Beto Carrero

Emoção marca chegada dos triatletas no Ironman Brasil 70.3

No último sábado cerca de 800 atletas disputaram a edição 2011 do Ironman Brasil 70.3 na cidade de Penha, em Santa Catarina, prova com distâncias de 1,9 quilômetro de natação, 90 de ciclismo e 21 de corrida nos arredores do Parque Beto Carrero World. Na elite a vitória ficou com Adriano Saccetto e Susana Fastner, mas a emoção maior ficou por conta daqueles que chegaram após os profissionais.

Direto de Penha (SC) - Foram vários meses de treinamento duro, eventos sociais perdidos, despertador tocando antes do amanhecer e muita dedicação e força de vontade. Tudo isso com o objetivo de cruzar a linha de chegada no tempo máximo estipulado pela organização: oito horas.

A largada aconteceu às 9h30 na Praia da Armação, mas muito antes os triatletas já estavam com os pés na areia para receberem a pintura do número em seus corpos. O mar gelado não desencorajou os guerreiros, que se concentravam e imaginavam o percurso para que tudo desse certo.

A organização autorizou a saída e rapidamente água foi tomada por centenas de pessoas com suas roupas de borracha, que mais pareciam pinguins num nado sincronizado em direção à primeira bóia. Após a primeira etapa vencida, no caminho até a área de transição o desafio era se livrar da roupa de borracha o mais rápido possível para chegar até a bicicleta.

Na saída para o pedal muitos se descuidaram com o piso escorregadio e caíram sentados no chão, nada que os fizessem desistir de continuar em frente. O último competidor a sair da água foi Bruno Genovez, que cruzou o pórtico faltando 15 segundos para o tempo limite.

Final - No ciclismo os triatletas pegaram um pouco de vento e uma garoa intermitente, o que aumentou o grau de dificuldade. O público se reuniu em peso para acompanhar a prova, assim como os staffs, que aplaudiam e davam gritos de incentivo a todos que passavam pelos postos de hidratação.

Na corrida o clima permaneceu o mesmo, mas com uma temperatura mais baixa, condição boa para quem pretendia baixar o recorde pessoal. Após todos os obstáculos vencidos alguns ainda tinham energias para um salto na linha de chegada, outros choravam e alguns caíam no chão completamente esgotados fisicamente.
“Foi uma prova sensacional, superação total. A água estava gelada, tinha um pouco de vento, mas deu para pedalar forte e a corrida foi o mais complicado para mim”, conta Rodrigo Muraro. “Mas valeu a pena e está totalmente aprovada. É um estilo de vida fantástico”, conta o marinheiro de primeira viagem na distância.

Já Maria Luiza Gennari estreou no triathlon durante o 70.3 e se diz satisfeita com o resultado final. “A parte de natação é um pouco difícil para mim, na bike teve chuva, vento e tive que diminuir o ritmo, mas na corrida consegui compensar”, conta a atleta da categoria 30 a 34 anos. “Foi o primeiro triathlon da minha vida e treinei desde janeiro. Fui muito disciplinada e isso foi importante, pois fiz uma prova tranquila e baseada nos treinos”, completa a paulista que treina na USP e no Clube Pinheiros.

Já a catarinense Alessandra Carvalho, que já chegou entre as cinco melhores em edições passadas, dessa vez foi a décima entre as mulheres e completou a prova sentindo muitas dores musculares. “Considerei um bom resultado pelas dificuldades que passei, pois corri 20 quilômetros com câimbra e só pelo fato de chegar abaixo de cinco horas fiquei muito feliz”, conta a atleta que marcou 4h52min47.

Último colocado - Bruno Genovez, que havia saído da água faltando 15 segundos para o tempo limite, foi o último colocado da prova e cruzou a linha de chegada 11 minutos após o término oficial da competição. Para animá-lo, staffs, locutores e outras pessoas envolvidas com a organização vieram correndo com ele até a linha de chegada, enquanto a equipe de fisioterapeutas correu para a arquibancada para aplaudir e incentivar o triatleta.

“Pensei em desistir várias vezes, mas segui firme até o final”, relata. “Fiz oito meses de treinamento, mas sofri um acidente de bicicleta e só voltei a andar quatro meses antes da competição”, completa Bruno, que recebeu das mãos da namorada a medalha de finisher.

O Ironman Brasil 70.3 distribuiu 50 vagas para os atletas amadores disputarem a final do circuito em Las Vegas em 2012.


Emoção marca chegada dos triatletas no Ironman Brasil 70.3

Triathlon · 30 ago, 2011

No último sábado cerca de 800 atletas disputaram a edição 2011 do Ironman Brasil 70.3 na cidade de Penha, em Santa Catarina, prova com distâncias de 1,9 quilômetro de natação, 90 de ciclismo e 21 de corrida nos arredores do Parque Beto Carrero World. Na elite a vitória ficou com Adriano Saccetto e Susana Fastner, mas a emoção maior ficou por conta daqueles que chegaram após os profissionais.

Direto de Penha (SC) - Foram vários meses de treinamento duro, eventos sociais perdidos, despertador tocando antes do amanhecer e muita dedicação e força de vontade. Tudo isso com o objetivo de cruzar a linha de chegada no tempo máximo estipulado pela organização: oito horas.

A largada aconteceu às 9h30 na Praia da Armação, mas muito antes os triatletas já estavam com os pés na areia para receberem a pintura do número em seus corpos. O mar gelado não desencorajou os guerreiros, que se concentravam e imaginavam o percurso para que tudo desse certo.

A organização autorizou a saída e rapidamente água foi tomada por centenas de pessoas com suas roupas de borracha, que mais pareciam pinguins num nado sincronizado em direção à primeira bóia. Após a primeira etapa vencida, no caminho até a área de transição o desafio era se livrar da roupa de borracha o mais rápido possível para chegar até a bicicleta.

Na saída para o pedal muitos se descuidaram com o piso escorregadio e caíram sentados no chão, nada que os fizessem desistir de continuar em frente. O último competidor a sair da água foi Bruno Genovez, que cruzou o pórtico faltando 15 segundos para o tempo limite.

Final - No ciclismo os triatletas pegaram um pouco de vento e uma garoa intermitente, o que aumentou o grau de dificuldade. O público se reuniu em peso para acompanhar a prova, assim como os staffs, que aplaudiam e davam gritos de incentivo a todos que passavam pelos postos de hidratação.

Na corrida o clima permaneceu o mesmo, mas com uma temperatura mais baixa, condição boa para quem pretendia baixar o recorde pessoal. Após todos os obstáculos vencidos alguns ainda tinham energias para um salto na linha de chegada, outros choravam e alguns caíam no chão completamente esgotados fisicamente.
“Foi uma prova sensacional, superação total. A água estava gelada, tinha um pouco de vento, mas deu para pedalar forte e a corrida foi o mais complicado para mim”, conta Rodrigo Muraro. “Mas valeu a pena e está totalmente aprovada. É um estilo de vida fantástico”, conta o marinheiro de primeira viagem na distância.

Já Maria Luiza Gennari estreou no triathlon durante o 70.3 e se diz satisfeita com o resultado final. “A parte de natação é um pouco difícil para mim, na bike teve chuva, vento e tive que diminuir o ritmo, mas na corrida consegui compensar”, conta a atleta da categoria 30 a 34 anos. “Foi o primeiro triathlon da minha vida e treinei desde janeiro. Fui muito disciplinada e isso foi importante, pois fiz uma prova tranquila e baseada nos treinos”, completa a paulista que treina na USP e no Clube Pinheiros.

Já a catarinense Alessandra Carvalho, que já chegou entre as cinco melhores em edições passadas, dessa vez foi a décima entre as mulheres e completou a prova sentindo muitas dores musculares. “Considerei um bom resultado pelas dificuldades que passei, pois corri 20 quilômetros com câimbra e só pelo fato de chegar abaixo de cinco horas fiquei muito feliz”, conta a atleta que marcou 4h52min47.

Último colocado - Bruno Genovez, que havia saído da água faltando 15 segundos para o tempo limite, foi o último colocado da prova e cruzou a linha de chegada 11 minutos após o término oficial da competição. Para animá-lo, staffs, locutores e outras pessoas envolvidas com a organização vieram correndo com ele até a linha de chegada, enquanto a equipe de fisioterapeutas correu para a arquibancada para aplaudir e incentivar o triatleta.

“Pensei em desistir várias vezes, mas segui firme até o final”, relata. “Fiz oito meses de treinamento, mas sofri um acidente de bicicleta e só voltei a andar quatro meses antes da competição”, completa Bruno, que recebeu das mãos da namorada a medalha de finisher.

O Ironman Brasil 70.3 distribuiu 50 vagas para os atletas amadores disputarem a final do circuito em Las Vegas em 2012.

Susana Festner supreende favoritas e vence o Ironman Brasil 70.3

Enquanto na prova masculina a decisão do primeiro lugar aconteceu no trecho de ciclismo, a vitória feminina do Ironman Brasil 70.3 se deu na corrida, com Susana Festner surpreendendo as favoritas. A disputa aconteceu nesse sábado (27/08) na cidade de Penha (SC), tendo o parque Beto Carrero Word como arena.

Direto de Penha (SC) - A elite feminina veio em peso para a disputa, com Vanessa Gianinni tentando o tricampeonato, Ariane Monticelli buscando repetir o sucesso do Ironman Brasil, além de outras meninas fortes como Maria Soledad Omar e Mariana Borges. A americana Jacqui Gordon e a sul-africana Claire Horner apareciam como favoritas também, já que possuem bons resultados no exterior.

A competição teve início às 9h30 com a prova de natação, hora em que o tempo estava nublado, o mar calmo e a temperatura da água na marca dos 16˚C. Vanessa Gianinni saiu da água em primeiro com uma larga vantagem para Soledad Omar, condição que se manteve no início do ciclismo.

Vanessa ganhava cada vez mais vantagem na bike, tendo Mariana Andrade e Soledad Omar como perseguidoras, mas com uma larga vantagem. Ariane Monticelli vinha num bom ritmo, mas foi penalizada em cinco minutos e foi obrigada a parar no Penalty Box, situação que Vanessa também foi obrigada a vivenciar.

Dessa forma Soledad teve caminho livre na liderança, mas a sul-africana Claire Horner e Susana não davam descanso para a argentina radicada em Niterói. Ao final, Soledad e Susana travaram um duelo passo a passo pela ponta, melhor para a brasileira, que venceu com o tempo de 4h18min35, seguida de perto pela estrangeira que foi vice com 4h19.

“Consegui encaixar uma corrida boa fazendo força o tempo inteiro”, conta emocionada a campeã. “Minha modalidade de origem é a corrida, mas no triathlon é muito mais difícil e eu vinha de várias quebras. Mas hoje deu tudo certo e o clima foi perfeito para competir, nublado e sem chuva”, completa Susana, que dedica a vitória a todos que a ajudam na carreira, em especial seus pais.

Claire competiu pela primeira vez no Brasil e gostou muito da receptividade das pessoas, mesmo ela não falando uma palavra em português. “As pessoas foram muito atenciosas comigo e agradeço ao povo brasileiro”, relata. “Achei que fosse encontrar um clima mais quente por aqui, não estou acostumada a competir no frio. Na bike foi complicado, pois tinham muitas pessoas num espaço curto e na corrida consegui me sair bem”, completa. “A Susana fez uma corrida fantástica. Ela me passou no quilômetro 20 e eu não consegui ultrapassá-la de volta”.

A terceira colocada foi Maria Soledad Omar, com o tempo de 4h20min07. “Minha natação foi super boa, mas a prova foi muito disputada. Como estou fazendo treinos de grande volume para correr um Ironman semana que vem, acho que faltou um pouco de consistência na corrida”, conta. Ela diz ainda que a prova foi muito disputada nessa última modalidade. “Para o público foi emocionante, pois a ponta mudava a toda hora”.

Vanessa Gianinni não conseguiu o tricampeonato e chegou na quarta colocação com 4h22min21. “Fui penalizada no fim do ciclismo e isso dá um baque muito forte. A diferença para a primeira colocada foi pequena, mas ela está de parabéns. Corremos a primeira perna juntas e ela fez um ritmo ótimo”. Além do penalty, a campineira também estava um pouco cansada da prova disputada no último final de semana em São Paulo. Mariana Borges fechou o pódio com a quinta colocação, ao marcar 4h33min35.

A edição 2011 do Ironman Brasil 70.3 foi mais uma vez um sucesso na opinião de Carlos Galvão, diretor da Latin Sports, empresa organizadora da prova. “É um sentimento muito bom poder entregar um evento como esse com tudo certo. A equipe toda está de parabéns e mais uma vez nosso contrato com o homem lá em cima [São Pedro] se mostrou 100%”.


Susana Festner supreende favoritas e vence o Ironman Brasil 70.3

Triathlon · 27 ago, 2011

Enquanto na prova masculina a decisão do primeiro lugar aconteceu no trecho de ciclismo, a vitória feminina do Ironman Brasil 70.3 se deu na corrida, com Susana Festner surpreendendo as favoritas. A disputa aconteceu nesse sábado (27/08) na cidade de Penha (SC), tendo o parque Beto Carrero Word como arena.

Direto de Penha (SC) - A elite feminina veio em peso para a disputa, com Vanessa Gianinni tentando o tricampeonato, Ariane Monticelli buscando repetir o sucesso do Ironman Brasil, além de outras meninas fortes como Maria Soledad Omar e Mariana Borges. A americana Jacqui Gordon e a sul-africana Claire Horner apareciam como favoritas também, já que possuem bons resultados no exterior.

A competição teve início às 9h30 com a prova de natação, hora em que o tempo estava nublado, o mar calmo e a temperatura da água na marca dos 16˚C. Vanessa Gianinni saiu da água em primeiro com uma larga vantagem para Soledad Omar, condição que se manteve no início do ciclismo.

Vanessa ganhava cada vez mais vantagem na bike, tendo Mariana Andrade e Soledad Omar como perseguidoras, mas com uma larga vantagem. Ariane Monticelli vinha num bom ritmo, mas foi penalizada em cinco minutos e foi obrigada a parar no Penalty Box, situação que Vanessa também foi obrigada a vivenciar.

Dessa forma Soledad teve caminho livre na liderança, mas a sul-africana Claire Horner e Susana não davam descanso para a argentina radicada em Niterói. Ao final, Soledad e Susana travaram um duelo passo a passo pela ponta, melhor para a brasileira, que venceu com o tempo de 4h18min35, seguida de perto pela estrangeira que foi vice com 4h19.

“Consegui encaixar uma corrida boa fazendo força o tempo inteiro”, conta emocionada a campeã. “Minha modalidade de origem é a corrida, mas no triathlon é muito mais difícil e eu vinha de várias quebras. Mas hoje deu tudo certo e o clima foi perfeito para competir, nublado e sem chuva”, completa Susana, que dedica a vitória a todos que a ajudam na carreira, em especial seus pais.

Claire competiu pela primeira vez no Brasil e gostou muito da receptividade das pessoas, mesmo ela não falando uma palavra em português. “As pessoas foram muito atenciosas comigo e agradeço ao povo brasileiro”, relata. “Achei que fosse encontrar um clima mais quente por aqui, não estou acostumada a competir no frio. Na bike foi complicado, pois tinham muitas pessoas num espaço curto e na corrida consegui me sair bem”, completa. “A Susana fez uma corrida fantástica. Ela me passou no quilômetro 20 e eu não consegui ultrapassá-la de volta”.

A terceira colocada foi Maria Soledad Omar, com o tempo de 4h20min07. “Minha natação foi super boa, mas a prova foi muito disputada. Como estou fazendo treinos de grande volume para correr um Ironman semana que vem, acho que faltou um pouco de consistência na corrida”, conta. Ela diz ainda que a prova foi muito disputada nessa última modalidade. “Para o público foi emocionante, pois a ponta mudava a toda hora”.

Vanessa Gianinni não conseguiu o tricampeonato e chegou na quarta colocação com 4h22min21. “Fui penalizada no fim do ciclismo e isso dá um baque muito forte. A diferença para a primeira colocada foi pequena, mas ela está de parabéns. Corremos a primeira perna juntas e ela fez um ritmo ótimo”. Além do penalty, a campineira também estava um pouco cansada da prova disputada no último final de semana em São Paulo. Mariana Borges fechou o pódio com a quinta colocação, ao marcar 4h33min35.

A edição 2011 do Ironman Brasil 70.3 foi mais uma vez um sucesso na opinião de Carlos Galvão, diretor da Latin Sports, empresa organizadora da prova. “É um sentimento muito bom poder entregar um evento como esse com tudo certo. A equipe toda está de parabéns e mais uma vez nosso contrato com o homem lá em cima [São Pedro] se mostrou 100%”.

Adriano Sacchetto vence Ironman Brasil 70.3 pela primeira vez

- Neste sábado (27/08) o dia amanheceu nublado na cidade de Penha (SC), local da edição 2011 do Ironman Brasil 70.3 prova em que cerca de 800 atletas estiveram reunidos. Ao final do 1,9 quilômetro de natação, 90 de bike e 21 de corrida, o brasileiro Adriano Sacchetto sagrou-se campeão da prova.

Direto de Penha (SC) - A prova deste ano reuniu atletas renomados do triathlon, como Reinaldo Colucci, Guilherme Manocchio, Ezequiel Morales, Santiago Ascenço, Fred Monteiro, Antônio Manssur e Guto Antunes. Todos eles protagonizaram ótimos duelos, principalmente no trecho do ciclismo.

O tiro de partida foi dado às 9h30 na Praia da Armação, com o mar calmo, pouca correnteza e temperatura na marca dos 16˚C para um trajeto de apenas uma volta. Logo de cara Luiz Francisco de Paiva , o Chicão, imprimiu um forte ritmo e saiu da água em primeiro, sendo perseguido por Rafael Brandão, Colucci e Fred Monteiro.

O ciclismo foi disputado na Rodovia TransBeto, que liga o Parque Beto Carrero World à BR 101. Dois pelotões se formaram após a primeira volta, o primeiro tendo à frente Sacchetto, Chicão, Rafael Brandão, Colucci e Fred Monteiro e no segundo Santiago, Ezequiel, Manoccio e Mansur, com uma diferença de mais de três minutos. Em seguida Sacchetto conseguiu abrir em relação aos adversários e se manteve bem no trecho de corrida, também disputado na Transbeto.

Ele cruzou a linha de chegada com o tempo de 3h49min52 para sagrar-se campeão pela primeira vez. “Fiz uma boa natação, saí bem da água e subi na bike já sabendo que eu precisaria abrir muito, pois a corrida seria bem difícil”, comenta o campeão, “Consegui abrir na última volta da bike e saí para correr segurando o ímpeto dos dez primeiros minutos e deu certo. Estou muito feliz com o resultado”. Ele já havia disputado a prova em 2009, sob um sol escaldante, e afirma que o clima de hoje ajudou muito. “Essa prova já é pesada, ainda bem que não estava quente”, completa o campeão, que baixou em 12 minutos seu antigo tempo.

Santiago foi o segundo colocado com 3h51min59 e relata que ficou satisfeito com o resultado, mesmo tendo uma expectativa maior antes da largada. “O Saccetto está de parabéns e mereceu a vitória. O clima fresco e sem vento ajudou na obtenção de tempos, mas para mim seria melhor se tivesse um ventinho, pois nivelaria por cima. Do jeito que estava nivelou por baixo, mas são coisas que não estão sob nosso controle”, completa o goiano que disputará uma prova em casa no dia sete de setembro e depois se dedicará ao Troféu Brasil.

Colucci, que atualmente tem se focado em provas com distância olímpica, foi o terceiro com 3h52min18. “Vim com o objetivo de ficar entre os três e sabia que seria complicado vencer, pois essa distância não tem sido meu foco”, relata. “Briguei pela ponta até o final, fiz minha prova, e não consegui a vitória por um detalhe”, ressalta. Agora ele se dedicará exclusivamente aos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, a serem disputados em outubro próximo.

Ezequiel Morales, campeão ano passado, desta vez ficou com o quarto lugar (3h52min41). “O resultado foi bom pelo pódio, mas foi uma prova muito forte. Nosso grupo não se organizou muito bem para buscar os líderes e o Adriano abriu muito”, relata Ezequiel, campeão ano passado, mas que dessa vez sofreu com câimbras. Guilherme Manocchio foi o quinto (3h55min01) e conta que o nascimento do filho mudou sua rotina. “Muitas vezes tenho que acordar de madrugada, o que certamente prejudica os treinos, mas ter um filho é uma benção”.

Entre as mulheres, quem venceu foi a também brasileira Susana Festner, ao surpreender ao encaixar uma boa corrida para derrotar as adversárias.


Adriano Sacchetto vence Ironman Brasil 70.3 pela primeira vez

Triathlon · 27 ago, 2011

- Neste sábado (27/08) o dia amanheceu nublado na cidade de Penha (SC), local da edição 2011 do Ironman Brasil 70.3 prova em que cerca de 800 atletas estiveram reunidos. Ao final do 1,9 quilômetro de natação, 90 de bike e 21 de corrida, o brasileiro Adriano Sacchetto sagrou-se campeão da prova.

Direto de Penha (SC) - A prova deste ano reuniu atletas renomados do triathlon, como Reinaldo Colucci, Guilherme Manocchio, Ezequiel Morales, Santiago Ascenço, Fred Monteiro, Antônio Manssur e Guto Antunes. Todos eles protagonizaram ótimos duelos, principalmente no trecho do ciclismo.

O tiro de partida foi dado às 9h30 na Praia da Armação, com o mar calmo, pouca correnteza e temperatura na marca dos 16˚C para um trajeto de apenas uma volta. Logo de cara Luiz Francisco de Paiva , o Chicão, imprimiu um forte ritmo e saiu da água em primeiro, sendo perseguido por Rafael Brandão, Colucci e Fred Monteiro.

O ciclismo foi disputado na Rodovia TransBeto, que liga o Parque Beto Carrero World à BR 101. Dois pelotões se formaram após a primeira volta, o primeiro tendo à frente Sacchetto, Chicão, Rafael Brandão, Colucci e Fred Monteiro e no segundo Santiago, Ezequiel, Manoccio e Mansur, com uma diferença de mais de três minutos. Em seguida Sacchetto conseguiu abrir em relação aos adversários e se manteve bem no trecho de corrida, também disputado na Transbeto.

Ele cruzou a linha de chegada com o tempo de 3h49min52 para sagrar-se campeão pela primeira vez. “Fiz uma boa natação, saí bem da água e subi na bike já sabendo que eu precisaria abrir muito, pois a corrida seria bem difícil”, comenta o campeão, “Consegui abrir na última volta da bike e saí para correr segurando o ímpeto dos dez primeiros minutos e deu certo. Estou muito feliz com o resultado”. Ele já havia disputado a prova em 2009, sob um sol escaldante, e afirma que o clima de hoje ajudou muito. “Essa prova já é pesada, ainda bem que não estava quente”, completa o campeão, que baixou em 12 minutos seu antigo tempo.

Santiago foi o segundo colocado com 3h51min59 e relata que ficou satisfeito com o resultado, mesmo tendo uma expectativa maior antes da largada. “O Saccetto está de parabéns e mereceu a vitória. O clima fresco e sem vento ajudou na obtenção de tempos, mas para mim seria melhor se tivesse um ventinho, pois nivelaria por cima. Do jeito que estava nivelou por baixo, mas são coisas que não estão sob nosso controle”, completa o goiano que disputará uma prova em casa no dia sete de setembro e depois se dedicará ao Troféu Brasil.

Colucci, que atualmente tem se focado em provas com distância olímpica, foi o terceiro com 3h52min18. “Vim com o objetivo de ficar entre os três e sabia que seria complicado vencer, pois essa distância não tem sido meu foco”, relata. “Briguei pela ponta até o final, fiz minha prova, e não consegui a vitória por um detalhe”, ressalta. Agora ele se dedicará exclusivamente aos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, a serem disputados em outubro próximo.

Ezequiel Morales, campeão ano passado, desta vez ficou com o quarto lugar (3h52min41). “O resultado foi bom pelo pódio, mas foi uma prova muito forte. Nosso grupo não se organizou muito bem para buscar os líderes e o Adriano abriu muito”, relata Ezequiel, campeão ano passado, mas que dessa vez sofreu com câimbras. Guilherme Manocchio foi o quinto (3h55min01) e conta que o nascimento do filho mudou sua rotina. “Muitas vezes tenho que acordar de madrugada, o que certamente prejudica os treinos, mas ter um filho é uma benção”.

Entre as mulheres, quem venceu foi a também brasileira Susana Festner, ao surpreender ao encaixar uma boa corrida para derrotar as adversárias.

Triatletas fazem treino de reconhecimento para o Ironman Brasil 70.3

Direto de Penha - Na manhã dessa sexta-feira (26/08) vários triatletas se reuniram na praia da Armação, em Penha (SC), para um simulado de natação do Ironman Brasil 70.3. Diversos competidores vestiram suas roupas de borracha e encararam o mar gelado num último treino antes dos 1,9 quilômetro de natação, 90 de bike e 21 de corrida a serem disputados nesse sábado (27/08).

Entre os corredores de elite que fizeram o treino estavam os argentinos radicados em Niterói Maria Soledad Omar e Ezequiel Morales, a bicampeã da prova Vanessa Gianinni, além de Mariana Borges e Suzana Fastner, assim como diversos triatletas amadores.

Apesar do dia ter amanhecido ensolarado e sem chuva, o vento gelado e a baixa temperatura da água fizeram algumas pessoas pensarem duas vezes antes de iniciar o treino. Em contrapartida, o mar calmo e sem ondas os reanimou novamente e após algumas braçadas o frio nem foi mais lembrado.

“Hoje foi o segundo dia de treino na água e pensei que estaria menos gelada, mas não estava. Mas na hora da largada o calor da prova deve ajudar”, relata Ezequiel. “O nível desse ano está muito forte, com Reinaldo Colucci, Guilherme Manocchio, Chicão, Santiago Ascenço e acho que quem conseguir se dar melhor na bicicleta deve levar o título”, completa.

Já para Soledad, apesar da água gelada foi possível fazer um bom treino. “Na prova vamos esquecer o frio e espero que esteja mais quente”, relata. “Entre as adversárias acho que quase todas as brasileiras vêm fortes, principalmente a Vanessa Gianinni, que já venceu duas vezes”, completa a triatleta que foi vice ano passado. “Também tem uma sul-africana e uma americana que possuem bons ritmos e acho que a definição será na corrida”.

Suzana Fastner e Mariana Borges chegaram a Penha nessa sexta-feira e foram direto para a água. “O sol abriu e espero que continue assim. Estou me sentindo bem e acredito que será uma competição bem disputada entre as brasileiras e as estrangeiras”, relata Suzana. Para Mariana o simulado serviu para conhecer o novo local da largada. “Apesar da água gelada foi um bom treino e agora vamos pedalar um pouco e deixar tudo pronto para amanhã”. O objetivo dela é melhorar a quarta colocação obtida ano passado.
A largada do Ironman Brasil 70.3 está marcada para as 9h30 na praia de armação.


Triatletas fazem treino de reconhecimento para o Ironman Brasil 70.3

Triathlon · 26 ago, 2011

Direto de Penha - Na manhã dessa sexta-feira (26/08) vários triatletas se reuniram na praia da Armação, em Penha (SC), para um simulado de natação do Ironman Brasil 70.3. Diversos competidores vestiram suas roupas de borracha e encararam o mar gelado num último treino antes dos 1,9 quilômetro de natação, 90 de bike e 21 de corrida a serem disputados nesse sábado (27/08).

Entre os corredores de elite que fizeram o treino estavam os argentinos radicados em Niterói Maria Soledad Omar e Ezequiel Morales, a bicampeã da prova Vanessa Gianinni, além de Mariana Borges e Suzana Fastner, assim como diversos triatletas amadores.

Apesar do dia ter amanhecido ensolarado e sem chuva, o vento gelado e a baixa temperatura da água fizeram algumas pessoas pensarem duas vezes antes de iniciar o treino. Em contrapartida, o mar calmo e sem ondas os reanimou novamente e após algumas braçadas o frio nem foi mais lembrado.

“Hoje foi o segundo dia de treino na água e pensei que estaria menos gelada, mas não estava. Mas na hora da largada o calor da prova deve ajudar”, relata Ezequiel. “O nível desse ano está muito forte, com Reinaldo Colucci, Guilherme Manocchio, Chicão, Santiago Ascenço e acho que quem conseguir se dar melhor na bicicleta deve levar o título”, completa.

Já para Soledad, apesar da água gelada foi possível fazer um bom treino. “Na prova vamos esquecer o frio e espero que esteja mais quente”, relata. “Entre as adversárias acho que quase todas as brasileiras vêm fortes, principalmente a Vanessa Gianinni, que já venceu duas vezes”, completa a triatleta que foi vice ano passado. “Também tem uma sul-africana e uma americana que possuem bons ritmos e acho que a definição será na corrida”.

Suzana Fastner e Mariana Borges chegaram a Penha nessa sexta-feira e foram direto para a água. “O sol abriu e espero que continue assim. Estou me sentindo bem e acredito que será uma competição bem disputada entre as brasileiras e as estrangeiras”, relata Suzana. Para Mariana o simulado serviu para conhecer o novo local da largada. “Apesar da água gelada foi um bom treino e agora vamos pedalar um pouco e deixar tudo pronto para amanhã”. O objetivo dela é melhorar a quarta colocação obtida ano passado.
A largada do Ironman Brasil 70.3 está marcada para as 9h30 na praia de armação.

Retirada de kits do Meio Ironman Brasil vai até 18h desta sexta (26)

Triathlon · 25 ago, 2011

Direto de Penha (SC) - Já estão disponíveis os kits para os competidores do Ironman Brasil 70.3, competição que será realizada neste sábado (27) no município de Penha (SC). Vale lembrar que a retirada vai até as 18h desta sexta-feira (26) na Expo realizada dentro do Parque Beto Carrero.

O material é composto por diversos itens, que devem ser conferidos minuciosamente para evitar problemas durante a prova e, após a retirada, é necessário validar o chip de cronometragem no quiosque montado ao lado do balcão dos kits. Para deixar o processo mais ágil, existem diversos boxes para atender os atletas.

Além da retirada de kits, a Expo oferece diversas lojas com produtos relacionados ao triathlon, além das fotos oficiais do evento, disponibilizadas pelo Webrun. Existe a opção de comprar em nosso estande o pacote com todas as fotos digitais e o vídeo da chegada, ou ainda é possível obtê-los pelo site de venda.

Conteúdo do Kit

  • Dois números
  • Oito alfinetes de segurança
  • Uma touca de látex
  • Uma pulseira de identificação
  • Uma sacola azul
  • Uma bolsa amarela
  • Uma bolsa branca
  • Um chip com tornozeleira
  • Uma tag de plástico com fio forte
  • Uma etiqueta adesiva com número de prova
  • Cinco adesivos com o número de prova do atleta
  • Uma etiqueta adesiva com fundo preto
  • Camiseta
  • Folders promocionais
  • Uma etiqueta de checkout
  • Elite só se classifica para mundial de Ironman 70.3 pelo ranking

    Triathlon · 16 ago, 2011

    Pela primeira vez no Ironman 70.3 Brasil, as cinquenta vagas classificatórias para o Campeonato Mundial de Ironman 70.3, que será em Las Vegas, Nevada (EUA), em 2012, serão distribuídas entre os atletas da categoria amador feminino e masculino. A distribuição será feita proporcionalmente ao número de atletas inscritos em cada grupo etário. Esta informação será divulgada na semana anterior ao evento, que será realizado no dia 27 de agosto em Penha (SC).

    Os atletas da elite das categorias femininos e masculinos têm chance de se classificar para o Mundial de Ironman 70.3 por meio do ranking de pontuação estabelecido pela World Triathlon Corporation (WTC) em 2011. Todos os atletas que terminarem a prova dentro do tempo máximo de oito horas receberão medalha e camiseta de finisher.

    Os cinco primeiros colocados do profissional serão premiados em dinheiro e os três primeiros atletas amadores, no masculino e feminino, serão premiados com troféus. Para a elite do masculino e feminino, o primeiro colocado recebe quatro mil reais, o segundo 2.500 reais, o terceiro dois mil reais, o quarto mil reais e o quinto colocado recebe 500 reais.

    As inscrições para o Ironman 70.3 Brasil 2011 já estão esgotadas. As inscrições para a edição de 2012 começam no dia cinco de setembro de 2011, no site oficial do evento www.meioironmanbrasil.com.br

    Revezamento Beto Carrero anima cidade de Penha

    Santa Catarina - O dia amanheceu perfeito para os mais de 900 maratonistas de diversos estados brasileiros que participaram da Maratona de Revezamento Beto Carrero no último sábado (5). A previsão de tempo nublado não se confirmou e um lindo céu de brigadeiro corou a prova com chave de ouro. Essa foi a primeira competição do país realizada num parque temático e inspirada nos moldes da Disney.

    A prova de 42,2km começou às 8h15h. As equipes de dois, quatro e oito atletas se revezaram num percurso de 5.250 metros. Todos correram dentro do parque Beto Carrero em ruas de terra batida e com muita natureza. Além disso, o percurso passou por dinossauros, répteis, carros temáticos e seu final era em frente à Big Tower. Das 237 equipes inscritas, 47 eram octetos, 82 quartetos e 108 duplas.

    Diferenciais – Os atletas da Maratona Beto Carrero contaram com uma boa infra-estrutura para o evento. Além do guarda volumes do parque, foi disponibilizado aos atletas espaço para tendas das equipes, tenda com isotônico para todos os participantes, massagem, mesa de frutas e sucos à vontade, antes, durante e após a prova. Ao término do percurso, os integrantes das equipes ganharam toalha alusiva ao evento, medalha e fotos.

    A prova teve como diferencial a regra de revezamento para as duplas inscritas. Enquanto as equipes de quatro atletas tiveram que fazer duas voltas seguidas e os octetos uma volta cada, as equipes de dois atletas puderam escolher quantas voltas cada um daria e em qual seqüência seria. Segundo Nádia Ilvana, 31 anos, essa regra possibilitou que mais atletas pudessem correr mais voltas, sem a obrigatoriedade de dar voltas seguidas, tendo assim um tempo precioso para descanso, principalmente no caso dos atletas com menos experiência em provas de fundo.

    A cada volta completada, os atletas corriam pelo tapete de cronometragem e entregavam o bastão ao próximo membro de sua equipe. Os demais faziam uma torcida animada incentivando seu colega. Um palco montado entre o tapete e o local de troca serviu de arena para os demais membros das equipes e os torcedores acompanharem de perto a performance de todos.

    Animação – Para animar ainda mais a corrida, personagens como o Zé Galinha, da família Buscapé, as belas Marias Briteiras e o mau encarado Billy The Kid garantiram a diversão dos que assistiam e dos que corriam o revezamento.

    Enquanto as Marias Briteiras seduziam os rapazes após a passagem do bastão, o simpático Zé Galinha apostava corrida com os atletas que passavam por ele, que deixavam o personagem da família Buscapé comendo poeira. O Billy the Kid, um atirador de roupa de couro, barba longa e óculos escuros tentava com duas pistolas intimidar o público e os atletas que passavam pelo palco, sem muito sucesso.

    Um dos destaques da prova foi a presença feminina. Mais de um terço dos competidores eram mulheres, a maioria de Santa Catarina. Além das catarinenses, atletas femininas dos demais estados marcaram presença, democratizando e embelezando ainda mais a competição. Segundo Kiko, organizador da Maratona, a presença de 33,4% de mulheres no evento é mais uma prova do sucesso da Maratona Beto Carrero. “Normalmente provas de revezamento e tradicionais têm índices muito inferiores de público feminino”.

    Anjo – Além dos personagens característicos do parque, a prova contou com a participação de uma equipe especial. A dupla mista
    Andréa Diniz e José Henrique tem como nome da equipe a primeira sílaba da cada nome, Anjo. Eles vieram de Jaboatão dos Guararapes e marcaram presença no evento com um a quinta colocação.

    Ao ser perguntado do que estava achando da prova, Andréa disse: “estou adorando, mas como faz frio aqui”. José Henrique teve que vender mais de cinco mil picolés a 25 centavos cada para conseguir dinheiro para a prova, estadia, etc. “Foi um sonho realizado”, conta o corredor.

    O casal, que na verdade são apenas bons amigos, foram o símbolo do objetivo da prova: passar por momentos de superação, alegria, descontração e diversão.

    Maratona Beto Carrero em 2009 – De acordo com os organizadores, o contrato para a segunda edição em 2009 já foi renovado. Um dos motivos para isso foi a grande procura pelo evento. No começo eram esperadas 200 equipes, número limite, mas acabaram se inscrevendo 237 times.

    Vencedores de cada categoria -

  • Dupla Feminina: Tribo do Esporte/ Luna Lagoa Pousada, 3h17min04
  • Dupla Masculina: Bela Vista Country Club, 2h37min49
  • Dupla Mista: Luiz & Amlia, 2h40min27
  • Quarteto Feminino: Cia. da Corrida 4 Womam, 3h29min57
  • Quarteto Masculino: Arroz Urbano/ C10 esportes, 2h36min20
  • Quarteto Misto: Fit Batel, 3h06min34
  • Octeto Feminino: Equipe Andarilha, 3h15min06
  • Octeto Masculino: Marinha do Brasil, 2h40min17
  • Octeto Misto: ADR Sulfabril, 2h47min23

  • Revezamento Beto Carrero anima cidade de Penha

    Maratona · 07 jul, 2008

    Santa Catarina - O dia amanheceu perfeito para os mais de 900 maratonistas de diversos estados brasileiros que participaram da Maratona de Revezamento Beto Carrero no último sábado (5). A previsão de tempo nublado não se confirmou e um lindo céu de brigadeiro corou a prova com chave de ouro. Essa foi a primeira competição do país realizada num parque temático e inspirada nos moldes da Disney.

    A prova de 42,2km começou às 8h15h. As equipes de dois, quatro e oito atletas se revezaram num percurso de 5.250 metros. Todos correram dentro do parque Beto Carrero em ruas de terra batida e com muita natureza. Além disso, o percurso passou por dinossauros, répteis, carros temáticos e seu final era em frente à Big Tower. Das 237 equipes inscritas, 47 eram octetos, 82 quartetos e 108 duplas.

    Diferenciais – Os atletas da Maratona Beto Carrero contaram com uma boa infra-estrutura para o evento. Além do guarda volumes do parque, foi disponibilizado aos atletas espaço para tendas das equipes, tenda com isotônico para todos os participantes, massagem, mesa de frutas e sucos à vontade, antes, durante e após a prova. Ao término do percurso, os integrantes das equipes ganharam toalha alusiva ao evento, medalha e fotos.

    A prova teve como diferencial a regra de revezamento para as duplas inscritas. Enquanto as equipes de quatro atletas tiveram que fazer duas voltas seguidas e os octetos uma volta cada, as equipes de dois atletas puderam escolher quantas voltas cada um daria e em qual seqüência seria. Segundo Nádia Ilvana, 31 anos, essa regra possibilitou que mais atletas pudessem correr mais voltas, sem a obrigatoriedade de dar voltas seguidas, tendo assim um tempo precioso para descanso, principalmente no caso dos atletas com menos experiência em provas de fundo.

    A cada volta completada, os atletas corriam pelo tapete de cronometragem e entregavam o bastão ao próximo membro de sua equipe. Os demais faziam uma torcida animada incentivando seu colega. Um palco montado entre o tapete e o local de troca serviu de arena para os demais membros das equipes e os torcedores acompanharem de perto a performance de todos.

    Animação – Para animar ainda mais a corrida, personagens como o Zé Galinha, da família Buscapé, as belas Marias Briteiras e o mau encarado Billy The Kid garantiram a diversão dos que assistiam e dos que corriam o revezamento.

    Enquanto as Marias Briteiras seduziam os rapazes após a passagem do bastão, o simpático Zé Galinha apostava corrida com os atletas que passavam por ele, que deixavam o personagem da família Buscapé comendo poeira. O Billy the Kid, um atirador de roupa de couro, barba longa e óculos escuros tentava com duas pistolas intimidar o público e os atletas que passavam pelo palco, sem muito sucesso.

    Um dos destaques da prova foi a presença feminina. Mais de um terço dos competidores eram mulheres, a maioria de Santa Catarina. Além das catarinenses, atletas femininas dos demais estados marcaram presença, democratizando e embelezando ainda mais a competição. Segundo Kiko, organizador da Maratona, a presença de 33,4% de mulheres no evento é mais uma prova do sucesso da Maratona Beto Carrero. “Normalmente provas de revezamento e tradicionais têm índices muito inferiores de público feminino”.

    Anjo – Além dos personagens característicos do parque, a prova contou com a participação de uma equipe especial. A dupla mista Andréa Diniz e José Henrique tem como nome da equipe a primeira sílaba da cada nome, Anjo. Eles vieram de Jaboatão dos Guararapes e marcaram presença no evento com um a quinta colocação.

    Ao ser perguntado do que estava achando da prova, Andréa disse: “estou adorando, mas como faz frio aqui”. José Henrique teve que vender mais de cinco mil picolés a 25 centavos cada para conseguir dinheiro para a prova, estadia, etc. “Foi um sonho realizado”, conta o corredor.

    O casal, que na verdade são apenas bons amigos, foram o símbolo do objetivo da prova: passar por momentos de superação, alegria, descontração e diversão.

    Maratona Beto Carrero em 2009 – De acordo com os organizadores, o contrato para a segunda edição em 2009 já foi renovado. Um dos motivos para isso foi a grande procura pelo evento. No começo eram esperadas 200 equipes, número limite, mas acabaram se inscrevendo 237 times.

    Vencedores de cada categoria -

  • Dupla Feminina: Tribo do Esporte/ Luna Lagoa Pousada, 3h17min04
  • Dupla Masculina: Bela Vista Country Club, 2h37min49
  • Dupla Mista: Luiz & Amlia, 2h40min27
  • Quarteto Feminino: Cia. da Corrida 4 Womam, 3h29min57
  • Quarteto Masculino: Arroz Urbano/ C10 esportes, 2h36min20
  • Quarteto Misto: Fit Batel, 3h06min34
  • Octeto Feminino: Equipe Andarilha, 3h15min06
  • Octeto Masculino: Marinha do Brasil, 2h40min17
  • Octeto Misto: ADR Sulfabril, 2h47min23
  • Atleta vende picolés para correr Beto Carrero

    Os amigos José Henrique Coutinho e Andréa Diniz, inscritos na Maratona Beto Carrero, que acontece nesse sábado (05) em Penha (SC), lutaram muito para conseguir arcar com os custos de inscrição, passagem aérea e hospedagem para a competição. Moradores de Jaboatão dos Guararapes, município vizinho à capital pernambucana Recife, eles juntaram dinheiro vendendo picolés na praia. Veja a história.

    São Paulo - A professora de educação infantil e o ex-jardineiro e atual vendedor de picolés se conheceram nas corridas há cerca de quatro anos. Desde então sempre participam juntos de diversas competições na região onde moram (PE).

    Tudo começou em 2004, ano que Andréa se separou do marido e na época começou a procurar uma dupla para treinar. Foi quando ela conheceu José, membro do clube Corredores do Recife. “Meu ex-marido disse para eu viver a minha vida com as corridas e foi aí que eu conheci o José, meu companheiro de treinos”, lembra Andréa.

    Desde então eles treinam diariamente logo de manhã. “Ele vem correndo da casa dele até a minha casa, cerca de 10 quilômetros, e só depois começamos os treinos”, revela Andréa. Depois do exercício matinal, Andréa vai lecionar e segundo ela, seus alunos adoram ter uma professora que também é uma corredora. Já José segue para a praia com seus picolés.

    E foi com picolés que ele arrecadou dinheiro para a Maratona do Beto Carrero. Para isso, José teve que vender cinco mil picolés na praia, cada um a R$0,25. “Consegui vender tudo em mais ou menos um mês”, conta o atleta de 48 anos que caminha cerca de 50 quilômetros diários para vender sua mercadoria.

    Já Andréa pôde bancar as próprias despesas, pois tem um salário fixo, ao contrário do companheiro, que em dias de chuva, por exemplo, sofre com a falta de consumidores nas areias do nordeste.

    Sonho - Mas os dois não se importam com as adversidades e encontram maneiras inusitadas de realizarem os sonhos. Essa será a segunda maratona de revezamento da dupla, que já participou de uma competição parecida na Bahia. “Lá ficamos em segundo lugar, quem sabe não conseguimos um pódio sábado”, diz o esperançoso atleta.

    A dupla batizada de “anjo” tem dois significados: a união das inicias dos nomes Andréa e José, além de ser uma prece aos anjos do céu, para que eles consigam patrocínio e possam correr mais provas pelo Brasil. E para aqueles que pensam que o relacionamento dos dois vai álém, enganam-se. De acordo com José, eles são apenas bons amigos com objetivos parecidos.

    A Maratona Beto Carrero tem largarda às 8h em frente à atração Big Tower, na cidade de Penha, em Santa Catarina.


    Atleta vende picolés para correr Beto Carrero

    Maratona · 04 jul, 2008

    Os amigos José Henrique Coutinho e Andréa Diniz, inscritos na Maratona Beto Carrero, que acontece nesse sábado (05) em Penha (SC), lutaram muito para conseguir arcar com os custos de inscrição, passagem aérea e hospedagem para a competição. Moradores de Jaboatão dos Guararapes, município vizinho à capital pernambucana Recife, eles juntaram dinheiro vendendo picolés na praia. Veja a história.

    São Paulo - A professora de educação infantil e o ex-jardineiro e atual vendedor de picolés se conheceram nas corridas há cerca de quatro anos. Desde então sempre participam juntos de diversas competições na região onde moram (PE).

    Tudo começou em 2004, ano que Andréa se separou do marido e na época começou a procurar uma dupla para treinar. Foi quando ela conheceu José, membro do clube Corredores do Recife. “Meu ex-marido disse para eu viver a minha vida com as corridas e foi aí que eu conheci o José, meu companheiro de treinos”, lembra Andréa.

    Desde então eles treinam diariamente logo de manhã. “Ele vem correndo da casa dele até a minha casa, cerca de 10 quilômetros, e só depois começamos os treinos”, revela Andréa. Depois do exercício matinal, Andréa vai lecionar e segundo ela, seus alunos adoram ter uma professora que também é uma corredora. Já José segue para a praia com seus picolés.

    E foi com picolés que ele arrecadou dinheiro para a Maratona do Beto Carrero. Para isso, José teve que vender cinco mil picolés na praia, cada um a R$0,25. “Consegui vender tudo em mais ou menos um mês”, conta o atleta de 48 anos que caminha cerca de 50 quilômetros diários para vender sua mercadoria.

    Já Andréa pôde bancar as próprias despesas, pois tem um salário fixo, ao contrário do companheiro, que em dias de chuva, por exemplo, sofre com a falta de consumidores nas areias do nordeste.

    Sonho - Mas os dois não se importam com as adversidades e encontram maneiras inusitadas de realizarem os sonhos. Essa será a segunda maratona de revezamento da dupla, que já participou de uma competição parecida na Bahia. “Lá ficamos em segundo lugar, quem sabe não conseguimos um pódio sábado”, diz o esperançoso atleta.

    A dupla batizada de “anjo” tem dois significados: a união das inicias dos nomes Andréa e José, além de ser uma prece aos anjos do céu, para que eles consigam patrocínio e possam correr mais provas pelo Brasil. E para aqueles que pensam que o relacionamento dos dois vai álém, enganam-se. De acordo com José, eles são apenas bons amigos com objetivos parecidos.

    A Maratona Beto Carrero tem largarda às 8h em frente à atração Big Tower, na cidade de Penha, em Santa Catarina.

    Maratona Beto Carrero: veja algumas informações

    Maratona · 03 jul, 2008

    No próximo sábado acontece a primeira edição da Maratona Beto Carrero, prova de revezamento a ser realizada no interior do Complexo Esportivo de mesmo nome. Os atletas vão largar da Big Tower e seguir por um trajeto que passa ao lado de diversas atrações do parque. Confira algumas informações importantes para quem vai participar.

    Todos os inscritos recebem no kit um ingresso para o Beto Carrero World, mas quem quiser entradas extras para os acompanhantes, ainda pode adquiri-las sob o valor promocional de R$ 48 até o dia 05/07. Crianças abaixo de quatro anos não pagam.

    No dia do evento, quem precisar sair do complexo para ir ao hotel, ou para o veículo estacionado, poderá retornar normalmente, já que receberão um carimbo que autoriza a circulação. Vale lembrar também que haverá tendas de assessorias esportivas e equipes montadas em local próximo à largada.

    A retirada de kits deverá ser feita no Parque Beto Carrero nessa sexta-feira (04) das 14h às 20h. Vale lembrar que o estacionamento do local é pago e custa R$ 1 pelo período de uma hora de utilização.

    Inscrição da Maratona Beto Carrero encerra hoje

    Maratona · 24 jun, 2008

    Hoje é o último dia para realizar a inscrição on line para a Maratona Beto Carrero, competição que acontece no dia cinco de julho na cidade de Penha (SC). Essa é a primeira edição do evento e o percurso será montado num trajeto de 5.250 metros no interior do complexo turístico, no qual equipes de dois a oito competidores deverão completar os 42 quilômetros.

    De acordo com os organizadores, essa corrida foi inspirada na tradicional Maratona da Disney e o objetivo é reunir toda a família numa final de semana diferente, motivo pelo qual todos poderão adquirir passaportes do parque com desconto. O kit do atleta já vem com um ingresso e quem desejar pode adquirir outras entradas por R$ 48 (na bilheteria custam R$ 80).

    A largada acontece a partir das 8h em frente à Big Tower e os competidores passarão por várias áreas verde do parque. As inscrições podem ser feitas até hoje, com os cartões de crédito Visa ou MasterCard, além de boleto bancário, na seção Inscrição Online. O valor do investimento é de R$ 90 por atleta.