MG

Amor de mãe é um só, mas cada uma tem a sua forma especial de demonstrar. Por isso, o Webrun entrevistou mães que não medem esforços para acompanhar o ritmo de seus filhos esportistas!

Ser mãe não é fácil. Carregar um bebê na barriga por nove meses, aprender a identificar choros e manhas, se desdobrar em duas para conseguir fazer a criança comer os legumes e estar sempre presente em suas conquistas requer muita energia.

Para Gilberta Diogo, esse desafio veio em dobro. Depois que seu filho, Felipe Augusto Diogo, nasceu com deficiência visual e a mãe não sabia o que esperar. “Eu nem sabia se ele iria conseguir andar ou falar. Sei que a deficiência não o impediria, mas eu não tinha conhecimento algum sobre o assunto”, revela.

Porém, foi da necessidade que veio o começo do amor pelo esporte. “O médico sugeriu que eu o colocasse na natação, então o matriculei quando ele tinha cinco anos. Foi bem legal, porque o professor nunca tinha ensinado um deficiente a nadar e ele se esforçou bastante para conseguir”, relata a mãe.

Depois de ter aprendido algumas braçadas, Felipe desenvolveu epilepsia e teve que deixar as aulas. Gilberta decidiu não desistir do esporte aquático e colocou o filho para fazer hidroterapia. “Não há desenvolvimento na parte da natação, mas eu queria que ele melhorasse a postura”, explica.

É comum que deficientes visuais tenham problemas na coluna, pois frequentemente ficam com a cabeça voltada para baixo. A equoterapia (com montaria) e hidroterapia (na água) reforçam as habilidades motoras relacionados ao caminhar e ao equilíbrio.

Felipe Diogo é corredor de rua há cinco anos. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun
Felipe Diogo é corredor de rua há cinco anos. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun

No ritmo - Desde pequeno, Gilberta conta que acompanha o filho em todas as atividades e, em raras exceções, deixa o filho ir com familiares. “Às vezes eu acho que ele até enjoa de mim, mas sempre foi assim porque o meu marido trabalhava e não tinha como levá-lo. É cansativo, porque tenho que tomar conta da casa e acompanhar a rotina dele, mas eu gosto bastante”, conta.

Além de natação e hidroterapia, Felipe já chegou a se aventurar a fazer capoeira com o grupo Capoeirando na Metô, um projeto da Universidade Metodista de São Paulo coordenado pelo Mestre em Educação Física-Pedagogia do Movimento, Eduardo Okuhara. Junto de outros alunos, o projeto promove a inclusão social, a educação, cultura e cidadania.

Voando no Asfalto - Com 28 anos, Felipe é praticante da corrida de rua há cinco anos e não é difícil encontrá-lo com sua equipe de corrida, a ONG Força no Pé, em diversas provas. “Se ele gosta, eu estarei lá”, afirma.

A mãe fica emocionada ao falar do desempenho do filho pelas ruas. “A alegria é imensa. Ele concluiu a faculdade, corre e faz uma série de coisas que me deixam orgulhosa. Para mim, é um sentimento de realização”, conclui.


Corridas de Rua · 07 maio, 2013

Amor de mãe é um só, mas cada uma tem a sua forma especial de demonstrar. Por isso, o Webrun entrevistou mães que não medem esforços para acompanhar o ritmo de seus filhos esportistas!

Ser mãe não é fácil. Carregar um bebê na barriga por nove meses, aprender a identificar choros e manhas, se desdobrar em duas para conseguir fazer a criança comer os legumes e estar sempre presente em suas conquistas requer muita energia.

Para Gilberta Diogo, esse desafio veio em dobro. Depois que seu filho, Felipe Augusto Diogo, nasceu com deficiência visual e a mãe não sabia o que esperar. “Eu nem sabia se ele iria conseguir andar ou falar. Sei que a deficiência não o impediria, mas eu não tinha conhecimento algum sobre o assunto”, revela.

Porém, foi da necessidade que veio o começo do amor pelo esporte. “O médico sugeriu que eu o colocasse na natação, então o matriculei quando ele tinha cinco anos. Foi bem legal, porque o professor nunca tinha ensinado um deficiente a nadar e ele se esforçou bastante para conseguir”, relata a mãe.

Depois de ter aprendido algumas braçadas, Felipe desenvolveu epilepsia e teve que deixar as aulas. Gilberta decidiu não desistir do esporte aquático e colocou o filho para fazer hidroterapia. “Não há desenvolvimento na parte da natação, mas eu queria que ele melhorasse a postura”, explica.

É comum que deficientes visuais tenham problemas na coluna, pois frequentemente ficam com a cabeça voltada para baixo. A equoterapia (com montaria) e hidroterapia (na água) reforçam as habilidades motoras relacionados ao caminhar e ao equilíbrio.

Felipe Diogo é corredor de rua há cinco anos. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun
Felipe Diogo é corredor de rua há cinco anos. Foto: Rafaela Castilho/ Webrun

No ritmo - Desde pequeno, Gilberta conta que acompanha o filho em todas as atividades e, em raras exceções, deixa o filho ir com familiares. “Às vezes eu acho que ele até enjoa de mim, mas sempre foi assim porque o meu marido trabalhava e não tinha como levá-lo. É cansativo, porque tenho que tomar conta da casa e acompanhar a rotina dele, mas eu gosto bastante”, conta.

Além de natação e hidroterapia, Felipe já chegou a se aventurar a fazer capoeira com o grupo Capoeirando na Metô, um projeto da Universidade Metodista de São Paulo coordenado pelo Mestre em Educação Física-Pedagogia do Movimento, Eduardo Okuhara. Junto de outros alunos, o projeto promove a inclusão social, a educação, cultura e cidadania.

Voando no Asfalto - Com 28 anos, Felipe é praticante da corrida de rua há cinco anos e não é difícil encontrá-lo com sua equipe de corrida, a ONG Força no Pé, em diversas provas. “Se ele gosta, eu estarei lá”, afirma.

A mãe fica emocionada ao falar do desempenho do filho pelas ruas. “A alegria é imensa. Ele concluiu a faculdade, corre e faz uma série de coisas que me deixam orgulhosa. Para mim, é um sentimento de realização”, conclui.

Depois de passar seis dias preso, o atleta olímpico e paralímpico Oscar Pistorius se apresentou ao júri nesta terça-feira (19/2) após ser <a href=https://webrun.com.br/home/n/paralimpico-oscar-pistorius-acusado-de-assassinar-namorada-a-tiros/14471 target=_blankacusado de ter assassinado a namorada, a modelo Reeva Steenkamp na última quinta-feira (14/2). Visivelmente abatido e cabisbaixo, o corredor se apresentou em choque enquanto seu advogado pronunciava sua declaração.

Na versão apresentada por seu representante, Barry Roux, chefe da equipe de defesa, o atleta afirma que não tinha a intenção de matar a parceira e que acreditava que sua casa, em Pretória (capital, África do Sul), estava sendo invadida por um ladrão. A África do Sul tem um dos maiores índices de violência do mundo.

Apesar das alegações, a promotoria do país considera que o esportista cometeu um “assassinato premeditado ao atirar em uma mulher inocente”. Caso seja acusado culpado, Pistorius pode pegar prisão perpétua.

O juiz adiou para esta quarta-feira (20/2) o final da audiência, iniciada nesta terça-feira (19/2).

Defesa- O atleta olímpico afirma que, no dia 13 de fevereiro, Reeva o ligou e sugeriu que o casal passasse a noite juntos em casa e tivessem um jantar tranquilo. Por volta das 22 horas, ela decidiu praticar ioga enquanto o corredor assistia televisão. Mais tarde, ambos foram dormir.

“Ela me deu um presente de dia dos namorados (Valentine’s Day, comemorado no dia 14 de fevereiro em alguns países), mas pediu para eu não abri-lo até o dia seguinte”, diz na declaração. Enquanto sua defesa proferia a história, Pistorius teve uma crise de choro e precisou de alguns minutos para se acalmar.

De acordo com o renomado atleta olímpico, durante a madrugada ele ouviu alguns barulhos que vinham do banheiro e, como estava assustado e sem suas próteses, pegou sua pistola nove milímetros. “Não há trancas na janela do banheiro e eu sabia que alguém tinha entrado na minha casa. Estava muito escuro e eu não tive coragem de acender a luz, pois estava com muito medo e vulnerável. Atirei contra a porta do banheiro e gritei diversas vezes para quem estivesse lá sair”, relata.

Um tiro no escuro- Na versão relatada pelo corredor, ele conta que acreditava que sua namorada estava deitada na cama ao seu lado no momento dos disparos, pois a luz estava apagada. “Eu atirei e pedi para Reeva ligar para a polícia”, diz.

Depois de realizar os disparos, o atleta conta que foi até a porta do banheiro, sem usar suas próteses, e a arrombou com ajuda de um taco de críquete. “Eu sabia que se o(os) assaltante(s) saísse(m) do banheiro eu e minha namorada estaríamos correndo um grande risco. Tinha que me proteger e protegê-la”, alega.

Quando o corredor abriu a porta e descobriu que de fato havia atirado na namorada, conta que tentou reanimá-la sem sucesso e ela acabou falecendo em seus braços. “Eu não sei como posso estar sendo acusado de assassinato. Eu não tinha a intenção de matá-la. Não podíamos estar mais felizes”, finaliza.


Atletismo · 20 fev, 2013

Depois de passar seis dias preso, o atleta olímpico e paralímpico Oscar Pistorius se apresentou ao júri nesta terça-feira (19/2) após ser <a href=https://webrun.com.br/home/n/paralimpico-oscar-pistorius-acusado-de-assassinar-namorada-a-tiros/14471 target=_blankacusado de ter assassinado a namorada, a modelo Reeva Steenkamp na última quinta-feira (14/2). Visivelmente abatido e cabisbaixo, o corredor se apresentou em choque enquanto seu advogado pronunciava sua declaração.

Na versão apresentada por seu representante, Barry Roux, chefe da equipe de defesa, o atleta afirma que não tinha a intenção de matar a parceira e que acreditava que sua casa, em Pretória (capital, África do Sul), estava sendo invadida por um ladrão. A África do Sul tem um dos maiores índices de violência do mundo.

Apesar das alegações, a promotoria do país considera que o esportista cometeu um “assassinato premeditado ao atirar em uma mulher inocente”. Caso seja acusado culpado, Pistorius pode pegar prisão perpétua.

O juiz adiou para esta quarta-feira (20/2) o final da audiência, iniciada nesta terça-feira (19/2).

Defesa- O atleta olímpico afirma que, no dia 13 de fevereiro, Reeva o ligou e sugeriu que o casal passasse a noite juntos em casa e tivessem um jantar tranquilo. Por volta das 22 horas, ela decidiu praticar ioga enquanto o corredor assistia televisão. Mais tarde, ambos foram dormir.

“Ela me deu um presente de dia dos namorados (Valentine’s Day, comemorado no dia 14 de fevereiro em alguns países), mas pediu para eu não abri-lo até o dia seguinte”, diz na declaração. Enquanto sua defesa proferia a história, Pistorius teve uma crise de choro e precisou de alguns minutos para se acalmar.

De acordo com o renomado atleta olímpico, durante a madrugada ele ouviu alguns barulhos que vinham do banheiro e, como estava assustado e sem suas próteses, pegou sua pistola nove milímetros. “Não há trancas na janela do banheiro e eu sabia que alguém tinha entrado na minha casa. Estava muito escuro e eu não tive coragem de acender a luz, pois estava com muito medo e vulnerável. Atirei contra a porta do banheiro e gritei diversas vezes para quem estivesse lá sair”, relata.

Um tiro no escuro- Na versão relatada pelo corredor, ele conta que acreditava que sua namorada estava deitada na cama ao seu lado no momento dos disparos, pois a luz estava apagada. “Eu atirei e pedi para Reeva ligar para a polícia”, diz.

Depois de realizar os disparos, o atleta conta que foi até a porta do banheiro, sem usar suas próteses, e a arrombou com ajuda de um taco de críquete. “Eu sabia que se o(os) assaltante(s) saísse(m) do banheiro eu e minha namorada estaríamos correndo um grande risco. Tinha que me proteger e protegê-la”, alega.

Quando o corredor abriu a porta e descobriu que de fato havia atirado na namorada, conta que tentou reanimá-la sem sucesso e ela acabou falecendo em seus braços. “Eu não sei como posso estar sendo acusado de assassinato. Eu não tinha a intenção de matá-la. Não podíamos estar mais felizes”, finaliza.

O brasileiro Virgilio de Castilho ganhou a medalha de prata na prova de triatlhon dos Jogos Pan Americanos de santo Domingo, disputada nesta manhã de domingo em Sans Souci. O ouro ficou com o americano Hunter Kemper (1:52:00) o bronze com o argentino Oscar Galindez.

O carioca Virgílio de Castilho fechou a prova com o tempo de 1:52:49 comemorou muito a medalha de prata conquistada neste domingo pela manhã na prova do triathlon nos Jogos Pan-Americano de Santo Domingo. Ele ofereceu a medalha ao pai, também Virgílio, um dos pioneiros do esporte no Brasil. "Foi, sem dúvida, a maior conquista de minha carreira. Este ano, aliás, está sendo excelente. Queria dar essa alegria para o meu pai, justamente no dia dos pais", vibrou o atleta, que agora quer realizar o sonho de garantir uma vaga na Olimpíada de Atenas. "Vou atrás dos pontos, disputando o circuito".

Quase que Virgílio consegue antecipar o seu objetivo olímpico, já que o campeão pan-americano garante a vaga para antecipação na Grécia. O triathleta não lamentou, porém, a situação. "Perdi para um adversário muito forte e experiente. O Hunter Kemper é um dos melhores do mundo", observou.

Virgílio terminou os 1.500 metros de natação em terceiro lugar, os 40 km de ciclismo em oitavo e ganhou a medalha na corrida. "Tentei alcançar o Hunter na corrida, mas não reclamo. Estou muito feliz pela medalha".

Hunter completou a prova com o tempo de 1h17min43, um segundo mais rápido do que o brasileiro.

Já, a bronze tem sabor brasileiro. Pois foi conquistada pelo argentino radicado no Brasil, Oscar Galindez, atleta apoiado pelo portal WebRun, que completou na marca de 1:52:58. “Essa medalha é fruto de um trabalho árduo”, disse Galindez, que disse não ter sido afetado pelo calor. “Na minha cidade, Santos, durante o verão tenho o mesmo clima que aqui”, comentou.

“Por sorte, pude sair bem da água. O vento me ajudou na etapa de ciclismo”, acrescentou o medalha de bronze, que apesar de ter defendido a Argentina, fez uma homenagem ao Brasil na prova, competindo com uma bicicleta com as bandeiras brasileira e de seu país, pintadas no quadro. Antes de subir ao pódio, ele lembrou da família - Lisa (mulher), Thomas e Sofia (filhos).

“Seguramente no momento que me coloquem a medalha vou pensar neles. Para mim, em primeiro lugar, segundo e terceiro estão eles”, afirmou o triathleta.


Triathlon · 10 ago, 2003

O brasileiro Virgilio de Castilho ganhou a medalha de prata na prova de triatlhon dos Jogos Pan Americanos de santo Domingo, disputada nesta manhã de domingo em Sans Souci. O ouro ficou com o americano Hunter Kemper (1:52:00) o bronze com o argentino Oscar Galindez.

O carioca Virgílio de Castilho fechou a prova com o tempo de 1:52:49 comemorou muito a medalha de prata conquistada neste domingo pela manhã na prova do triathlon nos Jogos Pan-Americano de Santo Domingo. Ele ofereceu a medalha ao pai, também Virgílio, um dos pioneiros do esporte no Brasil. "Foi, sem dúvida, a maior conquista de minha carreira. Este ano, aliás, está sendo excelente. Queria dar essa alegria para o meu pai, justamente no dia dos pais", vibrou o atleta, que agora quer realizar o sonho de garantir uma vaga na Olimpíada de Atenas. "Vou atrás dos pontos, disputando o circuito".

Quase que Virgílio consegue antecipar o seu objetivo olímpico, já que o campeão pan-americano garante a vaga para antecipação na Grécia. O triathleta não lamentou, porém, a situação. "Perdi para um adversário muito forte e experiente. O Hunter Kemper é um dos melhores do mundo", observou.

Virgílio terminou os 1.500 metros de natação em terceiro lugar, os 40 km de ciclismo em oitavo e ganhou a medalha na corrida. "Tentei alcançar o Hunter na corrida, mas não reclamo. Estou muito feliz pela medalha".

Hunter completou a prova com o tempo de 1h17min43, um segundo mais rápido do que o brasileiro.

Já, a bronze tem sabor brasileiro. Pois foi conquistada pelo argentino radicado no Brasil, Oscar Galindez, atleta apoiado pelo portal WebRun, que completou na marca de 1:52:58. “Essa medalha é fruto de um trabalho árduo”, disse Galindez, que disse não ter sido afetado pelo calor. “Na minha cidade, Santos, durante o verão tenho o mesmo clima que aqui”, comentou.

“Por sorte, pude sair bem da água. O vento me ajudou na etapa de ciclismo”, acrescentou o medalha de bronze, que apesar de ter defendido a Argentina, fez uma homenagem ao Brasil na prova, competindo com uma bicicleta com as bandeiras brasileira e de seu país, pintadas no quadro. Antes de subir ao pódio, ele lembrou da família - Lisa (mulher), Thomas e Sofia (filhos).

“Seguramente no momento que me coloquem a medalha vou pensar neles. Para mim, em primeiro lugar, segundo e terceiro estão eles”, afirmou o triathleta.

Triathlon · 10 ago, 2003

Embora não tenham conquistado medalhas nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, na prova didputada hoje pela manhã em Sans Souci, as atletas brasileiras do triathlon comemoraram o resultado final tendo em vista os pontos acumulados para a classificação para os Jogos Olímpicos de Atenas 2004. Foi uma seqüência de brasileiras nas primeiras colocações. Carla Moreno, prata em Winnipeg-99, chegou em quarto lugar, Sandra Soldan em quinto e Mariana Ohata em sexto. As medalhas ficaram para a canadense Jill Savege (ouro), e para as americanas Sheyla Taormina (prata) e Becky Gibbs (bronze).

Após a prova, Carla Moreno disse que sentiu a umidade local. "Senti a umidade no ciclismo e isso me deixou zonza na corida. Dei o melhor de mim e o resultado foi importante para somar pontos visando Atenas", explicou.

Sandra Soldan também ressaltou a corrida para os Jogos Olímpicos e atribuiu a falta de medalha do Brasil à estratégia adotada pela equipe americana. "Elas entraram com uma atleta (Julie Swail) só para nos segurar, sobretudo no ciclismo. Mas isso faz parte do jogo.

Para o ranking o resultado foi bom, inclusive devo voltar ao top five", afirmou. Com a vitória, a canadense Jill Savege carimbou sua vaga para os Jogos Olímpicos de Atenas 2004.

Resultados:

1- Jill Savege (CAN) - 1h58m29s
2 - Sheyla Taormina (USA) - 2h00m12s
3 - Becky Gibbs (USA) - 2m00m36s
4 - Carla Moreno - 2h01m51s
5 - Sandra Soldan - 2h02m14s
6 - Mariana Ohata - 2h03m15s