
Franciela (à esquerda) Rosângela (ao centro) e Ana Cláudia formaram parte do quarteto que correu a final do 4x100m em Londres (foto: Paulo Gomes/ webrun.com.br)
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) voltou atrás e incluiu os nomes de Vanda Gomes, Rosângela Santos e Evelyn dos Santos no programa Bolsa Atleta, do Governo Federal. As três velocistas, que integraram a equipe de revezamento 4×100 metros do Brasil durante o Mundial de Atletismo de Moscou, tinham ficado de fora do programa após um erro na última passagem do bastão na final da prova.
Em consenso com o Ministério do Esporte a CBAt definiu que as três terão direito ao auxílio de R$ 11 mil mensais até os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
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Conforme o regulamento do programa, há uma exigência para que os atletas sejam elegíveis ao benefício: estar entre os oito melhores do mundo. Devido ao erro na final, o Brasil foi desclassificado da disputa, ficando sem posição no ranking do Mundial.
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| Vanda Gomes (à direita) foi a pivô das declarações polêmicas após o Mundial de Moscou – Foto: Paulo Gomes⁄ webrun.com.br |
Time em crise– A exclusão do trio brasileiro havia sido encarada como uma punição às atletas, afinal elas ficaram entre as oito melhores do mundo por terem avançado à final.
Porém, o erro técnico durante a prova, as discussões e declarações das próprias velocistas expuseram que ainda não existe um bom relacionamento entre elas. Além das três, Ana Cláudia Silva e Franciela Krazucki também compõem a equipe nacional.
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Com exceção de Gomes, que em 2012 não correu a final olímpica, as brasileiras já demonstraram que a equipe não tinha um relacionamento amigável. Na ocasião, o quarteto verde-amarelo ficou com a sétima posição e ainda na pista do Estádio Olímpico deram entrevistas deixando claro que o quarteto era individualista.
Este texto foi escrito por: Webrun
