

No próximo domingo (26) acontece no Japão a Maratona de Revezamento feminina Ekiden. Ao todo 14 equipes participarão da competição, seis são estrangeiras. A prova, realizada em Yokohama, será dividida em seis partes e cada atleta do time terá que correr um dos trechos. Porém os trechos têm distâncias diferentes: 5Km, 10Km, 6Km, 6Km, 10Km e 5.195Km.

A briga pelo pódio deve ser acirrada. O time japonês, que já participou de 23 edições da competição e tem nove vitórias, afirma brigar pelo título. Mas as equipes estrangeiras vão apertar a disputa principalmente as quenianas, etíopes, russas e romenas. Todos os quatro times são considerados os adversários mais fortes do Japão.

A arma mais potente do Quênia é a maratonista Catherine Ndereba, medalha de prata na Maratona Olímpica de 2004. Entre as romenas a melhor atleta é Constantina Tomescu-Dita, campeã mundial da Meia-Maratona do ano passado e da Maratona de Chicago em 2004.

Carla Moreno quer o tetracampeonato do Triathlon de Caiobá

Triathlon · 17 fev, 2006

A triathleta Carla Moreno acaba de vencer uma prova e já parte para uma nova competição. No último domingo ela conquistou o bicampeonato do Internacional de Santos e agora no dia 19 de fevereiro disputa a etapa de Caiobá do Circuito Nacional Sesc.

"Ainda estou um pouco cansada por causa de minha última competição, mas em condições de fazer o melhor possível para tentar a vitória", explica ela. A prova será disputada na distância olímpica que para 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida.

Se Moreno vencer a competição ela irá conquistar o tetracampeonato do evento. "E agora vou atrás do tetra. Nunca entro para perder e coloco a vitória sempre como objetivo principal. Se um mau resultado aparecer, é uma conseqüência normal do esporte, afinal ninguém é perfeito", comenta Carla, que se posiciona entre as cinco primeiras da prova desde 1998.

Confederação Brasileira de Triathlon inaugura centro de treinamento só para elas

Triathlon · 17 fev, 2006

Agora as mulheres brasileiras contam com um Centro Nacional de Treinamento de Triathlon (CNTT) exclusivo para elas. Nessa semana a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri) em parceria com a Federação Paulista de Triathlon, Grupo Dhama, Prefeitura de São Carlos e Cali Swimming inaugurou o CNTT que fica na cidade de São Carlos (SP).

Segundo a Cbtri, o centro de treinamento já dispõe de uma piscina com 25 metros e em 80 dias estará pronta uma outra piscina de 25 por 12 metros, coberta e aquecida. Além disso, as triathletas poderão nadar também em cinco lagos ecologicamente limpos.

"Estará à disposição uma academia com seis spinners, quatro esteiras profissionais e até uma sauna. Em breve, ela será ampliada fazendo parte do conjunto aquático. Consta ainda uma pista para treinamento de ciclismo demarcada por quilômetros perfazendo 16km, dentro do Condomínio Damha, com asfalto impecável, segurança total e ainda espaço para ser aumentada quando for necessário", conta o presidente da Federação Paulista de Triathlon, Frederico Wilche.

Algumas atletas já foram selecionadas para integrar o CNTT nessa primeira fase. Elas são: Laisse Stephanie Costa de Souza (DF), Taisa Gentine (SP), Tuanny Viegas de Oliveira (SP), Manoela Tessarin (SP) e Alessandra Rocio de Carvalho (SC). Todas receberão bolsa de estudo da Faculdade Unicep.

Triathleta alemã pega em exame antidoping volta às competições

Triathlon · 10 fev, 2006

Depois de ficar 16 meses afastadas das competições por causa de doping, a triathleta alemã Nina Craft retorna ao triathlon numa prova no Brasil. Ela participa do Triathlon Internacional de Santos que acontece no próximo domingo no litoral paulista.

Nina foi punida em 2004 durante o Ironman do Havaí. Um exame antidoping comprovou que ela tinha usado substâncias proibidas no esporte. Na época ela havia conquistado o primeiro lugar do Ironman.

Segundo a triathleta, o flagra já é coisa do passado. Aos 37 anos ela pretende utilizar as provas de 2006 como uma forma de recuperação. “Em Santos, a minha expectativa é fazer uma boa prova e, quem sabe, ficar entre as três primeiras”, conta.

Carla Moreno é eleita a melhor triathleta do ano

Triathlon · 14 dez, 2005

Nessa última terça-feira o Comitê Olímpico Brasileiro prestigiou os melhores atletas do ano numa festa de gala no Rio de Janeiro. E pela terceira vez consecutiva a triathleta Carla Moreno foi eleita a melhora atleta da modalidade.

"É gratificante e bacana ser lembrada por todo seu esforço e dedicação. Trata-se de um reconhecimento importante para os atletas que tentam honrar as cores do País. Isso serve como um incentivo para continuarmos batalhando", conta Moreno.

Ainda esse ano ela disputa no próximo domingo o Grand Prix Internacional de Triathlon, que será realizado no Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

"A expectativa é que a prova tenha alto nível, até com a presença de estrangeiras, que já podem vir para se preparar para o Mundialito de Fast Triathlon Feminino, no fim de janeiro, em Santos", revela.

Na eleição popular os vencedores da competição foram o judoca João Derly e a lutadora de taekwondo Natália Falavigna.

Narloch está fora da Pampulha por causa de tombo

Corridas de Rua · 30 nov, 2005

A maratonista Márcia Narloch não irá participar da Volta da Pampulha, que acontece nesse domingo em Belo Horizonte, porque caiu durante um treino na cidade de Teresópolis (RJ). Assim ela não lutará pelo bicampeonato da prova mineira.

Segundo Narloch, ela se machucou ao escorregar durante o treino, já que o piso estava molhado por causa da chuva. Com isso ela feriu a perna e o cóccix. “Foi uma pena, porque tudo estava pronto para a Pampulha. Agora, quero voltar rápido para dar seqüência à preparação para a Corrida de São Silvestre”, disse Márcia Narloch.

“Eu gosto muito de correr a distância de 18 quilômetros, fiquei muito triste de não poder mais participar do evento mineiro. Faltam apenas três dias para a prova, e é melhor que eu faça o tratamento direito para não piorar as lesões”, acrescenta a maratonista.