Cobertura_XTerra_2012

XTerra: Atletas comentam vida dentro e fora das competições

Felipe Molleta é um jovem triatleta que ainda renderá muitos frutos ao Brasil. Ele foi campeão da etapa XTerra Brasil, em Manaus, em junho, e foi o segundo colocado no Duathlon do Circuito em Santa Bárbara, interior de Minas Gerais, neste sábado (30/06). Para ele, o XTerra é uma competição saudável, sem rivalidade entre os atletas. Outro grande nome em Santa Bárbara foi Alexandre Manzan, campeão do Duathlon e experiente triatleta com títulos em etapas da Copa do Mundo. Manzan fala da sua rotina de treinos e trabalho depois que perdeu o patrocínio no esporte.

A disputa em clima amistoso - “E aí, está bem?”. “Tô, tô bem quebrado”, respondeu Felipe Molleta depois de conquistar o vice campeonato na prova. O atleta de apenas 26 anos venceu o XTerra Brasil em Manaus, há uma semana, e mal teve tempo para se recuperar.

“Eu achei que nem viria para cá. Acabei vindo para participar e deu certo. Estava em um dia inspirado”, brinca Felipe. O clima amistoso da competição é sentido a cada conversa que se tem com os participantes, profissionais ou não. E esse é o diferencial da disputa cross country.

Desde que começou a praticar triathlon amador, em 2005, Felipe Moletta tem um ídolo: Alexandre Manzan, o campeão da etapa em Santa Bárbara. Molleta acompanhou o atleta durante todo o percurso de mountain bike (35 quilômetros), mas durante a corrida, acabou dando espaço para que Manzan vencesse nos últimos nove quilômetros da disputa.

“Na corrida eu falei para ele: ‘vai que é tua’. Porque eu sabia que não teria como corrermos juntos, ele é muito forte”, afirma.

Além da admiração que tem pelo atleta, o companheirismo na competição é fundamental. “A gente é muito amigo e companheiro. Durante a prova a gente conversa, um ajuda o outro. O Manzan, o Mateus [Ferraz], o [Rodrigo] Altafini, todos”, explica Felipe, para quem esse é o verdadeiro espírito do XTerra.

“Todo mundo vem para ganhar, mas de uma maneira saudável. Não querendo passar por cima do outro, nem sacanear. Não existe esse clima de rivalidade”, admira o jovem competidor.

A dura rotina de treinos - Mas para chegar ao clima amistoso das competições, é preciso passar por períodos de provação física e psicológica durante os treinos. O fato de estar há 22 anos no esporte traz uma carga de experiência e maturidade maior para Alexandre Manzan. O atleta, que tem 38 anos, está há seis sem patrocínio e trabalha todos os dias.

“De seis anos para cá eu tenho uma vida completamente louca e imprevisível. Meus treinos são basicamente no deslocamento para o trabalho”, conta Manzan, que adapta a corrida, natação e o ciclismo à sua rotina diária. “Não dá para fazer planejamento”.

“Conciliar tudo isso com trabalho e treinos e fazer tudo com excelência é muito difícil. A gente faz mesmo porque gosta, é uma paixão muito grande”, afirma. Para ele, treinar “é como escovar os dentes. A gente faz todos os dias”.

O próximo desafio de Alexandre é a disputa K42 em Bombinhas, em Santa Catarina. Para Felipe, por enquanto, apenas um período para descansar e recuperar as energias.


XTerra: Atletas comentam vida dentro e fora das competições

Triathlon · 03 jul, 2012

Felipe Molleta é um jovem triatleta que ainda renderá muitos frutos ao Brasil. Ele foi campeão da etapa XTerra Brasil, em Manaus, em junho, e foi o segundo colocado no Duathlon do Circuito em Santa Bárbara, interior de Minas Gerais, neste sábado (30/06). Para ele, o XTerra é uma competição saudável, sem rivalidade entre os atletas. Outro grande nome em Santa Bárbara foi Alexandre Manzan, campeão do Duathlon e experiente triatleta com títulos em etapas da Copa do Mundo. Manzan fala da sua rotina de treinos e trabalho depois que perdeu o patrocínio no esporte.

A disputa em clima amistoso - “E aí, está bem?”. “Tô, tô bem quebrado”, respondeu Felipe Molleta depois de conquistar o vice campeonato na prova. O atleta de apenas 26 anos venceu o XTerra Brasil em Manaus, há uma semana, e mal teve tempo para se recuperar.

“Eu achei que nem viria para cá. Acabei vindo para participar e deu certo. Estava em um dia inspirado”, brinca Felipe. O clima amistoso da competição é sentido a cada conversa que se tem com os participantes, profissionais ou não. E esse é o diferencial da disputa cross country.

Desde que começou a praticar triathlon amador, em 2005, Felipe Moletta tem um ídolo: Alexandre Manzan, o campeão da etapa em Santa Bárbara. Molleta acompanhou o atleta durante todo o percurso de mountain bike (35 quilômetros), mas durante a corrida, acabou dando espaço para que Manzan vencesse nos últimos nove quilômetros da disputa.

“Na corrida eu falei para ele: ‘vai que é tua’. Porque eu sabia que não teria como corrermos juntos, ele é muito forte”, afirma.

Além da admiração que tem pelo atleta, o companheirismo na competição é fundamental. “A gente é muito amigo e companheiro. Durante a prova a gente conversa, um ajuda o outro. O Manzan, o Mateus [Ferraz], o [Rodrigo] Altafini, todos”, explica Felipe, para quem esse é o verdadeiro espírito do XTerra.

“Todo mundo vem para ganhar, mas de uma maneira saudável. Não querendo passar por cima do outro, nem sacanear. Não existe esse clima de rivalidade”, admira o jovem competidor.

A dura rotina de treinos - Mas para chegar ao clima amistoso das competições, é preciso passar por períodos de provação física e psicológica durante os treinos. O fato de estar há 22 anos no esporte traz uma carga de experiência e maturidade maior para Alexandre Manzan. O atleta, que tem 38 anos, está há seis sem patrocínio e trabalha todos os dias.

“De seis anos para cá eu tenho uma vida completamente louca e imprevisível. Meus treinos são basicamente no deslocamento para o trabalho”, conta Manzan, que adapta a corrida, natação e o ciclismo à sua rotina diária. “Não dá para fazer planejamento”.

“Conciliar tudo isso com trabalho e treinos e fazer tudo com excelência é muito difícil. A gente faz mesmo porque gosta, é uma paixão muito grande”, afirma. Para ele, treinar “é como escovar os dentes. A gente faz todos os dias”.

O próximo desafio de Alexandre é a disputa K42 em Bombinhas, em Santa Catarina. Para Felipe, por enquanto, apenas um período para descansar e recuperar as energias.

Manzan e Molleta travam disputa lado a lado no XTerra Santa Bárbara

Atualizada em 03 de julho

Direto de Santa Bárbara (MG) - Depois de uma noite gelada em Santa Bárbara, a cidade mineira amanheceu ensolarada neste sábado (30∕06). Às 10h foi dada a largada para o Duathlon cross country do XTerra. Os atletas enfrentaram três quilômetros de corrida por trilhas, 35 de pura adrenalina no mountain bike e mais nove quilômetros de corrida. Alexandre Manzan foi o grande campeão da disputa ao completar a prova em 1h59min53. Felipe Molleta, campeão do XTerra Brasil, em Manaus, há uma semana, garantiu a segunda colocação.

"Depois de tanto tombo que eu tomei em Manaus, eu achei que nem viesse para esse XTerra. Acabei vindo só para participar. Estava em um dia inspirado" conta Molleta, que chegou com 2h02min05.

Para Manzan, chamado por alguns de Mr. "XTerra", a vitória na competição cross country foi uma surpresa. "Me surpreendi porque fiquei muito tempo parado. Eu trabalho todo dia, então conciliar o trabalho e o treino e fazer tudo isso com excelência é difícil", afirma. "A gente faz porque gosta, porque não consegue ficar de fora. É uma paixão que eu tenho há mais de 22 anos".

Ao contrário de outras edições do XTerra deste ano, que foram regadas a muita chuva, em Santa Bárbara o tempo firme contribuiu para algumas "facilidades" no percurso. Pouco barro e pouca lama, mas por outro lado, muita poeira.

O circuito de mountain bike foi marcado por trechos muito sinuosos e outros bastantes retos, que não precisavam de muita técnica dos atletas. "Eu acho que Manaus o percurso é mais travado e mais técnico. Aqui foi mais desgastante e muito mais rápido", explica Felipe, que competiu lado a lado de Manzan durante quase todo o Duathlon.

"Fomos juntos até o pedal e fizemos o percurso inteiro juntos. Quando chegou na corrida eu falei para o Manzan: vai que é tua. Eu sabia que não tinha como correr junto com ele, ele é muito forte", brinca Molleta.

Disputa feminina - Entre as mulheres, a favorita Luzia Bello chegou em segundo lugar, depois da campeã, a americana Suzanne Snyder.
O que atrapalhou a prova de Luzia foi a sua bicicleta, que quebrou no quilômetro 15. De lá até o final do percurso, a atleta se esforçou ao máximo. "Eu fiz muita força no mountain bike e nas subidas eu precisei empurrar, porque não tinha como pedalar. Sai para correr com a perna muito pesada do esforço, eu já estava no meu limite quando fui para a corrida", conta.

"Eu estava bem focada na prova, e ser a melhor brasileira já está valendo", afirma, sempre animada.

Ainda hoje, mais tarde, a programação do XTerra continua, com a largada para os seis quilômetros de corrida noturna.

Confira os resultados do Duathlon do XTerra Santa Bárbara:

Masculino

  • 1º Alexandre Manzan - 1h59min53
  • 2º Felipe Molleta - 2h02min05
  • 3º Ernani Souza - 2h05min52
  • Feminino

  • 1ª Suzanne Syner - 2h21min03
  • 2ª Luzia Bello - 2h37min18
  • 3ª Sabrina Gobbo - 2h40min40


  • Manzan e Molleta travam disputa lado a lado no XTerra Santa Bárbara

    Triathlon · 30 jun, 2012

    Atualizada em 03 de julho

    Direto de Santa Bárbara (MG) - Depois de uma noite gelada em Santa Bárbara, a cidade mineira amanheceu ensolarada neste sábado (30∕06). Às 10h foi dada a largada para o Duathlon cross country do XTerra. Os atletas enfrentaram três quilômetros de corrida por trilhas, 35 de pura adrenalina no mountain bike e mais nove quilômetros de corrida. Alexandre Manzan foi o grande campeão da disputa ao completar a prova em 1h59min53. Felipe Molleta, campeão do XTerra Brasil, em Manaus, há uma semana, garantiu a segunda colocação.

    "Depois de tanto tombo que eu tomei em Manaus, eu achei que nem viesse para esse XTerra. Acabei vindo só para participar. Estava em um dia inspirado" conta Molleta, que chegou com 2h02min05.

    Para Manzan, chamado por alguns de Mr. "XTerra", a vitória na competição cross country foi uma surpresa. "Me surpreendi porque fiquei muito tempo parado. Eu trabalho todo dia, então conciliar o trabalho e o treino e fazer tudo isso com excelência é difícil", afirma. "A gente faz porque gosta, porque não consegue ficar de fora. É uma paixão que eu tenho há mais de 22 anos".

    Ao contrário de outras edições do XTerra deste ano, que foram regadas a muita chuva, em Santa Bárbara o tempo firme contribuiu para algumas "facilidades" no percurso. Pouco barro e pouca lama, mas por outro lado, muita poeira.

    O circuito de mountain bike foi marcado por trechos muito sinuosos e outros bastantes retos, que não precisavam de muita técnica dos atletas. "Eu acho que Manaus o percurso é mais travado e mais técnico. Aqui foi mais desgastante e muito mais rápido", explica Felipe, que competiu lado a lado de Manzan durante quase todo o Duathlon.

    "Fomos juntos até o pedal e fizemos o percurso inteiro juntos. Quando chegou na corrida eu falei para o Manzan: vai que é tua. Eu sabia que não tinha como correr junto com ele, ele é muito forte", brinca Molleta.

    Disputa feminina - Entre as mulheres, a favorita Luzia Bello chegou em segundo lugar, depois da campeã, a americana Suzanne Snyder.
    O que atrapalhou a prova de Luzia foi a sua bicicleta, que quebrou no quilômetro 15. De lá até o final do percurso, a atleta se esforçou ao máximo. "Eu fiz muita força no mountain bike e nas subidas eu precisei empurrar, porque não tinha como pedalar. Sai para correr com a perna muito pesada do esforço, eu já estava no meu limite quando fui para a corrida", conta.

    "Eu estava bem focada na prova, e ser a melhor brasileira já está valendo", afirma, sempre animada.

    Ainda hoje, mais tarde, a programação do XTerra continua, com a largada para os seis quilômetros de corrida noturna.

    Confira os resultados do Duathlon do XTerra Santa Bárbara:

    Masculino

  • 1º Alexandre Manzan - 1h59min53
  • 2º Felipe Molleta - 2h02min05
  • 3º Ernani Souza - 2h05min52
  • Feminino

  • 1ª Suzanne Syner - 2h21min03
  • 2ª Luzia Bello - 2h37min18
  • 3ª Sabrina Gobbo - 2h40min40

  • Grandes nomes confirmam presença no XTerra Santa Bárbara

    Faltam apenas dois dias para o início da disputa do XTerra Entre Serras e Trilhas na cidade de Santa Bárbara, interior de Minas Gerais. Nos dias 30 de junho e primeiro de julho, a cidade recebe as competições de Duathlon, Night Run e MTB Cup.

    O “superatleta” Alexandre Manzan confirmou a sua volta ao esporte cross country e sua participação no XTerra. O brasiliense de 38 anos passou um tempo fora do circuito até concluir sua pós-graduação em Gestão Ambiental, mas garante voltar com toda energia para Santa Bárbara para a prova de Duathlon (três quilômetros de corrida, 35 de mountain bike e mais nove de corrida).

    O competidor é experiente em esportes outdoor e já venceu etapas da Copa do Mundo de Triathlon da ITU (Internacional Triathlon Union) e, mesmo com a mão quebrada, chegou em primeiro lugar na etapa do XTerra em Pedra Azul (ES).

    Além de Manzan, outro atleta que participa do circuito mundo a fora promete grandes emoções na disputa. O americano Will Kelsay corre seu primeiro XTerra no Brasil depois de ter passado pelas provas cross country no México, República Tcheca, Alemanha, Japão e Filipinas.

    Outros grandes nomes como Felipe Moletta, campeão do triathlon na última etapa do XTerra em Manaus, Luzia Bello e Sabrina Gobbo também já garantiram presença em Santa Bárbara.

    A disputa do Duathlon acontece a partir das 10h da manhã de sábado (30/06). No mesmo dia, às 19h, terá largada a Night Run, por seis quilômetros pelas trilhas da região. No domingo (01/07), será a vez da MTB Cup e da corrida infantil.

    As inscrições para o Xterra Entre Serras e Trilhas, em Santa Bárbara, Minas Gerais, ainda estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.xterrabrasil.com.br.


    Grandes nomes confirmam presença no XTerra Santa Bárbara

    Triathlon · 28 jun, 2012

    Faltam apenas dois dias para o início da disputa do XTerra Entre Serras e Trilhas na cidade de Santa Bárbara, interior de Minas Gerais. Nos dias 30 de junho e primeiro de julho, a cidade recebe as competições de Duathlon, Night Run e MTB Cup.

    O “superatleta” Alexandre Manzan confirmou a sua volta ao esporte cross country e sua participação no XTerra. O brasiliense de 38 anos passou um tempo fora do circuito até concluir sua pós-graduação em Gestão Ambiental, mas garante voltar com toda energia para Santa Bárbara para a prova de Duathlon (três quilômetros de corrida, 35 de mountain bike e mais nove de corrida).

    O competidor é experiente em esportes outdoor e já venceu etapas da Copa do Mundo de Triathlon da ITU (Internacional Triathlon Union) e, mesmo com a mão quebrada, chegou em primeiro lugar na etapa do XTerra em Pedra Azul (ES).

    Além de Manzan, outro atleta que participa do circuito mundo a fora promete grandes emoções na disputa. O americano Will Kelsay corre seu primeiro XTerra no Brasil depois de ter passado pelas provas cross country no México, República Tcheca, Alemanha, Japão e Filipinas.

    Outros grandes nomes como Felipe Moletta, campeão do triathlon na última etapa do XTerra em Manaus, Luzia Bello e Sabrina Gobbo também já garantiram presença em Santa Bárbara.

    A disputa do Duathlon acontece a partir das 10h da manhã de sábado (30/06). No mesmo dia, às 19h, terá largada a Night Run, por seis quilômetros pelas trilhas da região. No domingo (01/07), será a vez da MTB Cup e da corrida infantil.

    As inscrições para o Xterra Entre Serras e Trilhas, em Santa Bárbara, Minas Gerais, ainda estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.xterrabrasil.com.br.

    Circuito XTerra realiza etapa em Santa Bárbara neste fim de semana

    O Circuito XTerra é mesmo para os guerreiros. Uma semana depois da competição do XTerra World Tour em Manaus, o circuito parte para o interior de Minas Gerais para continuar a experiência pela Brasil. No fim de semana dos dias 30 de junho e primeiro de julho, a cidade de Santa Bárbara, conhecida por fazer parte do “ciclo do ouro” brasileiro, recebe as disputas de Duathlon, Night Run, MTB Cup e corrida infantil.

    As competições cross country terão como pano de fundo a bela Serra do Caraça. A prova de Duathlon terá largada às 10h de sábado (31/06) e consiste em três quilômetros de corrida, 35 de mountain bike e mais nove de corrida. No mesmo dia, às 19h, saem os atletas que irão enfrentar seis quilômetros de corrida noturna por trilhas.

    A disputa de mountain bike, de 62,5 quilômetros, vale pontos para o ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo e só acontece no domingo (01/07), às 9h. Mais tarde, às 10h30, será realizada a corrida infantil.

    As inscrições para o Xterra Brasil Tour em Santa Bárbara estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.xterrabrasil.com.br. Acompanhe a cobertura do evento no Webrun.


    Circuito XTerra realiza etapa em Santa Bárbara neste fim de semana

    Triathlon · 26 jun, 2012

    O Circuito XTerra é mesmo para os guerreiros. Uma semana depois da competição do XTerra World Tour em Manaus, o circuito parte para o interior de Minas Gerais para continuar a experiência pela Brasil. No fim de semana dos dias 30 de junho e primeiro de julho, a cidade de Santa Bárbara, conhecida por fazer parte do “ciclo do ouro” brasileiro, recebe as disputas de Duathlon, Night Run, MTB Cup e corrida infantil.

    As competições cross country terão como pano de fundo a bela Serra do Caraça. A prova de Duathlon terá largada às 10h de sábado (31/06) e consiste em três quilômetros de corrida, 35 de mountain bike e mais nove de corrida. No mesmo dia, às 19h, saem os atletas que irão enfrentar seis quilômetros de corrida noturna por trilhas.

    A disputa de mountain bike, de 62,5 quilômetros, vale pontos para o ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo e só acontece no domingo (01/07), às 9h. Mais tarde, às 10h30, será realizada a corrida infantil.

    As inscrições para o Xterra Brasil Tour em Santa Bárbara estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.xterrabrasil.com.br. Acompanhe a cobertura do evento no Webrun.

    Quatro mil pessoas correm a Night Run do XTerra na quente e úmida Manaus

    Direto de Manaus - Após a disputa do triathlon em meio à Selva Amazônica pela manhã, durante a noite do último sábado (23/06) foi a vez da Corrida Noturna do XTerra Manaus, disputada por quatro mil pessoas em Ponta Negra, tradicional ponto turístico da capital amazonense. As corridas de cinco e dez quilômetros foram marcadas pelo calor e forte umidade, típicos da região.

    Direto de Manaus - A largada da prova aconteceu pouco depois das 19h, mas bem antes os milhares de corredores já faziam aquecimento e alongamento, todos muito animados com a disputa. O tiro de partida foi dado pelo tenente-coronel Renê Alonso, comandante do Bope (Batalhão de Operações Especiais) do Rio de Janeiro, que também participou da corrida.

    O primeiro a cruzar a linha de chegada de todas as distâncias foi João Roseiro, natural de Maraã, no interior do Amazonas, com o tempo de 14min50. “Treino todo dia e para aguentar o pique como arroz, feijão, jabá, macarrão e muita verdura”. Responsável pelo estoque de uma loja de pesca em sua cidade, ele literalmente madruga diariamente. “Acordo às 4h para fazer meus treinos e depois vou para o serviço”, conta o corredor de 32 anos que já disputou provas em São Paulo. “Gosto de correr 15 e 10 quilômetros e lá tem bastante provas com essa distância”, ressalta.

    Amadores - Os campeões comemoraram as primeiras colocações, mas a grande festa ficou por conta dos corredores desconhecidos, muitos naturais de outras cidades e residindo em Manaus por conta de trabalho, estudo e os mais diversos motivos. Para a maioria, a umidade e o calor prejudicaram a performance, mas nada que atrapalhasse a corrida.

    “Foi minha primeira corrida e gostei bastante”, relata Mariana Borba. “Eu comecei a correr por bem estar e participei do XTerra porque queria experimentar uma prova cross country e noturna”, completa a corredora do Rio Grande do Norte, que faz os treinos pela manhã. “Senti um pouco de dificuldade, mas foi bom porque o clima é menos quente....Menos (risos), porque nunca é frio”.

    A também corredora de primeira viagem, Maria Rita Rodrigues, correu em 2011 na prova infantil e esse ano debutou nos cinco quilômetros. “Poderia ter ido melhor, mas gostei e ano que vem vou fazer de novo”, relata a atleta de 13 anos. “Foi bem mais legal do que fazer a kids”, completa a mineira. “Aqui é bem diferente, pois em Minas tem frio e Manaus é muito úmido e quente, mas moro na cidade há cinco anos e já me acostumei”.

    Eduardo Neves salienta a boa organização da prova e faz um apelo aos organizadores brasileiros. “Deveria haver mais eventos como esse pelo Brasil todo, pois esporte é sinônimo de saúde”. O carioca mora em Manaus há um ano e meio e já se habituou ao clima. “Corro pelo menos três vezes por semana na Ponta Negra e para mim foi tranquilo. Mas quem não está habituado sofre”.

    Por falar em sofrimento, o manauara Davison Rocha teve problemas para se aclimatar às altas temperaturas. “Cheguei de São Paulo com um frio intenso, fiquei meio gripado, mas foi legal correr com os meus amigos”. Ele passou férias na terra da garoa e chegou dois dias antes da prova. “Nem consegui treinar por lá, estava 13 graus”, enfatiza.

    Davison conta que era sedentário e sentiu na prova uma oportunidade de se motivar e treinar para melhorar a saúde. “O XTerra foi a primeira corrida que teve em Manaus, em 2010, e desde então outros organizadores começaram a fazer eventos”, conta o corredor que participa desde a primeira edição.

    A próxima etapa do Circuito XTerra acontece já neste final de semana (30/06 e 01/07), em Santa Bárbara (MG), com disputas de duathlon, corrida noturna, mountain bike e provas infantis.


    Quatro mil pessoas correm a Night Run do XTerra na quente e úmida Manaus

    Triathlon · 26 jun, 2012

    Direto de Manaus - Após a disputa do triathlon em meio à Selva Amazônica pela manhã, durante a noite do último sábado (23/06) foi a vez da Corrida Noturna do XTerra Manaus, disputada por quatro mil pessoas em Ponta Negra, tradicional ponto turístico da capital amazonense. As corridas de cinco e dez quilômetros foram marcadas pelo calor e forte umidade, típicos da região.

    Direto de Manaus - A largada da prova aconteceu pouco depois das 19h, mas bem antes os milhares de corredores já faziam aquecimento e alongamento, todos muito animados com a disputa. O tiro de partida foi dado pelo tenente-coronel Renê Alonso, comandante do Bope (Batalhão de Operações Especiais) do Rio de Janeiro, que também participou da corrida.

    O primeiro a cruzar a linha de chegada de todas as distâncias foi João Roseiro, natural de Maraã, no interior do Amazonas, com o tempo de 14min50. “Treino todo dia e para aguentar o pique como arroz, feijão, jabá, macarrão e muita verdura”. Responsável pelo estoque de uma loja de pesca em sua cidade, ele literalmente madruga diariamente. “Acordo às 4h para fazer meus treinos e depois vou para o serviço”, conta o corredor de 32 anos que já disputou provas em São Paulo. “Gosto de correr 15 e 10 quilômetros e lá tem bastante provas com essa distância”, ressalta.

    Amadores - Os campeões comemoraram as primeiras colocações, mas a grande festa ficou por conta dos corredores desconhecidos, muitos naturais de outras cidades e residindo em Manaus por conta de trabalho, estudo e os mais diversos motivos. Para a maioria, a umidade e o calor prejudicaram a performance, mas nada que atrapalhasse a corrida.

    “Foi minha primeira corrida e gostei bastante”, relata Mariana Borba. “Eu comecei a correr por bem estar e participei do XTerra porque queria experimentar uma prova cross country e noturna”, completa a corredora do Rio Grande do Norte, que faz os treinos pela manhã. “Senti um pouco de dificuldade, mas foi bom porque o clima é menos quente....Menos (risos), porque nunca é frio”.

    A também corredora de primeira viagem, Maria Rita Rodrigues, correu em 2011 na prova infantil e esse ano debutou nos cinco quilômetros. “Poderia ter ido melhor, mas gostei e ano que vem vou fazer de novo”, relata a atleta de 13 anos. “Foi bem mais legal do que fazer a kids”, completa a mineira. “Aqui é bem diferente, pois em Minas tem frio e Manaus é muito úmido e quente, mas moro na cidade há cinco anos e já me acostumei”.

    Eduardo Neves salienta a boa organização da prova e faz um apelo aos organizadores brasileiros. “Deveria haver mais eventos como esse pelo Brasil todo, pois esporte é sinônimo de saúde”. O carioca mora em Manaus há um ano e meio e já se habituou ao clima. “Corro pelo menos três vezes por semana na Ponta Negra e para mim foi tranquilo. Mas quem não está habituado sofre”.

    Por falar em sofrimento, o manauara Davison Rocha teve problemas para se aclimatar às altas temperaturas. “Cheguei de São Paulo com um frio intenso, fiquei meio gripado, mas foi legal correr com os meus amigos”. Ele passou férias na terra da garoa e chegou dois dias antes da prova. “Nem consegui treinar por lá, estava 13 graus”, enfatiza.

    Davison conta que era sedentário e sentiu na prova uma oportunidade de se motivar e treinar para melhorar a saúde. “O XTerra foi a primeira corrida que teve em Manaus, em 2010, e desde então outros organizadores começaram a fazer eventos”, conta o corredor que participa desde a primeira edição.

    A próxima etapa do Circuito XTerra acontece já neste final de semana (30/06 e 01/07), em Santa Bárbara (MG), com disputas de duathlon, corrida noturna, mountain bike e provas infantis.

    Sob chuva torrencial, Moletta e americana vencem XTerra Amazônia

    No ultimo sábado (23/06) cerca de 300 triatletas se transformaram em guerreiros de selva durante a disputa do XTerra Manaus, realizado dentro da Base de Instruções do número quatro do Exército. Sob forte chuva durante toda a prova, Felipe Moletta faturou entre os homens, enquanto a americana Shonny Vanlandingham foi a melhor no feminino.

    Direto de Manaus (AM) - O dia começou cedo para os competidores do XTerra Manaus, com grande parte dos atletas saindo da cidade ás 4h para seguir em direção à base do Exército que seria palco da prova. Outros acordaram já na selva, depois de participarem de um mini curso de sobrevivência na noite anterior e terem dormido em redes.

    O sol forte e calor da sexta-feira (22/06) foram substituídos por um clima nublado momentos antes da largada dos 1,5 quilômetro de natação, 30 de mountain bike e oito de corrida. Antes da partida, o grupo de atletas entoou o hino do guerreiro de selva junto com os militares e se dirigiram para um braço do Rio Negro onde aconteceria o trecho de água.

    Um tiro de explosivo deu início oficialmente à competição e serviu também para Tupã (entidade Divina que representa o Trovão) liberar as águas celestiais do fim do inverno amazonense. O primeiro a sair da natação foi o nadador Luiz Lima, que competiu a prova em forma de revezamento com mais dois colegas, mas na disputa principal foi Moletta quem liderou o primeiro trecho, deixando Rodrigo Altafini um pouco para trás.

    A chuva continuava a cair forte no ciclismo, iniciado numa longa estrada de terra e que passou por trechos de mata fechada, estreitos, com buracos e muita lama. Moletta vinha na frente, mas sofreu uma queda e viu seu oponente ultrapassá-lo rapidamente. Na saída do último trecho de trilha o paranaense tentava a todo custo alcançar Altafini, mas na transição para a corrida as posições se mantiveram inalteradas.

    Nos oito quilômetros a pé o começo já foi dentro da mata fechada e após poucos quilômetros todos eram obrigados a ultrapassar um riacho com água até a cintura. A chuva passou de moderada a forte, o que pareceu empolgar Moleta a tentar a segunda vitória consecutiva no Circuito, já que já havia vencido a etapa de Ilhabela.

    Nos quilômetros finais, de volta ao estradão de terra, ele finalmente fez a ultrapassagem para cruzar a linha de chegada em primeiro e fazer a tradicional comemoração com seu pai, fiel escudeiro que o acompanha em todas as provas. “Saí da água um pouco na frente dele, num trecho da bike ele me ultrapassou muito forte no começo, viemos revezando a ponta, mas no quilômetro 25 caí e me machuquei”, lembra Felipe que marcou 2h27min34. “Até achei que não fosse continuar, mas me recuperei. Caí de novo, levantei e fui para a corrida dois minutos atrás. Fiz muita força e consegui abrir para chegar em primeiro”.

    “O Felipe é mais do que um adversário, é um companheiro. Conversamos bastante durante a prova, um alertando ao outro sobre os trechos perigosos”, lembra Rodrigo sobre o clima de companheirismo entre os triatletas do XTerra. “Entreguei a bike em primeiro e corri muito forte na mata, mas no estradão ele ultrapassou e não consegui acompanhar”, completa o triatleta que marcou 2h28min30.

    Mulheres - No feminin,o a disputa já se mostrava acirrada antes mesmo do início, já que o start list estava repleto de nomes fortes, como a americana Shonny Vanlandingham, a santista Luzia Bello, a paulista Sabrina Gobbo e a carioca Manuella Vilaseca, campeã do XTerra Ilhabela nos 80 quilômetros de corrida.

    Durante a prova as previsões se confirmaram. Luzia fez um início de prova excelente e abriu boa vantagem em relação à americana, que parecia não estar muito confortável na bike. A santista passou na frente para a corrida no meio da Floresta Amazônica, mantendo vantagem de aproximadamente um minuto para Sabrina e dois para Shonny, que recuperava terreno em algumas partes da disputa.

    Mesmo usando todas as suas energias, Luzia foi ultrapassada no quilômetro quatro e chegou em segundo com 3h08min45. “Foi uma experiência incrível para poder entregar a bike em primeiro e chegar tão perto de uma americana numa prova como essa. Representei bem o Brasil na Amazônia e o trabalho que fiz foi recompensado”, conta.

    Para Shonny, que venceu com 3h07min03, o desconforto na bike se explica. “Eu estava com uma bicicleta emprestada, então não tinha 100% de segurança no equipamento e precisei ser cautelosa”. Ainda segundo a americana ela deixou para decidir na corrida, mesmo com as dificuldades climáticas. “Já havia competido na chuva, mas nunca com essa intensidade. Mas não foi tão complicado, pois mesmo dentro da selva era possível enxergar bem”.

    A terceira posição ficou com Sabrina Gobbo (3h16min03), que assim como Luzia não resistiu à pressão da americana nos quilômetros finais da corrida, mas vibrou muito ao cruzar a linha de chegada. “Essa prova é incrível! Saí atrás das meninas, mas na hora do single track encostei na Manuela (Vilaseca) e caí por duas vezes. Já na corrida consegui me manter à frente para chegar antes dela”.

    Apesar das adversidades, Bernardo Fonseca, organizador da prova, acredita que os atletas cumpriram a missão que lhes foi dada. “A chuva forte atrapalhou algumas pessoas com certeza, mas os atletas se divertiram bastante, isso é que importa”.


    Sob chuva torrencial, Moletta e americana vencem XTerra Amazônia

    Triathlon · 24 jun, 2012

    No ultimo sábado (23/06) cerca de 300 triatletas se transformaram em guerreiros de selva durante a disputa do XTerra Manaus, realizado dentro da Base de Instruções do número quatro do Exército. Sob forte chuva durante toda a prova, Felipe Moletta faturou entre os homens, enquanto a americana Shonny Vanlandingham foi a melhor no feminino.

    Direto de Manaus (AM) - O dia começou cedo para os competidores do XTerra Manaus, com grande parte dos atletas saindo da cidade ás 4h para seguir em direção à base do Exército que seria palco da prova. Outros acordaram já na selva, depois de participarem de um mini curso de sobrevivência na noite anterior e terem dormido em redes.

    O sol forte e calor da sexta-feira (22/06) foram substituídos por um clima nublado momentos antes da largada dos 1,5 quilômetro de natação, 30 de mountain bike e oito de corrida. Antes da partida, o grupo de atletas entoou o hino do guerreiro de selva junto com os militares e se dirigiram para um braço do Rio Negro onde aconteceria o trecho de água.

    Um tiro de explosivo deu início oficialmente à competição e serviu também para Tupã (entidade Divina que representa o Trovão) liberar as águas celestiais do fim do inverno amazonense. O primeiro a sair da natação foi o nadador Luiz Lima, que competiu a prova em forma de revezamento com mais dois colegas, mas na disputa principal foi Moletta quem liderou o primeiro trecho, deixando Rodrigo Altafini um pouco para trás.

    A chuva continuava a cair forte no ciclismo, iniciado numa longa estrada de terra e que passou por trechos de mata fechada, estreitos, com buracos e muita lama. Moletta vinha na frente, mas sofreu uma queda e viu seu oponente ultrapassá-lo rapidamente. Na saída do último trecho de trilha o paranaense tentava a todo custo alcançar Altafini, mas na transição para a corrida as posições se mantiveram inalteradas.

    Nos oito quilômetros a pé o começo já foi dentro da mata fechada e após poucos quilômetros todos eram obrigados a ultrapassar um riacho com água até a cintura. A chuva passou de moderada a forte, o que pareceu empolgar Moleta a tentar a segunda vitória consecutiva no Circuito, já que já havia vencido a etapa de Ilhabela.

    Nos quilômetros finais, de volta ao estradão de terra, ele finalmente fez a ultrapassagem para cruzar a linha de chegada em primeiro e fazer a tradicional comemoração com seu pai, fiel escudeiro que o acompanha em todas as provas. “Saí da água um pouco na frente dele, num trecho da bike ele me ultrapassou muito forte no começo, viemos revezando a ponta, mas no quilômetro 25 caí e me machuquei”, lembra Felipe que marcou 2h27min34. “Até achei que não fosse continuar, mas me recuperei. Caí de novo, levantei e fui para a corrida dois minutos atrás. Fiz muita força e consegui abrir para chegar em primeiro”.

    “O Felipe é mais do que um adversário, é um companheiro. Conversamos bastante durante a prova, um alertando ao outro sobre os trechos perigosos”, lembra Rodrigo sobre o clima de companheirismo entre os triatletas do XTerra. “Entreguei a bike em primeiro e corri muito forte na mata, mas no estradão ele ultrapassou e não consegui acompanhar”, completa o triatleta que marcou 2h28min30.

    Mulheres - No feminin,o a disputa já se mostrava acirrada antes mesmo do início, já que o start list estava repleto de nomes fortes, como a americana Shonny Vanlandingham, a santista Luzia Bello, a paulista Sabrina Gobbo e a carioca Manuella Vilaseca, campeã do XTerra Ilhabela nos 80 quilômetros de corrida.

    Durante a prova as previsões se confirmaram. Luzia fez um início de prova excelente e abriu boa vantagem em relação à americana, que parecia não estar muito confortável na bike. A santista passou na frente para a corrida no meio da Floresta Amazônica, mantendo vantagem de aproximadamente um minuto para Sabrina e dois para Shonny, que recuperava terreno em algumas partes da disputa.

    Mesmo usando todas as suas energias, Luzia foi ultrapassada no quilômetro quatro e chegou em segundo com 3h08min45. “Foi uma experiência incrível para poder entregar a bike em primeiro e chegar tão perto de uma americana numa prova como essa. Representei bem o Brasil na Amazônia e o trabalho que fiz foi recompensado”, conta.

    Para Shonny, que venceu com 3h07min03, o desconforto na bike se explica. “Eu estava com uma bicicleta emprestada, então não tinha 100% de segurança no equipamento e precisei ser cautelosa”. Ainda segundo a americana ela deixou para decidir na corrida, mesmo com as dificuldades climáticas. “Já havia competido na chuva, mas nunca com essa intensidade. Mas não foi tão complicado, pois mesmo dentro da selva era possível enxergar bem”.

    A terceira posição ficou com Sabrina Gobbo (3h16min03), que assim como Luzia não resistiu à pressão da americana nos quilômetros finais da corrida, mas vibrou muito ao cruzar a linha de chegada. “Essa prova é incrível! Saí atrás das meninas, mas na hora do single track encostei na Manuela (Vilaseca) e caí por duas vezes. Já na corrida consegui me manter à frente para chegar antes dela”.

    Apesar das adversidades, Bernardo Fonseca, organizador da prova, acredita que os atletas cumpriram a missão que lhes foi dada. “A chuva forte atrapalhou algumas pessoas com certeza, mas os atletas se divertiram bastante, isso é que importa”.

    XTerra Brasil começa amanhã em plena Floresta Amazônica

    Sábado é dia de adrenalina. Amanhã, dia 23 de junho, tem início a etapa brasileira do XTerra World Tour, em Manaus. A competição, que acontece em meio à Floresta Amazônica, leva os 40 melhores colocados do triathlon para a grande final mundial no circuito XTerra no Havaí, em outubro.

    Os atletas enfrentarão, a partir das 8h, o percurso de 1,5 quilômetro de natação, 30 quilômetros de mountain bike e mais nove quilômetros de corrida realizados na Base de Instrução 4 (BI-4) do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) do Exército Brasileiro. O local é destinado a qualificar militares como guerreiros da selva, aptos a cumprir missões em áreas mais inóspitas da Floresta Amazônica.

    Entre os favoritos para a disputa estão a santista Luzia Bello, campeã das últimas três etapas do XTerra no Brasil este ano, em Natal, Ilhabela e Teresópolis, e Felipe Moletta, vice-campeão do XTerra Manaus em 2011.

    Luzia busca o tricampeonato brasileiro de triathlon cross country e, sobretudo, a vaga para o mundial. “2012 vem sendo bom para mim. Resultados a gente não espera, corre atrás. O mais importante é estar sempre focada nos objetivos”, comenta.

    E a etapa que estás prestes a encarar promete grandes emoções. “O circuito é bem técnico. Nadamos no rio, onde você não enxerga um palmo à sua frente e já começa a adrenalina. Depois, pedalamos por estradas e trilhas do ‘Quadrado Maldito’, bem difícil. Já na corrida, os primeiros cinco quilômetros são dentro de uma mata fechada, com muitos obstáculos naturais”, analisa a triatleta. “A natureza nesse local é incrível”.

    O melhor brasileiro de 2011, Felipe Moletta, também garante um bom desempenho nesta edição, já que para este ano intensificou seus treinos de mountain bike. “Priorizei os treinos de bicicleta, pois Manaus tem um circuito muito difícil e técnico de mountain bike, com muitas subidas e tracks”, conta.

    Além da tradicional competição de triathlon, o XTerra Manaus conta com uma corrida noturna em trilhas, nas distâncias de cinco e dez quilômetros, e também uma corrida infantil para as crianças começarem a se envolver no esporte. As duas provas serão realizadas na Praia de Ponta Negra.

    Acompanhe a cobertura completa do XTerra este fim de semana no Webrun.


    XTerra Brasil começa amanhã em plena Floresta Amazônica

    Triathlon · 22 jun, 2012

    Sábado é dia de adrenalina. Amanhã, dia 23 de junho, tem início a etapa brasileira do XTerra World Tour, em Manaus. A competição, que acontece em meio à Floresta Amazônica, leva os 40 melhores colocados do triathlon para a grande final mundial no circuito XTerra no Havaí, em outubro.

    Os atletas enfrentarão, a partir das 8h, o percurso de 1,5 quilômetro de natação, 30 quilômetros de mountain bike e mais nove quilômetros de corrida realizados na Base de Instrução 4 (BI-4) do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) do Exército Brasileiro. O local é destinado a qualificar militares como guerreiros da selva, aptos a cumprir missões em áreas mais inóspitas da Floresta Amazônica.

    Entre os favoritos para a disputa estão a santista Luzia Bello, campeã das últimas três etapas do XTerra no Brasil este ano, em Natal, Ilhabela e Teresópolis, e Felipe Moletta, vice-campeão do XTerra Manaus em 2011.

    Luzia busca o tricampeonato brasileiro de triathlon cross country e, sobretudo, a vaga para o mundial. “2012 vem sendo bom para mim. Resultados a gente não espera, corre atrás. O mais importante é estar sempre focada nos objetivos”, comenta.

    E a etapa que estás prestes a encarar promete grandes emoções. “O circuito é bem técnico. Nadamos no rio, onde você não enxerga um palmo à sua frente e já começa a adrenalina. Depois, pedalamos por estradas e trilhas do ‘Quadrado Maldito’, bem difícil. Já na corrida, os primeiros cinco quilômetros são dentro de uma mata fechada, com muitos obstáculos naturais”, analisa a triatleta. “A natureza nesse local é incrível”.

    O melhor brasileiro de 2011, Felipe Moletta, também garante um bom desempenho nesta edição, já que para este ano intensificou seus treinos de mountain bike. “Priorizei os treinos de bicicleta, pois Manaus tem um circuito muito difícil e técnico de mountain bike, com muitas subidas e tracks”, conta.

    Além da tradicional competição de triathlon, o XTerra Manaus conta com uma corrida noturna em trilhas, nas distâncias de cinco e dez quilômetros, e também uma corrida infantil para as crianças começarem a se envolver no esporte. As duas provas serão realizadas na Praia de Ponta Negra.

    Acompanhe a cobertura completa do XTerra este fim de semana no Webrun.

    XTerra Brasil reúne corajosos atletas em plena Floresta Amazônica

    O XTerra Global Tour 2012 desembarca no meio da floresta tropical para a realização da sétima etapa do evento cross country. A etapa brasileira do circuito acontece no dia 23 de junho em Manaus e garante 40 vagas para a final mundial no Havaí.

    Triathlon - A sede da competição desafiadora de triathlon será a Base de Instrução 4 (BI-4), no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), do Exército Brasileiro, na capital amazonense. Os atletas percorrerão 1,5 quilômetro de natação, 30 quilômetros de moutain bike e mais nove de corrida por trilhas.

    E já que a prova acontece em uma base militar, os militares irão ministrar um treinamento com instruções valiosas de sobrevivência na selva para os interessados. Ao final do curso, os corajosos serão chamados de Mundurukus (formigas vermelhas).

    “A oportunidade de participar de uma competição na região amazônica é uma experiência única. Sempre atraímos um número recorde de inscritos para a etapa de Manaus”, conta Bernardo Fonseca, diretor da X3M Sports Business, empresa que organiza o XTerra Brasil.

    O diretor anuncia ainda a participação da atleta americana Shonny Vanlandingham, vencedora de etapas do XTerra no Brasil e no mundo.

    Outras modalidades - Além da tradicional prova de triathlon, o XTerra Brasil inclui uma corrida noturna pela selva, em trilhas e estradas de terra, de cinco ou dez quilômetros, com saída da praia de Ponta Negra. Para agregar a família toda, as crianças de até 12 anos podem participar de uma corrida infantil ao ar livre.

    As inscrições para o XTerra Brasil estão abertas pelo site oficial: www.xterrabrasil.com.br. As inscrições para a corrida infantil estão encerradas por atingirem o número máximo de vagas.

    Acompanhe a cobertura do XTerra Brasil no Webrun.


    XTerra Brasil reúne corajosos atletas em plena Floresta Amazônica

    Triathlon · 11 jun, 2012

    O XTerra Global Tour 2012 desembarca no meio da floresta tropical para a realização da sétima etapa do evento cross country. A etapa brasileira do circuito acontece no dia 23 de junho em Manaus e garante 40 vagas para a final mundial no Havaí.

    Triathlon - A sede da competição desafiadora de triathlon será a Base de Instrução 4 (BI-4), no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), do Exército Brasileiro, na capital amazonense. Os atletas percorrerão 1,5 quilômetro de natação, 30 quilômetros de moutain bike e mais nove de corrida por trilhas.

    E já que a prova acontece em uma base militar, os militares irão ministrar um treinamento com instruções valiosas de sobrevivência na selva para os interessados. Ao final do curso, os corajosos serão chamados de Mundurukus (formigas vermelhas).

    “A oportunidade de participar de uma competição na região amazônica é uma experiência única. Sempre atraímos um número recorde de inscritos para a etapa de Manaus”, conta Bernardo Fonseca, diretor da X3M Sports Business, empresa que organiza o XTerra Brasil.

    O diretor anuncia ainda a participação da atleta americana Shonny Vanlandingham, vencedora de etapas do XTerra no Brasil e no mundo.

    Outras modalidades - Além da tradicional prova de triathlon, o XTerra Brasil inclui uma corrida noturna pela selva, em trilhas e estradas de terra, de cinco ou dez quilômetros, com saída da praia de Ponta Negra. Para agregar a família toda, as crianças de até 12 anos podem participar de uma corrida infantil ao ar livre.

    As inscrições para o XTerra Brasil estão abertas pelo site oficial: www.xterrabrasil.com.br. As inscrições para a corrida infantil estão encerradas por atingirem o número máximo de vagas.

    Acompanhe a cobertura do XTerra Brasil no Webrun.

    Veja uma sequência de fotos do Triathlon do XTerra Ilhabela

    Triathlon · 26 abr, 2012

    Os triatletas que encaram o percurso de natação, bike e corrida em Ilhabela (SP) no último sábado (21/04) sofreram com as trilhas molhadas por conta da chuva do dia anterior. Confira algumas imagens da competição.


    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Fabiana Coletta/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun
    Foto Alexandre Koda/ Webrun

    Amadores se divertem e suam a camisa no XTerra Ilhabela

    O fim de semana em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, foi intenso para os participantes da etapa do XTerra na cidade. Logo cedo, às 8h, foi dada a largada da prova de triathlon, que reuniu cerca de 400 atletas. Fábio Moletta e Luzia Bello foram os vencedores da prova que contou com 1,5 quilômetro de natação, 28 de mountain bike e oito de corrida por trilhas.

    Mais a noite, as corridas noturnas de nove e 18 quilômetros juntaram muitos outros corredores de lanternas na cabeça para desbravarem a mata de Ilhabela no escuro.

    Triathlon - Se os profissionais já consideraram os percursos deste ano do XTerra um dos mais difíceis do circuito, para os amadores não foi diferente. A chuva torrencial da madrugada deixou as trilhas escorregadias e cheias de lama e, em compensação, o mar estava calmo para quem ia nadar.

    A descrição que Fábio Venâncio fez da competição de triathlon ecoa na opinião dos outros participantes: “Aqui a criança chora e a mãe não ouve”. Em outras palavras, “o circuito estava muito pesado, se o cara pensar ele não termina a prova”, analisa.

    No meio do percurso da natação, os triatletas tiveram que sair do mar, subir até um píer na Praia do Perequê, saltar de novo no mar e continuar nadando até a praia onde estava localizada a área de transição. Apesar de soar um pouco confuso (ou perigoso, já que muitos atletas saltam juntos e correm o risco de machucarem uns aos outros), a proposta foi bem aceita.

    “Pular do píer é uma coisa muito legal, emocionante”, diz Fábio. “Na hora dá um frio na barriga, mas é uma delícia”, conta Daniela Campos, que mesmo depois de um pequeno acidente durante o mountain bike, continuou para terminar a corrida.

    “Eu cheguei da bike com o braço trincado e o médico imobilizou para eu voltar a correr. Ele achou que eu não deveria ir, mas eu olhei para o tênis, o tênis olhou para mim e eu fui”, diverte-se a persistente triatleta.

    As trilhas íngremes do mountain bike são o ponto alto da competição para João Paulo Rodrigues. “A prova é ‘casca grossa’, é uma prova máxima do triathlon XTerra”, elogia.

    Para ele, a diversidade é o que o motiva a continuar participando das etapas no Brasil. “Não basta ser só um corredor de pista, tem que ter habilidade, que muda do triathlon convencional”. Mesmo com os desafios, a prova lhe parece menos trágica. “É diversão pura”.

    Corridas noturnas - A ansiedade na largada das corridas noturnas parecia óbvia frente ao que os atletas iriam enfrentar no escuro. A chuva apertou no começo da noite e contribuiu mais ainda para que as trilhas ficassem cheias de lama, “do jeito que a gente gosta”.

    Os percursos de nove e 18 quilômetros estavam bem sinalizados, na opinião dos corredores. A dificuldade mesmo foi se equilibrar. “Desliza muito, tem que tomar um pouco de cuidado”, orienta Marcos Pereira.

    Em compensação, atletas acostumados com corridas de montanha, como Ângela Mendoza, se dão bem na técnica para continuar correndo. “Como eu estou mais acostumada com terra do que com rua, eu caio se me colocar na rua”, brinca. “Eu participo de vários eventos de montanha e o XTerra é o melhor”, diz.


    Amadores se divertem e suam a camisa no XTerra Ilhabela

    Triathlon · 25 abr, 2012

    O fim de semana em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, foi intenso para os participantes da etapa do XTerra na cidade. Logo cedo, às 8h, foi dada a largada da prova de triathlon, que reuniu cerca de 400 atletas. Fábio Moletta e Luzia Bello foram os vencedores da prova que contou com 1,5 quilômetro de natação, 28 de mountain bike e oito de corrida por trilhas.

    Mais a noite, as corridas noturnas de nove e 18 quilômetros juntaram muitos outros corredores de lanternas na cabeça para desbravarem a mata de Ilhabela no escuro.

    Triathlon - Se os profissionais já consideraram os percursos deste ano do XTerra um dos mais difíceis do circuito, para os amadores não foi diferente. A chuva torrencial da madrugada deixou as trilhas escorregadias e cheias de lama e, em compensação, o mar estava calmo para quem ia nadar.

    A descrição que Fábio Venâncio fez da competição de triathlon ecoa na opinião dos outros participantes: “Aqui a criança chora e a mãe não ouve”. Em outras palavras, “o circuito estava muito pesado, se o cara pensar ele não termina a prova”, analisa.

    No meio do percurso da natação, os triatletas tiveram que sair do mar, subir até um píer na Praia do Perequê, saltar de novo no mar e continuar nadando até a praia onde estava localizada a área de transição. Apesar de soar um pouco confuso (ou perigoso, já que muitos atletas saltam juntos e correm o risco de machucarem uns aos outros), a proposta foi bem aceita.

    “Pular do píer é uma coisa muito legal, emocionante”, diz Fábio. “Na hora dá um frio na barriga, mas é uma delícia”, conta Daniela Campos, que mesmo depois de um pequeno acidente durante o mountain bike, continuou para terminar a corrida.

    “Eu cheguei da bike com o braço trincado e o médico imobilizou para eu voltar a correr. Ele achou que eu não deveria ir, mas eu olhei para o tênis, o tênis olhou para mim e eu fui”, diverte-se a persistente triatleta.

    As trilhas íngremes do mountain bike são o ponto alto da competição para João Paulo Rodrigues. “A prova é ‘casca grossa’, é uma prova máxima do triathlon XTerra”, elogia.

    Para ele, a diversidade é o que o motiva a continuar participando das etapas no Brasil. “Não basta ser só um corredor de pista, tem que ter habilidade, que muda do triathlon convencional”. Mesmo com os desafios, a prova lhe parece menos trágica. “É diversão pura”.

    Corridas noturnas - A ansiedade na largada das corridas noturnas parecia óbvia frente ao que os atletas iriam enfrentar no escuro. A chuva apertou no começo da noite e contribuiu mais ainda para que as trilhas ficassem cheias de lama, “do jeito que a gente gosta”.

    Os percursos de nove e 18 quilômetros estavam bem sinalizados, na opinião dos corredores. A dificuldade mesmo foi se equilibrar. “Desliza muito, tem que tomar um pouco de cuidado”, orienta Marcos Pereira.

    Em compensação, atletas acostumados com corridas de montanha, como Ângela Mendoza, se dão bem na técnica para continuar correndo. “Como eu estou mais acostumada com terra do que com rua, eu caio se me colocar na rua”, brinca. “Eu participo de vários eventos de montanha e o XTerra é o melhor”, diz.