Triathlon · 29 fev, 2012
O brasileiro Roberto Menescal conquistou uma das 27 vagas para árbitros no Triathlon dos Jogos Olímpicos de Londres. É a primeira vez que o País será representado por um oficial na modalidade da competição, olímpica desde 2000.
Foram mais de 400 candidatos no processo seletivo que culminou com a representação de Menescal, superintendente da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri). Desde 2002, o brasileiro já atuou em mais de 20 eventos da ITU (União Internacional de Triathlon).
Agora, terá apenas que aguardar o credenciamento, feito pelo delegado técnico geral da prova e pelos organizadores do evento (ITU). O processo burocrático definirá qual posição Roberto Menescal ocupará nos Jogos.
Tem o chefe da natação, de chegada, ciclismo, transição... são posições atribuídas de acordo com a experiência e o nível de certificação de cada árbitro, explica. Como tenho um nível alto de certificação e experiência em Mundial, provavelmente serei designado árbitro de transição, aposta.
Nesse caso, Menescal será o responsável pela verificação do cumprimento das regras na área de transição. O atleta não pode retirar a bicicleta do cavalete sem o capacete estar afivelado, o que dá uma punição de 15 segundos. Quando voltar para correr, não pode desafivelar o capacete antes de colocar a bicicleta no rack e todo o equipamento do triatleta tem de estar dentro de sua área, exemplifica.
Menescal afirma que no Triathlon a arbitragem tem mais um caráter fiscalizador do que de punição. Tem árbitro para verificar se a temperatura da água está adequada, se não há conduta anti-desportiva dos atletas, se o percurso está desimpedido. São várias funções, esclarece.
Com a carta de aceitação já respondida, o superintendente da CBTri apenas aguarda para saber qual será sua função nas provas dos dias quatro (feminina) e sete (masculina) de agosto. Só o fato de participar das Olimpíadas já vai ser uma honra, conclui.
Triathlon · 17 fev, 2006
Agora as mulheres brasileiras contam com um Centro Nacional de Treinamento de Triathlon (CNTT) exclusivo para elas. Nessa semana a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri) em parceria com a Federação Paulista de Triathlon, Grupo Dhama, Prefeitura de São Carlos e Cali Swimming inaugurou o CNTT que fica na cidade de São Carlos (SP).
Segundo a Cbtri, o centro de treinamento já dispõe de uma piscina com 25 metros e em 80 dias estará pronta uma outra piscina de 25 por 12 metros, coberta e aquecida. Além disso, as triathletas poderão nadar também em cinco lagos ecologicamente limpos.
"Estará à disposição uma academia com seis spinners, quatro esteiras profissionais e até uma sauna. Em breve, ela será ampliada fazendo parte do conjunto aquático. Consta ainda uma pista para treinamento de ciclismo demarcada por quilômetros perfazendo 16km, dentro do Condomínio Damha, com asfalto impecável, segurança total e ainda espaço para ser aumentada quando for necessário", conta o presidente da Federação Paulista de Triathlon, Frederico Wilche.
Algumas atletas já foram selecionadas para integrar o CNTT nessa primeira fase. Elas são: Laisse Stephanie Costa de Souza (DF), Taisa Gentine (SP), Tuanny Viegas de Oliveira (SP), Manoela Tessarin (SP) e Alessandra Rocio de Carvalho (SC). Todas receberão bolsa de estudo da Faculdade Unicep.
Triathlon · 01 jun, 2004
Leia na íntegra a nota oficial da CBTri, Confederação Brasileira de Triathlon, sobre o "trabalho de equipe" da modalidade em Atenas.
Cbtri - "Recentemente tem sido amplamente divulgada nos meios de comunicação a hipótese de os triatletas brasileiros trabalharem "em equipe" para garantir medalhas nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004. Para a Confederação Brasileira de Triathlon, isto é uma utopia.
Segundo algumas notícias divulgadas por jornais de diversos Estados do Brasil, o Grupo Pão de Açúcar, patrocinador dos seis atletas que irão representar o Brasil (Carla Moreno, Mariana Ohata, Sandra Soldan, Leandro Macedo, Juraci Moreira e Paulo Miyashiro), está encampando e promovendo esta idéia.
A partir do ponto de vista do interesse dos patrocinadores, já observamos um fato que pode gerar discordância, pois, além do Pão de Açúcar, cinco dos seis triatletas possuem outros patrocinadores, como Brasil Telecom (Mariana, Sandra e Juraci), Nike (Carla), Reebok (Sandra), Sesi (Juraci) e Memorial (Miyashiro).
A Brasil Telecom, patrocinadora oficial da CBTri, não compactua da mesma idéia do Pão de Açúcar e, possivelmente, Nike, Sesi, Memorial e Reebok têm suas próprias opiniões, que também podem divergir.
A Confederação Brasileira de Triathlon não vê hoje a mínima possibilidade de um trabalho deste tipo dar certo em Atenas. O caso ocorrido com a equipe feminina dos Estados Unidos em Santo Domingo (que através do trabalho conjunto permitiu que Sheila Taormina fosse medalha de prata) foi atípico. Por falta de interesse das melhores atletas daquele país em participar dos Jogos Pan Americanos, os EUA mandaram duas reservas e ficou caracterizado o trabalho de equipe em prol da melhor triatleta. Em Atenas, os Estados Unidos irá com time completo e ninguém fará trabalho de equipe.
Se pegarmos a Espanha como exemplo, verificamos o trabalho feito com Ivan Rana, hoje terceiro colocado do ranking mundial, campeão mundial de 2002 e vice em 2004 (sempre beneficiado nas provas por seus compatriotas), vem de longa data, desde 2000. Eles planejaram isto a longo prazo e poderão colher frutos em Atenas. Além disso, Ivan está num nível muito acima dos outros triatletas espanhóis.
Sendo assim, a Confederação Brasileira de Triathlon prefere deixar o trabalho de equipe para 2008/2012, pois neste momento o objetivo é outro. Nossos atletas competirão em iguais condições, já que o nível entre os três homens e as três mulheres é exatamente igual. Assim, eles devem se concentrar nos treinamentos e procurar realizar o melhor possível em Atenas.
A Confederação Brasileira de Triathlon considera bem-vindas as premiações extras oferecidas pelos patrocinadores, mas acha que por enquanto isso é tudo o que eles devem oferecer."
Triathlon · 13 maio, 2004
Ontem (12) a União Internacional de Triathlon divulgou a quantidade de vagas que o Brasil terá nos Jogos Olímpicos de Atenas para a modalidade. E o país conseguiu conquistar o número máximo. Ao todo são seis vagas que serão distribuídas entre homens e mulheres. Desta forma três irão para o triathlon masculino e três para o feminino.
Com isso a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri) anunciou o nome dos atletas convocados para as Olimpíadas. Entre os homens os três melhores triatletas canarinhos são: Leandro Macedo (DF), 19° lugar no ranking mundial; Juraci Moreira (PR), 23° colocado no ranking mundial e Paulo Miyashiro (SP), 40°.
Já o trio feminino será composto por Carla Moreno (SP), 15° lugar no ranking mundial; Mariana Ohata (DF), 17° e Sandra Soldan (RJ), 18° colocada no ranking.
Triathlon · 11 maio, 2004
A Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri) está aguardando a atualização do ranking mundial da modalidade para divulgar os seis triatletas que irão embarcar para as Olimpíadas de Atenas.
Desse grupo metade disputará na categoria masculina e metade na feminina. O grupo feminino já está praticamente definido. Sandra Soldan, Carla Moreno e Mariana Ohata devem representar o país.
Mulheres · 18 mar, 2004
A Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri) vai dar uma atenção especial para as mulheres que praticam o esporte. Isto porque a Cbtri anunciou no último fim de semana a criação de uma Comissão para as triatletas.
O objetivo dessa Comissão das Mulheres é tentar aumentar o número de esportistas no triathlon. A vice presidente da Confederação, Nádia Souza, foi escolhida para ser presidente da nova comissão. E um dos primeiros projetos dela será uma prova exclusivamente feminina.
Além das mulheres, a Confederação criou duas Comissões extras, um para o duathlon e outra para o aquathlon.
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