Cobertura_OlimpiadasAthena2004

CBAT divulga nota sobre índice olímpico

Atletismo · 30 jan, 2004

A Confederação Brasileira de Atletismo, CBAT, divulgou ontem uma nota explicativa, destinada aos atletas, que mostra onde eles poderão buscar índice para as olimpíadas de Atenas. Confira.

29/1/2004, Manaus - A CBAt esclarece que os índices exigidos nos critérios de convocação da entidade, para as Seleções Brasileiras aos diversos eventos internacionais em 2004, deverão ser obtidos em competições que atendam as seguintes exigências:

- Competições internacionais realizadas pela IAAF, CONSUDATLE ou federações nacionais, que atendam as disposições das Regras Oficiais da IAAF e que constem dos respectivos calendários de tais entidades.

- Competições nacionais realizadas pela CBAt e constantes de seu Calendário Oficial para 2004 ou por esta autorizadas.

- Competições estaduais realizadas pelas filiadas à CBAt, constantes de seus respectivos Calendários oficiais entregues para a CBAt até o dia 10 de fevereiro de 2004, devidamente autorizadas pela CBAt para tal e, preferencialmente, aberta a participação de atletas de outros estados.

- Que contem com a presença de Delegado Técnico indicado pela CBAt, com relatório favorável deste para homologação dos resultados

Fundista quer o bicampeonato dos 1500m de Atenas

Atletismo · 29 jan, 2004

O velocista queniano Noah Ngeny, medalha de ouro nos 1500 metros rasos dos Jogos Olímpicos de Sydney, quer buscar o bicampeonato em Atenas. Mas em 2001 o atleta passou por um problema que envolveu a carreira.

Ao voltar do enterro do agente dele, Kim McDonald, Ngeny sofreu um acidente de carro e ficou com uma lesão nas costas. E ao correr o atleta tinha dores com fortes nas costas. Segundo Ngeny ele já está recuperado e pretende disputar as olimpíadas de Atenas desse ano.

CBAT leva atletas para treinarem no exterior

Atletismo · 29 jan, 2004

Os atletas já pré-qualificados para os Jogos Olímpicos de Atenas, que acontece no mês de agosto desse ano, podem treinar fora do país pela a CBAT, Confederação Brasileira de Atletismo. Isto porque o projeto, que financiava esse tipo de evento, foi mantido pela CBAT com patrocínio da caixa Econômica Federal.

E até 2008 os atletas poderão viajar pela Confederação. Por enquanto já foram enviados para a Europa três esportistas, Márcio Simão de Souza, Anselmo Gomes da Silva e Redelen Melo, todos competem os 110m com barreiras.

Na próxima semana a CBAT divulgará o nome de mais atletas que serão enviados para o camping de treinamento no exterior.

Clodoaldo Gomes quer ir para os Jogos Olímpicos

Atletismo · 29 jan, 2004

Uma das metas para esse ano do atleta Clodoaldo Gomes é começar a participar de maratonas. Além disso, o brasiliense especialista em corridas de rua vai concentrar as energias na busca de uma das três vagas olímpicas na maratona.

Hoje Clodoaldo vive em São Paulo e treina com a equipe Symap. E no dia 18 de abril ele irá correr a Maratona de Hamburgo na Alemanha. Essa será a estréia do atleta nesse tipo de competição.

Outro corredor que também irá estrear nas maratonas é Marílson Gomes dos Santos, campeão da Corrida Internacional de São Silvestre. Ele também pretende embarcar para Atenas. Mas antes os dois terão que buscar o índice necessário para ir aos Jogos Olímpicos, no caso de Marílson, a tentativa se dará dia 4 de abril na Maratona de Paris.

Lula promove o Rio para a olimpíada de 2012

Atletismo · 27 jan, 2004

O Presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, irá promover nessa semana, em Genebra, a candidatura do Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2012. Lula irá se encontrar na Suíça com o presidente do Comitê Olímpico Internacional (Coi), Jaques Rogge.

Segundo o Ministério do Esporte, Lula poderá anunciar nesse encontro a presença dele na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Atenas. No começo do mês de janeiro o Comitê Olímpico Brasileiro (Cob) enviou para o Coi a proposta de candidatura da cidade do Rio. Nessa havia informações de como seria a olimpíada no Brasil.

Além disso, o Rio foi à única cidade da história dos Jogos Olímpicos a propor que todos os esportes fossem disputados na mesma cidade. Mas pra ser sede olímpica a capital carioca terá que disputar com outras cidades como Nova Iorque, Paris, Londres, Istambul, Havana, Moscou, Madri e Leipzig.

Atletismo brasileiro treina fora do país

Atletismo · 23 jan, 2004

O atletismo brasileiro irá treinar fora do Brasil para os Jogos Olímpicos de Atenas. Divididos conforme as características da prova, os atletas irão ficar em diversas cidades dos Estados Unidos. Segundo o coordenador da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) o treinamento dos velocistas será totalmente financiado pela confederação.

Os corredores do revezamento 4x4 vão treinar na cidade de San Diego, leste americano, ao nível do mar. Já os maratonistas irão treinar em uma cidade com mais altitude, também na Califórnia.

Sete triatletas disputarão provas internacionais para Atenas

Triathlon · 07 jan, 2004

A Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri) já definiu as três provas internacionais, que servirá de seletiva, para definir a equipe brasileira que irá para as olimpíadas de Atenas. Mas para participar dessas competições os triatletas terão que estar classificados na lista dos 100 melhores esportistas de triathlon do mundo do ano de 2003.

Desta forma estão na disputa sete atletas. Mariana Ohata, Carla Moreno, Sandra Soldan, Leandro Macedo, Juraci Moreira, Paulo Miyasiro e Virgílio de Castilho. Todos eles irão disputar as provas da seletiva.

A primeira competição será no Japão no dia 11 de abril. Depois a próxima etapa será no México, no dia 25 de abril, encerrando na Ilha da Madeira, em Portugal, no dia 02 de maio.
O brasileiro mais bem colocado no ranking mundial após essas seletivas terá vaga garantida em Atenas.

Atletismo brasileiro já tem índice para Atenas

Atletismo · 06 jan, 2004

Quinze esportistas do atletismo brasileiro encerraram o ano de 2003 com índice para as olimpíadas de Atenas, que acontece entre os dias 13 e 29 de agosto deste ano. Mas só esse resultado não garante a vaga olímpica. Segundo a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) é necessário também manter uma boa marca na temporada de 2004, para então competir em Atenas.

Isso significa que os atletas, que já têm índice, terão que alcançar pelo menos o índice “B” até o dia 11 de julho. Por enquanto o Brasil garante a vaga nos 100, 200, 800 e 1200 metros rasos.

Na Maratona e na Marcha Atlética 50km a classificação é um pouco diferente. Os corredores precisam obter bons resultados até o dia dois de maio. Além disso, esses atletas não precisam atingir índice duas vezes. Por isso já estão escalados para as olimpíadas os maratonistas André Luís Ramos e Márcia Narloch, terceira colocada da São Silvestre 2003.

Marílson irá tentar vaga nas Olimpíadas

Maratona · 05 jan, 2004

Depois de vencer a São Silvestre Marílson Gomes já tem planos para 2004. O atleta, que completou a mais tradicional corrida de rua do Brasil com 43min49, pensa em participar das Olimpíadas de Atenas deste ano. Para isso ele deve se concentrar na disputa de uma vaga nos jogos olímpicos como maratonista.

Mas dessa vez Marílson terá que correr 42km ao invés dos 15km da São Silvestre. E se embarcar para Atenas o corredor irá competir com o queniano Paul Tergat, recordista mundial, que foi convidado pela Federação de Atletismo do Quênia para representar o país nas Olimpíadas.

Paraolimpicos vão atrás de vagas para Atenas

Uma equipe de 93 atletas paraolímpicos está embarcando para Mar del Plata na próxima segunda-feira, 1º de dezembro, onde disputará a última competição internacional antes de Atenas: o Parapanamericano. O evento acontece entre os dias 3 e 10 de dezembro, na Argentina, e contará com a participação de 1.200 atletas de 30 países que competirão nove modalidades.

O Parapanamericano é a última chance que o País terá para a conquista de mais vagas para os Jogos Paraolímpicos de Atenas. A equipe brasileira irá participar em sete modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, equitação, esgrima, natação, ciclismo e vôlei. Além dos atletas, o Brasil levará uma delegação composta por mais 93 pessoas, entre técnicos, guias, especialistas, médicos, fisioterapeutas, interpretes, membros da área de comunicação e apoio.

A primeira edição desta competição aconteceu em 1999, no México. Na ocasião, o Brasil foi representado por 148 atletas e sagrou-se vice-campeão da competição com 212 medalhas, sendo 107 de ouro, 69 de prata e 36 de bronze. A participação brasileira nos Jogos é de grande importância para o esporte paraolímpico nacional, não só pela conquista das medalhas e/ou aumento de vagas.

Na Austrália, o Brasil foi representado por 64 atletas em nove modalidades esportivas e entrou para a história com o expressivo número de 22 medalhas (seis de ouro, dez de prata e seis de bronze) e a conquista do reconhecimento da sociedade.

Depois da Paraolimpíada de 2000, o crescimento do esporte tem sido surpreendente. Com a criação da lei 10.264/01 conhecida como Lei Piva, que repassa recursos financeiros oriundos das loterias da Caixa Eonômica Federal, o Brasil vem estruturando e qualificando o esporte paraolímpico.

As expectativas são de que os números de atletas brasileiros e modalidades sejam superados em 2004. O País já garantiu sua participação em: natação, atletismo, judô, futebol-7 PC (paralisados cerebrais), ciclismo, goalball feminino (esporte específico para cegos); e tem plenas chances de classificar nesta próxima competição o basquete em cadeira de rodas, o adestramento paraolímpico, o halterofilismo, o vôlei paraolímpico e a esgrima. Além de poder aumentar as vagas nas modalidades restantes.


Paraolimpicos vão atrás de vagas para Atenas

Esporte Adaptado · 28 nov, 2003

Uma equipe de 93 atletas paraolímpicos está embarcando para Mar del Plata na próxima segunda-feira, 1º de dezembro, onde disputará a última competição internacional antes de Atenas: o Parapanamericano. O evento acontece entre os dias 3 e 10 de dezembro, na Argentina, e contará com a participação de 1.200 atletas de 30 países que competirão nove modalidades.

O Parapanamericano é a última chance que o País terá para a conquista de mais vagas para os Jogos Paraolímpicos de Atenas. A equipe brasileira irá participar em sete modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, equitação, esgrima, natação, ciclismo e vôlei. Além dos atletas, o Brasil levará uma delegação composta por mais 93 pessoas, entre técnicos, guias, especialistas, médicos, fisioterapeutas, interpretes, membros da área de comunicação e apoio.

A primeira edição desta competição aconteceu em 1999, no México. Na ocasião, o Brasil foi representado por 148 atletas e sagrou-se vice-campeão da competição com 212 medalhas, sendo 107 de ouro, 69 de prata e 36 de bronze. A participação brasileira nos Jogos é de grande importância para o esporte paraolímpico nacional, não só pela conquista das medalhas e/ou aumento de vagas.

Na Austrália, o Brasil foi representado por 64 atletas em nove modalidades esportivas e entrou para a história com o expressivo número de 22 medalhas (seis de ouro, dez de prata e seis de bronze) e a conquista do reconhecimento da sociedade.

Depois da Paraolimpíada de 2000, o crescimento do esporte tem sido surpreendente. Com a criação da lei 10.264/01 conhecida como Lei Piva, que repassa recursos financeiros oriundos das loterias da Caixa Eonômica Federal, o Brasil vem estruturando e qualificando o esporte paraolímpico.

As expectativas são de que os números de atletas brasileiros e modalidades sejam superados em 2004. O País já garantiu sua participação em: natação, atletismo, judô, futebol-7 PC (paralisados cerebrais), ciclismo, goalball feminino (esporte específico para cegos); e tem plenas chances de classificar nesta próxima competição o basquete em cadeira de rodas, o adestramento paraolímpico, o halterofilismo, o vôlei paraolímpico e a esgrima. Além de poder aumentar as vagas nas modalidades restantes.