Meia Maratona · 17 abr, 2012
Direto de El Calafate (ARG) - No último sábado (14/04) cerca de 300 corredores se reuniram na cidade de El Calafate, na Argentina, para a disputa da Meia Maratona do Glaciar (Meia Maratona das Geleiras). Apesar da maciça presença de atletas da casa, a vitória entre as mulheres ficou com uma brasileira, Milena Maria Cantadori, enquanto no masculino Martin Ñancucheo (ARG) foi o melhor.
O sol começou a dar as caras a partir das 8h, mas o tempo nublado e chuvoso fez a temperatura cair no momento da largada, às 11h, no Parque Nacional Los Glaciares. Assim que autorizados, os atletas começaram a prova numa subida leve e nos primeiros metros Milena tomou a dianteira sem se preocupar com as adversárias que vinham atrás.
Após a primeira metade da prova havia um retorno e, conforme ela passava pelos corredores amadores que seguiam no sentido contrário, recebia incentivos e gritos de você é a primeira, vamos lá, força, entre outras exclamações. Por fim, ela cruzou a linha de chegada com o tempo de 1h46min31, seguida pela americana Colleen Rose Derry (1h46min48) e pela argentina Maria Emilia Barnetche (1h49min02).
Foi uma corrida muito gostosa e gratificante, mas ao mesmo tempo muito difícil por conta da chuva e do frio, conta a campeã que veio de São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Desde que assumi a liderança passei a correr forte, pois não sabia onde as outras corredoras estavam, completa.
A vice-campeã, Collen, que está fazendo um tour pela América do Sul, chegou a El Calafate na quinta-feira (11/04) e, assim que soube da prova, correu para se inscrever. Foi uma corrida muito divertida, pois as pessoas são muito legais, tanto os corredores, quanto os organizadores, relata a americana. O percurso foi difícil, mas não impossível. Corro há cinco anos, gosto de maratonas, e essa foi minha primeira meia, completa a californiana.
Ela diz ainda que tem como meta correr uma maratona em cada continente. Já corri na Ásia, América do Norte, Europa e em Santiago do Chile, há duas semanas. Amante também dos esportes de aventura, ela aproveitou os últimos dias na região e viajou à cidade de El Chaten para escalar uma montanha.
A terceira colocada, Maria Emilia, disse que não tinha a menor preocupação em chegar ao pódio. Foi uma prova fascinante, principalmente pela oportunidade de correr num local tão bonito quanto este.
Homens - Entre os homens após o começo da prova os argentinos Martin Ñancucheo e Edgardo Laly Gonzalez tomaram a dianteira e passaram a se revezar na liderança, com uma distância muito pequena entre eles. Os dois treinam juntos no dia a dia, mas ao final quem levou a melhor foi Martin, como o tempo de 1h12min59, seguido por Edgardo com 1h14min39 e o também argentino David Veuthey, com 1h15min56.
Foi minha primeira vez por aqui e achei o local lindo, relata o campeão. A prova foi bem disputada com meu companheiro de equipe e também estou feliz por ele ter conseguido o segundo lugar. Sempre entramos juntos nas provas e dessa vez tive a felicidade de vencer, completa.
Já para o vice-campeão, Edgardo, os desníveis do percurso o deixaram bastante seletivo. O último quilômetro foi bem complicado, mas agradeço ao Martin que me ajudou e fomos premiados com essas colocações. Ele promete voltar ano que vem mais treinado para vencer.
A primeira edição reuniu 300 corredores, incluindo os participantes da corrida de dez quilômetros, mas segundo os organizadores esse número pode aumentar nos próximos anos e chegar a pelo menos 600, o que seria o limite técnico suportado pelo Parque.
Ultra Maratona · 22 out, 2011
Após três dias de disputas intensas, finalmente as equipes campeãs cruzaram a linha de chegada na Praia de Ipanema, no Rio de janeiro (RJ). Fitt and Fourious faturou pela categoria sub 25 anos, a Desafio Coisa da Boa, enquanto a Bucha foi a melhor no Ultra Desafio, que reúne os corredores mais experientes.
Direto de Ipanema (RJ) - O início do terceiro dia de competições aconteceu no interior do Meliá Hotel, em Angra dos Reis, às 6h. A animação não era tão grande quanto nos primeiros dias, afinal o cansaço acumulado já era visível na maioria das equipes, mas isso não significa que elas não estavam concentradas e aproveitaram o clima fresco para apertar o ritmo.
O primeiro trecho foi curto, com pouco mais de três quilômetros e um posto de troca montado na Rodovia Rio Santos. Uma troca rápida de atletas e as equipes seguiram viagem com a companhia dos primeiros raios de sol matinais. Nos primeiros postos a equipe Corre Paccas foi melhor do que a Fit and Furious, o que deixou a garotada animada.
A empolgação durou pouco e a Fitt mostrou mais uma vez toda a força e recuperou a ponta da prova, sendo seguida de perto pelo grupo Paccas. São Pedro resolveu colaborar e o sol escaldante previsto não apareceu e o clima permaneceu encoberto com uma brisa agradável para correr.
No meio do caminho houve um contratempo: um acidente entre duas carretas na Rodovia Rio Santos obrigou a organização a cancelar um trecho de corrida e realizar um deslocamento, assim como foi feito na sexta-feira por conta de obras na mesma rodovia. O trecho realizado em vans serviu para que os atletas descansassem um pouco mais e se preparassem psicologicamente para os trechos finais.
Campeãs - Na categoria dos sub 25 a Fit and Furious apenas consolidou a liderança obtida no primeiro dia, até cruzar a linha de chegada às 17h08. Foi surreal, não consigo nem falar direito. Essa vitória dedico a meus pais, a Deus e a essa equipe maravilhosa, conta Lucas Fittipaldi. A entrada na praia de Ipanema é algo sensacional e o clima também foi ótimo, sem chuva e sem calor. Nossa equipe fez tudo como o programado, completa.
A segunda colocação ficou com a equipe Corre Paccas, que comemorou muito o resultado, já que no primeiro dia eles não pretendiam brigar pelas primeiras posições e só começaram a pensar em pódio a partir da sexta-feira. Foi animal chegar aqui!, conta Gabriel Pacca. A hora que eu vi a galera na chegada caiu lágrima do meu olho. Foi sensacional, não tenho nem o que falar. Eles cruzaram a linha de chegada às 17h28.
A equipe é composta por corredores de diversos estados, como é o caso da mineira Natália Vasconcelos, que já havia participado da prova ano passado, com a equipe BH. Não tenho palavras, é uma sensação de muita alegria. A turma foi demais, fiquei super feliz, relata a competidora que fala ainda sobre a experiência de correr numa equipe sub 25. O esporte junta pessoas do bem, do alto astral e tudo vira festa. Achei bacana porque nós somos exceção da nossa geração, que gosta de balada e de correr. Esses jovens todos se unirem para vivenciar isso é perfeito. Em terceiro lugar completou a Laranja Mecânica, às 17h58.
Ultradesafio - Na categoria dos mais experientes o grupo da Bucha desbancou o time favorito, o Nike+, campeão do ano passado. Os nove atletas cruzaram a linha de chegada às 17h15. No primeiro dia estávamos nos contentando com o segundo lugar, atrás da Nike +, mas a partir do segundo conseguimos melhorar, conta Fabrizio Giovannini, o corredor mais velho da equipe.
Engraçado é que os adversários brincavam perguntando quando nossa equipe colocaria o tiozinho para correr e eles poderem tirar vantagem. Mas no segundo dia coloquei 1min30 em cima deles, lembra. O grupo contou com atletas experientes como os corredores de aventura Cristina de Carvalho e Haddi Akkouh.
A Nike + Ultra, que no dia anterior brincou dizendo ter uma carta na manga para vencer os adversários no último dia, chegou a Ipanema em segundo as 17h43. Essa é uma prova desafiadora e graças à união da equipe chegamos bem ao final, comemora Marcos Paulo Espirito Santo. A motivação era grande por ser o último dia e cada um deu o máximo por cada um daqueles que estavam torcendo por nós. Começamos a disputa bem, mas a outra equipe está de parabéns pela vitória, finaliza.
O terceiro grupo a chegar entre os Ultras foi a Puro Sangue, às 18h03. Foi demais, emocionante, devo tudo a Deus e à minha menina, que me ajuda muito. Nós merecemos, treinamos muito e chegamos até onde queríamos, relata Aparecido Leonardo Souza , que fechou o percurso. Corri um trecho de 14 quilômetros de manhã e depois descansei à tarde para fazer a chegada. Ontem não corri por estar com uma dor no estômago, mas hoje recuperei para ajudar a equipe, comemora.
As equipes campeãs receberão um ano de patrocínio da Nike, além de entrarem no hall da fama da marca como vencedoras de um desafio de 600 quilômetros interestadual.
Maratona · 09 abr, 2009
No próximo dia 20 acontece a edição 2009 da Maratona de Boston, mas no dia 19 será realizada uma competição de cinco quilômetros com a presença de vários antigos campeões da prova principal. Ingrid Kristiansen, da Noruega, campeã em 1989, Lorraine Moller, da Nova Zelândia, campeã em 1984 e Neil Cusack, da Irlanda, campeão em 1974, são os nomes confirmados.
A largada acontecerá às 8h (local) na Copley Square Park e seguirá num percurso em loop, com chegada no mesmo local da maratona. Estamos contentes em poder celebrar a carreira destes atletas, comenta Guy Morse, Diretor Executivo da Associação de Atletismo de Boston. Kristiansen, Moller e Cusack são uma ótima lembrança do espírito da Maratona de Boston e da corrida de rua em si. Será um prazer tê-los na edição de estréia do evento, completa o dirigente.
Cada um deles possui uma carreira vitoriosa também em outras distâncias, como Kristiansen, que em 1986 possuía o recorde mundial dos 5.000m, 10 mil e maratona e foi a uma das primeiras profissionais a ganhar prêmio em dinheiro em Boston (1986). Moller faturou o bronze da Olimpíada de 1992 em Barcelona e Cusack, também atleta olímpico, permanece como o único irlandês a ostentar um título da Maratona de Boston.
Logo após essa competição, uma outra novidade tomará conta do local, com a realização da Invitational Mile (Milha para Convidados), em que atletas profissionais e corredores em idade escolar disputarão quatro provas de uma milha (1,6 quilômetros). Os corredores das escolas representarão as oito cidades que fazem parte do percurso da Maratona, sendo elas Hopkinton, Ashland, Framingham, Natick, Wellesley, Newton, Brookline e Boston.
Corridas de Rua · 27 jan, 2009
No dia 20 de abril acontece a edição 2009 da Maratona de Boston, competição que esse ano terá no field o queniano Robert Cheruiyot e a etíope Dire Tune, campeões da edição do ano passado. Cheruiyot é tetracampeão da prova e em 2007 faturou o título do World Marathon Majors (Maiores Maratonas do Mundo), enquanto Tune tentará sua segunda vitória consecutiva.
Gostaria de agradecer aos organizadores por me convidarem mais uma vez para correr em Boston, comenta Cheruiyot. Boston é uma das minhas corridas favoritas e estou treinando o máximo possível para tentar a quinta vitória e, se possível, obter meu melhor tempo, completa o atleta de 30 anos.
Vencedor em 2003, 2006, 2007 e 2008, Cheruiyot é o corredor mais jovem e o primeiro queniano a obter o tetracampeonato. Ano passado ele venceu a corrida com um tempo de 32 segundos acima do seu recorde de 2006, de 2h07min14 e em 2007 teve que vencer uma forte tempestade para cruzar em primeiro.
Cheruiyot divide a honra dos quatro títulos com Gerard Cote e Bill Rodgers, além de Clarence DeMar (sete vitórias) e foi o único corredor a vencer no mesmo ano as Maratonas de Boston e Chicago, em 2006. O World Marathon Majors entra no seu terceiro ciclo bienal e premia os melhores atletas do mundo a competirem nas Maratonas de Boston, Londres, Berlin, Chicago e Nova York.
Feminino - Já Dire Tune, de 22 anos, se sobressaiu ano passado mesmo tendo como companhia as ex-campeões Lidiya Grigoryeva e Rita Jeptoo. Numa disputa até as milhas finais com a russa Alevtina Biktimirova, ela fechou os 42,195 quilômetros em 2h25min25, dois segundos à frente da adversária.
Desde que eu era mais nova, sempre sonhei em competir na Maratona de Boston, lembra a etíope. Meu sonho se realizou não apenas em vir a Boston, mas vencer também. Agora tenho uma inacreditável determinação para defender meu título, Boston se tornou um local especial para mim e eu agradeço ao patrocinador John Hancock pela oportunidade, completa.
Em 2008 Tune também venceu a Maratona de Houston, estabeleceu o recorde para a Corrida de Uma Hora (18,517 quilômetros), finalizou na 15ª colocação a Maratona Olímpica de Pequim, na China, e em sétimo na prova de Nova York. Ela também é a vencedora da Maratona de Houston em 2007 e da Maratona de Hong Kong em 2006.
Estamos orgulhosos de poder contar com os defensores do título para a edição 113 da Maratona de Boston, comemora Guy Morse, diretor executivo da Associação de Atletismo de Boston (Boston Athletic Association). Ninguém consegue esquecer o sprint de Dire em 2008 e, obviamente, Robert tentará fazer história. Os fãs podem esperar uma corrida emocionante por parte de ambos, finaliza.
Corridas de Rua · 02 jan, 2008
Na tarde da última segunda-feira as ruas de São Paulo receberam a 83ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, prova que contou com a participação de 20 mil pessoas. Confira as opiniões dos vencedores Robert Cheruiyot e Alice Timbilili, assim como dos atletas que chegaram logo depois.
O tempo estava muito quente e úmido, mas eu estava muito bem no começo e correndo fácil. Com isso, resolvi aumentar o ritmo. Quando ganhei das outras vezes (2002 e 2004), não estava tão quente, explica Cheruiyot, que faturou o tricampeonato da prova. Além disso, nas vitórias, eu vinha de quatro vezes seguidas correndo a prova. Só lembrava que o final da prova era difícil, mas não lembrava exatamente como era a subida do final. Mas como estava muito bem, resolvi que dava para arriscar, completa o queniano que beijou o chão após cruzar a linha de chegada.
Ele diz ainda que para nós, quenianos, é mais fácil correr na frente porque temos uma série de atletas que estão sempre entre os primeiros. Temos muita gente com potencial para correr, que podem puxar os outros. Quem comemorou muito também foi o vice-campeão Patrick Ivuti, também do Quênia. Foi uma boa corrida. Estou em início da temporada. Estou feliz porque dei o meu melhor. Claro que gostaria de vencer, mas Robert é um grande atleta e mereceu a vitória.
O melhor brasileiro, Anoé dos Santos Dias, se disse muito feliz com a terceira colocação, já que foi ajudado pelo clima quente. Fiquei muito feliz com o pódio, consegui encaixar bem os treinos com a prova. Aos 27 anos de idade, ele não era apontado como um dos favoritos, mas como a São Silvestre é uma caixinha de surpresas, ele surpreendeu a todos.
Mulheres - A campeã Alice Timbilili, que disputou a prova pela primeira vez, achou o percurso muito difícil. Mesmo acostumada com montanhas, achei a subida da Brigadeiro muito íngreme. Nos primeiros cinco quilômetros estive com outras atletas, mas depois abri vantagem, lembrou a atleta, que gostou da aproximação de Marizete. Quando chegou mais perto, ela me empurrou para a chegada.
Marizete lutou muito e chegou a ameaçar a liderança da queniana, mas não conseguiu chegar a mais um título. Não consegui largar forte, porque senti uma certa indisposição. Precisei me esforçar bastante, mas treinei bem e fui buscando a adversária. Ela diz ainda que não sentiu dores musculares, mas o problema no início dificultou uma recuperação. Quero ainda vencer as quenianas. Quem sabe no ano que vem, completa a atleta que lembra que a rivalidade Brasil e Quênia nas corridas se equivale à rincha entre brasileiros e argentinos no futebol.
Maria Zeferina Baldaia, campeã em 2001, se diz contente com o terceiro lugar. Venho de bons resultados nos últimos três meses. Depois de dois anos de problemas físicos, só tenho a agradecer a Deus. Os defensores do título do ano passado Franck Caldeira e Lucélia Peres abandonaram a prova entre o quinto e o sétimo quilômetro. Franck forçou demais e perdeu energia para continuar, enquanto Lucélia sentiu a contusão que quase a tirou da prova: dores na sola do pé direito.
Maratona · 26 dez, 2007
Apenas 12 meses após vencerem a Maratona de Dubai (emirados Árabes), a etíope Askale Tafa Magarsa e o queniano Willy Rotich retornarão ao fronte para defender seus títulos, na edição 2008 da competição, que acontecerá em 18 de janeiro. O dueto africano se destacou no field da prova passada, mas certamente terão um desafio maior pela frente.
Além de enfrentarem um trajeto diferente do ano passado, a premiação de 250 milhões de dólares para o campeão e o bônus de um milhão para o recorde mundial, atrairá o pelotão mais forte de toda a história da competição. Ano passado Willy e Askale foram os melhores e estamos felizes de tê-los de volta. Mas eles terão que dar o melhor de si para conquistar novamente o título, ressalta o coordenador geral Ahmed Al Kamali.
Rotich venceu em 2007 com 2h09min53 com uma velocidade média de 19,5 km/h, na segunda vez em oito edições em que um atleta correu sub 2h10 e pode ter sido rápido, mas fez um jogo de paciência. Ele duelou com o então campeão Joseph Ngeny até o quilômetro 38, ocasião em que acelerou para a vitória.
Após receber sua medalha ele declarou que talvez com as pessoas certas e bons marcadores de ritmo, alguém seja capaz de marcar 2h05min aqui". Talvez haja várias pessoas certas no pelotão de elite de 2008, além de Haile Gebrselassie, que baixou em 29 segundos o Recorde Mundial anterior.
Quem também correu bem foi Askale, que aos 22 anos quebrou a invencibilidade de cinco anos de Albina Ivanova com uma diferença de mais de seis minutos. Ela liderou praticamente toda a competição e quebrou sua melhor marca obtida em Milão (em outubro de 2006), em 38 segundos. Com média de 17,2 km/h, ela venceu com 2h27min19.
Nosso field está cada dia melhor, com um grande grupo de corredores de elite mostrando seu comprometimento com Dubai, acrescenta Al Kamali. Porém, não são apenas os grandes nomes que são bem vindos para a maratona, para os 10 km e os 4 km, também convidamos os amadores a participar, completa. Quem quiser correr a prova, pode se inscrever pelo site www.dubaimarathon.org.
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