Cobertura_Meio_IronmanBR_2011

Após vice no Ironman Brasil, Guilherme Manocchio visa 70.3 de Penha

Guilherme Manocchio foi vice-campeão do Ironman Brasil, disputado no dia 29 de maio em Florianópolis (SC), após uma prova acirrada com o experiente Eduardo Sturla, que faturou o tetracampeonato da prova. Recuperado da disputa, ele já se foca para o Ironman 70.3, em Penha, no dia 27 de agosto.

“Fiquei duas semanas em repouso, só fazendo treinos leves para recuperar o corpo. Voltei a treinar gradualmente, mas não vim com a mesma força que estava antes”, relata o triatleta. “Agora, um mês depois do Ironman, estou um pouco mais lento do que sou normalmente”, completa.

O resultado positivo lhe deu mais visibilidade e abriu portas para uma parceria com a Marca esportiva Asics, que vai patrocinar o atleta a partir deste mês. “Estou muito contente com esse apoio. Antes eu corria sem patrocínio, tinha apenas o Bolsa Atleta Nacional”, comenta o curitibano.

Ele ainda não conhece o percurso do 70.3, mas está confiante em fazer um bom resultado, já que o trajeto é feito num circuito, com três voltas de 30 quilômetros para a bike e duas de 10,5 para a corrida. “Isso é bom, porque é possível visualizar os outros atletas. Como a prova é relativamente rápida, dá para ter essa noção de tempo e diferença, o que é bem importante”.

Depois do Meio Ironman, o objetivo de Manocchio é se dedicar a provas olímpicas, de curta distância, mas sem esquecer as provas longas. “Vou para o Mundial de Longa Distância, em novembro, em Las Vegas (EUA), que é o evento máximo do triathlon. Ano passado fui 13º e dessa vez espero chegar entre os dez melhores, talvez até entre os cinco”.

Treinos - Muitos triatletas se dedicam somente a distâncias curtas ou longas durante a temporada, para poderem se focar em determinados tipos de competição, mas o curitibano acredita que conseguirá transitar bem entre os dois formatos. “Acho que o atleta tem que ser completo, tem que fazer de tudo, como treinar tanto explosão, quanto resistência. Fiz isso em toda minha carreira”, lembra.

Ao se aproximar de provas de longa duração ele faz preparações específicas, como no caso do Ironman de Florianópolis, em que se dedicou seis meses. “É lógico que você perde um pouco de potência, mas não tem problema, assim que você descansa consegue retomar o trabalho e volta a ficar rápido”.

Para ficar livre de lesões e garantir o máximo de performance, além dos treinos comuns o fortalecimento muscular também deve ser adicionado à rotina. “Faço musculação duas vezes por semana e uma delas agrego ginástica funcional, que têm movimentos similares aos esportes que eu pratico”.

Enquanto se prepara para o Meio Ironman e as demais competições, o triatleta de 29 anos aguarda o nascimento de seu primeiro filho, Gabriel.


Após vice no Ironman Brasil, Guilherme Manocchio visa 70.3 de Penha

Triathlon · 11 jul, 2011

Guilherme Manocchio foi vice-campeão do Ironman Brasil, disputado no dia 29 de maio em Florianópolis (SC), após uma prova acirrada com o experiente Eduardo Sturla, que faturou o tetracampeonato da prova. Recuperado da disputa, ele já se foca para o Ironman 70.3, em Penha, no dia 27 de agosto.

“Fiquei duas semanas em repouso, só fazendo treinos leves para recuperar o corpo. Voltei a treinar gradualmente, mas não vim com a mesma força que estava antes”, relata o triatleta. “Agora, um mês depois do Ironman, estou um pouco mais lento do que sou normalmente”, completa.

O resultado positivo lhe deu mais visibilidade e abriu portas para uma parceria com a Marca esportiva Asics, que vai patrocinar o atleta a partir deste mês. “Estou muito contente com esse apoio. Antes eu corria sem patrocínio, tinha apenas o Bolsa Atleta Nacional”, comenta o curitibano.

Ele ainda não conhece o percurso do 70.3, mas está confiante em fazer um bom resultado, já que o trajeto é feito num circuito, com três voltas de 30 quilômetros para a bike e duas de 10,5 para a corrida. “Isso é bom, porque é possível visualizar os outros atletas. Como a prova é relativamente rápida, dá para ter essa noção de tempo e diferença, o que é bem importante”.

Depois do Meio Ironman, o objetivo de Manocchio é se dedicar a provas olímpicas, de curta distância, mas sem esquecer as provas longas. “Vou para o Mundial de Longa Distância, em novembro, em Las Vegas (EUA), que é o evento máximo do triathlon. Ano passado fui 13º e dessa vez espero chegar entre os dez melhores, talvez até entre os cinco”.

Treinos - Muitos triatletas se dedicam somente a distâncias curtas ou longas durante a temporada, para poderem se focar em determinados tipos de competição, mas o curitibano acredita que conseguirá transitar bem entre os dois formatos. “Acho que o atleta tem que ser completo, tem que fazer de tudo, como treinar tanto explosão, quanto resistência. Fiz isso em toda minha carreira”, lembra.

Ao se aproximar de provas de longa duração ele faz preparações específicas, como no caso do Ironman de Florianópolis, em que se dedicou seis meses. “É lógico que você perde um pouco de potência, mas não tem problema, assim que você descansa consegue retomar o trabalho e volta a ficar rápido”.

Para ficar livre de lesões e garantir o máximo de performance, além dos treinos comuns o fortalecimento muscular também deve ser adicionado à rotina. “Faço musculação duas vezes por semana e uma delas agrego ginástica funcional, que têm movimentos similares aos esportes que eu pratico”.

Enquanto se prepara para o Meio Ironman e as demais competições, o triatleta de 29 anos aguarda o nascimento de seu primeiro filho, Gabriel.

Ironman 70.3 espera oito mil pessoas entre visitantes e competidores

O Ironman 70.3, que acontece no dia 27 de agosto, na cidade de Penha (SC), teve suas inscrições esgotadas dois meses antes da realização da prova. O evento tem a previsão de receber oito mil pessoas, entre visitantes e competidores, e gera à economia local uma movimentação financeira na ordem de três milhões de reais, números maiores que os registrados em alta temporada.

O Ironman 70.3 tem projeção internacional e é uma versão do Ironman, com metade do percurso, por isso também chamado de meio Ironman. O trajeto tem 1,9 (1,2 milhas) quilômetros de natação, 90 (56 milhas) quilômetros de ciclismo e 21,1 quilômetros (13,1 milhas) de corrida. A soma das distâncias, em milhas, leva ao nome da prova.

Com 850 atletas, de mais de 21 países, a etapa brasileira inclui as categorias amador e elite, com faixa etária de 19 a 67 anos. A competição classificará 50 triatletas para o Mundial de 2012, que será em Lãs Vegas, Nevada, nos Estados Unidos. A premiação será de 20 mil reais, divididos entre os cinco primeiros colocados. Os vencedores do Ironman 70.3 de 2010 foi o argentino Ezequiel Morales, com 03h52min18, e a brasileira Vanessa Gianini, com 04h22min21.

Para o diretor do Grupo Latin, Carlos Galvão, a satisfação dos competidores e apoiadores faz do evento um marco no calendário da modalidade. “As características do Ironman 70.3 remetem conceitos de comprometimento e estilo de vida saudável - esses e outros fatores positivos atraem marcas e empresas. Nesse ano, a movimentação do evento registra aproximadamente R$ 1,5 milhão”, fala.

Em uma ação de responsabilidade social, 50 vagas extras foram disponibilizadas pela Latin Benefit, célula do Grupo Latin, organizadora da prova, que já doou mais de R$ 350 mil a instituições, como APARE e Aflodef. As vagas estarão disponíveis até o dia 15 e julho ou até se esgotarem.

A EXPO Ironman 70.3 será realizada do dia 25 a 27 de agosto e reunirá 25 expositores, em uma área de 600 metros quadrados, destinada a comercialização de produtos do mundo inteiro.


Ironman 70.3 espera oito mil pessoas entre visitantes e competidores

Triathlon · 05 jul, 2011

O Ironman 70.3, que acontece no dia 27 de agosto, na cidade de Penha (SC), teve suas inscrições esgotadas dois meses antes da realização da prova. O evento tem a previsão de receber oito mil pessoas, entre visitantes e competidores, e gera à economia local uma movimentação financeira na ordem de três milhões de reais, números maiores que os registrados em alta temporada.

O Ironman 70.3 tem projeção internacional e é uma versão do Ironman, com metade do percurso, por isso também chamado de meio Ironman. O trajeto tem 1,9 (1,2 milhas) quilômetros de natação, 90 (56 milhas) quilômetros de ciclismo e 21,1 quilômetros (13,1 milhas) de corrida. A soma das distâncias, em milhas, leva ao nome da prova.

Com 850 atletas, de mais de 21 países, a etapa brasileira inclui as categorias amador e elite, com faixa etária de 19 a 67 anos. A competição classificará 50 triatletas para o Mundial de 2012, que será em Lãs Vegas, Nevada, nos Estados Unidos. A premiação será de 20 mil reais, divididos entre os cinco primeiros colocados. Os vencedores do Ironman 70.3 de 2010 foi o argentino Ezequiel Morales, com 03h52min18, e a brasileira Vanessa Gianini, com 04h22min21.

Para o diretor do Grupo Latin, Carlos Galvão, a satisfação dos competidores e apoiadores faz do evento um marco no calendário da modalidade. “As características do Ironman 70.3 remetem conceitos de comprometimento e estilo de vida saudável - esses e outros fatores positivos atraem marcas e empresas. Nesse ano, a movimentação do evento registra aproximadamente R$ 1,5 milhão”, fala.

Em uma ação de responsabilidade social, 50 vagas extras foram disponibilizadas pela Latin Benefit, célula do Grupo Latin, organizadora da prova, que já doou mais de R$ 350 mil a instituições, como APARE e Aflodef. As vagas estarão disponíveis até o dia 15 e julho ou até se esgotarem.

A EXPO Ironman 70.3 será realizada do dia 25 a 27 de agosto e reunirá 25 expositores, em uma área de 600 metros quadrados, destinada a comercialização de produtos do mundo inteiro.

Triatleta Talita Saab participa do Ironman 70.3 Flórida, em Orlando

Nesse domingo, dia 15 de maio, ocorreu em Orlando (EUA), no complexo do mundo Disney, o Ironman 70.3 com mais de 2500 atletas. A largada foi dada no Parque Magic Kingdom, onde os atletas percorreram 1.900 metros de natação no Bay Lake, 90 quilômetros de bicicleta nas avenidas do complexo dos parques da Disney e 21 quilômetros de corrida no Fort Wilderness. A triatleta itatibense, Talita Saab, participou e representou o Brasil na competição.

Talita era a única brasileira representante na categoria profissional, em que conquistou a 12ª colocação ao competir com as atletas profissionais mais renomadas no cenário mundial. No geral e entre as amadoras, a triatleta foi a primeira colocada brasileira.

A brasileira ficou satisfeita com sua natação ao sair no segundo pelotão, acompanhada de mais três atletas. “Consegui encaixar numa esteira de uma atleta e foi um ritmo bom, assim, ao saindo as três juntas da água me deixou bem motivada. Já no início da bike era nítido o vento forte, que permaneceu durante todo o percurso, o que me prejudicou bastante me deixando desgastada para a corrida, mas o percurso é plano e maravilhoso o que ajudava a me motivar”, conta ela.

Durante a corrida, a organização da prova forneceu estações de abastecimento de água com voluntários fantasiados de personagens da Disney para animar os atletas que passavam no local. “A organização foi impecável. É incrível como eles conseguem fazer tudo funcionar tão rápido. Gostei muito da experiência e pretendo voltar ano que vem”, completa Talita que aproveita o descanso de sua última prova do semestre e a partir de junho inicia uma preparação planejada para o Ironman 70.3 Brasil, que será em agosto, em Penha (SC).


Triatleta Talita Saab participa do Ironman 70.3 Flórida, em Orlando

Triathlon · 16 maio, 2011

Nesse domingo, dia 15 de maio, ocorreu em Orlando (EUA), no complexo do mundo Disney, o Ironman 70.3 com mais de 2500 atletas. A largada foi dada no Parque Magic Kingdom, onde os atletas percorreram 1.900 metros de natação no Bay Lake, 90 quilômetros de bicicleta nas avenidas do complexo dos parques da Disney e 21 quilômetros de corrida no Fort Wilderness. A triatleta itatibense, Talita Saab, participou e representou o Brasil na competição.

Talita era a única brasileira representante na categoria profissional, em que conquistou a 12ª colocação ao competir com as atletas profissionais mais renomadas no cenário mundial. No geral e entre as amadoras, a triatleta foi a primeira colocada brasileira.

A brasileira ficou satisfeita com sua natação ao sair no segundo pelotão, acompanhada de mais três atletas. “Consegui encaixar numa esteira de uma atleta e foi um ritmo bom, assim, ao saindo as três juntas da água me deixou bem motivada. Já no início da bike era nítido o vento forte, que permaneceu durante todo o percurso, o que me prejudicou bastante me deixando desgastada para a corrida, mas o percurso é plano e maravilhoso o que ajudava a me motivar”, conta ela.

Durante a corrida, a organização da prova forneceu estações de abastecimento de água com voluntários fantasiados de personagens da Disney para animar os atletas que passavam no local. “A organização foi impecável. É incrível como eles conseguem fazer tudo funcionar tão rápido. Gostei muito da experiência e pretendo voltar ano que vem”, completa Talita que aproveita o descanso de sua última prova do semestre e a partir de junho inicia uma preparação planejada para o Ironman 70.3 Brasil, que será em agosto, em Penha (SC).

Ironman 70.3 de Pucón vira duathlon: italiano vence e Colucci é vice

O Ironman 70.3 de Pucón, no Chile, disputado no último domingo (16/01) foi uma prova completamente atípica. O mau tempo na região, com ventos fortes e chuvas, obrigou os organizadores a cancelarem o trecho de natação no Lago Vila Rica, o que transformou a prova num duathlon.

Com os atletas tendo que mudar as estratégias iniciais, Daniel Fontana, italiano campeão em 2005, foi o primeiro colocado com o tempo de 3h52min59, seguido por Reinaldo Colucci, com 3h56min24. O brasileiro lutava pelo segundo título, já que em 2010 havia vencido a disputa.

Com o cancelamento do trecho de natação, a direção de prova acrescentou mais cinco quilômetros de corrida ao percurso original de 1,2 quilômetros de natação, 90 de bike e 21,1 de corrida. “Não diria que foi uma prova divertida”, conta o italiano que também tem nacionalidade argentina. “O mais importante é que eu foquei meu corpo e mente no campeonato mundial de 2011”, completa.

Nos cinco quilômetros iniciais de prova e na primeira transição, Fontana teve a companhia de Reinaldo Colucci, Oscar Galindez (pentacampeão da prova) e o também brasileiro Santiago Ascenço. Na bike a situação ficou complicada, já que durante todo o trecho os atletas tiveram que encarar sol, granizo, vento e frio.

Já na parte final, Colucci e Fontana se desgarraram do resto do pelotão, mas o brasileiro já apresentava sinais de cansaço. "Sentia as pernas pesadas e doloridas. Creio que pela falta de adaptação em correr provas de duathlon, uma vez que, essa foi a segunda prova do gênero durante toda a minha carreira", ressalta.

Ele deu combate até o quilômetro sete, mas a partir daí não teve mais energias para perseguir seu oponente e deixou caminho livre para o campeão. “Deixo aqui os meus parabéns ao Daniel Fontana que conseguiu fazer um prova fantástica. Foi uma prova muito atípica e um segundo lugar numa competição de tanto prestígio acredito ser de grande importância para minha carreira”, enfatiza Colucci.


Ironman 70.3 de Pucón vira duathlon: italiano vence e Colucci é vice

Triathlon · 18 jan, 2011

O Ironman 70.3 de Pucón, no Chile, disputado no último domingo (16/01) foi uma prova completamente atípica. O mau tempo na região, com ventos fortes e chuvas, obrigou os organizadores a cancelarem o trecho de natação no Lago Vila Rica, o que transformou a prova num duathlon.

Com os atletas tendo que mudar as estratégias iniciais, Daniel Fontana, italiano campeão em 2005, foi o primeiro colocado com o tempo de 3h52min59, seguido por Reinaldo Colucci, com 3h56min24. O brasileiro lutava pelo segundo título, já que em 2010 havia vencido a disputa.

Com o cancelamento do trecho de natação, a direção de prova acrescentou mais cinco quilômetros de corrida ao percurso original de 1,2 quilômetros de natação, 90 de bike e 21,1 de corrida. “Não diria que foi uma prova divertida”, conta o italiano que também tem nacionalidade argentina. “O mais importante é que eu foquei meu corpo e mente no campeonato mundial de 2011”, completa.

Nos cinco quilômetros iniciais de prova e na primeira transição, Fontana teve a companhia de Reinaldo Colucci, Oscar Galindez (pentacampeão da prova) e o também brasileiro Santiago Ascenço. Na bike a situação ficou complicada, já que durante todo o trecho os atletas tiveram que encarar sol, granizo, vento e frio.

Já na parte final, Colucci e Fontana se desgarraram do resto do pelotão, mas o brasileiro já apresentava sinais de cansaço. "Sentia as pernas pesadas e doloridas. Creio que pela falta de adaptação em correr provas de duathlon, uma vez que, essa foi a segunda prova do gênero durante toda a minha carreira", ressalta.

Ele deu combate até o quilômetro sete, mas a partir daí não teve mais energias para perseguir seu oponente e deixou caminho livre para o campeão. “Deixo aqui os meus parabéns ao Daniel Fontana que conseguiu fazer um prova fantástica. Foi uma prova muito atípica e um segundo lugar numa competição de tanto prestígio acredito ser de grande importância para minha carreira”, enfatiza Colucci.