Marílson Gomes dos Santos

Marílson descarta 10.000m nos Jogos Olímpicos e tenta vaga na Maratona

Marílson Gomes dos Santos, fundista brasileiro em atividade de maior destaque, ainda não assegurou sua vaga nos Jogos Olímpicos de Londres - 2012. O corredor falhou em sua primeira tentativa de obter a classificação para a nobre prova da Maratona, abandonando a Maratona de Chicago (09/10) após o trigésimo quilômetro.

Semanas depois, Marílson foi ao México para disputar os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, sua terceira participação nos Jogos. A distância da prova desta vez era outra, os 10.000m (27/10), e o brasileiro conquistou a sua primeira medalha de ouro em Pans.

“Esta medalha era esperada há muito tempo”, celebra o brasileiro, que relacionou o abandono em Chicago com a vitória em Guadalajara. “Fui para a Maratona de Chicago com a intenção de fazer determinada marca [abaixo de 2h15min, índice olímpico] e no Pan eu iria competir do jeito que desse”, assume.

Como não terminou a prova nos Estados Unidos, Marílson afirma que teve melhor recuperação e chegou aos Jogos Pan-Americanos mais preparado para a disputa dos 10.000m. “Acho que tem males que vem para o bem”, afirma o fundista, que sobrou na prova disputada no Estádio de Atletismo Telemex, em Guadalajara. Marílson correu a distância em 29min00seg54, mais de 40 segundos à frente do mexicano Juan Carlos Romero, segundo colocado.

“Imaginava que seria bem mais difícil, boa parte dos adversários tinha marcas abaixo de 28 minutos. O calor de 30 graus, 1.600 metros de altitude e umidade de 21% foram fundamentais para o resultado da prova, porque quem sente menos é favorecido”, relembra Marílson.

Apesar do bom desempenho, o corredor descarta tentar a disputa dos 10.000m nos Jogos Olímpicos. “Está fora de cogitação. Até porque na maratona tenho mais chances de brigar por medalha”, afirma.

Vaga nos Jogos Olímpicos de Londres - O fundista ainda lamenta o mau desempenho em Chicago. “Eu estava em excelente fase. Mas tem dia que não dá certo, depende de fatores extratreinamento”.

Segundo Marílson, a prova de maratona está cada vez mais popular, o que tem aumentado a competitividade da modalidade de forma exponencial. “A prova está cada vez mais difícil. Neste ano eu fiz 2h06, marca que há três anos estaria entre as dez melhores do mundo. Hoje sou o 28º”, analisa.

Em 2011, o brasileiro é o 21º maratonista mais rápido do mundo – o primeiro não queniano. Como cada país pode levar no máximo três atletas para a prova, Marílson enxerga possibilidade real de medalha. “São três por país, temos muitos maratonistas [quenianos] que não poderão competir. Então eu entro como o quarto melhor para os Jogos Olímpicos”, esclarece o corredor.

No entanto, para ir a Londres Marílson precisa correr uma Maratona em menos de 2h15 até o final de abril, quando expira o prazo de obtenção do índice. “A marca não é tão difícil. É questão de correr com cautela, não visar a colocação na prova e nem uma marca pessoal, só o índice”, reconhece.

Para tanto, a corrida escolhida deverá ser a Maratona de Londres, em 22 de abril, coincidentemente a mesma cidade dos Jogos Olímpicos. “Não decidimos ainda. Temos o convite e é provável que seja ela, mas não está concretizado”, conta. “Vai ser minha única tentativa”.

São Silvestre - Tricampeão da tradicional corrida paulista de 31 de dezembro, Marílson não considera disputar a prova neste ano. “Estou precisando descansar. Daqui a um mês podemos avaliar, eu e o Adauto [Domingues, treinador], mas temos que ver se eu terei condições”.


Marílson descarta 10.000m nos Jogos Olímpicos e tenta vaga na Maratona

Atletismo · 11 nov, 2011

Marílson Gomes dos Santos, fundista brasileiro em atividade de maior destaque, ainda não assegurou sua vaga nos Jogos Olímpicos de Londres - 2012. O corredor falhou em sua primeira tentativa de obter a classificação para a nobre prova da Maratona, abandonando a Maratona de Chicago (09/10) após o trigésimo quilômetro.

Semanas depois, Marílson foi ao México para disputar os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, sua terceira participação nos Jogos. A distância da prova desta vez era outra, os 10.000m (27/10), e o brasileiro conquistou a sua primeira medalha de ouro em Pans.

“Esta medalha era esperada há muito tempo”, celebra o brasileiro, que relacionou o abandono em Chicago com a vitória em Guadalajara. “Fui para a Maratona de Chicago com a intenção de fazer determinada marca [abaixo de 2h15min, índice olímpico] e no Pan eu iria competir do jeito que desse”, assume.

Como não terminou a prova nos Estados Unidos, Marílson afirma que teve melhor recuperação e chegou aos Jogos Pan-Americanos mais preparado para a disputa dos 10.000m. “Acho que tem males que vem para o bem”, afirma o fundista, que sobrou na prova disputada no Estádio de Atletismo Telemex, em Guadalajara. Marílson correu a distância em 29min00seg54, mais de 40 segundos à frente do mexicano Juan Carlos Romero, segundo colocado.

“Imaginava que seria bem mais difícil, boa parte dos adversários tinha marcas abaixo de 28 minutos. O calor de 30 graus, 1.600 metros de altitude e umidade de 21% foram fundamentais para o resultado da prova, porque quem sente menos é favorecido”, relembra Marílson.

Apesar do bom desempenho, o corredor descarta tentar a disputa dos 10.000m nos Jogos Olímpicos. “Está fora de cogitação. Até porque na maratona tenho mais chances de brigar por medalha”, afirma.

Vaga nos Jogos Olímpicos de Londres - O fundista ainda lamenta o mau desempenho em Chicago. “Eu estava em excelente fase. Mas tem dia que não dá certo, depende de fatores extratreinamento”.

Segundo Marílson, a prova de maratona está cada vez mais popular, o que tem aumentado a competitividade da modalidade de forma exponencial. “A prova está cada vez mais difícil. Neste ano eu fiz 2h06, marca que há três anos estaria entre as dez melhores do mundo. Hoje sou o 28º”, analisa.

Em 2011, o brasileiro é o 21º maratonista mais rápido do mundo – o primeiro não queniano. Como cada país pode levar no máximo três atletas para a prova, Marílson enxerga possibilidade real de medalha. “São três por país, temos muitos maratonistas [quenianos] que não poderão competir. Então eu entro como o quarto melhor para os Jogos Olímpicos”, esclarece o corredor.

No entanto, para ir a Londres Marílson precisa correr uma Maratona em menos de 2h15 até o final de abril, quando expira o prazo de obtenção do índice. “A marca não é tão difícil. É questão de correr com cautela, não visar a colocação na prova e nem uma marca pessoal, só o índice”, reconhece.

Para tanto, a corrida escolhida deverá ser a Maratona de Londres, em 22 de abril, coincidentemente a mesma cidade dos Jogos Olímpicos. “Não decidimos ainda. Temos o convite e é provável que seja ela, mas não está concretizado”, conta. “Vai ser minha única tentativa”.

São Silvestre - Tricampeão da tradicional corrida paulista de 31 de dezembro, Marílson não considera disputar a prova neste ano. “Estou precisando descansar. Daqui a um mês podemos avaliar, eu e o Adauto [Domingues, treinador], mas temos que ver se eu terei condições”.

Marílson justifica abandono em Chicago

Maratona · 10 out, 2011

O maratonista brasileiro Marílson Gomes dos Santos abandonou, no domingo (09/10) a Maratona de Chicago (EUA), prova que correu em busca do índice olímpico. Segundo seu técnico, Adauto Domingues, o calor foi o principal culpado da desistência, assim como a opção pela integridade do atleta.

“No quilômetro 26, ele sentiu enjôo e diminuiu o ritmo”, explica o treinador. O mal estar não passou e como “não conseguiria fazer um tempo bom para o índice”, o fundista abandonou no quilômetro 33.

Marílson culpa a temperatura e o isotônico nos postos de hidratação pela desistência. “O calor foi aumentando. O isotônico que eu pegava estava muito quente, o que pode ter provocado o mal-estar", diz.

Na disputa feminina, a brasileira Cruz Nonata, debutante em maratonas e também em busca do índice olímpico, terminou em nono. Seu tempo, no entanto, foi cinco minutos aquém do índice – Cruz correu em 2h35min35, o índice é de 2h30min07.

Ambos seguem agora para San Luis Potosi, no México, onde a delegação brasileira de atletismo se prepara para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Marílson disputará os 10.000m e Cruz Nonata correrá tanto na prova de 10.0000m como a de 5.000m.

Para a vaga nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, Marílson terá até 29 de abril para finalizar uma maratona abaixo de 2h15min. “Ainda vamos conversar sobre isso. Talvez ele dispute a Maratona de Roterdã, em 15 de abril", finaliza Adauto.

Marílson abandona Maratona de Chicago

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, que correu a Maratona de Chicago (EUA) neste domingo (09/10) em busca de assegurar vaga nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, abandonou a corrida após o trigésimo quilômetro. Outra representante brasileira entre os atletas de elite, a piauiense Cruz Nonata completou a prova na cidade norte-americana em 2h35min35, em nono lugar.

A russa Liliya Shobukhova venceu na categoria feminina e quebrou uma marca no circuito das maiores maratonas do mundo (World Marathon Majors – WMM) ao ganhar a Maratona de Chicago pela terceira vez consecutiva. Chicago era a única das cinco Majors a não ter um atleta detentor de tal marca.

Com o tempo de 2h18min10, Shobukhova fez a melhor marca feminina de atletas russas em maratonas. “Estou muito feliz, é um grande resultado. Feliz por estar na história”, celebra a maratonista, referindo-se às três vitórias consecutivas. “Daria dez como nota para meu desempenho hoje”, diz, orgulhosa.

Entre os homens, o vencedor foi o queniano Moses Mosop, que em sua segunda maratona bateu o recorde da prova, pertencente até então ao seu compatriota Sammy Wanjiru (falecido em maio). Mosop completou o percurso em 2h05min37, diminuindo o tempo de Wanjiru em quatro segundos.

O segundo colocado foi o também queniano Wesley Korir, seguido do compatriota Bernard Kipyego. Mosop, que venceu apesar de um problema no tendão de Aquiles, agradeceu o apoio local. “A partir do quilômetro 35 eu tive dificuldades, comecei a sentir dor na perna, mas o incentivo do público me deu forças para continuar”, diz o vencedor. “Estou feliz e agradeço ao povo de Chicago pelo apoio”.

A prova
A Maratona de Chicago reuniu mais de 40 mil corredores de 160 países. Com largada às 7h30 (09h30 do horário de Brasília), a manhã ensolarada teve agradáveis 19 °C de temperatura na largada e aumentou cerca de um grau e meio até o final, com ventos de 8 km/h.

A prova começou a ser decidida no quilômetro 24, quando o pelotão de frente, até então com 12 homens, passou a contar com apenas cinco, conduzidos pelos coelhos (marcadores de ritmo). Marílson e o norte-americano Ryan Hall estavam entre os que ficaram para trás.

No trigésimo quilômetro, Wesley Korir apertou a passada e assumiu a ponta, mas dois quilômetros depois, com dez ainda por correr, foi ultrapassado por Moses Mosop, que abriu vantagem e liderou até o final.

Confira os resultados da Maratona de Chicago:

Masculino
1º Moses Mosop – 2h05min37
2º Wesley Korir – 2h06min15
3º Bernard Kipyego – 2h06min29

Feminino
1ª Liliya Shobukhova – 2h18min20
2ª Ejegayehu Dibaba – 2h22min09
3ª Kayoko Fukushi – 2h24min38


Marílson abandona Maratona de Chicago

Maratona · 09 out, 2011

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, que correu a Maratona de Chicago (EUA) neste domingo (09/10) em busca de assegurar vaga nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, abandonou a corrida após o trigésimo quilômetro. Outra representante brasileira entre os atletas de elite, a piauiense Cruz Nonata completou a prova na cidade norte-americana em 2h35min35, em nono lugar.

A russa Liliya Shobukhova venceu na categoria feminina e quebrou uma marca no circuito das maiores maratonas do mundo (World Marathon Majors – WMM) ao ganhar a Maratona de Chicago pela terceira vez consecutiva. Chicago era a única das cinco Majors a não ter um atleta detentor de tal marca.

Com o tempo de 2h18min10, Shobukhova fez a melhor marca feminina de atletas russas em maratonas. “Estou muito feliz, é um grande resultado. Feliz por estar na história”, celebra a maratonista, referindo-se às três vitórias consecutivas. “Daria dez como nota para meu desempenho hoje”, diz, orgulhosa.

Entre os homens, o vencedor foi o queniano Moses Mosop, que em sua segunda maratona bateu o recorde da prova, pertencente até então ao seu compatriota Sammy Wanjiru (falecido em maio). Mosop completou o percurso em 2h05min37, diminuindo o tempo de Wanjiru em quatro segundos.

O segundo colocado foi o também queniano Wesley Korir, seguido do compatriota Bernard Kipyego. Mosop, que venceu apesar de um problema no tendão de Aquiles, agradeceu o apoio local. “A partir do quilômetro 35 eu tive dificuldades, comecei a sentir dor na perna, mas o incentivo do público me deu forças para continuar”, diz o vencedor. “Estou feliz e agradeço ao povo de Chicago pelo apoio”.

A prova
A Maratona de Chicago reuniu mais de 40 mil corredores de 160 países. Com largada às 7h30 (09h30 do horário de Brasília), a manhã ensolarada teve agradáveis 19 °C de temperatura na largada e aumentou cerca de um grau e meio até o final, com ventos de 8 km/h.

A prova começou a ser decidida no quilômetro 24, quando o pelotão de frente, até então com 12 homens, passou a contar com apenas cinco, conduzidos pelos coelhos (marcadores de ritmo). Marílson e o norte-americano Ryan Hall estavam entre os que ficaram para trás.

No trigésimo quilômetro, Wesley Korir apertou a passada e assumiu a ponta, mas dois quilômetros depois, com dez ainda por correr, foi ultrapassado por Moses Mosop, que abriu vantagem e liderou até o final.

Confira os resultados da Maratona de Chicago:

Masculino
1º Moses Mosop – 2h05min37
2º Wesley Korir – 2h06min15
3º Bernard Kipyego – 2h06min29

Feminino
1ª Liliya Shobukhova – 2h18min20
2ª Ejegayehu Dibaba – 2h22min09
3ª Kayoko Fukushi – 2h24min38

Marílson Gomes vence com tranquilidade os 10 mil do Troféu Brasil

Direto do Troféu Brasil - Marílson Gomes dos Santos provou mais uma vez porque é o principal fundista da atualidade no Brasil e venceu com sobra os 10.000m do Troféu Brasil de Atletismo, em São Paulo. O brasiliense marcou 28min40seg75 e ainda puxou durante boa parte da prova seu colega de equipe David Benedito de Macedo, para que ele tentasse a vaga no Pan.

Na primeira volta Jose Magno dos Santos Mota, da equipe Orcampi Unimed assumiu a liderança, mas logo foi ultrapassado por Damião Ancelmo de Souza, da Pé de Vento. Ele se manteve à frente por duas voltas, mas logo Marílson e David o ultrapassaram para assumir as duas primeiras posições até o fim.

O brasiliense segurou um pouco o ritmo e a todo o momento verificava se seu companheiro de equipe o estava seguindo, mas na última volta mostrou todo seu potencial e abriu para cruzar em primeiro. David marcou 28min41seg72 e não obteve a vaga no Pan, pois Giovani dos Santos, da equipe Pé de Vento, já havia marcado 28min41seg02 anteriormente.

Já Marílson está garantido no Pan e agora volta seus treinamentos para a Maratona de Chicago, em Outubro, onde pretende conquistar uma vaga na Olimpíada de Londres 2012. “Corri bem, tentei ajudar o David, mas ele ainda terá várias oportunidades”, relata Marílson. “Ainda estou me recuperando de uma gripe que peguei há dez dias, mas consegui correr bem”, completa.

Ele geralmente corre sob pressão para obter algum índice ou conquistar determinada marca, mas dessa vez competiu tranquilamente. “Ainda bem”, brinca. “Eu me preparei para isso. Foquei bem os treinos e obtive o índice do Pan em maio para chegar hoje tranquilo”. Garantido no Pan e com chances de obter a vaga olímpica, só faltaria para ele o índice para o Mundial de Daegu, na Coréia entre 27 agosto e quatro de setembro. “Eu até gostaria, mas o calendário não permite. Temos o Mundial, Pan, Maratona...não sou de ferro e é necessário fazer opções”.

Sobre a participação em Chicago, ele prefere não fazer planos quanto a vitória ou pódio, pois o foco principal será a vaga olímpica. “Não posso deixar para a última hora, pois já fiquei de fora da Olimpíada de Atenas por conta disso. Claro que se durante a prova eu tiver a oportunidade de melhorar minha marca, vou tentar”, finaliza.


Marílson Gomes vence com tranquilidade os 10 mil do Troféu Brasil

Atletismo · 03 ago, 2011

Direto do Troféu Brasil - Marílson Gomes dos Santos provou mais uma vez porque é o principal fundista da atualidade no Brasil e venceu com sobra os 10.000m do Troféu Brasil de Atletismo, em São Paulo. O brasiliense marcou 28min40seg75 e ainda puxou durante boa parte da prova seu colega de equipe David Benedito de Macedo, para que ele tentasse a vaga no Pan.

Na primeira volta Jose Magno dos Santos Mota, da equipe Orcampi Unimed assumiu a liderança, mas logo foi ultrapassado por Damião Ancelmo de Souza, da Pé de Vento. Ele se manteve à frente por duas voltas, mas logo Marílson e David o ultrapassaram para assumir as duas primeiras posições até o fim.

O brasiliense segurou um pouco o ritmo e a todo o momento verificava se seu companheiro de equipe o estava seguindo, mas na última volta mostrou todo seu potencial e abriu para cruzar em primeiro. David marcou 28min41seg72 e não obteve a vaga no Pan, pois Giovani dos Santos, da equipe Pé de Vento, já havia marcado 28min41seg02 anteriormente.

Já Marílson está garantido no Pan e agora volta seus treinamentos para a Maratona de Chicago, em Outubro, onde pretende conquistar uma vaga na Olimpíada de Londres 2012. “Corri bem, tentei ajudar o David, mas ele ainda terá várias oportunidades”, relata Marílson. “Ainda estou me recuperando de uma gripe que peguei há dez dias, mas consegui correr bem”, completa.

Ele geralmente corre sob pressão para obter algum índice ou conquistar determinada marca, mas dessa vez competiu tranquilamente. “Ainda bem”, brinca. “Eu me preparei para isso. Foquei bem os treinos e obtive o índice do Pan em maio para chegar hoje tranquilo”. Garantido no Pan e com chances de obter a vaga olímpica, só faltaria para ele o índice para o Mundial de Daegu, na Coréia entre 27 agosto e quatro de setembro. “Eu até gostaria, mas o calendário não permite. Temos o Mundial, Pan, Maratona...não sou de ferro e é necessário fazer opções”.

Sobre a participação em Chicago, ele prefere não fazer planos quanto a vitória ou pódio, pois o foco principal será a vaga olímpica. “Não posso deixar para a última hora, pois já fiquei de fora da Olimpíada de Atenas por conta disso. Claro que se durante a prova eu tiver a oportunidade de melhorar minha marca, vou tentar”, finaliza.

Marílson Gomes não corre a Meia de Bogotá e prioriza Troféu Brasil

O fundista Marílson Gomes dos Santos estava confirmado na lista de inscritos da Meia Maratona de Bogotá, na Colômbia, no último domingo (31/07), mas em acordo com seu treinador Adauto Domingues resolveu não correr a prova. O objetivo é se focar para a disputa do Troféu Brasil de Atletismo, que começa nessa quarta-feira (06/08) em São Paulo.

Marílson deve entrar na pista do Estádio Ícaro Castro de Melo já na quarta-feira para correr os 10.000m às 17h e ainda há chances de disputar os 5.000m no domingo às 9h40. O bicampeão da Maratona de Nova York costuma marcar presença anualmente no evento para ajudar sua equipe a somar pontos.

“Ele tem treinado bem e acho que deve lutar por mais uma medalha de ouro”, relata o técnico, dizendo que o atleta disputará a mesma prova no Mundial de Daegu, em agosto, na Coreia do Sul, e no PAN de Guadalajara, em outubro, no México. Quanto a participação na distância menor, Adauto afirma que, “se o clube precisar de mais pontos para a conquista do título, ele estará à disposição para correr”. O fundista se prepara ainda para a Maratona de Chicago, nos Estados Unidos, no início de outubro. “Se tudo der certo, ele deve assegurar o índice para a Olimpíada (Londres 2012) e ter tranquilidade depois para treinar.”

Meia de Bogotá - Na prova colombiana, o favoritismo do queniano Geoffrey Mutai prevaleceu, já que ele fechou os 21 quilômetros em 1h02min20, novo recorde da competição. A segunda colocação ficou com o etíope Deriba Merga (1h04min49) e a terceira com o queniano Wilson Chebet (1h04min57).

Entre as mulheres, vitória de Joyce Chepkiru, do Quênia, ao marcar 1h13min34, seguida pela etíope Mare Dibaba (1h13min54) e pela queniana Emily Chebet (1h15min41). Os dois campeões levaram para casa um automóvel zero quilômetro e Mutai ainda faturou 3.100 pesos pelo recorde.


Marílson Gomes não corre a Meia de Bogotá e prioriza Troféu Brasil

Atletismo · 01 ago, 2011

O fundista Marílson Gomes dos Santos estava confirmado na lista de inscritos da Meia Maratona de Bogotá, na Colômbia, no último domingo (31/07), mas em acordo com seu treinador Adauto Domingues resolveu não correr a prova. O objetivo é se focar para a disputa do Troféu Brasil de Atletismo, que começa nessa quarta-feira (06/08) em São Paulo.

Marílson deve entrar na pista do Estádio Ícaro Castro de Melo já na quarta-feira para correr os 10.000m às 17h e ainda há chances de disputar os 5.000m no domingo às 9h40. O bicampeão da Maratona de Nova York costuma marcar presença anualmente no evento para ajudar sua equipe a somar pontos.

“Ele tem treinado bem e acho que deve lutar por mais uma medalha de ouro”, relata o técnico, dizendo que o atleta disputará a mesma prova no Mundial de Daegu, em agosto, na Coreia do Sul, e no PAN de Guadalajara, em outubro, no México. Quanto a participação na distância menor, Adauto afirma que, “se o clube precisar de mais pontos para a conquista do título, ele estará à disposição para correr”. O fundista se prepara ainda para a Maratona de Chicago, nos Estados Unidos, no início de outubro. “Se tudo der certo, ele deve assegurar o índice para a Olimpíada (Londres 2012) e ter tranquilidade depois para treinar.”

Meia de Bogotá - Na prova colombiana, o favoritismo do queniano Geoffrey Mutai prevaleceu, já que ele fechou os 21 quilômetros em 1h02min20, novo recorde da competição. A segunda colocação ficou com o etíope Deriba Merga (1h04min49) e a terceira com o queniano Wilson Chebet (1h04min57).

Entre as mulheres, vitória de Joyce Chepkiru, do Quênia, ao marcar 1h13min34, seguida pela etíope Mare Dibaba (1h13min54) e pela queniana Emily Chebet (1h15min41). Os dois campeões levaram para casa um automóvel zero quilômetro e Mutai ainda faturou 3.100 pesos pelo recorde.

Emmanuel Mutai e Mary Keitany vencem Londres, com Marílson em quarto

O dia foi dos quenianos na Maratona de Londres, disputada neste domingo (17/04) na capital inglesa, já que Emmanuel Mutai e Mary Keitany venceram com 2h04min40 e 2h19min19. Quem também fez bonito foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos, que chegou em quarto com o tempo de 2h06min34 e obteve seu recorde pessoal.

Mutai garantiu o recorde do percurso com uma performance que deixou o campeão de 2010, Tsegaye Kebede, comendo poeira. Ano passado ele havia chegado em segundo, mas desta vez abriu a partir do quilômetro 32 e concluiu o percurso com um tempo 30 segundos mais rápido que o antigo recorde, de Sammy Wanjiru.

“Desde que corro em Londres cheguei duas vezes em quarto e fui vice ano passado”, lembra o corredor de 26 anos, que também foi prata no mundial e na Maratona de Nova York, ano passado. “Esse ano voltei e meus sonhos se tornaram realidade. Eu sempre quis vencer uma grande maratona e desta vez eu consegui”, completa o corredor que se tornou o quarto homem mais rápido da história.

O tricampeão da prova, Martin Lel, voltou às disputas de 42 quilômetros como vice, numa chegada acirrada com o campeão de Berlim 2010, Patrick Makau. Os dois marcaram o mesmo tempo, 2h05min45, marca que é 30 segundos acima do recorde pessoal de Martin. O ex-campeão teve uma performance surpreendente, já que foi anunciado no field três semanas antes e não disputava uma maratona desde a Olimpíada de Pequim 2008.

Mulheres - Mary Keitany também teve que acelerar para deixar para trás a defensora do título, Liliya Shobukhova, da Rússia e se igualou a Irina Mikitenko como a quarta mulher mais rápida da história. Depois de detonar o recorde mundial de meia maratona no começo do ano, a queniana finalizou Londres com um tempo 10 minutos abaixo de seu recorde pessoal.

Shobukhova teve que brigar até os momentos finais com Edna Kiplagat para garantir o segundo lugar (2h20min15), deixando para a vencedora de Nova York ano passado o terceiro lugar, com 2h20min46.

Entre os cadeirantes, David Weir fez história ao se tornar o primeiro homem a faturar cinco títulos, desta vez com 1h30min05, a frente do suíço Heinz Frei. A americana McGrory deixou para trás Shelly Woods e venceu com 1h46min31.

Marílson - O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da Maratona de Nova York, baixou em mais de dois minutos seu recorde pessoal (2h08min37), obtido em 2007 também na prova inglesa. Eu estou muito feliz. Queria muito essa marca porque eu sabia que as 2h08 não eram para mim. Eu sabia que tinha condições. nessa maratona, que é mais rápida que a de Nova York", conta o fundista.

Marílson chegou a correr no pelotão de frente com os africanos, mas preferiu segurar o ritmo no momento em que eles abriram, para evitar uma quebra no fim da prova. “Senti cansaço nos dois quilômetros finais e aí percebi que tinha feito a coisa certa. Se eu tivesse insistido, talvez minha marca não tivesse saído. Foi uma prova muito boa", enfatiza o brasiliense radicado em São Caetano do Sul (SP).

O treinador do atleta, Adauto Domingues, comemorou o resultado e diz que ainda vai definir o calendário do segundo semestre. A ideia seria disputar a Maratona de Berlim, também de percurso rápido, caso o recorde pessoal não fosse obtido, mas agora ainda haverá um planejamento sobre o futuro.


Emmanuel Mutai e Mary Keitany vencem Londres, com Marílson em quarto

Maratona · 17 abr, 2011

O dia foi dos quenianos na Maratona de Londres, disputada neste domingo (17/04) na capital inglesa, já que Emmanuel Mutai e Mary Keitany venceram com 2h04min40 e 2h19min19. Quem também fez bonito foi o brasileiro Marílson Gomes dos Santos, que chegou em quarto com o tempo de 2h06min34 e obteve seu recorde pessoal.

Mutai garantiu o recorde do percurso com uma performance que deixou o campeão de 2010, Tsegaye Kebede, comendo poeira. Ano passado ele havia chegado em segundo, mas desta vez abriu a partir do quilômetro 32 e concluiu o percurso com um tempo 30 segundos mais rápido que o antigo recorde, de Sammy Wanjiru.

“Desde que corro em Londres cheguei duas vezes em quarto e fui vice ano passado”, lembra o corredor de 26 anos, que também foi prata no mundial e na Maratona de Nova York, ano passado. “Esse ano voltei e meus sonhos se tornaram realidade. Eu sempre quis vencer uma grande maratona e desta vez eu consegui”, completa o corredor que se tornou o quarto homem mais rápido da história.

O tricampeão da prova, Martin Lel, voltou às disputas de 42 quilômetros como vice, numa chegada acirrada com o campeão de Berlim 2010, Patrick Makau. Os dois marcaram o mesmo tempo, 2h05min45, marca que é 30 segundos acima do recorde pessoal de Martin. O ex-campeão teve uma performance surpreendente, já que foi anunciado no field três semanas antes e não disputava uma maratona desde a Olimpíada de Pequim 2008.

Mulheres - Mary Keitany também teve que acelerar para deixar para trás a defensora do título, Liliya Shobukhova, da Rússia e se igualou a Irina Mikitenko como a quarta mulher mais rápida da história. Depois de detonar o recorde mundial de meia maratona no começo do ano, a queniana finalizou Londres com um tempo 10 minutos abaixo de seu recorde pessoal.

Shobukhova teve que brigar até os momentos finais com Edna Kiplagat para garantir o segundo lugar (2h20min15), deixando para a vencedora de Nova York ano passado o terceiro lugar, com 2h20min46.

Entre os cadeirantes, David Weir fez história ao se tornar o primeiro homem a faturar cinco títulos, desta vez com 1h30min05, a frente do suíço Heinz Frei. A americana McGrory deixou para trás Shelly Woods e venceu com 1h46min31.

Marílson - O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da Maratona de Nova York, baixou em mais de dois minutos seu recorde pessoal (2h08min37), obtido em 2007 também na prova inglesa. Eu estou muito feliz. Queria muito essa marca porque eu sabia que as 2h08 não eram para mim. Eu sabia que tinha condições. nessa maratona, que é mais rápida que a de Nova York", conta o fundista.

Marílson chegou a correr no pelotão de frente com os africanos, mas preferiu segurar o ritmo no momento em que eles abriram, para evitar uma quebra no fim da prova. “Senti cansaço nos dois quilômetros finais e aí percebi que tinha feito a coisa certa. Se eu tivesse insistido, talvez minha marca não tivesse saído. Foi uma prova muito boa", enfatiza o brasiliense radicado em São Caetano do Sul (SP).

O treinador do atleta, Adauto Domingues, comemorou o resultado e diz que ainda vai definir o calendário do segundo semestre. A ideia seria disputar a Maratona de Berlim, também de percurso rápido, caso o recorde pessoal não fosse obtido, mas agora ainda haverá um planejamento sobre o futuro.

Marílson volta a correr a São Silvestre depois de quatro anos ausente

Marílson Gomes dos Santos anunciou que disputará a edição 2010 da Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para o próximo dia 31 na Avenida Paulista. Após quatro sem competir a tradicional prova do fim do ano, o brasiliense se diz confiante em obter mais uma vitória e faturar o terceiro título.

“Eu e o Adauto conversamos e decidimos, após a boa recuperação da Maratona de Nova York, ampliar um pouco mais a temporada. Após uma semana de descanso voltei aos treinos recuperado. Minha expectativa é entrar na prova, me sentir bem e tentar o tricampeonato", relata o fundista.

A última vitória de um brasileiro foi com Franck Caldeira, em 2006, já que a partir do ano seguinte os quenianos passaram a dominar a disputa dos 15 quilômetros. Mesmo após esse tempo fora, Marílson garante que conhece bem o percurso e sabe os pontos com maior dificuldade. “O nível da prova é bem alto, os africanos chegam querendo vitória, mas sei que tenho condições de vencer”, ressalta.

Aos 33 anos de idade, ele ostenta no currículo o bicampeonato da Maratona de Nova York, (2006 e 2008), é recordista sul-americano dos 5.000m (13min19seg43), 10.000m (27min28seg12), 15 km (42min15), 20 km (56min32) e meia-maratona (59min33). Como preparação para a São Silvestre, ele deve correr a Prova Sargento Gonzaguinha neste domingo (12) em São Paulo e, se necessário, a São Silveira de Barueri, dia 19.

Ainda de acordo com Marílson, a decisão de participar da São Silvestre foi tomada recentemente. “Nas últimas cinco provas não participei da disputa por vários fatores, e o principal deles é que não me sentia totalmente recuperado da maratona de Nova York”. Na opinião do fundista, é preciso estar preparado para encarar o desfio. “O fato de eu ser bicampeão complica ainda mais, por causa da pressão. Mas eu ainda tenho um tempinho para treinar mais um pouco”, enfatiza.


Marílson volta a correr a São Silvestre depois de quatro anos ausente

Corridas de Rua · 07 dez, 2010

Marílson Gomes dos Santos anunciou que disputará a edição 2010 da Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para o próximo dia 31 na Avenida Paulista. Após quatro sem competir a tradicional prova do fim do ano, o brasiliense se diz confiante em obter mais uma vitória e faturar o terceiro título.

“Eu e o Adauto conversamos e decidimos, após a boa recuperação da Maratona de Nova York, ampliar um pouco mais a temporada. Após uma semana de descanso voltei aos treinos recuperado. Minha expectativa é entrar na prova, me sentir bem e tentar o tricampeonato", relata o fundista.

A última vitória de um brasileiro foi com Franck Caldeira, em 2006, já que a partir do ano seguinte os quenianos passaram a dominar a disputa dos 15 quilômetros. Mesmo após esse tempo fora, Marílson garante que conhece bem o percurso e sabe os pontos com maior dificuldade. “O nível da prova é bem alto, os africanos chegam querendo vitória, mas sei que tenho condições de vencer”, ressalta.

Aos 33 anos de idade, ele ostenta no currículo o bicampeonato da Maratona de Nova York, (2006 e 2008), é recordista sul-americano dos 5.000m (13min19seg43), 10.000m (27min28seg12), 15 km (42min15), 20 km (56min32) e meia-maratona (59min33). Como preparação para a São Silvestre, ele deve correr a Prova Sargento Gonzaguinha neste domingo (12) em São Paulo e, se necessário, a São Silveira de Barueri, dia 19.

Ainda de acordo com Marílson, a decisão de participar da São Silvestre foi tomada recentemente. “Nas últimas cinco provas não participei da disputa por vários fatores, e o principal deles é que não me sentia totalmente recuperado da maratona de Nova York”. Na opinião do fundista, é preciso estar preparado para encarar o desfio. “O fato de eu ser bicampeão complica ainda mais, por causa da pressão. Mas eu ainda tenho um tempinho para treinar mais um pouco”, enfatiza.

Maratona de Nova York: Marílson diz estar mais bem preparado do que em 2009

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos já está nos Estados Unidos, onde disputará no próximo domingo (07/11) a edição 2010 da Maratona de Nova York. Ele lutará pelo terceiro título da competição e afirma estar livre de lesões e mais bem preparado do que ano passado.

“Estou como nos outros anos que consegui chegar bem na prova. Vamos ver se no dia eu me sinto bem para desenvolver tudo aquilo que eu treinei”, comenta Marílson, que fez a parte final do treinamento na altitude de Campos do Jordão, interior de São Paulo.

Em 2009 ele fez uma boa preparação, mas chegou a Nova York com uma lesão, o que o obrigou a abandonar a disputa após a metade do percurso. Este ano, porém, a situação é diferente. “Estou bem melhor. Até o momento a expectativa está altíssima e a possibilidade de fazer uma grande prova é enorme”.

Na primeira vitória ele marcou o tempo de 2h09min58, em 2008 ele baixou para 2h08min43, mas desta vez ele prefere ser conservador e não falar sobre determinada marca. “Não me preocupo com isso e vou correr de acordo com a prova. Vou me preocupar mais com a colocação do que com o tempo final”, esclarece o corredor de 33 anos.

Para repetir as vitórias de 2006 e 2008 ele terá que enfrentar alguns adversários de peso, entre eles o etíope Haile Gebrselassie, recordista mundial da distância com 2h03min59, o que parece não alarmá-lo. “Eu me preocupo comigo, com meu treino e em chegar inteiro e sem lesão”.

Assim como em anos anteriores, as largadas serão por pelotões, a cada 30 minutos e a saída dos homens da elite está programada para as 9h40 (hora local). De acordo com as informações da meteorologia, o céu deverá estar parcialmente nublado e a temperatura deverá variar entre 2º e 11ºC.


Maratona de Nova York: Marílson diz estar mais bem preparado do que em 2009

Maratona · 04 nov, 2010

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos já está nos Estados Unidos, onde disputará no próximo domingo (07/11) a edição 2010 da Maratona de Nova York. Ele lutará pelo terceiro título da competição e afirma estar livre de lesões e mais bem preparado do que ano passado.

“Estou como nos outros anos que consegui chegar bem na prova. Vamos ver se no dia eu me sinto bem para desenvolver tudo aquilo que eu treinei”, comenta Marílson, que fez a parte final do treinamento na altitude de Campos do Jordão, interior de São Paulo.

Em 2009 ele fez uma boa preparação, mas chegou a Nova York com uma lesão, o que o obrigou a abandonar a disputa após a metade do percurso. Este ano, porém, a situação é diferente. “Estou bem melhor. Até o momento a expectativa está altíssima e a possibilidade de fazer uma grande prova é enorme”.

Na primeira vitória ele marcou o tempo de 2h09min58, em 2008 ele baixou para 2h08min43, mas desta vez ele prefere ser conservador e não falar sobre determinada marca. “Não me preocupo com isso e vou correr de acordo com a prova. Vou me preocupar mais com a colocação do que com o tempo final”, esclarece o corredor de 33 anos.

Para repetir as vitórias de 2006 e 2008 ele terá que enfrentar alguns adversários de peso, entre eles o etíope Haile Gebrselassie, recordista mundial da distância com 2h03min59, o que parece não alarmá-lo. “Eu me preocupo comigo, com meu treino e em chegar inteiro e sem lesão”.

Assim como em anos anteriores, as largadas serão por pelotões, a cada 30 minutos e a saída dos homens da elite está programada para as 9h40 (hora local). De acordo com as informações da meteorologia, o céu deverá estar parcialmente nublado e a temperatura deverá variar entre 2º e 11ºC.

Com lesão superada, Marílson fala sobre possível ida à Maratona de NY

Bicampeão da Maratona de Nova York (2006 e 2008), bicampeão da São Silvestre (2003 e 2005) e agora pentacampeão dos 10 km Tribuna FM. Não há como negar que Marílson Gomes dos Santos é o principal atleta do Brasil na modalidade, tanto que este ano já mostrou um bom desempenho em outra Maratona de renome internacional, a de Londres, na qual terminou com a sexta colocação (2h08min46). Recuperado de uma lesão que o atrapalhou ano passado, ele fala sobre a possibilidade de tentar o tri na Maratona de Nova York este ano.

Os 42 quilômetros da prova americana serão disputados em sete de novembro, mas Marílson não quis confirmar totalmente sua participação, apesar de mostrar otimismo. “É bem provável que eu vá, mas não posso afirmar totalmente porque dependo ainda de alguns acertos que meu agente está cuidando. Mas, como eu disse, é bem provável”, ressalta o fundista. “É uma prova que eu gosto muito de correr, e é sempre um desafio”, explica, diminuindo também quaisquer chances da lesão no pé esquerdo, sofrida ano passado, atrapalhar nas provas.

“Graças a Deus já está tudo resolvido quanto a isso. Recuperei-me bem, e fui acompanhado por profissionais de qualidade, então nem sinto mais dor. Acredito que essa lesão é passado na minha trajetória”, garante Marílson, que ratificou a condição de ídolo do esporte. “Sei que de alguma forma sou referência, porque fiz a diferença em âmbito nacional em algumas provas (ele foi o primeiro sul-americano a vencer a Maratona de Nova York), mas não posso me iludir com a fama. Antes de tudo sou um atleta, e correr é a minha vida”, conclui.

Feliz por poder participar de mais uma edição dos 10 km Tribuna FM, prova realizada neste último domingo, 16 de maio, em Santos, litoral paulista, o brasiliense se declarou bastante honrado em ostentar o pentacampeonato de uma das mais rápidas corridas de rua do país. “A prova está cada vez mais difícil, porque o nível dos atletas também é cada vez mais alto. Eu venho sempre que eu posso, e ser tetra já foi uma grande surpresa. Ganhar o penta já estava acima das minhas expectativas. Não tem como não ficar feliz em vencer aqui e contar com o carinho do público, que sempre me apóia muito”, avalia o atleta que marcou 28min18.

Trajetória - A trajetória de Marílson na prova começou em 1999, ano em que ficou com o vice (28min03s). No ano seguinte, foi o terceiro colocado (28min43s) e a primeira vitória veio em 2003 (28min18). Voltou em 2004 e foi vice novamente (28min27), antes de faturar dois títulos consecutivos, em 2005 (28min30) e 2006 (28min27). Já em 2007, o brasiliense ficou com a segunda colocação (28min20) e ano passado chegou ao inédito tetracampeonato (28min16).


Com lesão superada, Marílson fala sobre possível ida à Maratona de NY

Maratona · 17 maio, 2010

Bicampeão da Maratona de Nova York (2006 e 2008), bicampeão da São Silvestre (2003 e 2005) e agora pentacampeão dos 10 km Tribuna FM. Não há como negar que Marílson Gomes dos Santos é o principal atleta do Brasil na modalidade, tanto que este ano já mostrou um bom desempenho em outra Maratona de renome internacional, a de Londres, na qual terminou com a sexta colocação (2h08min46). Recuperado de uma lesão que o atrapalhou ano passado, ele fala sobre a possibilidade de tentar o tri na Maratona de Nova York este ano.

Os 42 quilômetros da prova americana serão disputados em sete de novembro, mas Marílson não quis confirmar totalmente sua participação, apesar de mostrar otimismo. “É bem provável que eu vá, mas não posso afirmar totalmente porque dependo ainda de alguns acertos que meu agente está cuidando. Mas, como eu disse, é bem provável”, ressalta o fundista. “É uma prova que eu gosto muito de correr, e é sempre um desafio”, explica, diminuindo também quaisquer chances da lesão no pé esquerdo, sofrida ano passado, atrapalhar nas provas.

“Graças a Deus já está tudo resolvido quanto a isso. Recuperei-me bem, e fui acompanhado por profissionais de qualidade, então nem sinto mais dor. Acredito que essa lesão é passado na minha trajetória”, garante Marílson, que ratificou a condição de ídolo do esporte. “Sei que de alguma forma sou referência, porque fiz a diferença em âmbito nacional em algumas provas (ele foi o primeiro sul-americano a vencer a Maratona de Nova York), mas não posso me iludir com a fama. Antes de tudo sou um atleta, e correr é a minha vida”, conclui.

Feliz por poder participar de mais uma edição dos 10 km Tribuna FM, prova realizada neste último domingo, 16 de maio, em Santos, litoral paulista, o brasiliense se declarou bastante honrado em ostentar o pentacampeonato de uma das mais rápidas corridas de rua do país. “A prova está cada vez mais difícil, porque o nível dos atletas também é cada vez mais alto. Eu venho sempre que eu posso, e ser tetra já foi uma grande surpresa. Ganhar o penta já estava acima das minhas expectativas. Não tem como não ficar feliz em vencer aqui e contar com o carinho do público, que sempre me apóia muito”, avalia o atleta que marcou 28min18.

Trajetória - A trajetória de Marílson na prova começou em 1999, ano em que ficou com o vice (28min03s). No ano seguinte, foi o terceiro colocado (28min43s) e a primeira vitória veio em 2003 (28min18). Voltou em 2004 e foi vice novamente (28min27), antes de faturar dois títulos consecutivos, em 2005 (28min30) e 2006 (28min27). Já em 2007, o brasiliense ficou com a segunda colocação (28min20) e ano passado chegou ao inédito tetracampeonato (28min16).