Corporate Run

Integração na empresa é o lema na Corporate Run

Corridas de Rua · 21 ago, 2006

A Corporate Run além de proporcionar o bem estar físico, através da corrida de rua, também serviu para integrar os funcionários das empresas participantes. Muitas vezes em um escritório grande as pessoas não se conhecem ou quase não se falam e a oportunidade de vivenciar o espírito de equipe pode trazer bons resultados.

Geraldo Vidigal, que trabalha na Pinheiro Neto Advogados, afirma que um evento como esses une o escritório e as pessoas acabam se unindo. “É uma outra visão sobre as pessoas que trabalham na empresa e proporciona uma integração bem legal. A gente se diverte e ainda fica saudável”.

Essa opinião é compartilhada por sua colega de trabalho, Helena de Sá. Helena também trabalha na Pinheiro Neto Advogados, só participa de corridas quando a empresa organiza e diz que a integração do grupo é válida. “O escritório é grande, nesses eventos dá para você conhecer mais gente. Eu não conheço nem metade das pessoas que estão aqui, mas vou conhecendo aos poucos”.

Já o carioca Almir Alves, é assistente de tráfego na Itapemerim e veio a São Paulo apenas para participar da prova com os colegas de trabalho. “É uma coisas diferente à beça, eu não sou atleta profissional e venho mais para participar, é uma higiene mental muito legal, uma boa distração”, comenta. “A integração entre o pessoal da empresa é ótima, a gente conhece outras pessoas”, finaliza Almir, que até treinou algumas semanas antes da prova, para não fazer feio.

A segunda edição da prova contou com cerca de 5 mil pessoas, segundo dados da organização. Eduardo Gayotto, responsável pela prova, comenta que foi um desafio realizar uma prova esse ano ainda melhor que a do ano passado. “A prova do ano passado foi muito boa, o cenário do Jockey foi legal e o dia estava maravilhoso. Então, superar um ano muito bom não é fácil, mas de um modo geral conseguimos subir um degrau de um ano para o outro”. Esse ano o diferencial foi a existência de uma alameda para as empresas, que montaram tendas vips para atender seus atletas.

Para o ano que vem ele ainda não apontou nenhuma mudança significativa, mas adianta que a alameda deve ter uma formatação diferente. “O conceito foi bem formado, de uma corrida corporativa. Podemos melhorar ainda mais a alameda, para tornar algo mais amistoso e para socialmente as pessoas poderem conversar melhor”.

A Federação - A Federação Paulista de Atletismo estava presente no evento para garantir que tudo saísse conforme os protocolos das corridas de rua. Um pouco antes da largada, Cristiano Barbosa e sua equipe tiveram um pouco de trabalho, para deixar a área de largada livre para os atletas.

“Não foi bem uma confusão. Quando você traz para o mercado pessoas novas na condição de corrida, principalmente num contexto desses, de revezamento, acabam causando algum transtorno”, comenta Cristiano, se referindo ao fato de essa prova ter contado com muitos atletas iniciantes, que não costumam participar de provas regularmente.

“Nas provas tradicionais, o corredor já sabe mais ou menos como funciona. Fora esse pequeno problema, no geral foi tudo tranqüilo na prova”, finalizou Cristiano, que é coordenador do Departamento Técnico de Corridas de Rua.


Integração na empresa é o lema na Corporate Run

Corridas de Rua · 21 ago, 2006

A Corporate Run além de proporcionar o bem estar físico, através da corrida de rua, também serviu para integrar os funcionários das empresas participantes. Muitas vezes em um escritório grande as pessoas não se conhecem ou quase não se falam e a oportunidade de vivenciar o espírito de equipe pode trazer bons resultados.

Geraldo Vidigal, que trabalha na Pinheiro Neto Advogados, afirma que um evento como esses une o escritório e as pessoas acabam se unindo. “É uma outra visão sobre as pessoas que trabalham na empresa e proporciona uma integração bem legal. A gente se diverte e ainda fica saudável”.

Essa opinião é compartilhada por sua colega de trabalho, Helena de Sá. Helena também trabalha na Pinheiro Neto Advogados, só participa de corridas quando a empresa organiza e diz que a integração do grupo é válida. “O escritório é grande, nesses eventos dá para você conhecer mais gente. Eu não conheço nem metade das pessoas que estão aqui, mas vou conhecendo aos poucos”.

Já o carioca Almir Alves, é assistente de tráfego na Itapemerim e veio a São Paulo apenas para participar da prova com os colegas de trabalho. “É uma coisas diferente à beça, eu não sou atleta profissional e venho mais para participar, é uma higiene mental muito legal, uma boa distração”, comenta. “A integração entre o pessoal da empresa é ótima, a gente conhece outras pessoas”, finaliza Almir, que até treinou algumas semanas antes da prova, para não fazer feio.

A segunda edição da prova contou com cerca de 5 mil pessoas, segundo dados da organização. Eduardo Gayotto, responsável pela prova, comenta que foi um desafio realizar uma prova esse ano ainda melhor que a do ano passado. “A prova do ano passado foi muito boa, o cenário do Jockey foi legal e o dia estava maravilhoso. Então, superar um ano muito bom não é fácil, mas de um modo geral conseguimos subir um degrau de um ano para o outro”. Esse ano o diferencial foi a existência de uma alameda para as empresas, que montaram tendas vips para atender seus atletas.

Para o ano que vem ele ainda não apontou nenhuma mudança significativa, mas adianta que a alameda deve ter uma formatação diferente. “O conceito foi bem formado, de uma corrida corporativa. Podemos melhorar ainda mais a alameda, para tornar algo mais amistoso e para socialmente as pessoas poderem conversar melhor”.

A Federação - A Federação Paulista de Atletismo estava presente no evento para garantir que tudo saísse conforme os protocolos das corridas de rua. Um pouco antes da largada, Cristiano Barbosa e sua equipe tiveram um pouco de trabalho, para deixar a área de largada livre para os atletas.

“Não foi bem uma confusão. Quando você traz para o mercado pessoas novas na condição de corrida, principalmente num contexto desses, de revezamento, acabam causando algum transtorno”, comenta Cristiano, se referindo ao fato de essa prova ter contado com muitos atletas iniciantes, que não costumam participar de provas regularmente.

“Nas provas tradicionais, o corredor já sabe mais ou menos como funciona. Fora esse pequeno problema, no geral foi tudo tranqüilo na prova”, finalizou Cristiano, que é coordenador do Departamento Técnico de Corridas de Rua.

Pão de Açúcar domina Corporate Run em SP

Corridas de Rua · 20 ago, 2006

Nesse domingo (20) aconteceu em São Paulo, na USP, a segunda edição da Corporate Run. A equipe Pão de Açúcar Club foi a grande vendedora da prova, ao faturar os troféus de primeiro, segundo e terceiro lugares, em diversas categorias.

São Paulo - Tempo encoberto, com sol aparecendo entre as nuvens e temperatura na marca dos 16 graus na USP. Mais de 500 empresas se inscreveram para participar dessa prova, onde os tradicionais terno e gravata foram substituídos pela camiseta e pelo shorts. Nos pés, em vez do sapato bem engraxado, o tênis para correr os 10 quilômetros, em duas voltas de cinco.

Assim, às 9h05 foi dada a largada para a Corporate Run, que pôde ser disputada em equipes de quatro e oito pessoas nas categorias masculina e feminina, além de equipes de quatro ou oito integrantes na categoria mista.

Antes da largada a equipe da Federação Paulista de Atletismo teve um pouco de trabalho para evacuar o grande número de pessoas que se encontrava na pista. Após tudo resolvido, foi dado o tiro inicial e após seis minutos o pelotão todo passou pelo pórtico de largada.

Até os primeiros 10 minutos de prova, a liderança vinha sendo alternada e era difícil apontar um favorito. Porém, após a passagem pelo quilômetro 7,5 a equipe de quartetos misto, do 8º tabelião de notas de São Paulo assumiu a ponta para vencer. Na soma dos tempos, a equipe fechou com 2h54min08.

Quartetos - Nos quartetos masculino, a vitória ficou com a equipe Carbocloro, seguida pela Pão de Açúcar Club e pela equipe Tortuga. Adílson Dama Pereira, da Carbocloro, comentou a prova. “Apesar de termos vindo de uma prova ontem, do Circuito Fila, em Bertioga, hoje viemos com tudo”, afirmou. “Ano passado ficamos em segundo devido a um erro de um integrante, mas hoje viemos certinho e ganhamos”, completou o atleta.

Já Francisco Carlos da Silva, primeiro a entrar na pista pela equipe Tortuga, terceira colocada nos quartetos, comentou que manteve o ritmo constante para fazer uma boa prova. “Na primeira volta passei o segundo colocado e na segunda cheguei bem”. Claudiomiro dos Santos Rodrigues, segundo a entrar na pista, disse que conseguiu dar uma seqüência boa. “Saí um pouco mais forte, mas segurei no final para conseguir chegar bem”.

Erinaldo Lucas de Barros disse que eles se prepararam apenas uma semana antes da prova, mas acredita que poderia ter feito melhor. Apesar disso, ele comenta o espírito da prova. “O importante é representarmos bem nossa empresa, nosso ganha pão”. Ele disse também que gostou da prova e dá um recado: “essa confraternização é importante, pois a gente chega motivado na empresa, vamos ter assunto para conversar com os colegas e vamos render mais”.

Jota Júnior Pereira, da equipe Pão de Açúcar Club, que faturou o segundo lugar nos quartetos masculino, falou sobre a prova. “A prova foi boa, eu esperava correr mais forte, mas fiquei um pouco chateado, pois ano passado fomos primeiro. Mas ano que vem a gente dá o troco”, brincou o atleta. Funcionário da empresa, ele disse que é um exemplo para os colegas. “Eles não me acompanham na corrida, mas estou sempre motivando. Uma vez tentei puxar um colega para a corrida, mas quando viu que era difícil, ele desistiu”.

Enquanto para uns ficou o gostinho de quero mais e a vontade de alcançar o lugar mais alto do pódio, para outros essa alegria veio mais cedo do que esperado. É o caso de Fátima Camilo, representante da equipe Pfizer. Ela chegou mancando no pódio, mas vibrou muito com o título. “Ficamos em terceiro ano passado, então esperava pegar terceiro ou segundo. Foi uma surpresa, estamos muito felizes”. Sobre o fato de estar mancando, ela explicou que teve uma contusão alguns meses atrás e durante a prova forçou um pouco para fazer um bom tempo e acabou sentindo novamente.

Atuando na empresa como professora de educação física, ela comentou sobre a importância de um evento como esse para os funcionários. “É muito bom para os funcionários, o pessoal não se conhece e acaba se conhecendo para participar da prova. É um evento maravilhoso”.

Geralmente a segunda feira é um dia que a maioria das pessoas não aprecia muito, pois o fim de semana ainda parece distante. Porém, com essa conquista, Fátima terá um início de semana incomum. “A empresa não vai acreditar que fomos primeiro. A segunda feira com certeza vai ser diferente”.

Pão de Açúcar - Na segunda e terceira colocações dos quartetos femininos, ficou a equipe Pão de Açúcar Club. Fernanda Paradizo, jornalista e corredora da equipe, comentou os bons resultados alcançados.

“Para nós é importante a possibilidade de unir a equipe e correr. Isso só é possível em provas de revezamento como essa. Uma prova só de empresas é muito bom para gente e os bons resultados mostram que estamos bem projetados. Dentro do Pão de Açúcar as pessoas se conhecem durante a prova e isso é muito legal”.

Já na categoria para oito atletas, no masculino a equipe Pão de Açúcar dominou o pódio, conquistando o primeiro, segundo e terceiro lugar. Os primeiros colocados somaram um tempo total de 2h40min10, os segundos 2h46min49 e os terceiros 2h48min22. Já no feminino para oito integrantes, mais Pão de Açúcar nos três lugares do pódio. A primeira equipe fechou em 3h19min07, a segunda somou 3h48min32 e a terceira 4h01min45.

As categorias mistas de quatro corredores tiveram vitória do 8º Tabelião de Notas de São Paulo, com 2h54min08; segunda posição para a Philips, com 2h54min22 e terceira para Fábio Kadi Advogados, com a soma de 2h57min09. Na mista para oito atletas a equipe da empresa Magneti Mareli venceu com 2h48min52, seguida pela Run&Fun, com 2h50min01 e por uma equipe da Corporate, com 2h53min26.


Pão de Açúcar domina Corporate Run em SP

Corridas de Rua · 20 ago, 2006

Nesse domingo (20) aconteceu em São Paulo, na USP, a segunda edição da Corporate Run. A equipe Pão de Açúcar Club foi a grande vendedora da prova, ao faturar os troféus de primeiro, segundo e terceiro lugares, em diversas categorias.

São Paulo - Tempo encoberto, com sol aparecendo entre as nuvens e temperatura na marca dos 16 graus na USP. Mais de 500 empresas se inscreveram para participar dessa prova, onde os tradicionais terno e gravata foram substituídos pela camiseta e pelo shorts. Nos pés, em vez do sapato bem engraxado, o tênis para correr os 10 quilômetros, em duas voltas de cinco.

Assim, às 9h05 foi dada a largada para a Corporate Run, que pôde ser disputada em equipes de quatro e oito pessoas nas categorias masculina e feminina, além de equipes de quatro ou oito integrantes na categoria mista.

Antes da largada a equipe da Federação Paulista de Atletismo teve um pouco de trabalho para evacuar o grande número de pessoas que se encontrava na pista. Após tudo resolvido, foi dado o tiro inicial e após seis minutos o pelotão todo passou pelo pórtico de largada.

Até os primeiros 10 minutos de prova, a liderança vinha sendo alternada e era difícil apontar um favorito. Porém, após a passagem pelo quilômetro 7,5 a equipe de quartetos misto, do 8º tabelião de notas de São Paulo assumiu a ponta para vencer. Na soma dos tempos, a equipe fechou com 2h54min08.

Quartetos - Nos quartetos masculino, a vitória ficou com a equipe Carbocloro, seguida pela Pão de Açúcar Club e pela equipe Tortuga. Adílson Dama Pereira, da Carbocloro, comentou a prova. “Apesar de termos vindo de uma prova ontem, do Circuito Fila, em Bertioga, hoje viemos com tudo”, afirmou. “Ano passado ficamos em segundo devido a um erro de um integrante, mas hoje viemos certinho e ganhamos”, completou o atleta.

Já Francisco Carlos da Silva, primeiro a entrar na pista pela equipe Tortuga, terceira colocada nos quartetos, comentou que manteve o ritmo constante para fazer uma boa prova. “Na primeira volta passei o segundo colocado e na segunda cheguei bem”. Claudiomiro dos Santos Rodrigues, segundo a entrar na pista, disse que conseguiu dar uma seqüência boa. “Saí um pouco mais forte, mas segurei no final para conseguir chegar bem”.

Erinaldo Lucas de Barros disse que eles se prepararam apenas uma semana antes da prova, mas acredita que poderia ter feito melhor. Apesar disso, ele comenta o espírito da prova. “O importante é representarmos bem nossa empresa, nosso ganha pão”. Ele disse também que gostou da prova e dá um recado: “essa confraternização é importante, pois a gente chega motivado na empresa, vamos ter assunto para conversar com os colegas e vamos render mais”.

Jota Júnior Pereira, da equipe Pão de Açúcar Club, que faturou o segundo lugar nos quartetos masculino, falou sobre a prova. “A prova foi boa, eu esperava correr mais forte, mas fiquei um pouco chateado, pois ano passado fomos primeiro. Mas ano que vem a gente dá o troco”, brincou o atleta. Funcionário da empresa, ele disse que é um exemplo para os colegas. “Eles não me acompanham na corrida, mas estou sempre motivando. Uma vez tentei puxar um colega para a corrida, mas quando viu que era difícil, ele desistiu”.

Enquanto para uns ficou o gostinho de quero mais e a vontade de alcançar o lugar mais alto do pódio, para outros essa alegria veio mais cedo do que esperado. É o caso de Fátima Camilo, representante da equipe Pfizer. Ela chegou mancando no pódio, mas vibrou muito com o título. “Ficamos em terceiro ano passado, então esperava pegar terceiro ou segundo. Foi uma surpresa, estamos muito felizes”. Sobre o fato de estar mancando, ela explicou que teve uma contusão alguns meses atrás e durante a prova forçou um pouco para fazer um bom tempo e acabou sentindo novamente.

Atuando na empresa como professora de educação física, ela comentou sobre a importância de um evento como esse para os funcionários. “É muito bom para os funcionários, o pessoal não se conhece e acaba se conhecendo para participar da prova. É um evento maravilhoso”.

Geralmente a segunda feira é um dia que a maioria das pessoas não aprecia muito, pois o fim de semana ainda parece distante. Porém, com essa conquista, Fátima terá um início de semana incomum. “A empresa não vai acreditar que fomos primeiro. A segunda feira com certeza vai ser diferente”.

Pão de Açúcar - Na segunda e terceira colocações dos quartetos femininos, ficou a equipe Pão de Açúcar Club. Fernanda Paradizo, jornalista e corredora da equipe, comentou os bons resultados alcançados.

“Para nós é importante a possibilidade de unir a equipe e correr. Isso só é possível em provas de revezamento como essa. Uma prova só de empresas é muito bom para gente e os bons resultados mostram que estamos bem projetados. Dentro do Pão de Açúcar as pessoas se conhecem durante a prova e isso é muito legal”.

Já na categoria para oito atletas, no masculino a equipe Pão de Açúcar dominou o pódio, conquistando o primeiro, segundo e terceiro lugar. Os primeiros colocados somaram um tempo total de 2h40min10, os segundos 2h46min49 e os terceiros 2h48min22. Já no feminino para oito integrantes, mais Pão de Açúcar nos três lugares do pódio. A primeira equipe fechou em 3h19min07, a segunda somou 3h48min32 e a terceira 4h01min45.

As categorias mistas de quatro corredores tiveram vitória do 8º Tabelião de Notas de São Paulo, com 2h54min08; segunda posição para a Philips, com 2h54min22 e terceira para Fábio Kadi Advogados, com a soma de 2h57min09. Na mista para oito atletas a equipe da empresa Magneti Mareli venceu com 2h48min52, seguida pela Run&Fun, com 2h50min01 e por uma equipe da Corporate, com 2h53min26.

Corporate Run deve reunir 500 empresas em São Paulo

Corridas de Rua · 21 jun, 2006

As inscrições para a corrida Corporate Run já estão abertas e o evento pretende reunir cinco mil atletas de 500 empresas. A prova tem o objetivo de aliar atividade física, bem-estar, relacionamento e ação social numa competição entre empresas.

Esta será disputada por equipes de quatro ou oito atletas amadores da mesma empresa, que percorrerão, respectivamente, cinco quilômetros e 10 quilômetros. A competição acontece no dia 20 de agosto, na USP, em São Paulo.

Para garantir uma vaga na prova, os interessados devem pagar uma taxa de R$50 por integrante no site oficial da competição (www.corporaterun.com.br). Segundo os organizadores, parte do valor das inscrições será doada ao Projeto Felicidade, que desenvolve ações voluntárias para resgatar a auto-estima, a vontade de viver de crianças e adolescentes com câncer de classes menos favorecidas.


Corporate Run deve reunir 500 empresas em São Paulo

Corridas de Rua · 21 jun, 2006

As inscrições para a corrida Corporate Run já estão abertas e o evento pretende reunir cinco mil atletas de 500 empresas. A prova tem o objetivo de aliar atividade física, bem-estar, relacionamento e ação social numa competição entre empresas.

Esta será disputada por equipes de quatro ou oito atletas amadores da mesma empresa, que percorrerão, respectivamente, cinco quilômetros e 10 quilômetros. A competição acontece no dia 20 de agosto, na USP, em São Paulo.

Para garantir uma vaga na prova, os interessados devem pagar uma taxa de R$50 por integrante no site oficial da competição (www.corporaterun.com.br). Segundo os organizadores, parte do valor das inscrições será doada ao Projeto Felicidade, que desenvolve ações voluntárias para resgatar a auto-estima, a vontade de viver de crianças e adolescentes com câncer de classes menos favorecidas.