Cobertura Sao Silvestre 2003

Lula recebe brasileiros que subiram ao pódio na SS

Corridas de Rua · 05 fev, 2004

O Presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, irá receber hoje os atletas que subiram ao pódio da última Corrida de São Silvestre. Nesse time de corredores estarão Marilson Gomes, vencedor da prova após seis anos de domínio estrangeiro, Rômulo Wagner, vice-campeão; Márcia Narloch, terceira colocada; Ednalva Laureano, que conquistou o quarto lugar e Sirlene Pinho, quinta posição.

O encontro era para ter acontecido ontem. Porém Lula teve outro compromisso e adiou para hoje. No dia da corrida, 31 de dezembro de 2003, o Presidente enviou um telegrama para Marilson e Rômulo. A carta parabenizava os dois corredores e dizia que a vitória deles era um estímulo para todos os atletas brasileiros.

Além disso, Lula também convidou os dois para uma visita ao Palácio do Planalto, em Brasília, sede do Governo Federal. E após quase dois meses a visita acontecerá junto com as atletas brasileiras.


Lula recebe brasileiros que subiram ao pódio na SS

Corridas de Rua · 05 fev, 2004

O Presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, irá receber hoje os atletas que subiram ao pódio da última Corrida de São Silvestre. Nesse time de corredores estarão Marilson Gomes, vencedor da prova após seis anos de domínio estrangeiro, Rômulo Wagner, vice-campeão; Márcia Narloch, terceira colocada; Ednalva Laureano, que conquistou o quarto lugar e Sirlene Pinho, quinta posição.

O encontro era para ter acontecido ontem. Porém Lula teve outro compromisso e adiou para hoje. No dia da corrida, 31 de dezembro de 2003, o Presidente enviou um telegrama para Marilson e Rômulo. A carta parabenizava os dois corredores e dizia que a vitória deles era um estímulo para todos os atletas brasileiros.

Além disso, Lula também convidou os dois para uma visita ao Palácio do Planalto, em Brasília, sede do Governo Federal. E após quase dois meses a visita acontecerá junto com as atletas brasileiras.

Três corredores anônimos que superaram os objetivos na São Silvestre

Corridas de Rua · 08 jan, 2004

O Webrun conversou com pessoas comuns que na semana passada participaram da São Silvetstre. Mesmo com vidas diferentes, Ana Luiza Garcez, Jovino Macahdo e Irene Ruberti tinham a mesma preocupação antes da prova: o calor. Mas São Pedro ajudou esses corredores e amenizou o sol. E o resultado da corrida para eles foi positivo.

EXCLUSIVO de São Paulo- A tradicional Corrida de São Silvestre reuni pessoas de diversos estados, países, idades e classe sociais. E dentro de um grupo de 15 mil participantes pode-se encontrar histórias de vida bem diferentes. É o caso de Jovino Machado, corredor com 61 anos de idade, Ana Luiza Garcez, ex-moradora de rua e Irene Ruberti, jornalista que participou pela primeira vez da São Silvestre.

Uma semana antes da prova mais tradicional de São Paulo os três atletas estavam preocupados com o calor e o sol forte que normalmente acompanha a corrida. Mas para a felicidade deles o calor, durante a prova, estava mais ameno em relação aos outros anos. Além disso, eles também estavam ansiosos.

Resultado: Todos eles terminaram a prova e conseguiram superar os objetivos. Jovino Machado completou a prova em 1h24 e conseguiu finalizar os 15 km de corrida com um minuto a menos do esperado. “A prova foi muito boa estou melhorando aos poucos”, conta Jovino comparando o desempenho pessoal com as outras duas São Silvestre que já participou.

Já Irene Ruberti correu pela primeira vez a São Silvestre e terminar a prova foi um desafio. A jornalista e corredora escreveu uma matéria, publicada no jornal O Estado de São Paulo, sobre a experiência dela na corrida. “Fecho (a prova) com 1h30. E eu que achava que não faria em menos de 1h45. Foi a minha primeira São Silvestre. Mas com certeza não foi a última”, relata Irene.

Ana Luiza Garcez largou no pelotão de elite e além de terminar a prova em 52ª posição com o tempo de 1h02 ela foi homenageada pela organização da prova. A corredora foi considerada como um exemplo de superação. Isto porque ela morou durante 35 anos nas ruas de São Paulo e a corrida tirou ela do mundo da drogas.


Três corredores anônimos que superaram os objetivos na São Silvestre

Corridas de Rua · 08 jan, 2004

O Webrun conversou com pessoas comuns que na semana passada participaram da São Silvetstre. Mesmo com vidas diferentes, Ana Luiza Garcez, Jovino Macahdo e Irene Ruberti tinham a mesma preocupação antes da prova: o calor. Mas São Pedro ajudou esses corredores e amenizou o sol. E o resultado da corrida para eles foi positivo.

EXCLUSIVO de São Paulo- A tradicional Corrida de São Silvestre reuni pessoas de diversos estados, países, idades e classe sociais. E dentro de um grupo de 15 mil participantes pode-se encontrar histórias de vida bem diferentes. É o caso de Jovino Machado, corredor com 61 anos de idade, Ana Luiza Garcez, ex-moradora de rua e Irene Ruberti, jornalista que participou pela primeira vez da São Silvestre.

Uma semana antes da prova mais tradicional de São Paulo os três atletas estavam preocupados com o calor e o sol forte que normalmente acompanha a corrida. Mas para a felicidade deles o calor, durante a prova, estava mais ameno em relação aos outros anos. Além disso, eles também estavam ansiosos.

Resultado: Todos eles terminaram a prova e conseguiram superar os objetivos. Jovino Machado completou a prova em 1h24 e conseguiu finalizar os 15 km de corrida com um minuto a menos do esperado. “A prova foi muito boa estou melhorando aos poucos”, conta Jovino comparando o desempenho pessoal com as outras duas São Silvestre que já participou.

Já Irene Ruberti correu pela primeira vez a São Silvestre e terminar a prova foi um desafio. A jornalista e corredora escreveu uma matéria, publicada no jornal O Estado de São Paulo, sobre a experiência dela na corrida. “Fecho (a prova) com 1h30. E eu que achava que não faria em menos de 1h45. Foi a minha primeira São Silvestre. Mas com certeza não foi a última”, relata Irene.

Ana Luiza Garcez largou no pelotão de elite e além de terminar a prova em 52ª posição com o tempo de 1h02 ela foi homenageada pela organização da prova. A corredora foi considerada como um exemplo de superação. Isto porque ela morou durante 35 anos nas ruas de São Paulo e a corrida tirou ela do mundo da drogas.

Atletas da São Silvestre irão correr em Punta Del Este

Corridas de Rua · 05 jan, 2004

Normalmente os vencedores da São Silvestre começam o ano competindo. E a primeira prova deles é a San Fernando, que acontece no dia seis de janeiro em Punta Del Este, no Uruguai. A prova tem 10 km e é considerada pelos os atletas a extensão da São Silvestre, porque muitos corredores participam das duas competições.

Os brasileiros Marílson Gomes campeão da São Silvestre, o vice Rômulo Wagner e o décimo colocado Clodoaldo da Silva já confirmaram presença na competição uruguaia. E para aumentar a disputa entre os homens os quenianos Robert Cheruiyot e Yusuf Songoka, respectivamente quarto e quinto colocado da São Silvestre também irão participar da corrida de San Fernando.

Na categoria feminina as brasileiras que subiram no pódio da Corrida Internacional de São Sivestre, Márcia Narloch, Ednalva Laureano e Sirlene de Pinho, confirmaram presença. Além delas a sexta e sétima colocadas da corrida paulista, Adriana Aparecida da Silva e Nadir Sabino, irão para Punta Del Este. Também está inscrita a queniana Debora Mengich, segundo lugar na São Silvestre 2003.


Atletas da São Silvestre irão correr em Punta Del Este

Corridas de Rua · 05 jan, 2004

Normalmente os vencedores da São Silvestre começam o ano competindo. E a primeira prova deles é a San Fernando, que acontece no dia seis de janeiro em Punta Del Este, no Uruguai. A prova tem 10 km e é considerada pelos os atletas a extensão da São Silvestre, porque muitos corredores participam das duas competições.

Os brasileiros Marílson Gomes campeão da São Silvestre, o vice Rômulo Wagner e o décimo colocado Clodoaldo da Silva já confirmaram presença na competição uruguaia. E para aumentar a disputa entre os homens os quenianos Robert Cheruiyot e Yusuf Songoka, respectivamente quarto e quinto colocado da São Silvestre também irão participar da corrida de San Fernando.

Na categoria feminina as brasileiras que subiram no pódio da Corrida Internacional de São Sivestre, Márcia Narloch, Ednalva Laureano e Sirlene de Pinho, confirmaram presença. Além delas a sexta e sétima colocadas da corrida paulista, Adriana Aparecida da Silva e Nadir Sabino, irão para Punta Del Este. Também está inscrita a queniana Debora Mengich, segundo lugar na São Silvestre 2003.

Lula manda telegrama para vencedores da São Silvestre

Corridas de Rua · 05 jan, 2004

Depois de conquistarem os dois primeiros lugares da tradicional Corrida de São Silvestre 2003, o campeão Marílson Gomes e o vice Rômulo Wagner receberam um telegrama especial do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva. A carta parabenizava os dois corredores e dizia que a vitória deles era um estímulo para todos os atletas brasileiros.

Além disso, Lula também convidou Marílson e Rômulo para uma visita ao Palácio do Planalto, em Brasília, sede do Governo Federal. Segundo a assessoria da presidência a vista deve ser feita ainda nesta semana.

São Silvestre- A corrida de São Silvestre aconteceu no último dia do ano de 2003, 31 de dezembro. Na categoria masculina o primeiro e o segundo lugar foram conquistados pelos atletas Marílson Gomes e Rômulo Wagner. O campeão terminou a prova com a marca de 43min49 e o vice, com 43min57. Essa dobradinha de brasileiros no pódio foi inédita para o país. O terceiro lugar da competição ficou com o queniano Martin Lel, com 43min59.

Já na categoria feminina a colocação mais alta que as brasileiras atingiram foi o terceiro lugar, com a atleta Márcia Narloch, 52min49. A primeira posição ficou com a queniana Margaret Okayo, com o tempo de 51min54 e o segundo lugar com Debora Menginch, com 52min35, também do Quênia.


Lula manda telegrama para vencedores da São Silvestre

Corridas de Rua · 05 jan, 2004

Depois de conquistarem os dois primeiros lugares da tradicional Corrida de São Silvestre 2003, o campeão Marílson Gomes e o vice Rômulo Wagner receberam um telegrama especial do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva. A carta parabenizava os dois corredores e dizia que a vitória deles era um estímulo para todos os atletas brasileiros.

Além disso, Lula também convidou Marílson e Rômulo para uma visita ao Palácio do Planalto, em Brasília, sede do Governo Federal. Segundo a assessoria da presidência a vista deve ser feita ainda nesta semana.

São Silvestre- A corrida de São Silvestre aconteceu no último dia do ano de 2003, 31 de dezembro. Na categoria masculina o primeiro e o segundo lugar foram conquistados pelos atletas Marílson Gomes e Rômulo Wagner. O campeão terminou a prova com a marca de 43min49 e o vice, com 43min57. Essa dobradinha de brasileiros no pódio foi inédita para o país. O terceiro lugar da competição ficou com o queniano Martin Lel, com 43min59.

Já na categoria feminina a colocação mais alta que as brasileiras atingiram foi o terceiro lugar, com a atleta Márcia Narloch, 52min49. A primeira posição ficou com a queniana Margaret Okayo, com o tempo de 51min54 e o segundo lugar com Debora Menginch, com 52min35, também do Quênia.

Análise da São Silvestre por Wanderlei de Oliveira

Corridas de Rua · 03 jan, 2004

O técnico de atletismo Wanderlei de Oliveira, é parceiro e consultor do portal WebRun, desde 1999, quando foi criado o primeiro site brasileiro especializado em corridas de rua e suas diversas modalidades o www.maratona.com.br, revista digital que foi o embrião do portal WebRun.

Oliveira um dos fundadores da Corpore atualmente é diretor-técnico da equipe Run for Life. Também é colunista da Gazeta Esportiva.Net e comentarista da TV Gazeta, onde anualmente, faz os comentários da Corrida Internacional de São Silvestre prova em que participa, seja correndo ou comentando a 25 anos consecutivos. Leia a análise da última edição da competição realizada em 31 de dezembro de 2003.

Uma corrida inteligente:

O brasiliense Marilson dos Santos, de 26 anos, foi inteligente do começo ao fim da prova. Usando a experiência de ter conquistado por duas vezes a quarta colocação e ser o segundo colocado no ano passado, teve a paciência de se posicionar atrás dos líderes, os quenianos, favoritos para vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Foi seguro e persistente, no momento em que os quenianos passaram os 10 km para 28min52s, média de 2min54s, imprimindo um fortíssimo ritmo.

Na coletiva de imprensa, quando foi questionado se estava preparado para vencer, afirmou que estava melhor do que o ano passado, apesar de sua programação estar priorizando a tentativa de índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, no mês de agosto. Pela primeira vez, Marilson fez uma preparação em altitude, onde ficou várias semanas na cidade de Campos do Jordão, com altitudes de variam de 1.600 metros, onde se localiza a pista de atletismo, até 2.000 metros no Pico do Itapeva, o ponto mais alto.

Valeu a preparação, pois surtiu efeito na subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, quando o vencedor do ano passado, Robert Cheruyot, falou para seu companheiro Martin Lel, tomar a ponta, e Marílson reagiu, não deixando o grupo escapar.

Ao assumir a liderança da prova no quilômetro final, Marilson entrou como vencedor nos 400 metros finais da avenida Paulista. Pegou a Bandeira do Brasil e festejou a sua maior conquista, o de campeão da São Silvestre. Ao final da prova, declarou que 50% do sucesso devem a sua esposa Juliana, pelo apoio e incentivo. Completaram um ano de casados. Marílson tentará o índice olímpico de 2h15 na Maratona de São Paulo, ele é treinado pelo ex-atleta Adauto Domingues, que também já sentiu o gosto de subir no pódio da São Silvestre, nos anos 80.

Nem sempre é o melhor atleta que vence:

O segundo lugar do curitibano Rômulo Wagner da Silva, de 26 anos, pode se considerada uma vitória. Devido ao apoio dos patrocinadores, teve a oportunidade de se preparar nas montanhas da Colômbia, em altitudes superiores aos 2.600 metros, para poder enfrentar de igual para igual os quenianos. Esta foi a sua quarta participação na São Silvestre, em 2000 estreou sem grande destaque. Em 2001, foi o sétimo colocado e, no ano passado, parou no percurso.

Quenianos sentem a força dos brasileiros - O altíssimo nível técnico da São Silvestre valorizou a vitória dos brasileiros, que mostrou aos quenianos a evolução do atletismo nacional de meio-fundo e fundo. Robert Cheruiyot, campeão do ano passado, vencedor dos 10 Km de San Fernando em janeiro deste ano, no Uruguai, e campeão da Maratona de Boston no mês de abril, teve que se contentar com a quarta colocação.

Martin Lel, de 24 anos, atual campeão mundial da meia-maratona (21 Km) e campeão da Maratona de Nova York, realizada no dia 2 de novembro último, termina em terceiro lugar (em sua estréia), por várias vezes, assumiu o comando da prova.

Fechando a esquadra queniana, Yusuf Songoka, de 24 anos, também estreante, chega em quinto lugar.

Entre os dez primeiros, seis atletas eram quenianos e quatro brasileiros.

Vitória tranqüila de Margareth Okayo:

Assim podemos definir o primeiro lugar de Margareth Okayo, de 28 anos, atleta do Quênia, ao vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Momentos antes da largada estávamos ao seu lado, durante o aquecimento. Era nítida sua expressão de total tranqüilidade e segurança para conquistar a vitória. Assim o fez desde o início, imprimindo um ritmo forte, sem chances para as adversárias. A chuva que caiu durante a prova, fez com que a temperatura baixasse para 24 graus, porém a umidade relativa do ar estava na casa dos 77%.

Okayo fecha o ano com chave de ouro, após o bicampeonato na famosa Maratona de Nova York (2001 e 2003), estabelecendo o recorde da prova com 2h22min31, e também detém o recorde da Maratona de Boston com 2h20min43, a prova de longa distância mais antiga do mundo, em sua 107ª edição.

Sua estréia na São Silvestre foi em 2001, quando chegou em segundo lugar, atrás da atleta de Sertãozinho, interior de São Paulo Maria Zeferina Baldaia. Apesar da ajuda da chuva, o recorde da prova de Hellen Kimayio, também do Quênia, de 50min26 de 1993, ficará para o próximo ano.

Okayo completou a prova com 51min24Seg, média de 3min25 por quilometro, mais de um minuto à frente de sua companheira Débora Mengich.

As brasileiras - Márcia Narloch, atual recordista brasileira da maratona, já com índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, provou que experiência é o que conta. Discreta, nem aparecia na lista das favoritas, fez uma corrida estratégica acompanhando o tempo todo a queniana Débora Mengich, para terminar na terceira colocação com sua melhor marca na prova. Momentos após, declarou que estava preparada para correr para 52 minutos, e completou conforme o previsto (52min49seg). Mais de um minuto abaixo da campeã do ano anterior, a brasileira Marizete Resende, que venceu com o tempo de 54min02s.

Em 2001, Márcia também ocupou a terceira colocação. Na época, manifestou a intenção de não participar da São Silvestre.

Já Ednalva Laureano da Silva, a popular "Pretinha", como é conhecida no meio esportivo, subiu um posto em relação ao ano passado, quando foi a 5ª. colocada com54min56s, melhorando seu resultado em dois minutos (52min58s).

Sirlene Pinho, de 27 anos, natural de Santa Cruz (BA) e morando em Santos, é treinada pelo ultramaratonista Valmir Nunes, apesar de sua pouca experiência, pois começou a despontar no atletismo nacional há pouco mais de dois anos, subiu em quinto lugar no pódio com 53min22s.


Análise da São Silvestre por Wanderlei de Oliveira

Corridas de Rua · 03 jan, 2004

O técnico de atletismo Wanderlei de Oliveira, é parceiro e consultor do portal WebRun, desde 1999, quando foi criado o primeiro site brasileiro especializado em corridas de rua e suas diversas modalidades o www.maratona.com.br, revista digital que foi o embrião do portal WebRun.

Oliveira um dos fundadores da Corpore atualmente é diretor-técnico da equipe Run for Life. Também é colunista da Gazeta Esportiva.Net e comentarista da TV Gazeta, onde anualmente, faz os comentários da Corrida Internacional de São Silvestre prova em que participa, seja correndo ou comentando a 25 anos consecutivos. Leia a análise da última edição da competição realizada em 31 de dezembro de 2003.

Uma corrida inteligente:

O brasiliense Marilson dos Santos, de 26 anos, foi inteligente do começo ao fim da prova. Usando a experiência de ter conquistado por duas vezes a quarta colocação e ser o segundo colocado no ano passado, teve a paciência de se posicionar atrás dos líderes, os quenianos, favoritos para vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Foi seguro e persistente, no momento em que os quenianos passaram os 10 km para 28min52s, média de 2min54s, imprimindo um fortíssimo ritmo.

Na coletiva de imprensa, quando foi questionado se estava preparado para vencer, afirmou que estava melhor do que o ano passado, apesar de sua programação estar priorizando a tentativa de índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, no mês de agosto. Pela primeira vez, Marilson fez uma preparação em altitude, onde ficou várias semanas na cidade de Campos do Jordão, com altitudes de variam de 1.600 metros, onde se localiza a pista de atletismo, até 2.000 metros no Pico do Itapeva, o ponto mais alto.

Valeu a preparação, pois surtiu efeito na subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, quando o vencedor do ano passado, Robert Cheruyot, falou para seu companheiro Martin Lel, tomar a ponta, e Marílson reagiu, não deixando o grupo escapar.

Ao assumir a liderança da prova no quilômetro final, Marilson entrou como vencedor nos 400 metros finais da avenida Paulista. Pegou a Bandeira do Brasil e festejou a sua maior conquista, o de campeão da São Silvestre. Ao final da prova, declarou que 50% do sucesso devem a sua esposa Juliana, pelo apoio e incentivo. Completaram um ano de casados. Marílson tentará o índice olímpico de 2h15 na Maratona de São Paulo, ele é treinado pelo ex-atleta Adauto Domingues, que também já sentiu o gosto de subir no pódio da São Silvestre, nos anos 80.

Nem sempre é o melhor atleta que vence:

O segundo lugar do curitibano Rômulo Wagner da Silva, de 26 anos, pode se considerada uma vitória. Devido ao apoio dos patrocinadores, teve a oportunidade de se preparar nas montanhas da Colômbia, em altitudes superiores aos 2.600 metros, para poder enfrentar de igual para igual os quenianos. Esta foi a sua quarta participação na São Silvestre, em 2000 estreou sem grande destaque. Em 2001, foi o sétimo colocado e, no ano passado, parou no percurso.

Quenianos sentem a força dos brasileiros - O altíssimo nível técnico da São Silvestre valorizou a vitória dos brasileiros, que mostrou aos quenianos a evolução do atletismo nacional de meio-fundo e fundo. Robert Cheruiyot, campeão do ano passado, vencedor dos 10 Km de San Fernando em janeiro deste ano, no Uruguai, e campeão da Maratona de Boston no mês de abril, teve que se contentar com a quarta colocação.

Martin Lel, de 24 anos, atual campeão mundial da meia-maratona (21 Km) e campeão da Maratona de Nova York, realizada no dia 2 de novembro último, termina em terceiro lugar (em sua estréia), por várias vezes, assumiu o comando da prova.

Fechando a esquadra queniana, Yusuf Songoka, de 24 anos, também estreante, chega em quinto lugar.

Entre os dez primeiros, seis atletas eram quenianos e quatro brasileiros.

Vitória tranqüila de Margareth Okayo:

Assim podemos definir o primeiro lugar de Margareth Okayo, de 28 anos, atleta do Quênia, ao vencer a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. Momentos antes da largada estávamos ao seu lado, durante o aquecimento. Era nítida sua expressão de total tranqüilidade e segurança para conquistar a vitória. Assim o fez desde o início, imprimindo um ritmo forte, sem chances para as adversárias. A chuva que caiu durante a prova, fez com que a temperatura baixasse para 24 graus, porém a umidade relativa do ar estava na casa dos 77%.

Okayo fecha o ano com chave de ouro, após o bicampeonato na famosa Maratona de Nova York (2001 e 2003), estabelecendo o recorde da prova com 2h22min31, e também detém o recorde da Maratona de Boston com 2h20min43, a prova de longa distância mais antiga do mundo, em sua 107ª edição.

Sua estréia na São Silvestre foi em 2001, quando chegou em segundo lugar, atrás da atleta de Sertãozinho, interior de São Paulo Maria Zeferina Baldaia. Apesar da ajuda da chuva, o recorde da prova de Hellen Kimayio, também do Quênia, de 50min26 de 1993, ficará para o próximo ano.

Okayo completou a prova com 51min24Seg, média de 3min25 por quilometro, mais de um minuto à frente de sua companheira Débora Mengich.

As brasileiras - Márcia Narloch, atual recordista brasileira da maratona, já com índice para os próximos Jogos Olímpicos em Atenas, provou que experiência é o que conta. Discreta, nem aparecia na lista das favoritas, fez uma corrida estratégica acompanhando o tempo todo a queniana Débora Mengich, para terminar na terceira colocação com sua melhor marca na prova. Momentos após, declarou que estava preparada para correr para 52 minutos, e completou conforme o previsto (52min49seg). Mais de um minuto abaixo da campeã do ano anterior, a brasileira Marizete Resende, que venceu com o tempo de 54min02s.

Em 2001, Márcia também ocupou a terceira colocação. Na época, manifestou a intenção de não participar da São Silvestre.

Já Ednalva Laureano da Silva, a popular "Pretinha", como é conhecida no meio esportivo, subiu um posto em relação ao ano passado, quando foi a 5ª. colocada com54min56s, melhorando seu resultado em dois minutos (52min58s).

Sirlene Pinho, de 27 anos, natural de Santa Cruz (BA) e morando em Santos, é treinada pelo ultramaratonista Valmir Nunes, apesar de sua pouca experiência, pois começou a despontar no atletismo nacional há pouco mais de dois anos, subiu em quinto lugar no pódio com 53min22s.

Fernando Aranha Rocha conquista o tricampeonato da SS

Corridas de Rua · 02 jan, 2004

O atleta cadeirante Fernando Aranha Rocha (ADD/Magic Hands), abocanhou o tricampeonato da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre no último dia do ano de 2003, competição realizada na cidade de São Paulo (SP). Aranha Rocha, fechou a temporada 2003 com bons resultados, como, as vitórias na Maratona de Internacional São Paulo e na Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro.

Antes da prova, o atleta comentava que estava voltando de repouso, pois, foram mais de 30 dias de descanso após a sua participação na Maratona de Nova York, realizada no início de novembro, quando conquistou a 20ª colocação no geral – que contempla as categorias masculina e feminina - com o tempo de 2:15:00. Entre os homens em Nova York, conquistou o 15° lugar, sendo, o segundo melhor brasileiro na disputa.

Mesmo não estando no ápice de sua forma, comentou: "Estou em melhor condicionamento em relação ao ano passado, até mesmo melhor que em 1999", disse Aranha, referindo-se aos dois anos em ganhou o título da São Silvestre.

“Nossa como é rápido, é espantoso isso!”, exclamou o publicitário Clayton de Almeida que assistia a prova ao ver Aranha Rocha no final da descida da Av da Consolação, onde cadeirantes (que possuem equipamentos de ponta) chegam a desenvolver 80 Km/hora, para então, com muita habilidade reduzir a velocidade e fazer um curva em forma de “S” para entrar na Av.Ipiranga.

O argentino Carlos Rodriguez ficou com a segunda 2ª colocação. Beto como é conhecido tem disputado a prova desde a década de 80 e, tem essa prova como uma de suas preferidas. Já morou no Rio de Janeiro e São Paulo e vive atualmente na província de Escobar na Argentina com a mineira Afonsina, sua esposa e duas filhas. Beto é uma das mais ilustres personalidades no Paradesporto Argentino, sendo sempre consultado e reconhecido pelos Órgãos Desportivos pelo seu conhecimento e dedicação ao esporte. O atleta tem como recorde em maratona (42.195m) o tempo 1h:50min, aferido na cidade de Maranello, na Itália.

Uma ausência sentida na São Silvestre, foi de Ronilson Bispo dos Santos (Águias da Cadeira de Rodas), corredor forte da cidade de São Paulo que sempre participa de
competições na cidade e sempre tem bons desempenhos na Corrida Internacional de São Silvestre. Alias, Bispo foi em 2003, o melhor brasileiro em Nova York ao conquistar na 18ª posição (no geral) e 15° no masculino com o tempo de 2:11:25.

Ausências - A Corrida Internacional de São Silvestre não atrai a atenção dos maiores expoentes da modalidade cadeirante, em função, de não haver premiação em dinheiro e também por ser uma prova altamente técnica (difícil) por causa das subidas.

Experiência própria - “Eu já corri e venci por duas oportunidades a São Silvestre, na época em que o percurso era ao contrário e o horário era a noite (largada às 23 horas). É uma prova fantástica, onde a população de São Paulo dá o seu show à parte, não deixando nada a dever para públicos de provas de outros países, como nos Estados Unidos e Europa, mas é uma das mais difíceis provas das quais já participei.”


Fernando Aranha Rocha conquista o tricampeonato da SS

Corridas de Rua · 02 jan, 2004

O atleta cadeirante Fernando Aranha Rocha (ADD/Magic Hands), abocanhou o tricampeonato da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre no último dia do ano de 2003, competição realizada na cidade de São Paulo (SP). Aranha Rocha, fechou a temporada 2003 com bons resultados, como, as vitórias na Maratona de Internacional São Paulo e na Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro.

Antes da prova, o atleta comentava que estava voltando de repouso, pois, foram mais de 30 dias de descanso após a sua participação na Maratona de Nova York, realizada no início de novembro, quando conquistou a 20ª colocação no geral – que contempla as categorias masculina e feminina - com o tempo de 2:15:00. Entre os homens em Nova York, conquistou o 15° lugar, sendo, o segundo melhor brasileiro na disputa.

Mesmo não estando no ápice de sua forma, comentou: "Estou em melhor condicionamento em relação ao ano passado, até mesmo melhor que em 1999", disse Aranha, referindo-se aos dois anos em ganhou o título da São Silvestre.

“Nossa como é rápido, é espantoso isso!”, exclamou o publicitário Clayton de Almeida que assistia a prova ao ver Aranha Rocha no final da descida da Av da Consolação, onde cadeirantes (que possuem equipamentos de ponta) chegam a desenvolver 80 Km/hora, para então, com muita habilidade reduzir a velocidade e fazer um curva em forma de “S” para entrar na Av.Ipiranga.

O argentino Carlos Rodriguez ficou com a segunda 2ª colocação. Beto como é conhecido tem disputado a prova desde a década de 80 e, tem essa prova como uma de suas preferidas. Já morou no Rio de Janeiro e São Paulo e vive atualmente na província de Escobar na Argentina com a mineira Afonsina, sua esposa e duas filhas. Beto é uma das mais ilustres personalidades no Paradesporto Argentino, sendo sempre consultado e reconhecido pelos Órgãos Desportivos pelo seu conhecimento e dedicação ao esporte. O atleta tem como recorde em maratona (42.195m) o tempo 1h:50min, aferido na cidade de Maranello, na Itália.

Uma ausência sentida na São Silvestre, foi de Ronilson Bispo dos Santos (Águias da Cadeira de Rodas), corredor forte da cidade de São Paulo que sempre participa de
competições na cidade e sempre tem bons desempenhos na Corrida Internacional de São Silvestre. Alias, Bispo foi em 2003, o melhor brasileiro em Nova York ao conquistar na 18ª posição (no geral) e 15° no masculino com o tempo de 2:11:25.

Ausências - A Corrida Internacional de São Silvestre não atrai a atenção dos maiores expoentes da modalidade cadeirante, em função, de não haver premiação em dinheiro e também por ser uma prova altamente técnica (difícil) por causa das subidas.

Experiência própria - “Eu já corri e venci por duas oportunidades a São Silvestre, na época em que o percurso era ao contrário e o horário era a noite (largada às 23 horas). É uma prova fantástica, onde a população de São Paulo dá o seu show à parte, não deixando nada a dever para públicos de provas de outros países, como nos Estados Unidos e Europa, mas é uma das mais difíceis provas das quais já participei.”

Ana Luiza Garcez é homenageada na São Silvestre

Corridas de Rua · 02 jan, 2004

O ano começou diferente para a atleta Ana Luíza dos Anjos Garcez. Na cerimônia de premiação da 79ª Corrida Internacional de São Silvestre, a corredora recebeu uma homenagem especial da organização da prova, que definiu a atleta como um exemplo de recuperação.

Ana viveu 35 dos seus 41 anos nas ruas e atribui sua saída do mundo das drogas e dos crimes à disputa do último dia do ano. Ana viveu até os 18 anos em uma unidade de órfaõs da Febem. Quando saiu, foi trabalhar como empregada doméstica, mas acabou roubando a patroa, que segundo ela, não pagou seu salário. Daí para a vida nas ruas, foi um pulo: começou a praticar furtos e roubos, além de traficar e ser usuária de drogas.

Segundo a atleta, que finalizou a corrida na 52ª posição (1h02min12), foi assistindo a um comercial sobre a São Silvestre que recebeu o primeiro incentivo para disputar a prova. 'Eu estava lá na Sete de Abril (rua do centro de São Paulo) assistindo as televisões que ficam nas lojas. Aí passou um comercial sobre a corrida e eu disse: Vou disputar', contou.

Dos meninos que ouviram a decisão de Ana, um foi o seu maior motivador: duvidou que ela conseguisse. 'Então eu disse pra ele que correria e depois dava a medalha pra ele', explicou. Vendo que a resolução era séria, os companheiros de rua ajudaram a então sem teto. Roubaram tênis, roupa e dinheiro, com o qual fizeram a inscrição da atleta.

Ana Luíza correu e chegou ao final da sua primeira São Silvestre. 'Cheguei acabada, mas peguei a medalha e dei para ele', disse. O menino que ganhou a premiação, conhecido como Dentinho, acabou sendo morto pela polícia, segundo a corredora.

Sobre a sua saída das ruas, contou o sofrimento de ver pessoas sendo mortas e violentadas nas ruas da capital paulista. 'Era muita violência. Não era fácil, mas eles eram a minha família', afirmou.

Atualmente, Ana mora no alojamento do ginásio do Ibirapuera e, mesmo com a boa colocação na São Silvestre, não tem patrocínio. Sobre a homenagem, disse que foi uma surpresa. 'Foi muito gratificante. Eu não esperava um carinho como esse', contou.


Ana Luiza Garcez é homenageada na São Silvestre

Corridas de Rua · 02 jan, 2004

O ano começou diferente para a atleta Ana Luíza dos Anjos Garcez. Na cerimônia de premiação da 79ª Corrida Internacional de São Silvestre, a corredora recebeu uma homenagem especial da organização da prova, que definiu a atleta como um exemplo de recuperação.

Ana viveu 35 dos seus 41 anos nas ruas e atribui sua saída do mundo das drogas e dos crimes à disputa do último dia do ano. Ana viveu até os 18 anos em uma unidade de órfaõs da Febem. Quando saiu, foi trabalhar como empregada doméstica, mas acabou roubando a patroa, que segundo ela, não pagou seu salário. Daí para a vida nas ruas, foi um pulo: começou a praticar furtos e roubos, além de traficar e ser usuária de drogas.

Segundo a atleta, que finalizou a corrida na 52ª posição (1h02min12), foi assistindo a um comercial sobre a São Silvestre que recebeu o primeiro incentivo para disputar a prova. 'Eu estava lá na Sete de Abril (rua do centro de São Paulo) assistindo as televisões que ficam nas lojas. Aí passou um comercial sobre a corrida e eu disse: Vou disputar', contou.

Dos meninos que ouviram a decisão de Ana, um foi o seu maior motivador: duvidou que ela conseguisse. 'Então eu disse pra ele que correria e depois dava a medalha pra ele', explicou. Vendo que a resolução era séria, os companheiros de rua ajudaram a então sem teto. Roubaram tênis, roupa e dinheiro, com o qual fizeram a inscrição da atleta.

Ana Luíza correu e chegou ao final da sua primeira São Silvestre. 'Cheguei acabada, mas peguei a medalha e dei para ele', disse. O menino que ganhou a premiação, conhecido como Dentinho, acabou sendo morto pela polícia, segundo a corredora.

Sobre a sua saída das ruas, contou o sofrimento de ver pessoas sendo mortas e violentadas nas ruas da capital paulista. 'Era muita violência. Não era fácil, mas eles eram a minha família', afirmou.

Atualmente, Ana mora no alojamento do ginásio do Ibirapuera e, mesmo com a boa colocação na São Silvestre, não tem patrocínio. Sobre a homenagem, disse que foi uma surpresa. 'Foi muito gratificante. Eu não esperava um carinho como esse', contou.

Marílson Gomes dos Santos dá título ao Brasil

Corridas de Rua · 31 dez, 2003

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos deixou claro em entrevista coletiva que não se intimidaria com os quenianos. Dito e feito. O atual medalha de prata dos 10.000m e bronze dos 5.000m dos Jogos Pan-Americanos, foi o vencedor da 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, com a marca de 43:49. O campeão havia sido vice no ano passado.

Prova equilibrada do começo ao fim, Marílson, começou abrir distância do pelotão líder formado por Rômulo Wagner da Silva e os quenianos Martin Lel, Robert Cheruiyot e Yusuf Songoka no início da subida da Av. Brigadeiro, ou seja, na altura do 13Km.

Um quilômetro depois, já tinha vantagem de 50 metros sobre Rômulo Wagner, que terminou a prova em segundo lugar, fazendo assim, a dobradinha brasileira. O último brasileiro a vencer a prova foi Emerson Iser Bem no ano de 1997.

“No ano passado perdi na subida da Brigadeiro para o queniano. Desta vez não. Ou eu ganhava ou eu desistia antes da chegada. Graças a Deus aguentei firme e estou muito feliz com a vitória”, comentou Marilson, logo após a chegada, muito emocionado. “Sempre quis vencer esta prova. Já havia conseguido dois quartos lugares e, no ano passado, fui vice-campeão. Estava desanimando.”

Os quenianos Lel, Cheruiyot e Songoka completam o pódio da mais tradicional competição brasileira.

Resultados dos 10 primeiros colocados:

1) Marilson Gomes dos Santos (Brasil) – 43min49
2) Rômulo Wagner da Silva (Brasil) – 43min57
3) Martin Lel (Quênia) – 43min59
4) Robert Cheruiyot (Quênia) – 44min15
5) Yusuf Songoka (Quênia) – 44min20
6) Franck Caldeira (Brasil) – 44min37
7) Joseph Ngeny (Quênia) – 44min43
8) Philip Rugut (Quênia) – 44min51
9) Benson Cheromo (Quênia) – 44min58
10) Clodoaldo Gomes (Brasil) – 45min07


Marílson Gomes dos Santos dá título ao Brasil

Corridas de Rua · 31 dez, 2003

O brasileiro Marílson Gomes dos Santos deixou claro em entrevista coletiva que não se intimidaria com os quenianos. Dito e feito. O atual medalha de prata dos 10.000m e bronze dos 5.000m dos Jogos Pan-Americanos, foi o vencedor da 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, com a marca de 43:49. O campeão havia sido vice no ano passado.

Prova equilibrada do começo ao fim, Marílson, começou abrir distância do pelotão líder formado por Rômulo Wagner da Silva e os quenianos Martin Lel, Robert Cheruiyot e Yusuf Songoka no início da subida da Av. Brigadeiro, ou seja, na altura do 13Km.

Um quilômetro depois, já tinha vantagem de 50 metros sobre Rômulo Wagner, que terminou a prova em segundo lugar, fazendo assim, a dobradinha brasileira. O último brasileiro a vencer a prova foi Emerson Iser Bem no ano de 1997.

“No ano passado perdi na subida da Brigadeiro para o queniano. Desta vez não. Ou eu ganhava ou eu desistia antes da chegada. Graças a Deus aguentei firme e estou muito feliz com a vitória”, comentou Marilson, logo após a chegada, muito emocionado. “Sempre quis vencer esta prova. Já havia conseguido dois quartos lugares e, no ano passado, fui vice-campeão. Estava desanimando.”

Os quenianos Lel, Cheruiyot e Songoka completam o pódio da mais tradicional competição brasileira.

Resultados dos 10 primeiros colocados:

1) Marilson Gomes dos Santos (Brasil) – 43min49
2) Rômulo Wagner da Silva (Brasil) – 43min57
3) Martin Lel (Quênia) – 43min59
4) Robert Cheruiyot (Quênia) – 44min15
5) Yusuf Songoka (Quênia) – 44min20
6) Franck Caldeira (Brasil) – 44min37
7) Joseph Ngeny (Quênia) – 44min43
8) Philip Rugut (Quênia) – 44min51
9) Benson Cheromo (Quênia) – 44min58
10) Clodoaldo Gomes (Brasil) – 45min07

Margaret Okayo vence a São Silvestre

Corridas de Rua · 31 dez, 2003

A queniana Margaret Okayo, atual recordista da Maratona de Nova York, venceu na tarde de hoje a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, disputada em São Paulo (SP) em sua terceira tentativa. Okayo dominou a prova e fechou o percurso de 15 Km com o tempo de 51:24.

“Prometi voltar para tentar vencer e consegui”, disse a atleta. “Estou bem preparada, mas achava que as brasileiras iam lutar pela vitória. Estou muito feliz pela minha atuação.”, completou.

Mais de um minuto depois foi a vez de sua compatriota, Debora Mengich, cruzar a linha de chegada com 52:35, seguida pela brasileira Marcia Narloch, na terceira colocação com a marca de 52:49. Completou o pódio as brasileiras Ednalva Laureano e Sirlene Souza Pinho, quarta e quinta colocadas, respectivamente.

Resultados das 5 primeiras colocadas:

1. Margareth Okayo (Quênia) – 51min24
2. Debora Mengich (Quênia) – 52min35
3. Márcia Narloch (Brasil) – 52min49
4. Ednalva Laureano (Brasil) – 52min58
5. Sirlene de Pinho (Brasil) – 53min22


Margaret Okayo vence a São Silvestre

Corridas de Rua · 31 dez, 2003

A queniana Margaret Okayo, atual recordista da Maratona de Nova York, venceu na tarde de hoje a 79ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, disputada em São Paulo (SP) em sua terceira tentativa. Okayo dominou a prova e fechou o percurso de 15 Km com o tempo de 51:24.

“Prometi voltar para tentar vencer e consegui”, disse a atleta. “Estou bem preparada, mas achava que as brasileiras iam lutar pela vitória. Estou muito feliz pela minha atuação.”, completou.

Mais de um minuto depois foi a vez de sua compatriota, Debora Mengich, cruzar a linha de chegada com 52:35, seguida pela brasileira Marcia Narloch, na terceira colocação com a marca de 52:49. Completou o pódio as brasileiras Ednalva Laureano e Sirlene Souza Pinho, quarta e quinta colocadas, respectivamente.

Resultados das 5 primeiras colocadas:

1. Margareth Okayo (Quênia) – 51min24
2. Debora Mengich (Quênia) – 52min35
3. Márcia Narloch (Brasil) – 52min49
4. Ednalva Laureano (Brasil) – 52min58
5. Sirlene de Pinho (Brasil) – 53min22

Hoje é dia de São Silvestre

Corridas de Rua · 31 dez, 2003

Depois de muita preparação, esforço e treino 15 mil atletas do país e também do mundo irão participar hoje da mais tradicional corrida de rua do Brasil: a São Silvestre. A prova disputada sempre no último dia do ano em São Paulo começa na Av. Paulista, com largada da categoria feminina às 15h15 e masculina ás 17 horas, em frente ao Masp.

Ao todo os atletas percorrem 15 km de descidas e subidas. Eles passam pela rua Consolação, que foi considerada pelos corredores quenianos o trecho mais difícil da competição, pela Av. São João, sobem o elevado Costa e Silva, conhecido também por “Minhocão”. Seguem pelo largo São Francisco, Viaduto do Chá e antes de cruzar a linha de chegada sobem a Av. Brigadeiro Luís Antônio, para então completarem a prova na Av. Paulista.

E para a realização da São Silvetsre ruas e avenidas do percurso da prova estarão interditadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) a partir das 13 horas de hoje até o final da corrida. Já a Av. Paulista estará fechada para a circulação de automóveis a partir do meio-dia até às 6 horas do dia primeiro de janeiro, por causa do réveillon. Portanto a melhor opção para chegar na Av. Paulista é o metrô.

Além disso, a prova terá ambulâncias e um hospital de 100 metros quadrados entre a rua Joaquim Eugênio Lima e Av. Paulista para atender os atletas. E para a segurança de todos 2.400 policiais serão distribuídos pelos 15 km da prova.


Hoje é dia de São Silvestre

Corridas de Rua · 31 dez, 2003

Depois de muita preparação, esforço e treino 15 mil atletas do país e também do mundo irão participar hoje da mais tradicional corrida de rua do Brasil: a São Silvestre. A prova disputada sempre no último dia do ano em São Paulo começa na Av. Paulista, com largada da categoria feminina às 15h15 e masculina ás 17 horas, em frente ao Masp.

Ao todo os atletas percorrem 15 km de descidas e subidas. Eles passam pela rua Consolação, que foi considerada pelos corredores quenianos o trecho mais difícil da competição, pela Av. São João, sobem o elevado Costa e Silva, conhecido também por “Minhocão”. Seguem pelo largo São Francisco, Viaduto do Chá e antes de cruzar a linha de chegada sobem a Av. Brigadeiro Luís Antônio, para então completarem a prova na Av. Paulista.

E para a realização da São Silvetsre ruas e avenidas do percurso da prova estarão interditadas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) a partir das 13 horas de hoje até o final da corrida. Já a Av. Paulista estará fechada para a circulação de automóveis a partir do meio-dia até às 6 horas do dia primeiro de janeiro, por causa do réveillon. Portanto a melhor opção para chegar na Av. Paulista é o metrô.

Além disso, a prova terá ambulâncias e um hospital de 100 metros quadrados entre a rua Joaquim Eugênio Lima e Av. Paulista para atender os atletas. E para a segurança de todos 2.400 policiais serão distribuídos pelos 15 km da prova.