Ilhabela

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Triathlon · 26 abr, 2012

Os triatletas que encaram o percurso de natação, bike e corrida em Ilhabela (SP) no último sábado (21/04) sofreram com as trilhas molhadas por conta da chuva do dia anterior. Confira algumas imagens da competição.


Foto Alexandre Koda/ Webrun
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Foto Alexandre Koda/ Webrun
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Foto Fabiana Coletta/ Webrun
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Foto Alexandre Koda/ Webrun
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Foto Alexandre Koda/ Webrun
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Amadores se divertem e suam a camisa no XTerra Ilhabela

O fim de semana em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, foi intenso para os participantes da etapa do XTerra na cidade. Logo cedo, às 8h, foi dada a largada da prova de triathlon, que reuniu cerca de 400 atletas. Fábio Moletta e Luzia Bello foram os vencedores da prova que contou com 1,5 quilômetro de natação, 28 de mountain bike e oito de corrida por trilhas.

Mais a noite, as corridas noturnas de nove e 18 quilômetros juntaram muitos outros corredores de lanternas na cabeça para desbravarem a mata de Ilhabela no escuro.

Triathlon - Se os profissionais já consideraram os percursos deste ano do XTerra um dos mais difíceis do circuito, para os amadores não foi diferente. A chuva torrencial da madrugada deixou as trilhas escorregadias e cheias de lama e, em compensação, o mar estava calmo para quem ia nadar.

A descrição que Fábio Venâncio fez da competição de triathlon ecoa na opinião dos outros participantes: “Aqui a criança chora e a mãe não ouve”. Em outras palavras, “o circuito estava muito pesado, se o cara pensar ele não termina a prova”, analisa.

No meio do percurso da natação, os triatletas tiveram que sair do mar, subir até um píer na Praia do Perequê, saltar de novo no mar e continuar nadando até a praia onde estava localizada a área de transição. Apesar de soar um pouco confuso (ou perigoso, já que muitos atletas saltam juntos e correm o risco de machucarem uns aos outros), a proposta foi bem aceita.

“Pular do píer é uma coisa muito legal, emocionante”, diz Fábio. “Na hora dá um frio na barriga, mas é uma delícia”, conta Daniela Campos, que mesmo depois de um pequeno acidente durante o mountain bike, continuou para terminar a corrida.

“Eu cheguei da bike com o braço trincado e o médico imobilizou para eu voltar a correr. Ele achou que eu não deveria ir, mas eu olhei para o tênis, o tênis olhou para mim e eu fui”, diverte-se a persistente triatleta.

As trilhas íngremes do mountain bike são o ponto alto da competição para João Paulo Rodrigues. “A prova é ‘casca grossa’, é uma prova máxima do triathlon XTerra”, elogia.

Para ele, a diversidade é o que o motiva a continuar participando das etapas no Brasil. “Não basta ser só um corredor de pista, tem que ter habilidade, que muda do triathlon convencional”. Mesmo com os desafios, a prova lhe parece menos trágica. “É diversão pura”.

Corridas noturnas - A ansiedade na largada das corridas noturnas parecia óbvia frente ao que os atletas iriam enfrentar no escuro. A chuva apertou no começo da noite e contribuiu mais ainda para que as trilhas ficassem cheias de lama, “do jeito que a gente gosta”.

Os percursos de nove e 18 quilômetros estavam bem sinalizados, na opinião dos corredores. A dificuldade mesmo foi se equilibrar. “Desliza muito, tem que tomar um pouco de cuidado”, orienta Marcos Pereira.

Em compensação, atletas acostumados com corridas de montanha, como Ângela Mendoza, se dão bem na técnica para continuar correndo. “Como eu estou mais acostumada com terra do que com rua, eu caio se me colocar na rua”, brinca. “Eu participo de vários eventos de montanha e o XTerra é o melhor”, diz.


Amadores se divertem e suam a camisa no XTerra Ilhabela

Triathlon · 25 abr, 2012

O fim de semana em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, foi intenso para os participantes da etapa do XTerra na cidade. Logo cedo, às 8h, foi dada a largada da prova de triathlon, que reuniu cerca de 400 atletas. Fábio Moletta e Luzia Bello foram os vencedores da prova que contou com 1,5 quilômetro de natação, 28 de mountain bike e oito de corrida por trilhas.

Mais a noite, as corridas noturnas de nove e 18 quilômetros juntaram muitos outros corredores de lanternas na cabeça para desbravarem a mata de Ilhabela no escuro.

Triathlon - Se os profissionais já consideraram os percursos deste ano do XTerra um dos mais difíceis do circuito, para os amadores não foi diferente. A chuva torrencial da madrugada deixou as trilhas escorregadias e cheias de lama e, em compensação, o mar estava calmo para quem ia nadar.

A descrição que Fábio Venâncio fez da competição de triathlon ecoa na opinião dos outros participantes: “Aqui a criança chora e a mãe não ouve”. Em outras palavras, “o circuito estava muito pesado, se o cara pensar ele não termina a prova”, analisa.

No meio do percurso da natação, os triatletas tiveram que sair do mar, subir até um píer na Praia do Perequê, saltar de novo no mar e continuar nadando até a praia onde estava localizada a área de transição. Apesar de soar um pouco confuso (ou perigoso, já que muitos atletas saltam juntos e correm o risco de machucarem uns aos outros), a proposta foi bem aceita.

“Pular do píer é uma coisa muito legal, emocionante”, diz Fábio. “Na hora dá um frio na barriga, mas é uma delícia”, conta Daniela Campos, que mesmo depois de um pequeno acidente durante o mountain bike, continuou para terminar a corrida.

“Eu cheguei da bike com o braço trincado e o médico imobilizou para eu voltar a correr. Ele achou que eu não deveria ir, mas eu olhei para o tênis, o tênis olhou para mim e eu fui”, diverte-se a persistente triatleta.

As trilhas íngremes do mountain bike são o ponto alto da competição para João Paulo Rodrigues. “A prova é ‘casca grossa’, é uma prova máxima do triathlon XTerra”, elogia.

Para ele, a diversidade é o que o motiva a continuar participando das etapas no Brasil. “Não basta ser só um corredor de pista, tem que ter habilidade, que muda do triathlon convencional”. Mesmo com os desafios, a prova lhe parece menos trágica. “É diversão pura”.

Corridas noturnas - A ansiedade na largada das corridas noturnas parecia óbvia frente ao que os atletas iriam enfrentar no escuro. A chuva apertou no começo da noite e contribuiu mais ainda para que as trilhas ficassem cheias de lama, “do jeito que a gente gosta”.

Os percursos de nove e 18 quilômetros estavam bem sinalizados, na opinião dos corredores. A dificuldade mesmo foi se equilibrar. “Desliza muito, tem que tomar um pouco de cuidado”, orienta Marcos Pereira.

Em compensação, atletas acostumados com corridas de montanha, como Ângela Mendoza, se dão bem na técnica para continuar correndo. “Como eu estou mais acostumada com terra do que com rua, eu caio se me colocar na rua”, brinca. “Eu participo de vários eventos de montanha e o XTerra é o melhor”, diz.

XTerra desafia os atletas na corrida de 50 quilômetros

Durante a tarde de sábado (21/04), chovia fraco em Ilhabela (SP) para a largada da Endurance 50K. Os 150 atletas tinham pela frente o desafio de percorrer 50 quilômetros por trilhas, lamas e o que mais estivesse pela frente na ilha do litoral paulista. A pouco mais de quatro horas de prova, cruzava o primeiro vencedor, Moisés Livramento, com 4h22min23.

José Virgínio de Morais adotou uma “estratégia mais conservadora” e manteve a segunda colocação do ano passado, chegando quase dez minutos depois do campeão, com 4h31min37.

“Trechos que ano passado eu tive que parar para andar, [esse ano] eu trotei e consegui correr até mais rápido”, conta. A disputa entre ele e Moisés ficou acirrada até o quilômetro 29, quando o vencedor saiu mais forte. “O pódio é muito importante, mas tem hora que é secundário perto de terminar uma prova desse tamanho”, analisa.

Os atletas tiveram que enfrentar um percurso considerado um dos mais difíceis de todas as etapas do XTerra Brasil. Por causa da chuva que caiu durante a madrugada, as trilhas estavam escorregadias e exigiam um alto nível técnico.

A chegada da primeira mulher foi comemorada com entusiasmo. Vera Lúcia Saporito completou os 50 quilômetros em 5h21min10 e considerou a vitória “inacreditável”. “Eu faço o Circuito Paulista de Montanha e a Luzia [Aluízio Mesquita, primeira no ranking da Copa Paulista de Corridas de Montanha em 2011] sempre chega à minha frente. Hoje eu não acreditei, eu ganhei dela!”, comemora empolgada.

As duas corridas Endurance da etapa do XTerra em Ilhabela foram as mais exigentes do circuito, tanto o preparo psicológico e físico. A ilha possui relevo recortado, com subidas muito íngremes e descidas por ladeiras desafiadoras para corridas de longas horas.

Alguns amadores, como Cláudio Alves, usaram a prova como treinamento para o Cruce de Los Andes, em 2013, que percorre mais de 100 quilômetros em três dias de prova na Argentina e Chile. “Deu para cansar, mas chegamos. Vamos treinar para o Cruce esse ano todo”, diz.

As trilhas com lamas exigiram um cuidado a mais dos amadores, por serem muito técnicas. “Choveu muito e estava muito escuro. Cai cinco vezes”, conta Jaiede Nicacio da Silva. “Correr 50 quilômetros durante o dia e 50 quilômetros durante a noite e com chuva é outra história”, compara. “Tem que escolher onde vai pisar”.

Apesar dos contratempos previstos numa prova longa pela natureza, Jaiede garante que vai participar das próximas etapas. “A gente esquece o sofrimento e volta”, conta.

Dos 139 participantes, 94 conseguiram chegar no tempo limite de oito horas de prova.

A Endurance 80 quilômetros aconteceu pela primeira vez e também foi outra “casca grossa” da etapa.

A próxima etapa do Circuito será o XTerra Camp Terê Adventure, em Teresópolis (RJ), nos dias cinco e seis de maio. As inscrições já estão abertas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.


XTerra desafia os atletas na corrida de 50 quilômetros

Triathlon · 24 abr, 2012

Durante a tarde de sábado (21/04), chovia fraco em Ilhabela (SP) para a largada da Endurance 50K. Os 150 atletas tinham pela frente o desafio de percorrer 50 quilômetros por trilhas, lamas e o que mais estivesse pela frente na ilha do litoral paulista. A pouco mais de quatro horas de prova, cruzava o primeiro vencedor, Moisés Livramento, com 4h22min23.

José Virgínio de Morais adotou uma “estratégia mais conservadora” e manteve a segunda colocação do ano passado, chegando quase dez minutos depois do campeão, com 4h31min37.

“Trechos que ano passado eu tive que parar para andar, [esse ano] eu trotei e consegui correr até mais rápido”, conta. A disputa entre ele e Moisés ficou acirrada até o quilômetro 29, quando o vencedor saiu mais forte. “O pódio é muito importante, mas tem hora que é secundário perto de terminar uma prova desse tamanho”, analisa.

Os atletas tiveram que enfrentar um percurso considerado um dos mais difíceis de todas as etapas do XTerra Brasil. Por causa da chuva que caiu durante a madrugada, as trilhas estavam escorregadias e exigiam um alto nível técnico.

A chegada da primeira mulher foi comemorada com entusiasmo. Vera Lúcia Saporito completou os 50 quilômetros em 5h21min10 e considerou a vitória “inacreditável”. “Eu faço o Circuito Paulista de Montanha e a Luzia [Aluízio Mesquita, primeira no ranking da Copa Paulista de Corridas de Montanha em 2011] sempre chega à minha frente. Hoje eu não acreditei, eu ganhei dela!”, comemora empolgada.

As duas corridas Endurance da etapa do XTerra em Ilhabela foram as mais exigentes do circuito, tanto o preparo psicológico e físico. A ilha possui relevo recortado, com subidas muito íngremes e descidas por ladeiras desafiadoras para corridas de longas horas.

Alguns amadores, como Cláudio Alves, usaram a prova como treinamento para o Cruce de Los Andes, em 2013, que percorre mais de 100 quilômetros em três dias de prova na Argentina e Chile. “Deu para cansar, mas chegamos. Vamos treinar para o Cruce esse ano todo”, diz.

As trilhas com lamas exigiram um cuidado a mais dos amadores, por serem muito técnicas. “Choveu muito e estava muito escuro. Cai cinco vezes”, conta Jaiede Nicacio da Silva. “Correr 50 quilômetros durante o dia e 50 quilômetros durante a noite e com chuva é outra história”, compara. “Tem que escolher onde vai pisar”.

Apesar dos contratempos previstos numa prova longa pela natureza, Jaiede garante que vai participar das próximas etapas. “A gente esquece o sofrimento e volta”, conta.

Dos 139 participantes, 94 conseguiram chegar no tempo limite de oito horas de prova.

A Endurance 80 quilômetros aconteceu pela primeira vez e também foi outra “casca grossa” da etapa.

A próxima etapa do Circuito será o XTerra Camp Terê Adventure, em Teresópolis (RJ), nos dias cinco e seis de maio. As inscrições já estão abertas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.

Ultra de 80 km no XTerra Ilhabela testa resistência dos corredores

Direto de Ilhabela - 13h15 da tarde de sábado (21/04), Praia do Perequê, em Ilhabela, litoral norte do Estado de São Paulo. Cerca de 70 corredores se alinhavam na largada para os 80 quilômetros do XTerra Endurance, prova disputada por trilhas e praias em meio à natureza e que colocou à prova a resistência dos participantes.

Após o tiro de largada os corredores seguiram em direção ao sul da Ilha, iniciaram a subida para a estrada que leva à Praia de Castelhanos e entraram numa trilha que os levaria no caminho para a Praia do Bonete. Logo no início da disputa o carioca Iazaldir Feitoza assumiu a ponta e passou a abrir vantagem em relação aos adversários.

A prova foi seguindo e a dificuldade aumentando. Em alguns trechos de descida os corredores escorregavam ladeira abaixo, em outros tinham que escalaminhar ladeiras e desviar de poças d’água, tudo isso com a noite chegando e a chuva caindo.

Na chegada ao Bonete (quilômetro 45) havia um ponto de apoio chamado de Special Needs, onde os corredores tinham acesso a uma sacola previamente deixada no dia anterior com a organização com suprimentos necessários para recarregar as forças e prosseguir. Alguns deixavam pilhas reservas para a lanterna, outros um alimento especial, roupa, tênis, entre outros itens.

Se no masculino Iazaldir parecia não ter adversários, no feminino a briga estava intensa entre Manuela Vilaseca, Rosália Camargo e a canadense Tracy Garneau, competidoras consideradas favoritas antes da prova. Próximo ao quilômetro dez, Rosália estava na frente, seguida por Tracy e Manuela.

Já na passagem do quilômetro 20, enquanto Iazaldir seguia firme e forte na liderança, a primeira mulher a passar foi Cyntia Terra, seguida por Tracy e Manuela. Rosália parecia ter problemas, já que não estava mais no mesmo ritmo das outras meninas, e posteriormente afirmou que se sentiu mal alguns quilômetros antes.

Os corredores da ponta tiveram problemas na Praia de Castelhanos, onde se localizava o segundo Special Needs (quilômetro 60). Problemas técnicos inviabilizaram a chegada do material no ponto de apoio, mas como não havia tempo a perder os atletas seguiram em frente depois de se reabastecerem com frutas, água, isotônico, bolacha, amendoim e refrigerante disponibilizados pela organização.

O retorno foi pela estrada de Castelhanos em direção à arena montada na Praia do Perequê, passando por alguns trechos de trilha em mata fechada. Iazaldir confirmou o favoritismo e cruzou em primeiro com o tempo de 8h59min39, seguido por Francisco Rocha dos Santos (9h33min43) e Eduardo Calixto (10h03min44).

Confira na página a seguir as declarações dos campeões sobre a prova


“A prova foi bem dura, mas tem que ser assim, pois valoriza o evento”, relata o campeão que comenta sobre a falta do Special Needs no quilômetro 60. “Eu ia trocar de tênis, colocar um casaco e pegar uma comida e a sacola não estava. Sorte que havia levado algumas coisas comigo. Mas isso faz parte e é algo que não arranha a organização do evento”. O carioca conta ainda que o psicológico numa prova como essa faz a diferença. “Não adianta estar muito treinado se não estiver com a cabeça boa. Então os detalhes fazem a diferença numa prova de tantas horas”.

O vice-campeão, Chico Santos, se perdeu no final e quase não encontra a arena montada na praia, mas diz que valeu a pena cada minuto de sofrimento. “Fazia tempo que eu não pegava uma prova com tanta técnica. Acho que tem uma grande influência do Bernardo (Fonseca, organizador da prova) e da The North Face (marca patrocinadora do evento), ao fazer uma prova para agradar a todos”. No meio da prova ele estava entre os dez primeiros colocados, mas ao longo dos quilômetros foi ganhando posições para cruzar em segundo. “Eu tive dificuldade, apesar de treinar bem. Hoje trabalho muito, então não consegui treinar o tanto que gostaria para desenvolver melhor minha performance”, relata o educador físico de 31 anos, que ministra treinos na Vista Chinesa, no Rio de Janeiro.

Já o terceiro colocado, Eduardo Calixto, diz que passar por pedras e trilhas durante a noite foi um dos fatores de complicação na corrida. “Outra parte bem difícil foi a subida do Morro (em direção à Praia de Castelhanos), mas estou feliz com o terceiro lugar”, Ele diz ainda que começou a imprimir um ritmo forte após o primeiro quarto da prova. “Do quilômetro 20 em diante passei a puxar”.

Mulheres - Na prova feminina quem se deu melhor foi Manuela Vilaseca, atleta que é treinada pelo campeão masculino, Iazaldir Feitoza. Ela completou com o tempo de 10h21min37e se emocionou muito ao cortar a faixa da linha de chegada.

“Estou muito feliz e ainda nem acredito na vitória. Acho que fiz a prova da minha vida”, conta Manu. “Passamos por lugares lindos e sem dúvida a parte mais difícil foi a trilha para chegar até a Praia de Castelhanos, pois era muito técnica e cheia de armadilhas, do jeito que a gente gosta”. Ela afirma que durante muito tempo correu ao lado de Tracy e que prestou atenção na técnica da canadense. “Ela é uma pessoa muito experiente, então procurei olhar um pouco para ela e prestar atenção no que ela estava fazendo, até no ritmo, para eu não errar o meu”.

Com um bom treinamento feito antes da prova, ela afirma que se alimentou bem durante as longas horas que passou correndo e que isso foi fundamental para vencer. “Numa parte técnica e difícil eu estava me sentindo super bem, então me alimentei e consegui passar a Cyntia. Fiz o resto da prova sozinha e, apesar de não saber a diferença para a segunda colocada, estava sempre pensando que ela estava um minuto atrás, para não deixar essa vitoria escapar”, finaliza a corredora que mora e treina no Rio de janeiro.


A segunda colocada foi Cyntia, com a marca de 10h57min06 e, assim que ela cruzou a linha, foi recebida pelo marido que estava apreensivo. “Foi muito difícil”, desabafa. “Quando você pensa que terminou a subida, vem mais. A hora que pensa que acabou a trilha, tem mais. Eu caí no meio da trilha e fiquei alguns minutos sentada pensando se tinha quebrado alguma coisa. Mas apareceram umas pessoas e me incentivaram a continuar”.

Ela conta que pensou em parar algumas vezes por conta da dificuldade. “Essa é uma das provas mais difíceis que eu já fiz e chegar foi gratificante. Tem momentos que você pensa: vou parar. Mas não, tem que ir em frente”. Amante das longas distâncias, ela veio pelo desafio de correr uma prova “casca grossa” e conseguir os dois pontos para a disputa da Ultramaratona Mont Blanc, disputada na França. Para correr essa prova os interessados devem acumular pontos em provas ao redor do mundo.

Terceira colocada, Tracy afirma que estava bem na prova, mas problemas com sua lanterna a obrigaram a diminuir o ritmo. "Elas quebraram justamente quando estava mais escuro e por sorte encontrei o Max (Edwards), que me acompanhou até a chegada. Estou muito feliz com o terceiro lugar, já que eu estava completamente às cegas no meio do percurso".

A prova foi tão dura, que dos 70 competidores que largaram, apenas três mulheres e oito homens completaram a disputa. A próxima etapa do Circuito será o XTerra Camp Terê Adventure, em Teresópolis (RJ), nos dias cinco e seis de maio. As inscrições já estão abertas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.


Ultra de 80 km no XTerra Ilhabela testa resistência dos corredores

Corrida de Montanha · 23 abr, 2012

Direto de Ilhabela - 13h15 da tarde de sábado (21/04), Praia do Perequê, em Ilhabela, litoral norte do Estado de São Paulo. Cerca de 70 corredores se alinhavam na largada para os 80 quilômetros do XTerra Endurance, prova disputada por trilhas e praias em meio à natureza e que colocou à prova a resistência dos participantes.

Após o tiro de largada os corredores seguiram em direção ao sul da Ilha, iniciaram a subida para a estrada que leva à Praia de Castelhanos e entraram numa trilha que os levaria no caminho para a Praia do Bonete. Logo no início da disputa o carioca Iazaldir Feitoza assumiu a ponta e passou a abrir vantagem em relação aos adversários.

A prova foi seguindo e a dificuldade aumentando. Em alguns trechos de descida os corredores escorregavam ladeira abaixo, em outros tinham que escalaminhar ladeiras e desviar de poças d’água, tudo isso com a noite chegando e a chuva caindo.

Na chegada ao Bonete (quilômetro 45) havia um ponto de apoio chamado de Special Needs, onde os corredores tinham acesso a uma sacola previamente deixada no dia anterior com a organização com suprimentos necessários para recarregar as forças e prosseguir. Alguns deixavam pilhas reservas para a lanterna, outros um alimento especial, roupa, tênis, entre outros itens.

Se no masculino Iazaldir parecia não ter adversários, no feminino a briga estava intensa entre Manuela Vilaseca, Rosália Camargo e a canadense Tracy Garneau, competidoras consideradas favoritas antes da prova. Próximo ao quilômetro dez, Rosália estava na frente, seguida por Tracy e Manuela.

Já na passagem do quilômetro 20, enquanto Iazaldir seguia firme e forte na liderança, a primeira mulher a passar foi Cyntia Terra, seguida por Tracy e Manuela. Rosália parecia ter problemas, já que não estava mais no mesmo ritmo das outras meninas, e posteriormente afirmou que se sentiu mal alguns quilômetros antes.

Os corredores da ponta tiveram problemas na Praia de Castelhanos, onde se localizava o segundo Special Needs (quilômetro 60). Problemas técnicos inviabilizaram a chegada do material no ponto de apoio, mas como não havia tempo a perder os atletas seguiram em frente depois de se reabastecerem com frutas, água, isotônico, bolacha, amendoim e refrigerante disponibilizados pela organização.

O retorno foi pela estrada de Castelhanos em direção à arena montada na Praia do Perequê, passando por alguns trechos de trilha em mata fechada. Iazaldir confirmou o favoritismo e cruzou em primeiro com o tempo de 8h59min39, seguido por Francisco Rocha dos Santos (9h33min43) e Eduardo Calixto (10h03min44).

Confira na página a seguir as declarações dos campeões sobre a prova


“A prova foi bem dura, mas tem que ser assim, pois valoriza o evento”, relata o campeão que comenta sobre a falta do Special Needs no quilômetro 60. “Eu ia trocar de tênis, colocar um casaco e pegar uma comida e a sacola não estava. Sorte que havia levado algumas coisas comigo. Mas isso faz parte e é algo que não arranha a organização do evento”. O carioca conta ainda que o psicológico numa prova como essa faz a diferença. “Não adianta estar muito treinado se não estiver com a cabeça boa. Então os detalhes fazem a diferença numa prova de tantas horas”.

O vice-campeão, Chico Santos, se perdeu no final e quase não encontra a arena montada na praia, mas diz que valeu a pena cada minuto de sofrimento. “Fazia tempo que eu não pegava uma prova com tanta técnica. Acho que tem uma grande influência do Bernardo (Fonseca, organizador da prova) e da The North Face (marca patrocinadora do evento), ao fazer uma prova para agradar a todos”. No meio da prova ele estava entre os dez primeiros colocados, mas ao longo dos quilômetros foi ganhando posições para cruzar em segundo. “Eu tive dificuldade, apesar de treinar bem. Hoje trabalho muito, então não consegui treinar o tanto que gostaria para desenvolver melhor minha performance”, relata o educador físico de 31 anos, que ministra treinos na Vista Chinesa, no Rio de Janeiro.

Já o terceiro colocado, Eduardo Calixto, diz que passar por pedras e trilhas durante a noite foi um dos fatores de complicação na corrida. “Outra parte bem difícil foi a subida do Morro (em direção à Praia de Castelhanos), mas estou feliz com o terceiro lugar”, Ele diz ainda que começou a imprimir um ritmo forte após o primeiro quarto da prova. “Do quilômetro 20 em diante passei a puxar”.

Mulheres - Na prova feminina quem se deu melhor foi Manuela Vilaseca, atleta que é treinada pelo campeão masculino, Iazaldir Feitoza. Ela completou com o tempo de 10h21min37e se emocionou muito ao cortar a faixa da linha de chegada.

“Estou muito feliz e ainda nem acredito na vitória. Acho que fiz a prova da minha vida”, conta Manu. “Passamos por lugares lindos e sem dúvida a parte mais difícil foi a trilha para chegar até a Praia de Castelhanos, pois era muito técnica e cheia de armadilhas, do jeito que a gente gosta”. Ela afirma que durante muito tempo correu ao lado de Tracy e que prestou atenção na técnica da canadense. “Ela é uma pessoa muito experiente, então procurei olhar um pouco para ela e prestar atenção no que ela estava fazendo, até no ritmo, para eu não errar o meu”.

Com um bom treinamento feito antes da prova, ela afirma que se alimentou bem durante as longas horas que passou correndo e que isso foi fundamental para vencer. “Numa parte técnica e difícil eu estava me sentindo super bem, então me alimentei e consegui passar a Cyntia. Fiz o resto da prova sozinha e, apesar de não saber a diferença para a segunda colocada, estava sempre pensando que ela estava um minuto atrás, para não deixar essa vitoria escapar”, finaliza a corredora que mora e treina no Rio de janeiro.


A segunda colocada foi Cyntia, com a marca de 10h57min06 e, assim que ela cruzou a linha, foi recebida pelo marido que estava apreensivo. “Foi muito difícil”, desabafa. “Quando você pensa que terminou a subida, vem mais. A hora que pensa que acabou a trilha, tem mais. Eu caí no meio da trilha e fiquei alguns minutos sentada pensando se tinha quebrado alguma coisa. Mas apareceram umas pessoas e me incentivaram a continuar”.

Ela conta que pensou em parar algumas vezes por conta da dificuldade. “Essa é uma das provas mais difíceis que eu já fiz e chegar foi gratificante. Tem momentos que você pensa: vou parar. Mas não, tem que ir em frente”. Amante das longas distâncias, ela veio pelo desafio de correr uma prova “casca grossa” e conseguir os dois pontos para a disputa da Ultramaratona Mont Blanc, disputada na França. Para correr essa prova os interessados devem acumular pontos em provas ao redor do mundo.

Terceira colocada, Tracy afirma que estava bem na prova, mas problemas com sua lanterna a obrigaram a diminuir o ritmo. "Elas quebraram justamente quando estava mais escuro e por sorte encontrei o Max (Edwards), que me acompanhou até a chegada. Estou muito feliz com o terceiro lugar, já que eu estava completamente às cegas no meio do percurso".

A prova foi tão dura, que dos 70 competidores que largaram, apenas três mulheres e oito homens completaram a disputa. A próxima etapa do Circuito será o XTerra Camp Terê Adventure, em Teresópolis (RJ), nos dias cinco e seis de maio. As inscrições já estão abertas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.

Felipe Moletta e Luzia Bello sofrem para vencer o XTerra Ilhabela

A cidade de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, é considerada capital da vela, mas neste sábado (21/04) recebeu a segunda etapa do Circuito XTerra, com diversas competições. A primeira do dia foi o triathlon, com distâncias de 1,5 quilômetro de natação, 28 de mountain bike e oito de corrida, vencido por Felipe Moletta e Luzia Bello.

Direto de Ilhabela (SP) - Durante a madrugada uma forte chuva caiu sobre a cidade, o que assustou a maioria dos competidores, mas São Pedro foi generoso e, no exato instante da largada (8h), fechou as comportas do céu. Cerca de 400 triatletas largaram na Praia do Perequê para o trecho de natação, que teve como diferencial um salto do píer na segunda volta.

Na prova masculina os atletas saíram embolados da água para pegar a bicicleta na área de transição, mas logo nos primeiros quilômetros do pedal Felipe Moletta assumiu a ponta e começou a fazer força para disparar na frente. Nos trechos de trilha o barro obrigou muitos a empurrarem a bicicleta, enquanto nas partes planas todos aproveitavam para recuperar o tempo perdido.

Moletta foi o primeiro a deixar a bike e sair para a corrida, com vantagem de dois minutos para Frederico Zacarias, que por sua vez saiu três minutos na frente de Rodrigo Altafini. Durante a corrida as posições não se alteraram e Moletta apenas aumentou a vantagem até cruzar a linha de chegada com 2h38min16 (extra oficial), novo recorde da competição.

“Não tem como descrever a sensação de vencer um XTerra, principalmente em Ilhabela, que foi onde tudo começou”, relata o paranaense, que ano passado ficou em segundo depois de liderar todo o trecho. “Como eu não sabia quanto tempo o segundo estava atrás de mim, fiz muita força e deu certo”.

A segunda colocação ficou com Frederico Zacarias, ao marcar 2h37min54, enquanto Rodrigo Altafini foi o terceiro com 2h38min20. “A chuva da madrugada atrapalhou um pouco no pedal, já que na hora de empurrar a bike eu perco muito tempo”, relata Frederico, que está em ritmo de treinamento para o Ironman Brasil, em maio.

Já Altafini afirma que a velocidade dos dois primeiros é muito maior. “A molecada é mais nova e fica difícil acompanhar”, brinca o triatleta. “A lama estava igual ao ano passado, talvez um pouco pior. A chuva assentou a poeira de ontem e estava perfeito para fazer as descidas, o problema era subir”.

Mulheres - Na disputa feminina Luzia Bello faturou a etapa de Ilhabela pela primeira vez (3h15min31), resultado que ela vinha tentando alcançar desde 2010. “Foi uma prova casca grossa. Treinei muito para ela, já que sempre tinha algum problema para vencer. Caí alguma vezes na bike, mas faz parte do XTerra”.

A briga pela segunda e terceiras colocações teve um gostinho especial, já que Sabrina Gobbo derrotou sua treinadora, Cris Carvalho, ao chegar em segundo com 2h23min46. “Fiz o que dava, já que para variar estou nadando muito mal e preciso correr atrás do prejuízo. Cheguei a encostar na Luzia, mas na hora de empurrar a bike perdi muito contato”. Sobre a disputa com a treinadora, ela diz que se sentiu muito feliz. “Foi demais, já que no meu primeiro XTerra cheguei em décimo e ela venceu”.

Cris foi a terceira com o tempo de 3h23min46 e diz que não vai deixar barato a vitória da pupila. “Vai ter revanche, pode acreditar”, brinca. “Não tive muito tempo para treinar técnica e apanhei da prova o percurso inteiro, mas não sei fazer diferente”.

Ainda neste sábado acontecerão provas de nove e 18 quilômetros, além das ultramaratonas de 50 e 80 quilômetros, essa última com participação da blogueira do Webrun , Rosália Camargo.


Felipe Moletta e Luzia Bello sofrem para vencer o XTerra Ilhabela

Triathlon · 21 abr, 2012

A cidade de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, é considerada capital da vela, mas neste sábado (21/04) recebeu a segunda etapa do Circuito XTerra, com diversas competições. A primeira do dia foi o triathlon, com distâncias de 1,5 quilômetro de natação, 28 de mountain bike e oito de corrida, vencido por Felipe Moletta e Luzia Bello.

Direto de Ilhabela (SP) - Durante a madrugada uma forte chuva caiu sobre a cidade, o que assustou a maioria dos competidores, mas São Pedro foi generoso e, no exato instante da largada (8h), fechou as comportas do céu. Cerca de 400 triatletas largaram na Praia do Perequê para o trecho de natação, que teve como diferencial um salto do píer na segunda volta.

Na prova masculina os atletas saíram embolados da água para pegar a bicicleta na área de transição, mas logo nos primeiros quilômetros do pedal Felipe Moletta assumiu a ponta e começou a fazer força para disparar na frente. Nos trechos de trilha o barro obrigou muitos a empurrarem a bicicleta, enquanto nas partes planas todos aproveitavam para recuperar o tempo perdido.

Moletta foi o primeiro a deixar a bike e sair para a corrida, com vantagem de dois minutos para Frederico Zacarias, que por sua vez saiu três minutos na frente de Rodrigo Altafini. Durante a corrida as posições não se alteraram e Moletta apenas aumentou a vantagem até cruzar a linha de chegada com 2h38min16 (extra oficial), novo recorde da competição.

“Não tem como descrever a sensação de vencer um XTerra, principalmente em Ilhabela, que foi onde tudo começou”, relata o paranaense, que ano passado ficou em segundo depois de liderar todo o trecho. “Como eu não sabia quanto tempo o segundo estava atrás de mim, fiz muita força e deu certo”.

A segunda colocação ficou com Frederico Zacarias, ao marcar 2h37min54, enquanto Rodrigo Altafini foi o terceiro com 2h38min20. “A chuva da madrugada atrapalhou um pouco no pedal, já que na hora de empurrar a bike eu perco muito tempo”, relata Frederico, que está em ritmo de treinamento para o Ironman Brasil, em maio.

Já Altafini afirma que a velocidade dos dois primeiros é muito maior. “A molecada é mais nova e fica difícil acompanhar”, brinca o triatleta. “A lama estava igual ao ano passado, talvez um pouco pior. A chuva assentou a poeira de ontem e estava perfeito para fazer as descidas, o problema era subir”.

Mulheres - Na disputa feminina Luzia Bello faturou a etapa de Ilhabela pela primeira vez (3h15min31), resultado que ela vinha tentando alcançar desde 2010. “Foi uma prova casca grossa. Treinei muito para ela, já que sempre tinha algum problema para vencer. Caí alguma vezes na bike, mas faz parte do XTerra”.

A briga pela segunda e terceiras colocações teve um gostinho especial, já que Sabrina Gobbo derrotou sua treinadora, Cris Carvalho, ao chegar em segundo com 2h23min46. “Fiz o que dava, já que para variar estou nadando muito mal e preciso correr atrás do prejuízo. Cheguei a encostar na Luzia, mas na hora de empurrar a bike perdi muito contato”. Sobre a disputa com a treinadora, ela diz que se sentiu muito feliz. “Foi demais, já que no meu primeiro XTerra cheguei em décimo e ela venceu”.

Cris foi a terceira com o tempo de 3h23min46 e diz que não vai deixar barato a vitória da pupila. “Vai ter revanche, pode acreditar”, brinca. “Não tive muito tempo para treinar técnica e apanhei da prova o percurso inteiro, mas não sei fazer diferente”.

Ainda neste sábado acontecerão provas de nove e 18 quilômetros, além das ultramaratonas de 50 e 80 quilômetros, essa última com participação da blogueira do Webrun , Rosália Camargo.

Atletas estão preparados para o XTerra Ilhabela neste fim de semana

No próximo fim de semana, a cidade de Ilhabela será palco da segunda etapa do XTerra Brazil Tour deste ano. Nos dias 21 e 22 de abril, cerca de 2.500 corajosos atletas enfrentarão diversos desafios pelas paisagens naturais da ilha em provas de triathlon, maratona aquática e corridas Endurance de 50 e 80 quilômetros, novidade desta edição.

Endurance 80 KM - A inédita Endurance de 80 quilômetros vai passar por estradas, trilhas, areia, terra, pisos de paralelepípedos, em trechos de subidas e descidas. O percurso começa na Praia do Perequê e continua pelo sul da ilha até a Praia dos Castelhanos e volta para o Perequê por dentro da mata.

A corredora e blogueira do Webrun, Rosália Camargo, vai enfrentar a ultramaratona no sábado, na sua estreia na distância, para conhecer a prova e ver como seu organismo vai responder aos 80 quilômetros. “Parece que não faz muita diferença correr 50 ou 80 quilômetros, mas quando você aumenta a distância, é diferente para o psicológico e para o físico”, conta.

Por não saber como pode reagir às distâncias mais longas, Rosália conta que sempre sai ansiosa para seus treinos. “São muitas horas correndo então, em alguns momentos, você está muito bem e, em outros, você está muito mal. Essa prova [XTerra Endurance] vai ser um pouco assim, com altos e baixos”, analisa.

Entre os 80 atletas que enfrentarão a ultramaratona, o XTerra Ilhabela confirmou a presença da canadense Tracy Garneau. Candidata favorita do Endurance, a atleta “sinistra”, na opinião de Rosália, levou a segunda colocação na Jungle Marathon, em 2009, num percurso de trilhas de 200 quilômetros pela Floresta Amazônica.

A organização da prova recomenda que os atletas da ultramaratona levem mochila para hidratação, já que os postos de água estarão um pouco espaçados. Rosália sugere levar, além da água, alguns suplementos e coisas para comer no caminho.

Triathlon - Os 410 triatletas que vão participar do XTerra Ilhabela devem estar atentos a mais uma confirmação para a etapa da prova mais tradicional da competição. A líder do ranking, em busca do tricampeonato no Circuito XTerra Brazil de Triathlon, já garantiu a sua participação. A santista Luiza Bello, da equipe Tremendão, quer a inédita vitória na etapa de Ilhabela.

A prova de triathlon é disputada por 1,5 quilômetro de natação, 25 de mountain bike e oito quilômetros de trilhas. A técnica para essa competição é o que pode fazer a diferença em entre os atletas, sobretudo no pedal.

Outras modalidades - Fazem parte também do XTerra Ilhabela uma corrida noturna de nove ou 18 quilômetros, que atravessa a natureza da ilha durante a noite. E para os nadadores, um Swim Challenge de 1,5 ou três quilômetros.

Programação - Na sexta-feira (20/04) acontece a entrega de kits para todas as provas às 16h, no Ilha Flat Hotel, na Avenida Princesa Isabel, 747, na Praia do Perequê. O simpósio Técnico será no mesmo local às 19h.

A primeira largada do dia será da prova de Triathlon, às 8h, na Arena em frente ao Hotel, na Praia do Perequê. A corrida Endurance 80K tem início às 13h15 e a Endurance 50K, às 16h.

A largada para a Night Run de 18 quilômetros será dada às 18h15 e, algum tempo depois, às 19h, saem os corredores para a Night Run de nove quilômetros.

O Swin Challenge será apenas no domingo (22/04) e começa às 11h.


Atletas estão preparados para o XTerra Ilhabela neste fim de semana

Triathlon · 18 abr, 2012

No próximo fim de semana, a cidade de Ilhabela será palco da segunda etapa do XTerra Brazil Tour deste ano. Nos dias 21 e 22 de abril, cerca de 2.500 corajosos atletas enfrentarão diversos desafios pelas paisagens naturais da ilha em provas de triathlon, maratona aquática e corridas Endurance de 50 e 80 quilômetros, novidade desta edição.

Endurance 80 KM - A inédita Endurance de 80 quilômetros vai passar por estradas, trilhas, areia, terra, pisos de paralelepípedos, em trechos de subidas e descidas. O percurso começa na Praia do Perequê e continua pelo sul da ilha até a Praia dos Castelhanos e volta para o Perequê por dentro da mata.

A corredora e blogueira do Webrun, Rosália Camargo, vai enfrentar a ultramaratona no sábado, na sua estreia na distância, para conhecer a prova e ver como seu organismo vai responder aos 80 quilômetros. “Parece que não faz muita diferença correr 50 ou 80 quilômetros, mas quando você aumenta a distância, é diferente para o psicológico e para o físico”, conta.

Por não saber como pode reagir às distâncias mais longas, Rosália conta que sempre sai ansiosa para seus treinos. “São muitas horas correndo então, em alguns momentos, você está muito bem e, em outros, você está muito mal. Essa prova [XTerra Endurance] vai ser um pouco assim, com altos e baixos”, analisa.

Entre os 80 atletas que enfrentarão a ultramaratona, o XTerra Ilhabela confirmou a presença da canadense Tracy Garneau. Candidata favorita do Endurance, a atleta “sinistra”, na opinião de Rosália, levou a segunda colocação na Jungle Marathon, em 2009, num percurso de trilhas de 200 quilômetros pela Floresta Amazônica.

A organização da prova recomenda que os atletas da ultramaratona levem mochila para hidratação, já que os postos de água estarão um pouco espaçados. Rosália sugere levar, além da água, alguns suplementos e coisas para comer no caminho.

Triathlon - Os 410 triatletas que vão participar do XTerra Ilhabela devem estar atentos a mais uma confirmação para a etapa da prova mais tradicional da competição. A líder do ranking, em busca do tricampeonato no Circuito XTerra Brazil de Triathlon, já garantiu a sua participação. A santista Luiza Bello, da equipe Tremendão, quer a inédita vitória na etapa de Ilhabela.

A prova de triathlon é disputada por 1,5 quilômetro de natação, 25 de mountain bike e oito quilômetros de trilhas. A técnica para essa competição é o que pode fazer a diferença em entre os atletas, sobretudo no pedal.

Outras modalidades - Fazem parte também do XTerra Ilhabela uma corrida noturna de nove ou 18 quilômetros, que atravessa a natureza da ilha durante a noite. E para os nadadores, um Swim Challenge de 1,5 ou três quilômetros.

Programação - Na sexta-feira (20/04) acontece a entrega de kits para todas as provas às 16h, no Ilha Flat Hotel, na Avenida Princesa Isabel, 747, na Praia do Perequê. O simpósio Técnico será no mesmo local às 19h.

A primeira largada do dia será da prova de Triathlon, às 8h, na Arena em frente ao Hotel, na Praia do Perequê. A corrida Endurance 80K tem início às 13h15 e a Endurance 50K, às 16h.

A largada para a Night Run de 18 quilômetros será dada às 18h15 e, algum tempo depois, às 19h, saem os corredores para a Night Run de nove quilômetros.

O Swin Challenge será apenas no domingo (22/04) e começa às 11h.

XTerra Ilhabela confirma presença de ultramaratonista canadense

Triathlon · 13 abr, 2012

A pouco mais de uma semana da etapa XTerra Ilhabela, a ultramaratonista Tracy Garneau confirma sua presença na prova. A canadense vai participar da disputa inédita Endurance de 80 quilômetros, que acontece em Ilhabela, litoral paulista, nos dias 21 e 22 de abril.

Favorita na ultramaratona da etapa, Tracy levou a segunda colocação da Jungle Marathon, em 2009, num percurso de trilhas de 200 quilômetros pela Floresta Amazônica.

Além da corrida Endurance de 80 quilômetros, fazem parte também do XTerra Ilhabela uma Endurance de 50 quilômetros. A prova de triathlon é disputada por 1,5 quilômetro de natação, 25 de ciclismo cross country e oito quilômetros de trilhas. A corrida noturna de nove ou 18 quilômetros também atravessa a natureza da ilha durante a noite. Para os nadadores, um Swim Challenge de 1,5 ou três quilômetros.

A etapa do XTerra em Ilhabela soma pontos para vaga na Ultramaratona Tour du Mont Blanc, que atravessa a mais alta montanha dos Alpes, passando por países como França, Itália e Suíça. Entre os dias 27 de agosto e dois de setembro, os participantes vão percorrer 166 quilômetros a 9.500 metros de altura.