
Wagner Cardoso foi um dos integrantes do quarteto brasileiro (foto: Agência Luz/ BMF Bovespa)
O time brasileiro do revezamento 4×400 metros foi guerreiro durante a participação no Mundial de Moscou. O quarteto sempre teve como meta disputar a medalha de ouro com as outras equipes de igual para igual, mas no final os jovens velocistas (a média de idade dos brasileiros é de 23 anos) não suportaram a superioridade dos americanos, jamaicanos e russos.
Apesar de o bom desempenho brasileiro durante a semifinal, quando o quarteto formado por Pedro Burmann, Wagner Cardoso, Anderson Henriques e Hugo Balduíno cravou o melhor tempo nacional no ano (3min01seg09), os quatro brasileiros não conseguiram imprimir novamente o mesmo ritmo na final.
Com o mesmo time na pista, o Brasil inclusive piorou seu tempo e fechou o revezamento em 3min02seg09. Pedro Brumann abriu a disputa, mas com baixo tempo de reação ele entregou o bastão para Wagner Cardoso com o Brasil na oitava posição. O segundo corredor nacional forçou e conseguiu tirar a desvantagem para os australianos, que ocupavam o sétimo lugar.
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| Quarteto brasileiro formado por Pedro Burmann (foto), Wagner Cardoso, Anderson Henriques e Hugo Balduíno tem média de idade de 23 anos – Foto: Eduardo Biscayart/ CBAt |
Assim que Cardoso fez a passagem para Anderson Henriques, ele fez o que pode para diminuir a desvantagem para os outros velocistas, mas quando a última passagem de bastão aconteceu o time verde-amarelo já estava muito atrás dos demais concorrentes. Hugo Balduíno disparou para a última volta, mas no fim ele apenas conseguiu manter a sétima colocação do quarteto brasileiro.
Os americanos foram os mais rápidos com relativa vantagem (2min58seg71). Em segundo lugar ficaram os jamaicanos, que no final ultrapassaram os russos. O quarteto caribenho terminou a prova com tempo de 2min59seg88, enquanto os donos da casa fizeram em 2min59seg90.
Este texto foi escrito por: Webrun
