Cheruiyot

Cheruiyot pode fazer história em Boston nesta segunda

Maratona · 17 abr, 2009

Robert Kipkoech Cheruiyot tem a chance de entrar para a história do atletismo mundial na próxima segunda-feira (20) após a Maratona de Boston. O queniano possui quatro vitórias na disputa americana, a mesma quantidade de sua compatriota Catherine Ndereba, do atleta da casa Bill Rodgers, vencedor da prova nos anos 70 e do canadense Gerard Cote.

Apenas o lendário Clarence Demar, medalhista de bronze na Olimpíada de 1924 na prova de Maratona, tem mais vitórias na mais antiga disputa de 42 quilômetros do mundo. Ele ostenta nada menos do que sete títulos, o último aos 42 anos de idade, o que faz dele o vencedor mais velho da competição.

Cheruiyot poderá então se tornar o segundo homem mais vitorioso em Boston e já provou nos outros anos que compete com estratégia e inteligência. “Boston é minha segunda casa”, relatou o atleta em entrevista às agências internacionais no fim do ano passado.

Em 2006, com tempo quente, Cheruiyot acompanhou o forte ritmo dos atletas desde o começo da prova e venceu com o recorde do percurso ao marcar 2h07min14. Já em 2007, com chuva e vento, ele esperou o momento certo de atacar e, faltando quase uma milha para o fim, ele acelerou para mais uma vitória.

Outros atletas de peso que alinharão no field deste domingo são Timothy Cherigat, vencedor em 2004, além dos maratonistas sub 2h07 Deriba Merga da Ethiopia, Evans Cheruiyot e Daniel Rono, ambos do Quênia. Haverá também outro Cheruiyot no bolo, o Robert Kiprono Cheruiyot.

Aos 61 anos, Bill Rodgers pretende competir também e usará o número de peito 79, em comemoração ao 30º aniversário de sua vitória em 1979. O tiro de partida acontece às 10h (local).


Cheruiyot pode fazer história em Boston nesta segunda

Maratona · 17 abr, 2009

Robert Kipkoech Cheruiyot tem a chance de entrar para a história do atletismo mundial na próxima segunda-feira (20) após a Maratona de Boston. O queniano possui quatro vitórias na disputa americana, a mesma quantidade de sua compatriota Catherine Ndereba, do atleta da casa Bill Rodgers, vencedor da prova nos anos 70 e do canadense Gerard Cote.

Apenas o lendário Clarence Demar, medalhista de bronze na Olimpíada de 1924 na prova de Maratona, tem mais vitórias na mais antiga disputa de 42 quilômetros do mundo. Ele ostenta nada menos do que sete títulos, o último aos 42 anos de idade, o que faz dele o vencedor mais velho da competição.

Cheruiyot poderá então se tornar o segundo homem mais vitorioso em Boston e já provou nos outros anos que compete com estratégia e inteligência. “Boston é minha segunda casa”, relatou o atleta em entrevista às agências internacionais no fim do ano passado.

Em 2006, com tempo quente, Cheruiyot acompanhou o forte ritmo dos atletas desde o começo da prova e venceu com o recorde do percurso ao marcar 2h07min14. Já em 2007, com chuva e vento, ele esperou o momento certo de atacar e, faltando quase uma milha para o fim, ele acelerou para mais uma vitória.

Outros atletas de peso que alinharão no field deste domingo são Timothy Cherigat, vencedor em 2004, além dos maratonistas sub 2h07 Deriba Merga da Ethiopia, Evans Cheruiyot e Daniel Rono, ambos do Quênia. Haverá também outro Cheruiyot no bolo, o Robert Kiprono Cheruiyot.

Aos 61 anos, Bill Rodgers pretende competir também e usará o número de peito 79, em comemoração ao 30º aniversário de sua vitória em 1979. O tiro de partida acontece às 10h (local).

Cheruiyot e Timbilili vencem a São Silvestre

Corridas de Rua · 31 dez, 2007

Atualizado em 2/01 às 12h30

Na tarde desta segunda-feira aconteceu em São Paulo a 83ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, competição que reuniu 20 mil pessoas na Avenida Paulista. A vitória entre os homens ficou com Roberto Cheruiyot, que marcou 45min57 e entre as mulheres com a também queniana Timbilili, que marcou 53min07.

São Paulo - A largada feminina foi dada às 16h35, com uma temperatura de 30º, umidade relativa do ar de 40% No início, um forte pelotão de brasileiras e quenianas saiu rumo à Avenida da Consolação, com duas atletas da equipe do Cruzeiro assumindo a ponta no início. O público se mostrou presente e aplaudiu a passagem das corredoras, sempre muito bem vigiados pelos policiais presentes.

Na altura do cemitério da Consolação as duas cruzeirenses foram praticamente “engolidas” pelo pelotão que veio de trás. Lucélia Peres se manteve atrás do grupo, junto com Marizete Rezende, enquanto Marily dos Santos marcava a queniana Alice Timbilili junto com Maria Zeferina Baldaia.

Na passagem pelo Elevado Costa e Silva Alice tomou a frente, mas Baldaia não deixou que ela escapasse muito e tratou de pegar o vácuo e seguir o ritmo da africana, mas não conseguiu manter por muito tempo. Na passagem do quilômetro seis para o sete ela abriu uma boa distância para a brasileira e passou a correr com uma distância de cerca de 30 metros.

Briga - Um pouco depois Marizete conseguiu ultrapassar Baldaia e imprimiu um ritmo forte na tentativa de caçar Alice, numa velocidade de cerca de 18 km/h. Na subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio a brasileira chegou bem perto da queniana, que olhou para trás, viu que poderia ser ameaçada e acelerou ainda mais.

Com o tempo de 53min07 Alice cruzou a linha de chegada para ser coroada com a vitória em sua estréia na Corrida Internacional de São Silvestre, seguida por Marizete Rezende (53min36), Maria Zeferina Baldaia; Edielza dos Santos e Marily dos Santos. A queniana levou de brinde pela vitória uma motocicleta zero quilômetro.

"Eu me senti um pouco cansada durante a prova, pois o tempo estava muito quente", ressalta a campeã. "Eu não consegui pegar água em alguns pontos, mas consegui a vitória que já era esperada", conclui.

“Eu cumpri o meu dever. Não consegui largar junto, pois não sou muito rápida, mas estou feliz, porque fechei com chave de ouro o ano”, ressalta a segunda colocada Marizete. “Tenho certeza que minha família está vibrando com essa minha colocação”, completa.

Os homens saíram às 16h42, junto com a categoria geral, que como sempre apresentou os tradicionais atletas mostrando suas faixas, cartazes e fantasias. Frases de Feliz Ano Novo, fantasias de Papai Noel, de cantores, homenagens à diversas cidades, equipes, empresas, tudo isso fez parte da grande festa dos amadores.

À frente do pelotão principal Roberto de Oliveira e Éder da Silva marcavam o ritmo de prova até a descida da Consolação, sempre olhando para trás para ver a distância da grande massa. Robert Cheruiyot e Kiprono Mutai apareciam no segundo pelotão, enquanto o defensor do título Franck Caldeira aparecia um pouco mais atrás.

Na saída do Minhocão Franck recuperou o ritmo e colou em Cheruiyot e Mutai, seguido de perto por Patrick Ivuti e Luis Paulo Antunes. Na saída da Avenida Marquês de São Vicente o tricampeão da Maratona de Boston e campeão da Maratona de Chicago, mostrou toda sua força e se colocou cerca de 100 metros à frente de Ivuti.

No final da Brigadeiro, Cheruiyot alcançou a segunda colocada Marizete, assim como a líder Alice Timbililie não teve problemas para faturar seu terceiro título da competição paulista. Ele marcou o tempo de 45min58, seguido por seu compatriota Patrick Ivuti com 46min52, Anoe dos Santos; Jacinto Lopes, da Colômbia, e Marildo José Barduco.


Cheruiyot e Timbilili vencem a São Silvestre

Corridas de Rua · 31 dez, 2007

Atualizado em 2/01 às 12h30

Na tarde desta segunda-feira aconteceu em São Paulo a 83ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, competição que reuniu 20 mil pessoas na Avenida Paulista. A vitória entre os homens ficou com Roberto Cheruiyot, que marcou 45min57 e entre as mulheres com a também queniana Timbilili, que marcou 53min07.

São Paulo - A largada feminina foi dada às 16h35, com uma temperatura de 30º, umidade relativa do ar de 40% No início, um forte pelotão de brasileiras e quenianas saiu rumo à Avenida da Consolação, com duas atletas da equipe do Cruzeiro assumindo a ponta no início. O público se mostrou presente e aplaudiu a passagem das corredoras, sempre muito bem vigiados pelos policiais presentes.

Na altura do cemitério da Consolação as duas cruzeirenses foram praticamente “engolidas” pelo pelotão que veio de trás. Lucélia Peres se manteve atrás do grupo, junto com Marizete Rezende, enquanto Marily dos Santos marcava a queniana Alice Timbilili junto com Maria Zeferina Baldaia.

Na passagem pelo Elevado Costa e Silva Alice tomou a frente, mas Baldaia não deixou que ela escapasse muito e tratou de pegar o vácuo e seguir o ritmo da africana, mas não conseguiu manter por muito tempo. Na passagem do quilômetro seis para o sete ela abriu uma boa distância para a brasileira e passou a correr com uma distância de cerca de 30 metros.

Briga - Um pouco depois Marizete conseguiu ultrapassar Baldaia e imprimiu um ritmo forte na tentativa de caçar Alice, numa velocidade de cerca de 18 km/h. Na subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio a brasileira chegou bem perto da queniana, que olhou para trás, viu que poderia ser ameaçada e acelerou ainda mais.

Com o tempo de 53min07 Alice cruzou a linha de chegada para ser coroada com a vitória em sua estréia na Corrida Internacional de São Silvestre, seguida por Marizete Rezende (53min36), Maria Zeferina Baldaia; Edielza dos Santos e Marily dos Santos. A queniana levou de brinde pela vitória uma motocicleta zero quilômetro.

"Eu me senti um pouco cansada durante a prova, pois o tempo estava muito quente", ressalta a campeã. "Eu não consegui pegar água em alguns pontos, mas consegui a vitória que já era esperada", conclui.

“Eu cumpri o meu dever. Não consegui largar junto, pois não sou muito rápida, mas estou feliz, porque fechei com chave de ouro o ano”, ressalta a segunda colocada Marizete. “Tenho certeza que minha família está vibrando com essa minha colocação”, completa.

Os homens saíram às 16h42, junto com a categoria geral, que como sempre apresentou os tradicionais atletas mostrando suas faixas, cartazes e fantasias. Frases de Feliz Ano Novo, fantasias de Papai Noel, de cantores, homenagens à diversas cidades, equipes, empresas, tudo isso fez parte da grande festa dos amadores.

À frente do pelotão principal Roberto de Oliveira e Éder da Silva marcavam o ritmo de prova até a descida da Consolação, sempre olhando para trás para ver a distância da grande massa. Robert Cheruiyot e Kiprono Mutai apareciam no segundo pelotão, enquanto o defensor do título Franck Caldeira aparecia um pouco mais atrás.

Na saída do Minhocão Franck recuperou o ritmo e colou em Cheruiyot e Mutai, seguido de perto por Patrick Ivuti e Luis Paulo Antunes. Na saída da Avenida Marquês de São Vicente o tricampeão da Maratona de Boston e campeão da Maratona de Chicago, mostrou toda sua força e se colocou cerca de 100 metros à frente de Ivuti.

No final da Brigadeiro, Cheruiyot alcançou a segunda colocada Marizete, assim como a líder Alice Timbililie não teve problemas para faturar seu terceiro título da competição paulista. Ele marcou o tempo de 45min58, seguido por seu compatriota Patrick Ivuti com 46min52, Anoe dos Santos; Jacinto Lopes, da Colômbia, e Marildo José Barduco.

Tri em Boston, Cheruiyot corre São Silvestre

Corridas de Rua · 14 dez, 2007

Robert Cheruiyot, bicampeão da Maratona de Chicago e vencedor do Circuito das Maiores Maratonas do Mundo em 2007 (WMM), confirmou a participação na Corrida Internacional de São Silvestre no próximo dia 31. O queniano buscará o terceiro título da prova paulista, já que venceu em 2002 e 2005.

Aos 29 anos de idade, ele ostenta o tricampeonato da Maratona de Boston e o título da Maratona de Chicago como principais conquistas da carreira. “Gosto muito de correr a São Silvestre e estou muito feliz por voltar a São Paulo. No ano passado não pude participar, mas agora quero buscar a minha terceira vitória”, diz o atleta nascido na cidade de Nandi.

Além dos dois títulos na última prova brasileira do ano, ele ostenta o vice em 2005, um quarto lugar em 2003 e um 21º em 2001, motivo que o faz um bom conhecedor dos 15 quilômetros da corrida. Em provas de meia maratona, ele ostenta 1h00min06 obtido em Roma (Itália), em 2002.

“É um grande orgulho contar novamente com a participação de um bicampeão da prova. Robert Cheruiyot certamente dará um grande brilho à São Silvestre deste ano, que já é muito especial por ser a maior da história”, comenta Júlio Deodoro, diretor geral do evento. A largada da elite masculina será às 16h45, mesmo horário da categoria geral.


Tri em Boston, Cheruiyot corre São Silvestre

Corridas de Rua · 14 dez, 2007

Robert Cheruiyot, bicampeão da Maratona de Chicago e vencedor do Circuito das Maiores Maratonas do Mundo em 2007 (WMM), confirmou a participação na Corrida Internacional de São Silvestre no próximo dia 31. O queniano buscará o terceiro título da prova paulista, já que venceu em 2002 e 2005.

Aos 29 anos de idade, ele ostenta o tricampeonato da Maratona de Boston e o título da Maratona de Chicago como principais conquistas da carreira. “Gosto muito de correr a São Silvestre e estou muito feliz por voltar a São Paulo. No ano passado não pude participar, mas agora quero buscar a minha terceira vitória”, diz o atleta nascido na cidade de Nandi.

Além dos dois títulos na última prova brasileira do ano, ele ostenta o vice em 2005, um quarto lugar em 2003 e um 21º em 2001, motivo que o faz um bom conhecedor dos 15 quilômetros da corrida. Em provas de meia maratona, ele ostenta 1h00min06 obtido em Roma (Itália), em 2002.

“É um grande orgulho contar novamente com a participação de um bicampeão da prova. Robert Cheruiyot certamente dará um grande brilho à São Silvestre deste ano, que já é muito especial por ser a maior da história”, comenta Júlio Deodoro, diretor geral do evento. A largada da elite masculina será às 16h45, mesmo horário da categoria geral.

Após queda em Chicago, Cheruiyot passa bem

Maratona · 24 out, 2006

O queniano Robert Kipkoech Cheruiyot, vencedor da Maratona de Chicago no último domingo (22), teve que ser hospitalizado após cair na chegada, mas passa bem. Ele foi internado logo após a prova no Northwestern Memorial Hospital para receber o atendimento necessário, seguindo recomendações do diretor médico da Maratona, Dr. Greg Ewert.

De acordo com Gabrielle Rosa, técnico do atleta, ele não sabia se havia vencido a prova: “a primeira pergunta que ele me fez foi: Eu venci?”, lembrou Rosa. Os exames preliminares detectaram que o queniano sofreu uma contusão local na cabeça, que ocasionou um pequeno sangramento. De acordo com os médicos não foi uma contusão grave e ele ficou em observação no hospital apenas por precaução.

Na hora em que Cheruiyot caiu e bateu a cabeça no chão, ficou imóvel por alguns segundos e chegou a assustar as pessoas próximas, que correram para ajudá-lo. Inicialmente houve uma discussão sobre o fato de ele ter ou não vencido, pois a fita não foi cortada. Mas, de acordo com as regras, como o tronco do queniano cruzou a linha de chegada ele foi considerado o campeão, com 2h07min38.

Ele recebeu alta ontem (23), mas ainda ficará em repouso por pelo menos três meses e terá um acompanhamento médico.


Após queda em Chicago, Cheruiyot passa bem

Maratona · 24 out, 2006

O queniano Robert Kipkoech Cheruiyot, vencedor da Maratona de Chicago no último domingo (22), teve que ser hospitalizado após cair na chegada, mas passa bem. Ele foi internado logo após a prova no Northwestern Memorial Hospital para receber o atendimento necessário, seguindo recomendações do diretor médico da Maratona, Dr. Greg Ewert.

De acordo com Gabrielle Rosa, técnico do atleta, ele não sabia se havia vencido a prova: “a primeira pergunta que ele me fez foi: Eu venci?”, lembrou Rosa. Os exames preliminares detectaram que o queniano sofreu uma contusão local na cabeça, que ocasionou um pequeno sangramento. De acordo com os médicos não foi uma contusão grave e ele ficou em observação no hospital apenas por precaução.

Na hora em que Cheruiyot caiu e bateu a cabeça no chão, ficou imóvel por alguns segundos e chegou a assustar as pessoas próximas, que correram para ajudá-lo. Inicialmente houve uma discussão sobre o fato de ele ter ou não vencido, pois a fita não foi cortada. Mas, de acordo com as regras, como o tronco do queniano cruzou a linha de chegada ele foi considerado o campeão, com 2h07min38.

Ele recebeu alta ontem (23), mas ainda ficará em repouso por pelo menos três meses e terá um acompanhamento médico.