estrangeiros

Por que os brasileiros não vencem mais a São Silvestre?

São Silvestre · 24 dez, 2019

O treinador e colunista do Webrun, Nelson Evêncio, listou 8 motivos para os brasileiros não conquistarem o lugar mais alto do pódio na São Silvestre. Depois de diversos acontecimentos e fraudes como os mais de 10 atletas de uma mesma […]


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Bicampeão da Maratona de São Paulo encabeça a lista de estrangeiros em 2018

Maratona · 03 abr, 2018

A briga pelo topo do pódio na 24ª Maratona Internacional de São Paulo promete ser bastante acirrada. Se o Brasil contará com vários destaques, o mesmo se pode dizer dos estrangeiros que estarão no domingo na prova, a partir das […]


Bicampeão da Maratona de São Paulo encabeça a lista de estrangeiros em 2018

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Por que os brasileiros não vencem mais a São Silvestre?

Competição · 10 jan, 2018

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19ª Volta Internacional da Pampulha terá destaques de seis países na Elite

Competição · 30 nov, 2017

Considerada uma das mais importantes provas do país, a Volta Internacional da Pampulha completará sua 19ª edição neste domingo, dia 3 de dezembro. E, para confirmar essa condição, reunirá na Elite atletas de seis nações, todos em condições de brigar […]


19ª Volta Internacional da Pampulha terá destaques de seis países na Elite

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Nem mesmo a poluição impediu ótimas marcas na Meia Maratona de Delhi, na Índia

Competição · 21 nov, 2017

Ameaçada de ser cancelada devido a forte poluição na Índia, a 13ª edição da Delhi Half Marathon teve como destaque o excelente debute na distância de Almaz Ayana, campeã olímpica, mundial e recordista mundial dos 10.000 metros, além de uma […]


Nem mesmo a poluição impediu ótimas marcas na Meia Maratona de Delhi, na Índia

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Marílson Gomes enfrenta corredores de elite de outros países

Corridas de Rua · 30 dez, 2010

Os dados estão lançados e as apostas para a São Silvestre já começaram. Embora não seja mais novidade o excelente currículo dos candidatos ao pódio de amanhã (30/12), vale lembrar que os palpites se dividem entre James Kwambai, do Quênia, Marílson Gomes, do Brasil e Abderrahime Bouramdane, do Marrocos. James Kwambai foi bicampeão da disputa em 2009 e 2008, assim como Marílson, que venceu no ano de 2005 e 2003.

Apesar dos dois terem o mesmo número de vitórias na prova, o brasileiro foi quem finalizou o percurso em menor tempo, aos 43min21, há cinco anos (contra os 44min40 do queniano, marca conquistada na edição passada). “Os James é um atleta que a gente precisa ter respeito. Não só com ele, mas também com os demais estrangeiros, que darão muito trabalho”, confessa Marílson, recordista sul-americano dos 5.000 m e dos 10.000 m em pista, da meia-maratona, e bicampeão da Maratona de Nova York (2006 e 2008).

“É agradável quando existem atletas de outros países na prova, pois ela fica mais bonita, mais disputada”, acrescenta o fundista de 33 anos. Além de James, o brasiliense concorre ao lado do marroquino Bouramdane, que fez o melhor tempo pessoal na Maratona de Londres (2h07min33) neste ano e foi vice-campeão da Maratona de Chicago em 2009. Marílson, nos mesmos 42 quilômetros percorridos por Bouramdane, no país de shakespeare,conquistou seu recorde há dois anos (2h08min37),.

Marílson afirma que hoje é mais fácil correr fora de casa. “Há muita pressão. Mas isso a gente já esperava por causa da grande atenção que desperta a prova. Mas o atleta para ter resultados e ser reconhecido acaba aprendendo a lidar com a cobrança”, diz o recordista sul-americano, que é o favorito de Bouramdane.

“Entre James e Marílson eu aposto no brasileiro. Acho o James um bom competidor, mas não creio que ele vencerá”, diz o marroquino, especialista em provas de longa distância, que começou correr aos 13 anos de idades no colégio. “Quando dei minhas primeiras passadas descobri que era isso que queria fazer para o resto da minha vida”, relata o corredor de 32 anos.

Outros atlestas - Também entra para a lista de fortes competidores os seguintes nomes estrangeiros: Barnabas Kosgei (campeão da Volta da Pampulha e vice-campeão da 10K Rio Corrida Pan-Americana este ano); Mark Korir (campeão da 10K Rio e vice-campeão da Volta da Pampulha 2010); Mathew Cheboi (campeão da Meia Maratona de Belgrado, na Sérvia, em 2009, e vice-campeão da Meia Maratona de Bologna, na Itália ano passado); Marco Joseph e Mohamed El Hashimi (campeão das provas de 10k de Kaatsheuvek e Neerpelt, ambas na Holanda, em 2008).

Além de Marílson, os atletas nacionais com chances de ganhar são Damião Ancelmo de Souza, que este ano disputou 18 provas de rua e chegou ao pódio em quase todas (11 vitórias), o brasiliense Clodoaldo Gomes da Silva (segundo colocado na São Silvestre de 2006 e o melhor do Brasil na edição do ano passado) e Franck Caldeira (campeão da Maratona de São Paulo, tricampeão da Volta Internacional da Pampulha, primeiro colocado na São Silvestre, bicampeão da Meia Maratona do Rio e medalhista de ouro na maratona do Pan-Americano do Rio 2007). O recorde da São Silvestre, de 43min12, pertence a Paul Tergat desde 1995.


Marílson Gomes enfrenta corredores de elite de outros países

Corridas de Rua · 30 dez, 2010

Os dados estão lançados e as apostas para a São Silvestre já começaram. Embora não seja mais novidade o excelente currículo dos candidatos ao pódio de amanhã (30/12), vale lembrar que os palpites se dividem entre James Kwambai, do Quênia, Marílson Gomes, do Brasil e Abderrahime Bouramdane, do Marrocos. James Kwambai foi bicampeão da disputa em 2009 e 2008, assim como Marílson, que venceu no ano de 2005 e 2003.

Apesar dos dois terem o mesmo número de vitórias na prova, o brasileiro foi quem finalizou o percurso em menor tempo, aos 43min21, há cinco anos (contra os 44min40 do queniano, marca conquistada na edição passada). “Os James é um atleta que a gente precisa ter respeito. Não só com ele, mas também com os demais estrangeiros, que darão muito trabalho”, confessa Marílson, recordista sul-americano dos 5.000 m e dos 10.000 m em pista, da meia-maratona, e bicampeão da Maratona de Nova York (2006 e 2008).

“É agradável quando existem atletas de outros países na prova, pois ela fica mais bonita, mais disputada”, acrescenta o fundista de 33 anos. Além de James, o brasiliense concorre ao lado do marroquino Bouramdane, que fez o melhor tempo pessoal na Maratona de Londres (2h07min33) neste ano e foi vice-campeão da Maratona de Chicago em 2009. Marílson, nos mesmos 42 quilômetros percorridos por Bouramdane, no país de shakespeare,conquistou seu recorde há dois anos (2h08min37),.

Marílson afirma que hoje é mais fácil correr fora de casa. “Há muita pressão. Mas isso a gente já esperava por causa da grande atenção que desperta a prova. Mas o atleta para ter resultados e ser reconhecido acaba aprendendo a lidar com a cobrança”, diz o recordista sul-americano, que é o favorito de Bouramdane.

“Entre James e Marílson eu aposto no brasileiro. Acho o James um bom competidor, mas não creio que ele vencerá”, diz o marroquino, especialista em provas de longa distância, que começou correr aos 13 anos de idades no colégio. “Quando dei minhas primeiras passadas descobri que era isso que queria fazer para o resto da minha vida”, relata o corredor de 32 anos.

Outros atlestas - Também entra para a lista de fortes competidores os seguintes nomes estrangeiros: Barnabas Kosgei (campeão da Volta da Pampulha e vice-campeão da 10K Rio Corrida Pan-Americana este ano); Mark Korir (campeão da 10K Rio e vice-campeão da Volta da Pampulha 2010); Mathew Cheboi (campeão da Meia Maratona de Belgrado, na Sérvia, em 2009, e vice-campeão da Meia Maratona de Bologna, na Itália ano passado); Marco Joseph e Mohamed El Hashimi (campeão das provas de 10k de Kaatsheuvek e Neerpelt, ambas na Holanda, em 2008).

Além de Marílson, os atletas nacionais com chances de ganhar são Damião Ancelmo de Souza, que este ano disputou 18 provas de rua e chegou ao pódio em quase todas (11 vitórias), o brasiliense Clodoaldo Gomes da Silva (segundo colocado na São Silvestre de 2006 e o melhor do Brasil na edição do ano passado) e Franck Caldeira (campeão da Maratona de São Paulo, tricampeão da Volta Internacional da Pampulha, primeiro colocado na São Silvestre, bicampeão da Meia Maratona do Rio e medalhista de ouro na maratona do Pan-Americano do Rio 2007). O recorde da São Silvestre, de 43min12, pertence a Paul Tergat desde 1995.

Estrangeiros evitam falar em favoritismo na São Silvestre

Corridas de Rua · 30 dez, 2008

Alguns representantes do Quênia que estarão nesta quarta-feira na 84ª edição da São Silvestre foram comedidos nas palavras e evitaram falar em favoritismo durante coletiva de imprensa realizada na tarde de hoje em São Paulo. Mesmo com o currículo invejável de alguns corredores africanos, eles afirmaram que a prova é uma grande surpresa e que qualquer um tem chance de vencer, seja brasileiro ou estrangeiro.

Um dos grandes destaques da edição deste ano será Evans Cheruiyot, campeão da Maratona de Chicago 2008 com o tempo de 2h06min25. “Essa será a minha primeira São Silvestre, queria muito estar aqui e fiz um treino específico para esse percurso”, relata o competidor de 26 anos. Evans diz ainda que não quis fazer um reconhecimento do trajeto. “Preferi ficar apenas com o que vi pela televisão e com os relatos de amigos e treinadores”.

Recém chegado ao Brasil, ele diz que ainda está se adaptando ao clima da metrópole, mas se mostrou plenamente aclimatado.“Fiz um treinamento de dois meses para essa prova e espero estar pronto para ela amanhã, faça chuva ou faça sol”, relata o medalhista de bronze no Mundial de Meia Maratona da Itália, em 2007.

Outro estrangeiro de peso na prova e que participará pela primeira vez é o também queniano James Kwabai, vice-campeão da Maratona de Berlim esse ano com o recorde pessoal de 2h05min36. “Comecei minha preparação para essa prova em novembro”, relata o atleta que obteve o quinto lugar na Maratona de Nova York esse ano com 2h12min25. Ele também diz que prefere não fazer um reconhecimento in-loco dos 15 quilômetros da prova, mas sabe que terá dificuldades pela frente. “Eu gosto muito das descidas, nem imagino como serão as subidas desta prova”, relata de forma irreverente.

Mais destaques - Já Nicholas Koech e Kipromo Mutai, que também devem dar trabalho para os brasileiros, já estão no Brasil a mais tempo e contam com a aclimatação a seu favor, mas nem por isso se acham favoritos ao título. Nicholas venceu a Volta da Pampulha e a 10K Rio este mês e relata que “o percurso é difícil, mas a preparação foi muito bem feita para chegar bem na prova”.

No dia 23 de novembro ele venceu a SP Classic Zumbi dos Palmares em São Paulo e na época relatou que não tinha idéia do nível dos corredores brasileiros, já que era sua primeira prova em terras tupiniquins. Agora mais experiente, ele comenta que espera passar o ano novo com mais uma vitória. “Estou há dois meses no país e me preparei muito para essa competição”.

O único do grupo que segue para sua segunda participação na São Silvestre é Kiprono Mutai, dono de um sorriso largo e um inglês mais compreensível que o de seus companheiros. “Em 2007 eu não completei devido ao calor, mas este ano treinei mais e estou confiante por um bom resultado”, comenta o atleta de 21 anos. Perguntado sobre o que ele fez de diferente desta vez, Mutai relata que ter participado da Volta da Pampulha foi de grande valia. “O calor que fez lá serviu como treino para o calor que pode fazer em São Paulo no dia 31”, finaliza o competidor que obteve o título da Meia Maratona de São Paulo esse ano e ficou com o vice na Pampulha.

Mulheres - Já entre as mulheres, duas atletas merecem destaque, Nancy Kipron, campeã da Volta da Pampulha e da 10K Rio e a etíope Yimer Wude Ayalew, especialista em provas de pista, entre elas os cinco e 10 mil metros. Nancy venceu a Volta da Pampulha esse ano e diz que já fez amizade com algumas brasileiras e as considera fortes concorrentes.
“Não é porque eu venci as brasileiras em algumas provas, que elas não podem me superar na São Silvestre, por exemplo”, relata a competidora que também faturou o título da SP Classic Zumbi dos Palmares esse ano. “Não existe favoritismo numa corrida como essa”, completa. “Estou há três meses no Brasil e me preparei muito para a São silvestre”, relata Nancy, que assim como Nicholas treina com Moacyr Marcondes, o Coquinho, no Paraná.

Também integrarão o field feminino as quenianas Jane Kiyara, vencedora este ano da etapa de Curitiba do Circuito de Corridas da Caixa; Priscah Jeptoo, terceira colocada na Volta da Pampulha, Ednah Mukhwana, vice da Meia Maratona de São Paulo e Emily Chepkomi, vice na Meia do Rio este ano. A largada da elite A feminina será às 16h45, sete minutos antes da largada dos homens.


Estrangeiros evitam falar em favoritismo na São Silvestre

Corridas de Rua · 30 dez, 2008

Alguns representantes do Quênia que estarão nesta quarta-feira na 84ª edição da São Silvestre foram comedidos nas palavras e evitaram falar em favoritismo durante coletiva de imprensa realizada na tarde de hoje em São Paulo. Mesmo com o currículo invejável de alguns corredores africanos, eles afirmaram que a prova é uma grande surpresa e que qualquer um tem chance de vencer, seja brasileiro ou estrangeiro.

Um dos grandes destaques da edição deste ano será Evans Cheruiyot, campeão da Maratona de Chicago 2008 com o tempo de 2h06min25. “Essa será a minha primeira São Silvestre, queria muito estar aqui e fiz um treino específico para esse percurso”, relata o competidor de 26 anos. Evans diz ainda que não quis fazer um reconhecimento do trajeto. “Preferi ficar apenas com o que vi pela televisão e com os relatos de amigos e treinadores”.

Recém chegado ao Brasil, ele diz que ainda está se adaptando ao clima da metrópole, mas se mostrou plenamente aclimatado.“Fiz um treinamento de dois meses para essa prova e espero estar pronto para ela amanhã, faça chuva ou faça sol”, relata o medalhista de bronze no Mundial de Meia Maratona da Itália, em 2007.

Outro estrangeiro de peso na prova e que participará pela primeira vez é o também queniano James Kwabai, vice-campeão da Maratona de Berlim esse ano com o recorde pessoal de 2h05min36. “Comecei minha preparação para essa prova em novembro”, relata o atleta que obteve o quinto lugar na Maratona de Nova York esse ano com 2h12min25. Ele também diz que prefere não fazer um reconhecimento in-loco dos 15 quilômetros da prova, mas sabe que terá dificuldades pela frente. “Eu gosto muito das descidas, nem imagino como serão as subidas desta prova”, relata de forma irreverente.

Mais destaques - Já Nicholas Koech e Kipromo Mutai, que também devem dar trabalho para os brasileiros, já estão no Brasil a mais tempo e contam com a aclimatação a seu favor, mas nem por isso se acham favoritos ao título. Nicholas venceu a Volta da Pampulha e a 10K Rio este mês e relata que “o percurso é difícil, mas a preparação foi muito bem feita para chegar bem na prova”.

No dia 23 de novembro ele venceu a SP Classic Zumbi dos Palmares em São Paulo e na época relatou que não tinha idéia do nível dos corredores brasileiros, já que era sua primeira prova em terras tupiniquins. Agora mais experiente, ele comenta que espera passar o ano novo com mais uma vitória. “Estou há dois meses no país e me preparei muito para essa competição”.

O único do grupo que segue para sua segunda participação na São Silvestre é Kiprono Mutai, dono de um sorriso largo e um inglês mais compreensível que o de seus companheiros. “Em 2007 eu não completei devido ao calor, mas este ano treinei mais e estou confiante por um bom resultado”, comenta o atleta de 21 anos. Perguntado sobre o que ele fez de diferente desta vez, Mutai relata que ter participado da Volta da Pampulha foi de grande valia. “O calor que fez lá serviu como treino para o calor que pode fazer em São Paulo no dia 31”, finaliza o competidor que obteve o título da Meia Maratona de São Paulo esse ano e ficou com o vice na Pampulha.

Mulheres - Já entre as mulheres, duas atletas merecem destaque, Nancy Kipron, campeã da Volta da Pampulha e da 10K Rio e a etíope Yimer Wude Ayalew, especialista em provas de pista, entre elas os cinco e 10 mil metros. Nancy venceu a Volta da Pampulha esse ano e diz que já fez amizade com algumas brasileiras e as considera fortes concorrentes.
“Não é porque eu venci as brasileiras em algumas provas, que elas não podem me superar na São Silvestre, por exemplo”, relata a competidora que também faturou o título da SP Classic Zumbi dos Palmares esse ano. “Não existe favoritismo numa corrida como essa”, completa. “Estou há três meses no Brasil e me preparei muito para a São silvestre”, relata Nancy, que assim como Nicholas treina com Moacyr Marcondes, o Coquinho, no Paraná.

Também integrarão o field feminino as quenianas Jane Kiyara, vencedora este ano da etapa de Curitiba do Circuito de Corridas da Caixa; Priscah Jeptoo, terceira colocada na Volta da Pampulha, Ednah Mukhwana, vice da Meia Maratona de São Paulo e Emily Chepkomi, vice na Meia do Rio este ano. A largada da elite A feminina será às 16h45, sete minutos antes da largada dos homens.

Brasileiros e quenianos duelam na S. Silvestre

Corridas de Rua · 30 dez, 2007

Assim como na prova feminina, a masculina terá um pelotão forte para a disputa da São Silvestre nesta segunda-feira, isto porque além do campeão do ano passado Franck Caldeira, este ano a prova terá a presença de Robert Cheruiyot. O queniano é campeão da Maratona de Chicago e tricampeão da Maratona de Boston.

Também estarão no páreo Giomar Pereira da Silva, João da Bota, Kiprono Mutai; Daniel Gatheru e Patrick Ivuti. “Vamos torcer pela vitória de um brasileiro este ano de novo”, ressalta Giomar. “Estou bem treinado graças a Deus e espero vencer o ranking da CBAt”, completa o corredor que está 11 pontos atrás de João da Bota.

João, que tem este apelido pois corria de botas no começo da carreira, diz que Giomar é seu adversário na prova, mas seu amigo pessoal fora das corridas de rua. “Estou na liderança atualmente, espero vencer, mas Deus sabe o que faz, vamos para a disputa final para ver o que vai dar”. Ele fala ainda que teve que reduzir um pouco os treinos, pois estava sentido uma dor na panturrilha, mas agora já está recuperado.

Campeão - Franck Caldeira, atual campeão na Maratona do Pan e defensor do título da São Silvestre, afirma que vai correr para superar seus limites e não os adversários e que a vitória é apenas uma conseqüência. “Esta é uma das provas que eu gosto de participar, quero vencer pelo brilho dela, independente de quem participar”, ressalta.

Ele afirma que não sente a pressão por ter que vencer novamente, pois sabe lidar muito bem com este tipo de situação. “ Ano passado me questionaram que sem Marílson, sem Vanderlei e sem quenianos fortes não era a tradicional São Silvestre, mas acho que as pessoas tem que valorizar quem está na prova, nós brasileiros”.

No dia em que ele venceu a Volta da Pampulha, Vanderlei Cordeiro e José Telles correram a Maratona de Milão, na Itália, e obtiveram o índice olímpico para Pequim 2008, deixando o mineiro para trás. “Agora eu devo correr provavelmente a Maratona de Paris para buscar o índice necessário. Sei que posso fazer um bom tempo, mas maratona é sempre uma prova que tem que ser muito estudada”.

Patrick Ivuti, 29 anos, faturou este ano a Meia Maratona de Praga com 1h01min00 e vai correr pela segunda vez a São Silvestre. “Agradeço à organização pelo convite, esta é uma prova que gosto de correr e espero obter um bom resultado, já que servirá para o começo da temporada para mim”.

Daniel Gatheru, de 24 anos, possui como melhor marca em meias o tempo de 1h00min23 e nos 10k 28min24 e será mais um debutante na prova. “Fiz duas semanas de adaptação em Londrina, que tem o clima parecido com o de São Paulo e sei que os brasileiros serão adversários muito fortes”, comenta o queniano que espera contar com uma ajuda dos companheiros.

Kiprono Mutai, de 21 anos, outro estreante na competição, diz que o calor deve ser muito forte, mas como ele já vem treinando no Brasil não deve sentir tanto. “Se você treinar bem faz bons resultados, sei que o Brasil tem ótimos atletas, como o Franck e a prova não será nada fácil”.

Astro - O grande astro internacional é sem dúvida Robert Cheruiyot, que competirá este ano pela quinta vez na São Silvestre, onde já obteve o título em 2002 e 2004. Recém agraciado com um milhão de dólares por vencer o Circuito das Maiores Maratonas do Mundo (WMM), ele explica a motivação de correr no Brasil.

“Gosto muito do Brasil, acho legal quando estou na rua e as pessoas me reconhecem e vem falar comigo. Eu comecei minha carreira aqui e é importante tanto para mim quanto para o meu patrocinador correr esta prova”. Ele preferiu não apontar um favorito e diz que vai esperar amanhã para ver “no que vai dar”.

A largada masculina está prevista para iniciar às 16h45, junto com a saída dos atletas das categorias geral masculina e feminina.


Brasileiros e quenianos duelam na S. Silvestre

Corridas de Rua · 30 dez, 2007

Assim como na prova feminina, a masculina terá um pelotão forte para a disputa da São Silvestre nesta segunda-feira, isto porque além do campeão do ano passado Franck Caldeira, este ano a prova terá a presença de Robert Cheruiyot. O queniano é campeão da Maratona de Chicago e tricampeão da Maratona de Boston.

Também estarão no páreo Giomar Pereira da Silva, João da Bota, Kiprono Mutai; Daniel Gatheru e Patrick Ivuti. “Vamos torcer pela vitória de um brasileiro este ano de novo”, ressalta Giomar. “Estou bem treinado graças a Deus e espero vencer o ranking da CBAt”, completa o corredor que está 11 pontos atrás de João da Bota.

João, que tem este apelido pois corria de botas no começo da carreira, diz que Giomar é seu adversário na prova, mas seu amigo pessoal fora das corridas de rua. “Estou na liderança atualmente, espero vencer, mas Deus sabe o que faz, vamos para a disputa final para ver o que vai dar”. Ele fala ainda que teve que reduzir um pouco os treinos, pois estava sentido uma dor na panturrilha, mas agora já está recuperado.

Campeão - Franck Caldeira, atual campeão na Maratona do Pan e defensor do título da São Silvestre, afirma que vai correr para superar seus limites e não os adversários e que a vitória é apenas uma conseqüência. “Esta é uma das provas que eu gosto de participar, quero vencer pelo brilho dela, independente de quem participar”, ressalta.

Ele afirma que não sente a pressão por ter que vencer novamente, pois sabe lidar muito bem com este tipo de situação. “ Ano passado me questionaram que sem Marílson, sem Vanderlei e sem quenianos fortes não era a tradicional São Silvestre, mas acho que as pessoas tem que valorizar quem está na prova, nós brasileiros”.

No dia em que ele venceu a Volta da Pampulha, Vanderlei Cordeiro e José Telles correram a Maratona de Milão, na Itália, e obtiveram o índice olímpico para Pequim 2008, deixando o mineiro para trás. “Agora eu devo correr provavelmente a Maratona de Paris para buscar o índice necessário. Sei que posso fazer um bom tempo, mas maratona é sempre uma prova que tem que ser muito estudada”.

Patrick Ivuti, 29 anos, faturou este ano a Meia Maratona de Praga com 1h01min00 e vai correr pela segunda vez a São Silvestre. “Agradeço à organização pelo convite, esta é uma prova que gosto de correr e espero obter um bom resultado, já que servirá para o começo da temporada para mim”.

Daniel Gatheru, de 24 anos, possui como melhor marca em meias o tempo de 1h00min23 e nos 10k 28min24 e será mais um debutante na prova. “Fiz duas semanas de adaptação em Londrina, que tem o clima parecido com o de São Paulo e sei que os brasileiros serão adversários muito fortes”, comenta o queniano que espera contar com uma ajuda dos companheiros.

Kiprono Mutai, de 21 anos, outro estreante na competição, diz que o calor deve ser muito forte, mas como ele já vem treinando no Brasil não deve sentir tanto. “Se você treinar bem faz bons resultados, sei que o Brasil tem ótimos atletas, como o Franck e a prova não será nada fácil”.

Astro - O grande astro internacional é sem dúvida Robert Cheruiyot, que competirá este ano pela quinta vez na São Silvestre, onde já obteve o título em 2002 e 2004. Recém agraciado com um milhão de dólares por vencer o Circuito das Maiores Maratonas do Mundo (WMM), ele explica a motivação de correr no Brasil.

“Gosto muito do Brasil, acho legal quando estou na rua e as pessoas me reconhecem e vem falar comigo. Eu comecei minha carreira aqui e é importante tanto para mim quanto para o meu patrocinador correr esta prova”. Ele preferiu não apontar um favorito e diz que vai esperar amanhã para ver “no que vai dar”.

A largada masculina está prevista para iniciar às 16h45, junto com a saída dos atletas das categorias geral masculina e feminina.

Meia do Rio terá duelo Brasil versus Argentina

Meia Maratona · 31 ago, 2007

No próximo domingo acontece a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, competição que terá um duelo Brasil e Argentina, já que o “hermano” Gustavo Comba, vencedor da tradicional Corrida Internacional de San Fernando, no Uruguai, disputará a prova da Cidade Maravilhosa. A largada será na Praia de São Conrado e a chegada será no Aterro do flamengo, com transmissão ao vivo pela TV Globo dentro do Esporte Espetacular.

Aos 34 anos de idade, Gustavo é um dos melhores corredores de seu país, fato comprovado na prova de San Fernando, onde ele completou os 10 quilômetros em 28min51, chegando à frente dos brasileiros José Cícero Eloy, da Pé de Vento, e Luiz Paulo Antunes, do Cruzeiro. Ele possui como recordes pessoais 3min45 nos 1.500m; 14min50 nos cinco mil, 29min19 nos 10 mil, 1h03min44 na meia e 2h25min21 na maratona.

Também haverá uma representante feminina na competição, Maria Raquel Maraviglia, atleta de 29 anos que correu esse ano a Meia de Rosário (1h16min50) e a Meia de Fikestas Mayas, de Buenos Aires (1h16min40). Ainda entre os estrangeiros, estarão presentes os quenianos Nancy Jepkosgei Kipron, Eunice Jepkirui Kirwa, Everlyne Kemboi, Titus Kisgei Kibii e Charles Korir; e o tanzaniano Isaya Deengw Kuti.

O Brasil terá um grupo de elite que promete não dar chances aos corredores de fora, com destaque para o medalhista de ouro na maratona do Pan, Franck Caldeira, assim como a medalhista de bronze na maratona feminina, Sirlene Pinho, e a atual campeã da São Silvestre, Lucélia Peres.


Meia do Rio terá duelo Brasil versus Argentina

Meia Maratona · 31 ago, 2007

No próximo domingo acontece a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, competição que terá um duelo Brasil e Argentina, já que o “hermano” Gustavo Comba, vencedor da tradicional Corrida Internacional de San Fernando, no Uruguai, disputará a prova da Cidade Maravilhosa. A largada será na Praia de São Conrado e a chegada será no Aterro do flamengo, com transmissão ao vivo pela TV Globo dentro do Esporte Espetacular.

Aos 34 anos de idade, Gustavo é um dos melhores corredores de seu país, fato comprovado na prova de San Fernando, onde ele completou os 10 quilômetros em 28min51, chegando à frente dos brasileiros José Cícero Eloy, da Pé de Vento, e Luiz Paulo Antunes, do Cruzeiro. Ele possui como recordes pessoais 3min45 nos 1.500m; 14min50 nos cinco mil, 29min19 nos 10 mil, 1h03min44 na meia e 2h25min21 na maratona.

Também haverá uma representante feminina na competição, Maria Raquel Maraviglia, atleta de 29 anos que correu esse ano a Meia de Rosário (1h16min50) e a Meia de Fikestas Mayas, de Buenos Aires (1h16min40). Ainda entre os estrangeiros, estarão presentes os quenianos Nancy Jepkosgei Kipron, Eunice Jepkirui Kirwa, Everlyne Kemboi, Titus Kisgei Kibii e Charles Korir; e o tanzaniano Isaya Deengw Kuti.

O Brasil terá um grupo de elite que promete não dar chances aos corredores de fora, com destaque para o medalhista de ouro na maratona do Pan, Franck Caldeira, assim como a medalhista de bronze na maratona feminina, Sirlene Pinho, e a atual campeã da São Silvestre, Lucélia Peres.

Confira a lista dos atletas estrangeiros que podem competir no Brasil

Corridas de Rua · 08 jan, 2007

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT) divulgou a relação de atletas estrangeiros que estão autorizados a competir no Brasil. Segundo a CBAT, a lista “visa facilitar os organizadores de competições, já que estará sempre atualizada on line constando os nomes e períodos em que os atletas de outros países estão autorizados a competir no Brasil.”

Além dos organizadores, essa era uma antiga reinvidicação dos técnicos da elite brasileira. Estes tinham dúvidas se os estrangeiros usavam visto de trabalho ou de turista para participar das provas.

Segundo a regra número 4.2 da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF), um atleta somente pode competir em outro país, que não o seu de origem, se autorizado pela sua Federação Nacional de Atletismo.

Já para um atleta de elite brasileiro, que queira competir no exterior, é necessário uma autorização da CBAT através de sua respectiva federação estadual. Para acessar a listagem com os nomes dos estrangeiros autorizados pela CBAT clique aqui.


Confira a lista dos atletas estrangeiros que podem competir no Brasil

Corridas de Rua · 08 jan, 2007

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT) divulgou a relação de atletas estrangeiros que estão autorizados a competir no Brasil. Segundo a CBAT, a lista “visa facilitar os organizadores de competições, já que estará sempre atualizada on line constando os nomes e períodos em que os atletas de outros países estão autorizados a competir no Brasil.”

Além dos organizadores, essa era uma antiga reinvidicação dos técnicos da elite brasileira. Estes tinham dúvidas se os estrangeiros usavam visto de trabalho ou de turista para participar das provas.

Segundo a regra número 4.2 da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF), um atleta somente pode competir em outro país, que não o seu de origem, se autorizado pela sua Federação Nacional de Atletismo.

Já para um atleta de elite brasileiro, que queira competir no exterior, é necessário uma autorização da CBAT através de sua respectiva federação estadual. Para acessar a listagem com os nomes dos estrangeiros autorizados pela CBAT clique aqui.