check-up

JANEIRO DOURADO: CHEGOU A HORA DO CHECK-UP

Saúde · 20 jan, 2023

Desde 2017, quando lançou a campanha Janeiro Dourado, a Sociedade Paulista de Medicina Desportiva (Spamde) vem conscientizando a população sobre a importância de acompanhamento médico regular pelos praticantes de atividades físicas e principalmente antes de iniciá-la. Cada vez mais pesquisas […]


JANEIRO DOURADO: CHEGOU A HORA DO CHECK-UP

Saúde · 20 jan, 2023

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O que é um check up cardiológico e por que os corredores devem fazê-lo?

Saúde · 05 ago, 2019

O check up cardiológico, ou cardiovascular, é em um grupo de exames que ajudam o médico a avaliar o risco de ter ou desenvolver problemas cardíacos e circulatórios, como insuficiência, arritmia, infarto e outros. É também uma importante ferramenta no […]


O que é um check up cardiológico e por que os corredores devem fazê-lo?

Saúde · 05 ago, 2019

O check up cardiológico, ou cardiovascular, é em um grupo de exames que ajudam o médico a avaliar o risco de ter ou desenvolver problemas cardíacos e circulatórios, como insuficiência, arritmia, infarto e outros. É também uma importante ferramenta no […]

Você sabe a importância de fazer check up da sua saúde?

Saúde · 13 dez, 2018

A saúde é nosso bem mais importante, mas isso acaba sendo frequentemente esquecido. Afinal, é comum ver pessoas sedentárias, comendo só alimentos pouco nutritivos e não indo no médico com frequência para fazer um check up. Confira uma série de […]


Você sabe a importância de fazer check up da sua saúde?

Saúde · 13 dez, 2018

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Por que preciso checar o coração antes de começar uma atividade física?

Saúde · 31 out, 2018

Ao busca por um estilo de vida mais saudável e um corpo mais definido muitas pessoas se esquecem de checar o coração antes de começar qualquer atividade física. Só que isso é realmente importante! Segundo o cirurgião cardíaco e membro da […]


Por que preciso checar o coração antes de começar uma atividade física?

Saúde · 31 out, 2018

Ao busca por um estilo de vida mais saudável e um corpo mais definido muitas pessoas se esquecem de checar o coração antes de começar qualquer atividade física. Só que isso é realmente importante! Segundo o cirurgião cardíaco e membro da […]

Aproveite o início de 2006 para fazer um check-up

Atletismo · 22 dez, 2005

Os médicos e os próprios treinadores recomendam os atletas, mesmo os amadores, a fazerem um check-up médico antes de iniciar uma atividade física. Além disso, eles aconselham refazer esses exames pelo menos uma vez por ano e isso não é exagero. Nesse ano no Brasil um triathleta de elite morreu durante um treino de corrida. Ele não fazia exames há três anos.

Segundo especialistas, pelo menos dois exames médicos devem ser feitos periodicamente, o hemograma completo e o teste ergométrico. Através desses exames é possível verificar se o atleta está em condições de fazer alguma atividade física ou não.

O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb ainda alerta que o exame médico, como o teste ergométrico, deve ser feito por especialista. “Exigir por ser de direito, que os exames de teste ergométrico e ecocardiograma sejam realizados por cardiologista habilitado no exame. Em algumas clínicas quem faz o exame é uma atendente ou "técnica" o que é totalmente irregular. A Sociedade Brasileira de Cardiologia emite certificado de habilitação médica em ecocardiograma e teste ergométrico”, avisa Ghorayeb.

Para não ter um mal súbito durante a corrida aproveite o início de 2006 e faça um check-up médico. Clique aqui e conheça alguns especialistas da medicina esportiva.


Aproveite o início de 2006 para fazer um check-up

Atletismo · 22 dez, 2005

Os médicos e os próprios treinadores recomendam os atletas, mesmo os amadores, a fazerem um check-up médico antes de iniciar uma atividade física. Além disso, eles aconselham refazer esses exames pelo menos uma vez por ano e isso não é exagero. Nesse ano no Brasil um triathleta de elite morreu durante um treino de corrida. Ele não fazia exames há três anos.

Segundo especialistas, pelo menos dois exames médicos devem ser feitos periodicamente, o hemograma completo e o teste ergométrico. Através desses exames é possível verificar se o atleta está em condições de fazer alguma atividade física ou não.

O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb ainda alerta que o exame médico, como o teste ergométrico, deve ser feito por especialista. “Exigir por ser de direito, que os exames de teste ergométrico e ecocardiograma sejam realizados por cardiologista habilitado no exame. Em algumas clínicas quem faz o exame é uma atendente ou "técnica" o que é totalmente irregular. A Sociedade Brasileira de Cardiologia emite certificado de habilitação médica em ecocardiograma e teste ergométrico”, avisa Ghorayeb.

Para não ter um mal súbito durante a corrida aproveite o início de 2006 e faça um check-up médico. Clique aqui e conheça alguns especialistas da medicina esportiva.

Maratonista sofre infarto depois de fazer check-up

Atletismo · 13 set, 2005

Atletas e esportistas devem fazer exames médicos periodicamente. O indicado é que se faça pelo menos uma vez por ano um exame ergométrico e exames de sangue. Após essa sabatina, o individuo, se não apresentar nenhuma doença pré-existente, pode praticar atividades físicas sem preocupação. Mas se o exame não for feito com médicos idôneos o risco de morte súbita continua.

O maratonista de 54 anos, Cassiano Oliveira, seguiu a risca todas as indicações médicas. Ele pratica o esporte há sete anos e faz check-up médico periodicamente. O último ele fez no mês de julho e como todos os anos ele estava apto a correr.

Mas no último dia 28 de agosto ele sofreu um infarto durante a Corrida Corpore Duque de Caxias, em São Paulo. “Durante essa prova eu senti muita dor no peito. Assim eu tive que fazer a prova intercalando corrida e caminhada. Quando eu cruzei a linha de chegada a médica olhou para o meu rosto e falou que eu estava infartando”, revela Oliveira.

O mais curioso é que dias antes da prova ele sentiu um incomodo no peito e não desconfiou que poderia ser um infarto. “Antes da corrida eu senti uma dorzinha e pensei que era uma gastrite, tomei apenas um chá. Não suspeitei de nada porque o meu check-up não tinha dado nada. O doutor me falou que eu estava bom. Eu confiei no médico”, conta.

Porém o teste ergométrico que ele se submeteu não foi feito de forma adequada. Segundo Oliveira, o teste foi feito numa carga muito baixa. “O teste que eu fiz foi tão fraco que eu nem suei a camiseta. Normalmente eu suo bastante porque os médicos têm que testar como o nosso corpo reage no limite. Tenho a impressão que a enfermeira fez um teste para uma pessoa sedentária da minha idade”, revela. “Antes eu tinha avisado que era maratonista”, acrescenta.

Além disso, o teste foi aplicado por uma enfermeira enquanto deveria ser feito por um médico. “Toda pessoa deve exigir a presença de um médico durante um teste ergométrico”, afirma o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb.

Além disso, “qualquer sintoma que você sinta durante a corrida, por exemplo, o melhor é parar”, alerta o doutor. Isto porque a dor é o sintoma de que algo grave pode estar acontecendo. Mesmo se o atleta fez um check-up anteriormente aconselha-se parar.

“Sintomas como tonturas, palpitações ou pulso irregular, dores no peito ou no estômago, falta de ar anormal ou algo de estranho durante a prova ou no treinamento, é sinal de que deve-se parar imediatamente e solicitar atenção médica”, acrescenta.


Maratonista sofre infarto depois de fazer check-up

Atletismo · 13 set, 2005

Atletas e esportistas devem fazer exames médicos periodicamente. O indicado é que se faça pelo menos uma vez por ano um exame ergométrico e exames de sangue. Após essa sabatina, o individuo, se não apresentar nenhuma doença pré-existente, pode praticar atividades físicas sem preocupação. Mas se o exame não for feito com médicos idôneos o risco de morte súbita continua.

O maratonista de 54 anos, Cassiano Oliveira, seguiu a risca todas as indicações médicas. Ele pratica o esporte há sete anos e faz check-up médico periodicamente. O último ele fez no mês de julho e como todos os anos ele estava apto a correr.

Mas no último dia 28 de agosto ele sofreu um infarto durante a Corrida Corpore Duque de Caxias, em São Paulo. “Durante essa prova eu senti muita dor no peito. Assim eu tive que fazer a prova intercalando corrida e caminhada. Quando eu cruzei a linha de chegada a médica olhou para o meu rosto e falou que eu estava infartando”, revela Oliveira.

O mais curioso é que dias antes da prova ele sentiu um incomodo no peito e não desconfiou que poderia ser um infarto. “Antes da corrida eu senti uma dorzinha e pensei que era uma gastrite, tomei apenas um chá. Não suspeitei de nada porque o meu check-up não tinha dado nada. O doutor me falou que eu estava bom. Eu confiei no médico”, conta.

Porém o teste ergométrico que ele se submeteu não foi feito de forma adequada. Segundo Oliveira, o teste foi feito numa carga muito baixa. “O teste que eu fiz foi tão fraco que eu nem suei a camiseta. Normalmente eu suo bastante porque os médicos têm que testar como o nosso corpo reage no limite. Tenho a impressão que a enfermeira fez um teste para uma pessoa sedentária da minha idade”, revela. “Antes eu tinha avisado que era maratonista”, acrescenta.

Além disso, o teste foi aplicado por uma enfermeira enquanto deveria ser feito por um médico. “Toda pessoa deve exigir a presença de um médico durante um teste ergométrico”, afirma o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb.

Além disso, “qualquer sintoma que você sinta durante a corrida, por exemplo, o melhor é parar”, alerta o doutor. Isto porque a dor é o sintoma de que algo grave pode estar acontecendo. Mesmo se o atleta fez um check-up anteriormente aconselha-se parar.

“Sintomas como tonturas, palpitações ou pulso irregular, dores no peito ou no estômago, falta de ar anormal ou algo de estranho durante a prova ou no treinamento, é sinal de que deve-se parar imediatamente e solicitar atenção médica”, acrescenta.

Crianças e adolescentes também devem fazer check-up médico

Caminhada · 31 mar, 2005

Futuros campeões ou pequenos esportistas? Independente do objetivo da prática esportiva infantil, os pais devem ficar atentos à saúde da criança. Fazer algum tipo de esporte não garante uma saúde cem por cento. Ao observar que a criança tem uma atividade física intensa ou está obesa, o pai deve procurar a ajuda dos médicos.

Uma das grandes preocupações da área da medicina do esporte é tratar de forma diferente o organismo infantil, ou de um jovem. Foi pensando nessas particularidades que o Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo, criou o Sport Check-Up Infantil. O objetivo desse programa é analisar a saúde da criança que está em regime de treinamento e também o pólo oposto, aquela que está obesa.

Segundo Ana Lucia de Sá Pinto, pediatra e médica do esporte do Hcor, o corpo da criança não sabe se está crescendo ou fazendo exercício físico. Muitas vezes essa dúvida do organismo infantil se transforma em lesões ou em problemas no crescimento.

“A velocidade de crescimento ósseo da criança é mais rápida do que a velocidade do crescimento do músculo. Durante a atividade física, a musculatura fica num regime de tensão. Assim a criança não fortalece a musculatura e acaba se lesionando”, conta.

Além disso, a criança que se exercita pode crescer menos que o esperado. “A única interferência que existe no crescimento da criança, comprovada cientificamente, acontece naqueles que tem ingestão calórica diminuída. Ou seja, ele gasta energia para treinar e não sobra energia para crescer”, revela.

Por isso uma avaliação clínica da situação da criança é importante para prevenir futuros problemas, que vão desde pequenas lesões até interferência no crescimento. “Quando isso acontece a criança sente dor e deixa de ter o prazer no esporte. E uma criança, um adolescente tem uma vida longa no esporte, não só aquele que vai competir, ele deve levar o esporte para a vida toda”, conta.

A criança que faz o check-up infantil se submete a todos os testes do adulto para saber se a saúde anda em dia. A única diferença é que ao invés da consulta ser com um cardiologista, a infantil é com um pediatra – especialista em esporte.

Os primeiros exames são os laboratoriais. Depois o paciente mirim faz um eletrocardiograma, um ecocardiograma, teste ergoespirométrico, passa com nutricionista e psicólogo especialista em esporte. Tudo isso é feito em apenas uma manhã e sempre com o acompanhamento dos pais.

Após uma semana, a criança e o seu responsável voltam ao Hcor para receberem os resultados e conversarem com o pediatra. É muito importante a presença dos pais no retorno do paciente.

“Quando a criança precisa fazer uma reeducação alimentar, por exemplo, a família também tem que mudar o hábito para ajudar a criança. Por isso é importante que os pais fiquem cientes do que está acontecendo com o seu filho”, conta a Dra. Ana Lucia.

Se o exame final constar que a criança está obesa, os médicos do Hcor aconselham a prática de alguma atividade física, que não seja necessariamente futebol, natação ou balé. “Eu não vou colocar uma sunga na criança obesa. Às vezes pode ser constrangedor. Nós conversamos com a criança e a partir do gosto dela nós indicamos uma atividade física que se encaixe também com os resultados do exame”, revela.

Apesar da população dos Estados Unidos não ser um exemplo de saúde, eles já se conscientizaram da importância da prática de esporte. Hoje cerca de 30 milhões de crianças e adolescentes fazem alguma atividade física nos Estados Unidos.

Segundo a pediatra Ana Lucia, o Brasil deveria incentivar mais a atividade física para crianças, e principalmente para os adolescentes. Uma forma simples para isso seria aula de educação física regular no ensino fundamental e também no ensino médio.

“Aulas de educação física são uma grande saída para o sedentarismo. Aumentar o número de aulas, no mínimo três aulas por semana, mesclando os esportes de quadra com o acompanhamento do professor é uma solução. Além disso, o professor pode medir e pesar o aluno, assim ele já avalia se a criança está subnutrida ou obesa”, conta a pediatra.

E isso inclui também os estudantes que estão no ensino médio. “Os adolescentes ficam mais obesos justamente porque não tem aula de educação física e não fazem nenhuma atividade física”, revela.

Crianças, adolescentes e adultos devem sempre fazer atividade física para ter uma vida mais saudável. “O Ideal é se exercitar três vezes por semana de 40 a 60 minutos, mas sempre com orientação”, finaliza.

Onde:
Sport Check-up Hcor
Tel: (11) 3053-6574 / (11) 3053-6575


Crianças e adolescentes também devem fazer check-up médico

Caminhada · 31 mar, 2005

Futuros campeões ou pequenos esportistas? Independente do objetivo da prática esportiva infantil, os pais devem ficar atentos à saúde da criança. Fazer algum tipo de esporte não garante uma saúde cem por cento. Ao observar que a criança tem uma atividade física intensa ou está obesa, o pai deve procurar a ajuda dos médicos.

Uma das grandes preocupações da área da medicina do esporte é tratar de forma diferente o organismo infantil, ou de um jovem. Foi pensando nessas particularidades que o Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo, criou o Sport Check-Up Infantil. O objetivo desse programa é analisar a saúde da criança que está em regime de treinamento e também o pólo oposto, aquela que está obesa.

Segundo Ana Lucia de Sá Pinto, pediatra e médica do esporte do Hcor, o corpo da criança não sabe se está crescendo ou fazendo exercício físico. Muitas vezes essa dúvida do organismo infantil se transforma em lesões ou em problemas no crescimento.

“A velocidade de crescimento ósseo da criança é mais rápida do que a velocidade do crescimento do músculo. Durante a atividade física, a musculatura fica num regime de tensão. Assim a criança não fortalece a musculatura e acaba se lesionando”, conta.

Além disso, a criança que se exercita pode crescer menos que o esperado. “A única interferência que existe no crescimento da criança, comprovada cientificamente, acontece naqueles que tem ingestão calórica diminuída. Ou seja, ele gasta energia para treinar e não sobra energia para crescer”, revela.

Por isso uma avaliação clínica da situação da criança é importante para prevenir futuros problemas, que vão desde pequenas lesões até interferência no crescimento. “Quando isso acontece a criança sente dor e deixa de ter o prazer no esporte. E uma criança, um adolescente tem uma vida longa no esporte, não só aquele que vai competir, ele deve levar o esporte para a vida toda”, conta.

A criança que faz o check-up infantil se submete a todos os testes do adulto para saber se a saúde anda em dia. A única diferença é que ao invés da consulta ser com um cardiologista, a infantil é com um pediatra – especialista em esporte.

Os primeiros exames são os laboratoriais. Depois o paciente mirim faz um eletrocardiograma, um ecocardiograma, teste ergoespirométrico, passa com nutricionista e psicólogo especialista em esporte. Tudo isso é feito em apenas uma manhã e sempre com o acompanhamento dos pais.

Após uma semana, a criança e o seu responsável voltam ao Hcor para receberem os resultados e conversarem com o pediatra. É muito importante a presença dos pais no retorno do paciente.

“Quando a criança precisa fazer uma reeducação alimentar, por exemplo, a família também tem que mudar o hábito para ajudar a criança. Por isso é importante que os pais fiquem cientes do que está acontecendo com o seu filho”, conta a Dra. Ana Lucia.

Se o exame final constar que a criança está obesa, os médicos do Hcor aconselham a prática de alguma atividade física, que não seja necessariamente futebol, natação ou balé. “Eu não vou colocar uma sunga na criança obesa. Às vezes pode ser constrangedor. Nós conversamos com a criança e a partir do gosto dela nós indicamos uma atividade física que se encaixe também com os resultados do exame”, revela.

Apesar da população dos Estados Unidos não ser um exemplo de saúde, eles já se conscientizaram da importância da prática de esporte. Hoje cerca de 30 milhões de crianças e adolescentes fazem alguma atividade física nos Estados Unidos.

Segundo a pediatra Ana Lucia, o Brasil deveria incentivar mais a atividade física para crianças, e principalmente para os adolescentes. Uma forma simples para isso seria aula de educação física regular no ensino fundamental e também no ensino médio.

“Aulas de educação física são uma grande saída para o sedentarismo. Aumentar o número de aulas, no mínimo três aulas por semana, mesclando os esportes de quadra com o acompanhamento do professor é uma solução. Além disso, o professor pode medir e pesar o aluno, assim ele já avalia se a criança está subnutrida ou obesa”, conta a pediatra.

E isso inclui também os estudantes que estão no ensino médio. “Os adolescentes ficam mais obesos justamente porque não tem aula de educação física e não fazem nenhuma atividade física”, revela.

Crianças, adolescentes e adultos devem sempre fazer atividade física para ter uma vida mais saudável. “O Ideal é se exercitar três vezes por semana de 40 a 60 minutos, mas sempre com orientação”, finaliza.

Onde:
Sport Check-up Hcor
Tel: (11) 3053-6574 / (11) 3053-6575