
Final dos 400m feminino (foto: Alexandre Koda/ www.webrun.com.br)
Direto do Troféu Brasil – Na tarde dessa sexta-feira aconteceu no Estádio Ícaro de Castro Mello, em São Paulo, a final dos 400 metros rasos feminino e masculino. Os campeões da competição foram Lucimar Teodoro e Sanderlei Parrela.
Feminino – Antes da largada feminina, muita concentração e a expectativa de duelo entre Lucimar Teodoro e Lorena de Oliveira, vencedoras das duas séries semifinais de ontem.
Na passagem dos 200 metros Lucimar, que largou na raia três, já havia alcançado o pelotão da frente e começava a desenhar sua vitória. Maria Laura Almirão vinha em sua cola, mas não conseguiu acompanhar o ritmo.
Nos últimos 100 metros da prova, Lucimar abriu uma pequena diferença para as adversárias e cruzou com o tempo de 52seg32. Em seguida cruzaram Perla Regina dos Santos e Sheila Ferreira, com 52seg68 e 53seg09 respectivamente.
Foi um bom resultado para mim, estou em período de adaptação, pois troquei de técnico e não esperava ganhar. Indagada sobre em qual trecho ela percebeu que poderia abrir para a vitória, a atleta respondeu: não dá tempo para pensar muito, mas na reta é que consegui ver quem estava na frente e do lado.
Masculino – Já no masculino, a vitória ficou com Sanderlei Parrela, que cruzou com o tempo de 45seg49, seguido por Eduardo Vasconcelos e Anderson dos Santos, com 45seg80 e 45seg91.
A prova foi bem disputada desde os primeiros metros. Sanderlei saiu forte com o objetivo claro de vencer. Seu companheiro de equipe, Fernando de Almeida, tentou acompanhar o ritmo do colega, mas não conseguiu.
Sanderlei foi muito aplaudido pelo público e pelos outros atletas, que reconheceram sua superioridade. O Sanderlei saiu forte, mas eu tentei. Estou contente com o resultado, por ter sido meu primeiro Troféu treinado, comenta Eduardo Vasconcelos.
Visivelmente cansado após a disputa, Parrela comentou que está muito feliz com a vitória, pois foi uma superação após sucessivas contusões. Para mim foi muito bom, a vontade de vencer e a superação mesmo após as contusões são muito grandes.
Este texto foi escrito por: Alexandre Koda