maratona de são paulo

Brasil também estará forte na 29ª Maratona Internacional de São Paulo

Eventos · 04 abr, 2025

O atletismo nacional estará, mais uma vez, bem representado na 29ª Maratona Internacional de São Paulo, programada para este domingo, dia 6. A disputa contará com alguns dos melhores nomes da modalidade no Brasil na atualidade, tanto no masculino quanto […]

29ª Maratona Internacional de São Paulo terá destaques do exterior

Eventos · 02 abr, 2025

A 29ª Maratona Internacional de São Paulo, prova oficial da cidade e a primeira do Brasil com o selo World Athletics, além do selo ouro da CBAt, e até agora a mais rápida do país nesse gênero, promete ser um […]

Yescom e Vega Sports anunciam parceria estratégica em algumas das principais corridas de rua do Brasil

Eventos · 12 ago, 2024

A Yescom, pioneira na organização de corridas de rua no Brasil, e a Vega Sports, uma das empresas que mais cresce no setor, têm o prazer de anunciar uma parceria estratégica que promete transformar quatro das principais corridas de rua […]

Olympikus é a marca esportiva oficial da 28ª Maratona Int. de São Paulo e traz pelotão com 17 atletas de Elite para a prova

Eventos · 03 abr, 2024

Por mais um ano, a Olympikus, maior marca de calçados esportivos brasileira, será patrocinadora e marca oficial da 28ª Maratona Int. de São Paulo, que acontecerá no próximo dia 7 de abril, na capital paulista, que tem como ponto de […]

Maratona de São Paulo é novamente adiada, desta vez para 2021

Adiamento de Prova · 26 jun, 2020

Nesta sexta-feira (26) a Yescom divulgou nota adiando novamente a Maratona de São Paulo, mas desta vez para o próximo ano. A  prova já havia sido adiada em março e estava marcada para novembro de 2020. a organização citou a […]

Maratona de São Paulo 2020 abre último lote de inscrições

Maratona · 14 fev, 2020

Faltando cerca de dois meses para sua 26ª edição, que acontecerá no dia 5 de abril, a Maratona Internacional de São Paulo abriu o último lote de inscrições. Prova da categoria Bronze Label da World Athletics, ela reunirá milhares de […]

Opções de distâncias serão atração na Maratona de São Paulo 2020

42km · 04 dez, 2019

Participar de uma maratona, com seus 42.125 metros, não é para todos, pois requer um bom preparo e planejamento. A Maratona de São Paulo, que no ano que vem terá sua 26ª edição, entretanto, possibilitará que atletas que prefiram distâncias […]

Maratona Internacional de São Paulo 2019 abre inscrições

Maratona · 24 maio, 2018

A Maratona Internacional de São Paulo, uma das mais importantes do gênero no país, completará 25 anos em 2019. Para comemorar seu Jubileu de Prata, a competição abre inscrições promocionais. A prova está prevista para o dia 7 de abril, […]

Amadores acordam cedo para correr Maratona de SP

Na manhã chuvosa desse domingo (1), cerca de 12 mil atletas disputaram a 14ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, prova que largou da Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, e chegou no Obelisco do Ibirapuera. A vitória foi para o Brasil, com Claudir Rodrigues (2h17min07) e Maria Zeferina Baldaia (2h42min20), mas a grande festa ficou por conta da participação dos amadores.

São Paulo - Os corredores sempre arrumam uma forma de se expressar. Com bom humor e alegria, muitos corredores da Maratona de São Paulo estavam fantasiados, outros empunhavam faixas e bandeiras, vestiam camisetas com alguma frase especial, mas a maioria queria mesmo era se superar e completar o percurso.

O argentino Juan La Sala veio à capital paulista apenas para a disputa e foi só elogios. “A prova é muito boa, com ótima organização. Essa é a segunda prova que faço em São Paulo e também competi uma em Curitiba”. O pernambucano Severino Pereira chegou dando pulos de alegria, já que conseguiu baixar seu tempo na distância. “Fiz a prova pela primeira vez e achei nota 10. Competi Nova York ano passado com 3h52min e hoje fiz 3h26min”.

Já Tamara Hecker, que chegou com 3h27min, estreou na prova e achou o percurso difícil. “Já tinha corrido Nova York e Disney e achei aqui um pouco complicado, pois tem muitas subidas e pontes. Adorei largar na ponte nova, que é muito bonita”. Além da comemoração por ter completado, ela também celebra um ano de casada.

Atendimentos médicos - Como acontece em todos os anos nesta prova, vários staffs médicos ficam de prontidão na chegada para prestar os primeiros atendimentos aos atletas que chegam com problemas e os encaminham para o ambulatório. De acordo com o médico responsável, o doutor Alexandre Augusto Ferreira, esse ano o número de atendimentos foi menor em relação às outras edições.

“A maior parte dos problemas foi relacionado aos músculos, como câimbras, por exemplo. Trabalhamos nesta prova há seis anos e tivemos cerca de 80 atendimentos, contra mais de 200 em outros anos”, enfatiza o médico. “O tempo frio nos surpreendeu, pois esperávamos sol e calor”, completa.


Amadores acordam cedo para correr Maratona de SP

Maratona · 01 jun, 2008

Na manhã chuvosa desse domingo (1), cerca de 12 mil atletas disputaram a 14ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, prova que largou da Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, e chegou no Obelisco do Ibirapuera. A vitória foi para o Brasil, com Claudir Rodrigues (2h17min07) e Maria Zeferina Baldaia (2h42min20), mas a grande festa ficou por conta da participação dos amadores.

São Paulo - Os corredores sempre arrumam uma forma de se expressar. Com bom humor e alegria, muitos corredores da Maratona de São Paulo estavam fantasiados, outros empunhavam faixas e bandeiras, vestiam camisetas com alguma frase especial, mas a maioria queria mesmo era se superar e completar o percurso.

O argentino Juan La Sala veio à capital paulista apenas para a disputa e foi só elogios. “A prova é muito boa, com ótima organização. Essa é a segunda prova que faço em São Paulo e também competi uma em Curitiba”. O pernambucano Severino Pereira chegou dando pulos de alegria, já que conseguiu baixar seu tempo na distância. “Fiz a prova pela primeira vez e achei nota 10. Competi Nova York ano passado com 3h52min e hoje fiz 3h26min”.

Já Tamara Hecker, que chegou com 3h27min, estreou na prova e achou o percurso difícil. “Já tinha corrido Nova York e Disney e achei aqui um pouco complicado, pois tem muitas subidas e pontes. Adorei largar na ponte nova, que é muito bonita”. Além da comemoração por ter completado, ela também celebra um ano de casada.

Atendimentos médicos - Como acontece em todos os anos nesta prova, vários staffs médicos ficam de prontidão na chegada para prestar os primeiros atendimentos aos atletas que chegam com problemas e os encaminham para o ambulatório. De acordo com o médico responsável, o doutor Alexandre Augusto Ferreira, esse ano o número de atendimentos foi menor em relação às outras edições.

“A maior parte dos problemas foi relacionado aos músculos, como câimbras, por exemplo. Trabalhamos nesta prova há seis anos e tivemos cerca de 80 atendimentos, contra mais de 200 em outros anos”, enfatiza o médico. “O tempo frio nos surpreendeu, pois esperávamos sol e calor”, completa.

Brasileiros dominam Maratona de São Paulo

Na manhã do domingo (1) aconteceu a 14ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, prova que teve vitória de Claudir Rodrigues entre os homens e Maria Zeferina Baldaia entre as mulheres. O pódio masculino teve apenas um estrangeiro, o queniano Rotich Chemlany na quinta posição, enquanto o feminino foi inteiro verde amarelo.

São Paulo - A terra da garoa hoje fez jus ao seu apelido, já que amanheceu chuvosa no primeiro domingo de junho, com os termômetros registrando 14ºC e umidade relativa do ar em 68%. A largada da competição foi na Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, e os atletas seguiram por diversas vias até chegar ao Obelisco do Ibirapuera.

A largada feminina foi dada às 9h40 e, logo em seguida, o Hino Nacional Brasileiro foi cantado à capela por Avelino Bezerra. Depois do aquecimento de todos os competidores, às 9h o tiro de canhão do Exército Brasileiro representou o início dos 42,195 quilômetros da competição para a elite masculina e a categoria geral.

Entre os homens, três quenianos, Mutai Kiplemei; Paul kiplemoi e Mutai Kiprop despontaram do resto do pelotão, seguido de perto por Francisco Barbosa dos Santos. Por volta do quilômetro 15 os africanos encostaram no meio fio e desistiram da disputa, deixando caminho aberto para Chiquinho, que aumentou o ritmo e correu sozinho por um longo período.

Surpresa - Tudo indicava que o atleta do Cruzeiro chegaria na primeira posição, mas faltando poucos quilômetros para a chegada ele foi ultrapassado por Claudir Rodrigues, Luis Carlos Fernandes da Silva e Marcos Antônio Pereira. A vitória foi para Claudir, com 2h17min07, seguido por Luiz (2h17min24) e Marcos (2h18min09). Chiquinho foi o quarto colocado, com 2h18min25 e o queniano Rotich Chemlany foi o quinto, com 2h18min46.

“Corri dentro do meu planejado e a conseqüência foi a vitória. Tinha em mente passar a meia com 1h08min15 e consegui fazer exatamente esse tempo”, ressalta o campeão. “São Paulo é sempre um percurso difícil, mas como a temperatura estava parecida com a da minha terra, me dei bem”, completa o gaúcho de Santa Maria.

Já o vice-campeão afirma que foi para o tudo ou nada a partir do quilômetro 30. “Para mim tanto fazia chegar em primeiro ou último e comecei a rodar no ritmo de prova de 10 quilômetros”. Estreante em maratonas, ele diz ainda que mora em São Paulo, então está acostumado com o percurso. “Largar na ponte nova foi ótimo, ela tem a cara de São Paulo”.

Outras colocações - Já Marcos Antônio, esperava a vitória, mas se diz contente com o resultado final. “A prova tinha atletas de nível muito melhor do que eu. Fiquei doente no começo da semana, pensei em não correr, então o terceiro lugar foi bom”.

Quem também ficou satisfeito foi Chiquinho, que inicialmente seria apenas um coelho na disputa. “Depois do abandono dos quenianos, percebi que até o quilômetro 21 ninguém chegava atrás de mim, então resolvi continuar para ver até onde dava. Sofri demais para chegar entre os cinco, mas valeu a pena”.

Na disputa feminina, logo de cara Edielza Alves dos Santos assumiu a ponta enquanto um pelotão de seis meninas seguia logo atrás. Após mais alguns quilômetros ela despontou do grupo e puxou Maria Zeferina Baldaia, configuração que permaneceu até o quilômetro 28, ocasião em que Baldaia assumiu a ponta.

Segundo Cláudio Castilho, treinador de Baldaia, a idéia era que ela fizesse a primeira metade de forma mais conservadora e deixasse para apertar o passo na segunda metade, orientação que foi seguida à risca. Após a ultrapassagem sobre Edielza, ela sempre se manteve na ponta a uma distância segura da adversária.

Campeã da Maratona de São Paulo em 2002, ela cruzou com 2h42min20 e comemorou muito. A segunda colocada foi Edielza com 2h42min44, seguida por Marizete Moreira com 2h43min28, Luzia de Souza Pinto com 2h46min05 e Sueli Vieira com 2h50min14.

Opiniões - “Achei o percurso muito bom, só não gostei da garoa e do frio. A prova em si começou a se definir a partir do quilômetro 25, aí o bicho pegou”, brinca a campeã. Para se proteger do mau tempo ela usou manguitos, espécie de luvas cumpridas que cobrem as mãos e parte do braço, além de um meião. “Passei muito tempo Europa competindo e me inspirei nas atletas de lá, que usavam esses trajes”.

No final de abril Baldaia disputou a Maratona de Hamburgo (Alemanha), ocasião em que falhou em obter o índice olímpico, e precisou convencer seu treinador de que estava recuperada e em condições de correr a prova paulista. “Eu fui mais conservador e não queria que ela corresse, mas ela gosta muito daqui e me convenceu. O resultado mostra que ela estava certa”, ressalta Castilho.

Vice-campeã, Edielza afirma que mesmo apertando o ritmo no final não conseguiu alcançar Baldaia. “Sou estreante em maratonas e gostei muito do percurso, a partir dos 21 quilômetros o ritmo aumentou e consegui me manter na segunda posição”. Já Marizete, recuperada de lesão, também ficou satisfeita com o resultado. “Depois de sete meses parada e sem ritmo de competição, enfrentei uma prova muito difícil e a terceira colocação foi ótima”.


Brasileiros dominam Maratona de São Paulo

Maratona · 01 jun, 2008

Na manhã do domingo (1) aconteceu a 14ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, prova que teve vitória de Claudir Rodrigues entre os homens e Maria Zeferina Baldaia entre as mulheres. O pódio masculino teve apenas um estrangeiro, o queniano Rotich Chemlany na quinta posição, enquanto o feminino foi inteiro verde amarelo.

São Paulo - A terra da garoa hoje fez jus ao seu apelido, já que amanheceu chuvosa no primeiro domingo de junho, com os termômetros registrando 14ºC e umidade relativa do ar em 68%. A largada da competição foi na Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, e os atletas seguiram por diversas vias até chegar ao Obelisco do Ibirapuera.

A largada feminina foi dada às 9h40 e, logo em seguida, o Hino Nacional Brasileiro foi cantado à capela por Avelino Bezerra. Depois do aquecimento de todos os competidores, às 9h o tiro de canhão do Exército Brasileiro representou o início dos 42,195 quilômetros da competição para a elite masculina e a categoria geral.

Entre os homens, três quenianos, Mutai Kiplemei; Paul kiplemoi e Mutai Kiprop despontaram do resto do pelotão, seguido de perto por Francisco Barbosa dos Santos. Por volta do quilômetro 15 os africanos encostaram no meio fio e desistiram da disputa, deixando caminho aberto para Chiquinho, que aumentou o ritmo e correu sozinho por um longo período.

Surpresa - Tudo indicava que o atleta do Cruzeiro chegaria na primeira posição, mas faltando poucos quilômetros para a chegada ele foi ultrapassado por Claudir Rodrigues, Luis Carlos Fernandes da Silva e Marcos Antônio Pereira. A vitória foi para Claudir, com 2h17min07, seguido por Luiz (2h17min24) e Marcos (2h18min09). Chiquinho foi o quarto colocado, com 2h18min25 e o queniano Rotich Chemlany foi o quinto, com 2h18min46.

“Corri dentro do meu planejado e a conseqüência foi a vitória. Tinha em mente passar a meia com 1h08min15 e consegui fazer exatamente esse tempo”, ressalta o campeão. “São Paulo é sempre um percurso difícil, mas como a temperatura estava parecida com a da minha terra, me dei bem”, completa o gaúcho de Santa Maria.

Já o vice-campeão afirma que foi para o tudo ou nada a partir do quilômetro 30. “Para mim tanto fazia chegar em primeiro ou último e comecei a rodar no ritmo de prova de 10 quilômetros”. Estreante em maratonas, ele diz ainda que mora em São Paulo, então está acostumado com o percurso. “Largar na ponte nova foi ótimo, ela tem a cara de São Paulo”.

Outras colocações - Já Marcos Antônio, esperava a vitória, mas se diz contente com o resultado final. “A prova tinha atletas de nível muito melhor do que eu. Fiquei doente no começo da semana, pensei em não correr, então o terceiro lugar foi bom”.

Quem também ficou satisfeito foi Chiquinho, que inicialmente seria apenas um coelho na disputa. “Depois do abandono dos quenianos, percebi que até o quilômetro 21 ninguém chegava atrás de mim, então resolvi continuar para ver até onde dava. Sofri demais para chegar entre os cinco, mas valeu a pena”.

Na disputa feminina, logo de cara Edielza Alves dos Santos assumiu a ponta enquanto um pelotão de seis meninas seguia logo atrás. Após mais alguns quilômetros ela despontou do grupo e puxou Maria Zeferina Baldaia, configuração que permaneceu até o quilômetro 28, ocasião em que Baldaia assumiu a ponta.

Segundo Cláudio Castilho, treinador de Baldaia, a idéia era que ela fizesse a primeira metade de forma mais conservadora e deixasse para apertar o passo na segunda metade, orientação que foi seguida à risca. Após a ultrapassagem sobre Edielza, ela sempre se manteve na ponta a uma distância segura da adversária.

Campeã da Maratona de São Paulo em 2002, ela cruzou com 2h42min20 e comemorou muito. A segunda colocada foi Edielza com 2h42min44, seguida por Marizete Moreira com 2h43min28, Luzia de Souza Pinto com 2h46min05 e Sueli Vieira com 2h50min14.

Opiniões - “Achei o percurso muito bom, só não gostei da garoa e do frio. A prova em si começou a se definir a partir do quilômetro 25, aí o bicho pegou”, brinca a campeã. Para se proteger do mau tempo ela usou manguitos, espécie de luvas cumpridas que cobrem as mãos e parte do braço, além de um meião. “Passei muito tempo Europa competindo e me inspirei nas atletas de lá, que usavam esses trajes”.

No final de abril Baldaia disputou a Maratona de Hamburgo (Alemanha), ocasião em que falhou em obter o índice olímpico, e precisou convencer seu treinador de que estava recuperada e em condições de correr a prova paulista. “Eu fui mais conservador e não queria que ela corresse, mas ela gosta muito daqui e me convenceu. O resultado mostra que ela estava certa”, ressalta Castilho.

Vice-campeã, Edielza afirma que mesmo apertando o ritmo no final não conseguiu alcançar Baldaia. “Sou estreante em maratonas e gostei muito do percurso, a partir dos 21 quilômetros o ritmo aumentou e consegui me manter na segunda posição”. Já Marizete, recuperada de lesão, também ficou satisfeita com o resultado. “Depois de sete meses parada e sem ritmo de competição, enfrentei uma prova muito difícil e a terceira colocação foi ótima”.