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Atletismo · 14 jun, 2006
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) publicou essa semana uma portaria autorizando a volta da atleta brasileira Maurren Maggi às competições. Ela já cumpriu o prazo de suspensão e realizou periodicamente exames exigidos pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF), os quais acusaram sempre negativo.
Em 19 de janeiro de 2004 ela havia sido absolvida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBAt, mas a IAAF recorreu da decisão junto à Corte de Arbitragem do Esporte (CAS).
Em 28 de março desse ano a IAAF retirou o processo junto à CAS e liberou Maurren para competir, uma vez que o tempo exigido de suspensão já foi cumprido. Atualmente ela detém os recordes de salto em distância, salto triplo, e 100 metros com barreiras.
"Maurren tem todas as condições de voltar à elite mundial do salto em distância e poderá alcançar bons resultados no PAN 2007, no Rio de Janeiro", afirmou Nélio Moura, treinador da atleta.
Maurren estava longe das pistas desde 2003 após um resultado positivo em exame anti dopping, que acusou o uso de uma substância proibida, Clostebol, em junho de 2003. Na ocasião ela afirmou que havia utilizado uma pomada cicatrizante após uma sessão de depilação.
Atletismo · 29 out, 2003
Maurren Higa Maggi pediu oficialmente o julgamento de seu caso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Maurren deu positivo para a substância proibida Clostebol, em teste realizado em 14 de junho, em São Paulo, durante o Troféu Brasil. Ela alega que o resultado do exame deve-se ao uso de um creme cicatrizante, usado depois de sessão de depilação, feita em clínica da capital paulista.
A atleta, que tem o melhor resultado mundial do salto em distância na temporada (7,06m), está suspensa desde que a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) não aceitou suas justificativas para a presença da substância (um anabolizante) em seu organismo, o que ocorreu em 1 de agosto último.
"O pedido para o julgamento, feito no último dia do prazo, aconteceu na terça-feira, 28 de outubro. Agora, o caso segue para o presidente do STJD, Alberto Puga Barbosa, que dará o encaminhamento no âmbito da Justiça Desportiva", explicou o secretário-geral da CBAt, Martinho Santos.
Atletismo · 30 set, 2003
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) foi comunicada nesta terça-feira, 30 de setembro, pelo LADETEC, laboratório do Rio de Janeiro, credenciado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), que a análise da Amostra "B", da urina da atleta Maurren Higa Maggi (Registro 6774), confirmou o resultado da Amostra "A", que havia dado positivo para a substância proibida CLOSTEBOL Metabolite.
O material analisado foi coletado em 14 de junho deste ano, por ocasião do Troféu Brasil de Atletismo, realizado em São Paulo. Assim, em conformidade com as regras internacionais, a atleta está suspensa de participar de competições de Atletismo por dois anos, a partir de 14 de junho último.
A atleta foi comunicada do resultado da análise da Amostra "B" na data de hoje, 30 de setembro de 2003, e agora tem 28 dias para exercer o direito de solicitar que seu caso seja julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
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