baldaia

Circuito Caixa tem novos líderes após Fortaleza

Corridas de Rua · 11 ago, 2008

A quinta etapa do Circuito Caixa aconteceu no último domingo (10) em Fortaleza (CE), com vitória de Giomar Pereira da Silva e Maria Zeferina Baldaia. Após essa etapa, a competição conta com novos líderes do ranking, já que o segundo lugar de Marizete Moreira lhe garante o primeiro posto na pontuação geral e Giomar aumentou a diferença para Marco Antonio Pereira.

O evento reuniu 2.400 pessoas, recorde absoluto de participação, sendo um total de 41 atletas de elite. A prova masculina de 10 quilômetros teve, até a metade do percurso, liderança do português Helder Ornelas, que está no Brasil se preparando para a maratona olímpica. Há poucos metros do final, Giomar, que vinha em terceiro, forçou o ritmo e conseguiu se sobrepor aos concorrentes para obter a vitória.

Ornelas tinha tudo para garantir o segundo lugar, mas sentiu uma fisgada na coxa direita e não completou a disputa. Ivanildo Pereira dos Anjos, o “Gomes”, resolveu então acelerar para ser o segundo colocado e, depois de cruzar a linha, desmaiou sentindo os efeitos do forte calor de quase 30 graus. Recuperou-se rapidamente depois de se hidratar e descansar alguns minutos na tenda médica.

“A prova foi muito forte e difícil pelo forte calor. No ano passado fiquei em quarto. Neste domingo, fui muito melhor e, como já conhecia o percurso, surpreendi o português e o Gomes no final”, conta Giomar. “Quero correr as demais provas do Circuito e garantir o título antes da São Silvestre, no dia 31 de dezembro, para não repetir o problema do ano passado quando fiquei com o vice-campeonato, sete pontos atrás do João da Bota”, explica o corredor baiano.

Ele agora soma 176 pontos, 19 à frente de Marco Antônio Pereira, que chegou na oitava colocação da disputa. Já o português, disse que a fisgada não o preocupa e que a aclimatação em Fortaleza para a competição da China foi muito produtiva. “A maratona é uma prova que sempre tem surpresas. Espero conseguir um bom resultado”, ressalta o atleta que tem como melhor tempo 2h09min59.


Baldaia é soberana - Maria Zeferina Baldaia mais uma vez mostrou que recuperou a boa forma e seguiu com o pelotão de frente até a metade da prova, ocasião em que acelerou o passo para a vitória. Ela fechou em 35min33, 1min20 à frente da segunda colocada Marizete Moreira dos Santos, que assumiu a liderança do ranking com 159 pontos, seis de diferença para Sueli Aparecida Vieira.

“A prova deste domingo foi minha estréia em corridas de rua em Fortaleza. No ano passado estive aqui, mas para correr no meeting disputado em pista. Gostei muito do percurso e, apesar do calor, a umidade estava bem maior do que em Sertãozinho, no interior de São Paulo, onde moro e treino”, conta a atleta que também venceu a quarta etapa realizada em Uberlândia, em Minas Gerais. Ela deve disputar a próxima etapa, em Ribeirão Preto, dia 14 de setembro.


Circuito Caixa tem novos líderes após Fortaleza

Corridas de Rua · 11 ago, 2008

A quinta etapa do Circuito Caixa aconteceu no último domingo (10) em Fortaleza (CE), com vitória de Giomar Pereira da Silva e Maria Zeferina Baldaia. Após essa etapa, a competição conta com novos líderes do ranking, já que o segundo lugar de Marizete Moreira lhe garante o primeiro posto na pontuação geral e Giomar aumentou a diferença para Marco Antonio Pereira.

O evento reuniu 2.400 pessoas, recorde absoluto de participação, sendo um total de 41 atletas de elite. A prova masculina de 10 quilômetros teve, até a metade do percurso, liderança do português Helder Ornelas, que está no Brasil se preparando para a maratona olímpica. Há poucos metros do final, Giomar, que vinha em terceiro, forçou o ritmo e conseguiu se sobrepor aos concorrentes para obter a vitória.

Ornelas tinha tudo para garantir o segundo lugar, mas sentiu uma fisgada na coxa direita e não completou a disputa. Ivanildo Pereira dos Anjos, o “Gomes”, resolveu então acelerar para ser o segundo colocado e, depois de cruzar a linha, desmaiou sentindo os efeitos do forte calor de quase 30 graus. Recuperou-se rapidamente depois de se hidratar e descansar alguns minutos na tenda médica.

“A prova foi muito forte e difícil pelo forte calor. No ano passado fiquei em quarto. Neste domingo, fui muito melhor e, como já conhecia o percurso, surpreendi o português e o Gomes no final”, conta Giomar. “Quero correr as demais provas do Circuito e garantir o título antes da São Silvestre, no dia 31 de dezembro, para não repetir o problema do ano passado quando fiquei com o vice-campeonato, sete pontos atrás do João da Bota”, explica o corredor baiano.

Ele agora soma 176 pontos, 19 à frente de Marco Antônio Pereira, que chegou na oitava colocação da disputa. Já o português, disse que a fisgada não o preocupa e que a aclimatação em Fortaleza para a competição da China foi muito produtiva. “A maratona é uma prova que sempre tem surpresas. Espero conseguir um bom resultado”, ressalta o atleta que tem como melhor tempo 2h09min59.


Baldaia é soberana - Maria Zeferina Baldaia mais uma vez mostrou que recuperou a boa forma e seguiu com o pelotão de frente até a metade da prova, ocasião em que acelerou o passo para a vitória. Ela fechou em 35min33, 1min20 à frente da segunda colocada Marizete Moreira dos Santos, que assumiu a liderança do ranking com 159 pontos, seis de diferença para Sueli Aparecida Vieira.

“A prova deste domingo foi minha estréia em corridas de rua em Fortaleza. No ano passado estive aqui, mas para correr no meeting disputado em pista. Gostei muito do percurso e, apesar do calor, a umidade estava bem maior do que em Sertãozinho, no interior de São Paulo, onde moro e treino”, conta a atleta que também venceu a quarta etapa realizada em Uberlândia, em Minas Gerais. Ela deve disputar a próxima etapa, em Ribeirão Preto, dia 14 de setembro.

Baldaia e Teles avaliam participação no Troféu

Atletismo · 26 jun, 2008

Maria Zeferina Baldaia e José Teles estiveram na pista de atletismo do Complexo Constâncio Vaz Guimarães, em são Paulo, na última quarta-feira (25) para a disputa da final dos 10 mil metros do Troféu Brasil de Atletismo. Em diferentes momentos da carreira, já que Baldaia ficou a um segundo do índice olímpico da Maratona e Teles integra o field canarinho dos 42 quilômetros de Pequim, ambos falam sobre o desempenho obtido.

São Paulo - A primeira a competir as 25 voltas foi Baldaia, que largou às 17h10 com uma temperatura de 14,4ºC e sensação térmica mais baixa devido ao vento, motivo pelo qual ela vestiu o uniforme “manguitos”. A atleta de Sertãozinho, interior de São Paulo, venceu a Maratona de São Paulo no início do mês e a etapa de Uberlândia do Circuito Caixa no último domingo (22) e demonstrou muita garra e força para garantir um terceiro lugar no Troféu Brasil.

A todo o momento ela se manteve entre as cinco primeiras do pelotão, sempre recebendo orientações de seu treinador Cláudio Castilho, que “cantava” o ritmo de cada volta e dizia para ela atacar ou se defender das adversárias. “O técnico perto ajuda muito, pois na prova fica difícil ter noção do ritmo, mesmo olhando no relógio. Com ele falando dá para se concentrar melhor e saber a hora certa de avançar”, afirma Baldaia.

Ela fechou com o tempo de 34min51seg59, contra 34min39seg72 da segunda colocada Cruz Nonata e 34min24seg64 da campeã Fabiana Cristine. “Eu sabia que os últimos cinco mil metros seriam mais fortes e resolvi dar o máximo de mim. A Fabiana vem de ótimos resultados e está de parabéns, assim como a Cruz, que é uma estreante em pista”, ressalta a sempre sorridente e atenciosa atleta que diz ainda que não esperava ficar nem entre as cinco primeiras.

Teles - José Teles largou às 18h30, com temperatura de 13,9ºC e começou bem a prova. Ele assumiu a liderança do pelotão na passagem dos três mil metros, mas não conseguiu suportar a pressão e foi ultrapassado logo em seguida. Treinado também por Castilho, assim como Baldaia ele corria sempre sob as orientações do técnico, que procurava acertar seu ritmo.

A 10 voltas do final a prova possuía dois pelotões e Teles começou a perder contato com os líderes e via os retardatários o alcancarem a cada passagem, fato que o levou a abandonar a disputa pouco depois. “O ritmo não estava tão forte no começo e consegui acompanhar o grupo até o quilômetro quatro, mas depois não deu mais para mim”, lamenta o maratonista.

Depois do Troféu ele volta a focar a preparação para Pequim e afirma que até o momento tudo tem dado certo conforme o planejado. “Estamos seguindo a planilha certinha e tudo indica que vou conseguir chegar 100% em Pequim”.

O Troféu Brasil de Atletismo vai até o próximo domingo (29) e, quem quiser acompanhar as provas, pode se dirigir à pista de atletismo do Ibirapuera, já que a entrada é franca. O endereço é Rua Manoel da Nóbrega, 1361.


Baldaia e Teles avaliam participação no Troféu

Atletismo · 26 jun, 2008

Maria Zeferina Baldaia e José Teles estiveram na pista de atletismo do Complexo Constâncio Vaz Guimarães, em são Paulo, na última quarta-feira (25) para a disputa da final dos 10 mil metros do Troféu Brasil de Atletismo. Em diferentes momentos da carreira, já que Baldaia ficou a um segundo do índice olímpico da Maratona e Teles integra o field canarinho dos 42 quilômetros de Pequim, ambos falam sobre o desempenho obtido.

São Paulo - A primeira a competir as 25 voltas foi Baldaia, que largou às 17h10 com uma temperatura de 14,4ºC e sensação térmica mais baixa devido ao vento, motivo pelo qual ela vestiu o uniforme “manguitos”. A atleta de Sertãozinho, interior de São Paulo, venceu a Maratona de São Paulo no início do mês e a etapa de Uberlândia do Circuito Caixa no último domingo (22) e demonstrou muita garra e força para garantir um terceiro lugar no Troféu Brasil.

A todo o momento ela se manteve entre as cinco primeiras do pelotão, sempre recebendo orientações de seu treinador Cláudio Castilho, que “cantava” o ritmo de cada volta e dizia para ela atacar ou se defender das adversárias. “O técnico perto ajuda muito, pois na prova fica difícil ter noção do ritmo, mesmo olhando no relógio. Com ele falando dá para se concentrar melhor e saber a hora certa de avançar”, afirma Baldaia.

Ela fechou com o tempo de 34min51seg59, contra 34min39seg72 da segunda colocada Cruz Nonata e 34min24seg64 da campeã Fabiana Cristine. “Eu sabia que os últimos cinco mil metros seriam mais fortes e resolvi dar o máximo de mim. A Fabiana vem de ótimos resultados e está de parabéns, assim como a Cruz, que é uma estreante em pista”, ressalta a sempre sorridente e atenciosa atleta que diz ainda que não esperava ficar nem entre as cinco primeiras.

Teles - José Teles largou às 18h30, com temperatura de 13,9ºC e começou bem a prova. Ele assumiu a liderança do pelotão na passagem dos três mil metros, mas não conseguiu suportar a pressão e foi ultrapassado logo em seguida. Treinado também por Castilho, assim como Baldaia ele corria sempre sob as orientações do técnico, que procurava acertar seu ritmo.

A 10 voltas do final a prova possuía dois pelotões e Teles começou a perder contato com os líderes e via os retardatários o alcancarem a cada passagem, fato que o levou a abandonar a disputa pouco depois. “O ritmo não estava tão forte no começo e consegui acompanhar o grupo até o quilômetro quatro, mas depois não deu mais para mim”, lamenta o maratonista.

Depois do Troféu ele volta a focar a preparação para Pequim e afirma que até o momento tudo tem dado certo conforme o planejado. “Estamos seguindo a planilha certinha e tudo indica que vou conseguir chegar 100% em Pequim”.

O Troféu Brasil de Atletismo vai até o próximo domingo (29) e, quem quiser acompanhar as provas, pode se dirigir à pista de atletismo do Ibirapuera, já que a entrada é franca. O endereço é Rua Manoel da Nóbrega, 1361.

Maratona de SP: Marizete e Baldaia querem título

Maratona · 28 maio, 2008

Duas corredoras de renome no atletismo brasileiro, Marizete Rezende e Maria Zeferina Baldaia, querem o título da Maratona de São Paulo neste domingo. Além de lutarem pelo bicampeonato da competição, ambas pretendem terminar com o jejum de títulos brasileiros, já que desde 2005 apenas estrangeiras tem vencido.

Campeã em 2001, Marizete disputará sua primeira competição do ano, já que sofreu uma fratura por estresse no quadril e passou os dois primeiros meses do ano em tratamento médico. “Foi a contusão mais complicada de minha carreira. Tenho uma perna menor do que a outra e estou me adaptando ao uso de uma palmilha especial para compensar o problema”, ressalta. Segundo ela, mesmo sem parâmetro ela pretende encaixar um bom tempo.

Já Baldaia, campeã da prova em 2002, também está entre as favoritas. Depois de não obter sucesso em conseguir o índice olímpico, a vencedora da Meia de Milão este ano (1h13min50) certamente será marcada pelas adversárias. “Meu sonho era ir para a Olimpíada e infelizmente não consegui a marca exigida na maratona por muito pouco. Estou me sentindo muito bem e por isso faço questão de correr em São Paulo”, a recordista da prova paulistana com 2h36min07.

Ela disputou a Maratona de Hamburgo em abril, onde marcou 2h38min37 e ficou a um minuto do Índice A exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo. “Ela está muito confiante e tenho certeza que fará uma boa competição”, ressalta o treinador Cláudio Castilho, que diz ainda que Baldaia teve uma ótima recuperação da prova.

A largada da prova será na ponte Estaiada, novo cartão postal da capital paulista situada na Marginal Pinheiros, na região do Brooklin, a partir das 9h. Já a chegada será na região do Obelisco do Parque Ibirapuera. A entrega dos kits, juntamente com o chip de cronometragem, será feita na quinta e na sexta-feira das 13 às 21 horas e no sábado, das 8 às 16 horas, no Ginásio Poliesportivo do Ibirapuera (Abílio Soares, 1;300). Não serão entregues kits no dia da prova.


Maratona de SP: Marizete e Baldaia querem título

Maratona · 28 maio, 2008

Duas corredoras de renome no atletismo brasileiro, Marizete Rezende e Maria Zeferina Baldaia, querem o título da Maratona de São Paulo neste domingo. Além de lutarem pelo bicampeonato da competição, ambas pretendem terminar com o jejum de títulos brasileiros, já que desde 2005 apenas estrangeiras tem vencido.

Campeã em 2001, Marizete disputará sua primeira competição do ano, já que sofreu uma fratura por estresse no quadril e passou os dois primeiros meses do ano em tratamento médico. “Foi a contusão mais complicada de minha carreira. Tenho uma perna menor do que a outra e estou me adaptando ao uso de uma palmilha especial para compensar o problema”, ressalta. Segundo ela, mesmo sem parâmetro ela pretende encaixar um bom tempo.

Já Baldaia, campeã da prova em 2002, também está entre as favoritas. Depois de não obter sucesso em conseguir o índice olímpico, a vencedora da Meia de Milão este ano (1h13min50) certamente será marcada pelas adversárias. “Meu sonho era ir para a Olimpíada e infelizmente não consegui a marca exigida na maratona por muito pouco. Estou me sentindo muito bem e por isso faço questão de correr em São Paulo”, a recordista da prova paulistana com 2h36min07.

Ela disputou a Maratona de Hamburgo em abril, onde marcou 2h38min37 e ficou a um minuto do Índice A exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo. “Ela está muito confiante e tenho certeza que fará uma boa competição”, ressalta o treinador Cláudio Castilho, que diz ainda que Baldaia teve uma ótima recuperação da prova.

A largada da prova será na ponte Estaiada, novo cartão postal da capital paulista situada na Marginal Pinheiros, na região do Brooklin, a partir das 9h. Já a chegada será na região do Obelisco do Parque Ibirapuera. A entrega dos kits, juntamente com o chip de cronometragem, será feita na quinta e na sexta-feira das 13 às 21 horas e no sábado, das 8 às 16 horas, no Ginásio Poliesportivo do Ibirapuera (Abílio Soares, 1;300). Não serão entregues kits no dia da prova.

Baldaia: treinador comenta fim do sonho olímpico

Maratona · 06 maio, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia figurava entre as favoritas para obter uma das vagas olímpicas da Maratona de Pequim, mas viu seu sonho se esvair após a Maratona de Hamburgo, no dia 27 de abril. Ela completou os 42,195 quilômetros em 2h38min34 e ficou a 1min34 da classificação para a prova chinesa.

Confira a história da atleta, além da análise de seu treinador, Cláudio Castilho, sobre a fase de preparação, o que deu errado na prova e os prognósticos para o futuro.

São Paulo - Aos 35 anos, Maria Zeferina Baldaia, natural de Nova Mônica, interior de Minas Gerais, desponta no cenário brasileiro do atletismo. Conhecida como a atleta de Sertãozinho (SP), local onde foi morar com os pais e os nove irmãos aos dois anos de idade, a atleta revela que já trabalhou como bóia fria e cortadora de cana na lavoura, época em que não imaginava que seria atleta profissional.

Sua primeira corrida veio cedo, aos 12 anos, numa gincana escolar, na qual correu quatro quilômetros de calça jeans e descalça. “Depois da corrida jurei que nunca mais ia correr porque doía tudo. Hoje sei que foi pela falta de experiência”, conta.

Durante 10 anos ela disputou provas na região até ser contratada pela Prefeitura de Ribeirão Preto para integrar o projeto Adote um Atleta, ocasião em que conheceu o treinador Cláudio Ribeiro. Porém, em 1996, ela saiu do Projeto e voltou para a lavoura, onde treinava apenas no fim da tarde.

Com algumas idas e vindas no esporte, Baldaia se firmou no atletismo em 2000, ocasião em que perdeu o emprego e resolveu se dedicar exclusivamente às corridas. Na época ela conseguiu patrocínio de uma companhia energética e já começava a obter bons resultados nas competições. Em 2001, Baldaia ficou conhecida nacionalmente após vencer a Sargento Gonzaguinha, a Volta da Pampulha e a tradicional São Silvestre.

Novos rumos - Em 2003, após uma série de contusões, trocou de técnico e se tornou pupila do Dr. Henrique Viana, da equipe mineira Pé de Vento e já mirava os Jogos Olímpicos de Pequim como um dos principais objetivos. Já em 2006 começou a treinar pelo Esporte Clube Pinheiros, sob orientação de Cláudio Castilho, seu atual técnico, que preparou um plano especial visando a conquista da vaga olímpica.

“Desde setembro do ano passado estabelecemos como meta a tentativa de obter o índice A. Sabíamos dos riscos e procurei minimizá-los, realizando uma programação de treinos e competições bastante concentrada e dividida basicamente em duas temporadas”, comenta Cláudio. Segundo ele, a primeira parte foi nacional, com a disputa da Volta da Pampulha do ano passado, os 10 quilômetros pan-americanos, São Silvestre, Cuiabá e a São Sebastião no Rio de Janeiro.

Já a segunda metade dos treinos foi dedicada à competições internacionais como a Copa Brasil de Cross Country, com o objetivo de se classificar para o Mundial, fato que se confirmou, e a participação na Meia Maratona de São Paulo. “A ida para o Mundial já contemplava a permanência na Europa para uma breve adaptação (um mês no Centro de Alto rendimento do Jamor, em Portugal); ao clima e às competições internacionais”, ressalta o treinador.

O resultado final foi positivo, já que a atleta venceu a Meia de Stramilano na Itália e ficou na terceira colocação dos 15 quilômetros de Lisboa (Portugal), uma semana antes da disputa da Maratona de Hamburgo. Até o momento tudo o que havia sido planejado vinha dando certo, mas infelizmente no dia mais importante, algo não saiu como planejado.

“Tudo estava bem e tínhamos a convicção de que seria possível concretizar uma boa marca, porém, infelizmente aquele não foi o nosso dia e os últimos quilômetros mostraram que na maratona os prognósticos muitas vezes não se confirmam”, lamenta o treinador, que afirma ainda ter feito junto com sua pupila o possível para que o objetivo fosse alcançado.

Ela passou a marca da meia maratona com 1h16min56, nos 40 quilômetros marcou 2h29min39 e finalmente completou a prova em 2h38min34. O tempo não foi suficiente para conseguir o índice A (2h37min) exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo.

Passado o trauma psicológico, Castilho a incentiva todo momento a erguer a cabeça, seguir em frente e permanecer no topo. “A Maria, no auge da sua maturidade, assimilou bem tudo que aconteceu e no momento não lamentamos mais, pois estamos olhando o futuro e os anos que ainda podem ser produtivos na carreira dela”.

Futuro - O treinador comenta que a busca do sonho olímpico proporcionou um excelente intercâmbio internacional para a atleta e abriu novos horizontes para que haja outras temporadas como esta. “Já apareceram muitos convites”, lembra.

A lição que Baldaia tira de toda essa fase de preparação é mais uma superação na vida de uma atleta que corria descalça e não tinha dinheiro para se alimentar adequadamente. “Após um ano e sete meses tratando de lesões, o que para muitos poderia indicar o fim da carreira dela, hoje indica exatamente o contrário, um novo panorama e com muitas vitórias e bons resultados pela frente”, finaliza Cláudio.


Baldaia: treinador comenta fim do sonho olímpico

Maratona · 06 maio, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia figurava entre as favoritas para obter uma das vagas olímpicas da Maratona de Pequim, mas viu seu sonho se esvair após a Maratona de Hamburgo, no dia 27 de abril. Ela completou os 42,195 quilômetros em 2h38min34 e ficou a 1min34 da classificação para a prova chinesa.

Confira a história da atleta, além da análise de seu treinador, Cláudio Castilho, sobre a fase de preparação, o que deu errado na prova e os prognósticos para o futuro.

São Paulo - Aos 35 anos, Maria Zeferina Baldaia, natural de Nova Mônica, interior de Minas Gerais, desponta no cenário brasileiro do atletismo. Conhecida como a atleta de Sertãozinho (SP), local onde foi morar com os pais e os nove irmãos aos dois anos de idade, a atleta revela que já trabalhou como bóia fria e cortadora de cana na lavoura, época em que não imaginava que seria atleta profissional.

Sua primeira corrida veio cedo, aos 12 anos, numa gincana escolar, na qual correu quatro quilômetros de calça jeans e descalça. “Depois da corrida jurei que nunca mais ia correr porque doía tudo. Hoje sei que foi pela falta de experiência”, conta.

Durante 10 anos ela disputou provas na região até ser contratada pela Prefeitura de Ribeirão Preto para integrar o projeto Adote um Atleta, ocasião em que conheceu o treinador Cláudio Ribeiro. Porém, em 1996, ela saiu do Projeto e voltou para a lavoura, onde treinava apenas no fim da tarde.

Com algumas idas e vindas no esporte, Baldaia se firmou no atletismo em 2000, ocasião em que perdeu o emprego e resolveu se dedicar exclusivamente às corridas. Na época ela conseguiu patrocínio de uma companhia energética e já começava a obter bons resultados nas competições. Em 2001, Baldaia ficou conhecida nacionalmente após vencer a Sargento Gonzaguinha, a Volta da Pampulha e a tradicional São Silvestre.

Novos rumos - Em 2003, após uma série de contusões, trocou de técnico e se tornou pupila do Dr. Henrique Viana, da equipe mineira Pé de Vento e já mirava os Jogos Olímpicos de Pequim como um dos principais objetivos. Já em 2006 começou a treinar pelo Esporte Clube Pinheiros, sob orientação de Cláudio Castilho, seu atual técnico, que preparou um plano especial visando a conquista da vaga olímpica.

“Desde setembro do ano passado estabelecemos como meta a tentativa de obter o índice A. Sabíamos dos riscos e procurei minimizá-los, realizando uma programação de treinos e competições bastante concentrada e dividida basicamente em duas temporadas”, comenta Cláudio. Segundo ele, a primeira parte foi nacional, com a disputa da Volta da Pampulha do ano passado, os 10 quilômetros pan-americanos, São Silvestre, Cuiabá e a São Sebastião no Rio de Janeiro.

Já a segunda metade dos treinos foi dedicada à competições internacionais como a Copa Brasil de Cross Country, com o objetivo de se classificar para o Mundial, fato que se confirmou, e a participação na Meia Maratona de São Paulo. “A ida para o Mundial já contemplava a permanência na Europa para uma breve adaptação (um mês no Centro de Alto rendimento do Jamor, em Portugal); ao clima e às competições internacionais”, ressalta o treinador.

O resultado final foi positivo, já que a atleta venceu a Meia de Stramilano na Itália e ficou na terceira colocação dos 15 quilômetros de Lisboa (Portugal), uma semana antes da disputa da Maratona de Hamburgo. Até o momento tudo o que havia sido planejado vinha dando certo, mas infelizmente no dia mais importante, algo não saiu como planejado.

“Tudo estava bem e tínhamos a convicção de que seria possível concretizar uma boa marca, porém, infelizmente aquele não foi o nosso dia e os últimos quilômetros mostraram que na maratona os prognósticos muitas vezes não se confirmam”, lamenta o treinador, que afirma ainda ter feito junto com sua pupila o possível para que o objetivo fosse alcançado.

Ela passou a marca da meia maratona com 1h16min56, nos 40 quilômetros marcou 2h29min39 e finalmente completou a prova em 2h38min34. O tempo não foi suficiente para conseguir o índice A (2h37min) exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo.

Passado o trauma psicológico, Castilho a incentiva todo momento a erguer a cabeça, seguir em frente e permanecer no topo. “A Maria, no auge da sua maturidade, assimilou bem tudo que aconteceu e no momento não lamentamos mais, pois estamos olhando o futuro e os anos que ainda podem ser produtivos na carreira dela”.

Futuro - O treinador comenta que a busca do sonho olímpico proporcionou um excelente intercâmbio internacional para a atleta e abriu novos horizontes para que haja outras temporadas como esta. “Já apareceram muitos convites”, lembra.

A lição que Baldaia tira de toda essa fase de preparação é mais uma superação na vida de uma atleta que corria descalça e não tinha dinheiro para se alimentar adequadamente. “Após um ano e sete meses tratando de lesões, o que para muitos poderia indicar o fim da carreira dela, hoje indica exatamente o contrário, um novo panorama e com muitas vitórias e bons resultados pela frente”, finaliza Cláudio.

Baldaia fica a 1min34 do índice A para Pequim

Corridas de Rua · 28 abr, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia disputou no último domingo a Maratona de Hamburgo, na Alemanha, de olho no índice A para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Ela completou os 42,195 quilômetros da competição em 2h38min34 e ficou a 1min34 da classificação para a prova chinesa.

Ela passou a marca da meia maratona com o tempo de 1h16min56, chegou aos 40 quilômetros com 2h29min39, mas não obteve sucesso em chegar em 2h37, tempo estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) como índice A. Atualmente apenas Marily dos Santos estaria qualificada para os Jogos, já que estabeleceu 2h36min21 na Maratona de Santa Catarina no último dia 20.

A vencedora da Maratona de Hamburgo foi Irina Timofeyeva, da Rússia, com o tempo de 2h24min14, enquanto entre os homens o primeiro posto foi para o queniano David Mandago, com 2h07min23. O brasileiro Alex Januário de Mendonça, que tentava obter o índice A, fechou com 2h26min32, tempo 12 minutos mais alto do que Franck Caldeira, que atualmente figura na terceira colocação do ranking e está entre os pré-classificados.


Baldaia fica a 1min34 do índice A para Pequim

Corridas de Rua · 28 abr, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia disputou no último domingo a Maratona de Hamburgo, na Alemanha, de olho no índice A para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Ela completou os 42,195 quilômetros da competição em 2h38min34 e ficou a 1min34 da classificação para a prova chinesa.

Ela passou a marca da meia maratona com o tempo de 1h16min56, chegou aos 40 quilômetros com 2h29min39, mas não obteve sucesso em chegar em 2h37, tempo estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) como índice A. Atualmente apenas Marily dos Santos estaria qualificada para os Jogos, já que estabeleceu 2h36min21 na Maratona de Santa Catarina no último dia 20.

A vencedora da Maratona de Hamburgo foi Irina Timofeyeva, da Rússia, com o tempo de 2h24min14, enquanto entre os homens o primeiro posto foi para o queniano David Mandago, com 2h07min23. O brasileiro Alex Januário de Mendonça, que tentava obter o índice A, fechou com 2h26min32, tempo 12 minutos mais alto do que Franck Caldeira, que atualmente figura na terceira colocação do ranking e está entre os pré-classificados.

Baldaia vence Meia de Stramilano na Itália

Meia Maratona · 07 abr, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia venceu no último domingo (06) a Meia Maratona de Stramilano, na Itália, com o tempo de 1h13min50. Baldaia bateu a francesa Hafida Gadi Richard, que marcou 1h14min21 e a italiana Ornella Ferrara, que marcou 1h15min.

Hafida tomou a liderança no começo na competição e passou a marca dos 10 quilômetros com o tempo de 35min04, seguida por Ornella e Baldaia 11 segundos atrás. A brasileira assumiu a ponta após a passagem do quilômetro 15 e partiu rumo à vitória, ficando a 1min05 de sua melhor marca, obtida em 2001 durante o Mundial da categoria, em Bristol (Reino Unido).

“Estou muito feliz por ter vencido esta prova. Foi um bom teste antes da Maratona de Hamburgo no final de abril”, ressalta Baldaia sobre a prova em que tentará o índice olímpico para a Maratona de Pequim. Outra brasileira, Rosangela Faria Pereira, ficou com a quarta colocação ao marcar 1h17min14.

Entre os homens, a vitória ficou com o queniano defensor do título Philemon Kipchumba (1h02min14), seguido por Wilson Businei, de Uganda (1h02min18) e John Cheruiyot, do Quênia (1h02min24). De acordo com o campeão, apesar de os puxadores de ritmo este ano não terem sido tão fortes, ele conseguiu fazer uma boa prova.


Baldaia vence Meia de Stramilano na Itália

Meia Maratona · 07 abr, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia venceu no último domingo (06) a Meia Maratona de Stramilano, na Itália, com o tempo de 1h13min50. Baldaia bateu a francesa Hafida Gadi Richard, que marcou 1h14min21 e a italiana Ornella Ferrara, que marcou 1h15min.

Hafida tomou a liderança no começo na competição e passou a marca dos 10 quilômetros com o tempo de 35min04, seguida por Ornella e Baldaia 11 segundos atrás. A brasileira assumiu a ponta após a passagem do quilômetro 15 e partiu rumo à vitória, ficando a 1min05 de sua melhor marca, obtida em 2001 durante o Mundial da categoria, em Bristol (Reino Unido).

“Estou muito feliz por ter vencido esta prova. Foi um bom teste antes da Maratona de Hamburgo no final de abril”, ressalta Baldaia sobre a prova em que tentará o índice olímpico para a Maratona de Pequim. Outra brasileira, Rosangela Faria Pereira, ficou com a quarta colocação ao marcar 1h17min14.

Entre os homens, a vitória ficou com o queniano defensor do título Philemon Kipchumba (1h02min14), seguido por Wilson Businei, de Uganda (1h02min18) e John Cheruiyot, do Quênia (1h02min24). De acordo com o campeão, apesar de os puxadores de ritmo este ano não terem sido tão fortes, ele conseguiu fazer uma boa prova.

Baldaia ainda sonha com a olimpíada de Pequim

Maratona · 11 mar, 2008

A maratonista brasileira Maria Zeferina Baldaia ainda tem pretensões de disputar a prova de 42 quilômetros dos Jogos Olímpicos de Pequim deste ano, para isso ela tentará o índice durante uma prova no exterior. Recuperada de uma lesão nos tendões dos pés, que a tirou da São Silvestre do ano passado, ela retornou às competições em grande estilo, ao ser a melhor brasileira na Meia Maratona de São Paulo no último domingo (09), ocasião em que obteve a terceira colocação.

“Estou treinando bem para buscar o índice no dia 27 de abril, na Maratona de Hamburgo (Alemanha) e a meia maratona foi uma ótima prova de teste”, ressalta a mineira. “Estou treinando para correr na casa de 2h35, uma marca mais baixa do que o índice A de 2h37”, completa.

Ela não terá vida fácil, já que diversas outras atletas também buscam uma vaga na prova chinesa, como Lucélia Peres, Marily dos Santos, Sirlene Pinho e Márcia Narloch. “Tem várias brasileiras que vão buscar este índice, então quanto mais baixo a gente correr, melhor”, enfatiza. Atualmente Marizete Moreira, Sirlene e Marily detém o índice B (2h42min00).


Baldaia ainda sonha com a olimpíada de Pequim

Maratona · 11 mar, 2008

A maratonista brasileira Maria Zeferina Baldaia ainda tem pretensões de disputar a prova de 42 quilômetros dos Jogos Olímpicos de Pequim deste ano, para isso ela tentará o índice durante uma prova no exterior. Recuperada de uma lesão nos tendões dos pés, que a tirou da São Silvestre do ano passado, ela retornou às competições em grande estilo, ao ser a melhor brasileira na Meia Maratona de São Paulo no último domingo (09), ocasião em que obteve a terceira colocação.

“Estou treinando bem para buscar o índice no dia 27 de abril, na Maratona de Hamburgo (Alemanha) e a meia maratona foi uma ótima prova de teste”, ressalta a mineira. “Estou treinando para correr na casa de 2h35, uma marca mais baixa do que o índice A de 2h37”, completa.

Ela não terá vida fácil, já que diversas outras atletas também buscam uma vaga na prova chinesa, como Lucélia Peres, Marily dos Santos, Sirlene Pinho e Márcia Narloch. “Tem várias brasileiras que vão buscar este índice, então quanto mais baixo a gente correr, melhor”, enfatiza. Atualmente Marizete Moreira, Sirlene e Marily detém o índice B (2h42min00).

Campeã da São Silvestre é dúvida para prova paulista

Corridas de Rua · 19 dez, 2006

A atleta Maria Zeferina Baldaia está inscrita para a São Silvestre de 2006, mas sua participação ainda não está confirmada. A atleta já venceu a competição paulista em 2001. Na época ela quebrou um jejum de cinco anos sem vitórias de uma brasileira na prova.

Baldaia se prepara para a Maratona de Miami, no dia 28 de janeiro de 2007 e só terá certeza se vai correr a prova do dia 31 na semana do evento, após realizar algumas baterias de teste. “A São silvestre está na programação, mas não é o objetivo principal”, comentou Cláudio Ribeiro, treinador da atleta.

Ainda segundo ele, somente após um teste de performance é que será definida a participação ou não na corrida. A mineira sofreu uma lesão nos tendões dos pés no início desse ano, o que prejudicou a participação em algumas provas, mas voltou bem e venceu a Nextel 10K em agosto.


Campeã da São Silvestre é dúvida para prova paulista

Corridas de Rua · 19 dez, 2006

A atleta Maria Zeferina Baldaia está inscrita para a São Silvestre de 2006, mas sua participação ainda não está confirmada. A atleta já venceu a competição paulista em 2001. Na época ela quebrou um jejum de cinco anos sem vitórias de uma brasileira na prova.

Baldaia se prepara para a Maratona de Miami, no dia 28 de janeiro de 2007 e só terá certeza se vai correr a prova do dia 31 na semana do evento, após realizar algumas baterias de teste. “A São silvestre está na programação, mas não é o objetivo principal”, comentou Cláudio Ribeiro, treinador da atleta.

Ainda segundo ele, somente após um teste de performance é que será definida a participação ou não na corrida. A mineira sofreu uma lesão nos tendões dos pés no início desse ano, o que prejudicou a participação em algumas provas, mas voltou bem e venceu a Nextel 10K em agosto.

Maria Zeferina Baldaia participa da Meia do Rio

Meia Maratona · 24 ago, 2006

Mais uma importante atleta para o cenário brasileiro de corrida confirmou presença na Meia Maratona do Rio, que acontece no dia três de setembro na capital carioca. A mineira Maria Zeferina Baldaia, campeã da São Silvestre de 2001 e da Maratona de São Paulo de 2002, irá fazer parte da competição que deve reunir 15 mil pessoas na cidade maravilhosa.

Recuperada de lesões nos tendões dos pés, ela volta aos poucos à melhor forma e quer brigar por um lugar no pódio. “Estou fazendo uma ótima preparação e isso me deixa bastante confiante”, diz a atleta, que venceu domingo uma prova de dez quilômetros em Belo Horizonte.

Mas o principal objetivo de Zeferina é integrar a equipe brasileira nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Assim como outros atletas que participam da Meia do Rio, a prova servirá como preparação para uma maratona internacional. No caso da mineira a prova será a Maratona de Amsterdã no dia 15 de outubro.

“Quero conseguir um grande resultado lá e brigar por uma das duas vagas do Brasil no Pan do Rio de Janeiro”, comenta. Na maratona, o critério de convocação é o de chamar os dois atletas mais bem colocados no ranking brasileiro.

Além de Zeferina, participarão da Meia do Rio as atletas Sirlene Pinho, Márcia Narloch, José Telles, Franck Caldeira entre outros. A largada da competição carioca será em São Conrado no dia três de setembro com chegada no Aterro do Flamengo.


Maria Zeferina Baldaia participa da Meia do Rio

Meia Maratona · 24 ago, 2006

Mais uma importante atleta para o cenário brasileiro de corrida confirmou presença na Meia Maratona do Rio, que acontece no dia três de setembro na capital carioca. A mineira Maria Zeferina Baldaia, campeã da São Silvestre de 2001 e da Maratona de São Paulo de 2002, irá fazer parte da competição que deve reunir 15 mil pessoas na cidade maravilhosa.

Recuperada de lesões nos tendões dos pés, ela volta aos poucos à melhor forma e quer brigar por um lugar no pódio. “Estou fazendo uma ótima preparação e isso me deixa bastante confiante”, diz a atleta, que venceu domingo uma prova de dez quilômetros em Belo Horizonte.

Mas o principal objetivo de Zeferina é integrar a equipe brasileira nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Assim como outros atletas que participam da Meia do Rio, a prova servirá como preparação para uma maratona internacional. No caso da mineira a prova será a Maratona de Amsterdã no dia 15 de outubro.

“Quero conseguir um grande resultado lá e brigar por uma das duas vagas do Brasil no Pan do Rio de Janeiro”, comenta. Na maratona, o critério de convocação é o de chamar os dois atletas mais bem colocados no ranking brasileiro.

Além de Zeferina, participarão da Meia do Rio as atletas Sirlene Pinho, Márcia Narloch, José Telles, Franck Caldeira entre outros. A largada da competição carioca será em São Conrado no dia três de setembro com chegada no Aterro do Flamengo.

Zeferina Baldaia corre no Japão em busca do índice Olímpico

Maratona · 14 nov, 2003

A maratonista mineira Zeferina Baldaia (Mizuno/Santa Elisa), 32 anos, campeã da São Silvestre de 2001, participa neste domingo, dia 16 de novembro, da Maratona Internacional de Mulheres de Tóquio, no Japão. Zeferina busca conquistar, do outro lado do mundo, o índice de 2h32min da maratona e se classificar para as Olimpíadas de Atenas, na Grécia.

A maratona japonesa servirá como parte da preparação da atleta de Sertãozinho (SP). Segundo o técnico de Zeferina, o médico Henrique Viana, a experiência no Japão dará a corredora mais segurança em provas fora do Brasil.

“Zeferina foi a única brasileira a ser convidada para participar da competição. Ela vem em ascensão e a Maratona do Japão servirá como experiência, principalmente pelo nível das atletas internacionais. É um índice forte para ser alcançado e, por isso, a importância de estar nas principais provas do Circuito Internacional”, conta Viana.

Baldaia, que embarcou para o Japão no último domingo para se ambientar, terá, segundo o técnico, três grandes desafios: o fuso horário, a alimentação e temperaturas de cinco graus do inverno japonês. “Ela precisou viajar com muita antecedência. O fuso horário, que já é um fator esperado e de difícil adaptação, é agravado pelos hábitos orientais como a comida e a temperatura muito abaixo do que a corredora está acostumada no interior de São Paulo. Por este motivo, o resultado será imprevisível”, avalia o técnico.

Zeferina Baldaia, que disputará, no Brasil, a Corrida Internacional de São Silvestre, terá outras chances de conquistar o índice Olímpico. Em abril de 2004, ela correrá maratonas em Roterdã e Paris.

A catarinense Márcia Narloch (Mizuno/Unicsul), de 34 anos, medalha de ouro no Pan-Americano de Santo Domingo, é, até o momento, a única mulher classificada na modalidade para a Olimpíada. Márcia tem a marca de 2h29min, conquistada, em abril deste ano, na Maratona de Hamburgo, na Alemanha.


Zeferina Baldaia corre no Japão em busca do índice Olímpico

Maratona · 14 nov, 2003

A maratonista mineira Zeferina Baldaia (Mizuno/Santa Elisa), 32 anos, campeã da São Silvestre de 2001, participa neste domingo, dia 16 de novembro, da Maratona Internacional de Mulheres de Tóquio, no Japão. Zeferina busca conquistar, do outro lado do mundo, o índice de 2h32min da maratona e se classificar para as Olimpíadas de Atenas, na Grécia.

A maratona japonesa servirá como parte da preparação da atleta de Sertãozinho (SP). Segundo o técnico de Zeferina, o médico Henrique Viana, a experiência no Japão dará a corredora mais segurança em provas fora do Brasil.

“Zeferina foi a única brasileira a ser convidada para participar da competição. Ela vem em ascensão e a Maratona do Japão servirá como experiência, principalmente pelo nível das atletas internacionais. É um índice forte para ser alcançado e, por isso, a importância de estar nas principais provas do Circuito Internacional”, conta Viana.

Baldaia, que embarcou para o Japão no último domingo para se ambientar, terá, segundo o técnico, três grandes desafios: o fuso horário, a alimentação e temperaturas de cinco graus do inverno japonês. “Ela precisou viajar com muita antecedência. O fuso horário, que já é um fator esperado e de difícil adaptação, é agravado pelos hábitos orientais como a comida e a temperatura muito abaixo do que a corredora está acostumada no interior de São Paulo. Por este motivo, o resultado será imprevisível”, avalia o técnico.

Zeferina Baldaia, que disputará, no Brasil, a Corrida Internacional de São Silvestre, terá outras chances de conquistar o índice Olímpico. Em abril de 2004, ela correrá maratonas em Roterdã e Paris.

A catarinense Márcia Narloch (Mizuno/Unicsul), de 34 anos, medalha de ouro no Pan-Americano de Santo Domingo, é, até o momento, a única mulher classificada na modalidade para a Olimpíada. Márcia tem a marca de 2h29min, conquistada, em abril deste ano, na Maratona de Hamburgo, na Alemanha.