“Quebrando barreiras de ritmo”

Redação Webrun | · 06 jun, 2013

Antes dascorridas em montanhas tinha uma concepção de que a corrida era para ser corridao tempo todo. Como corredor de rua e pista que era, sempre levei isso para ostreinos e corridas. Andar em treino ou corrida era sinonimo de “quebrar” oufracasso.


Quando ascorridas em montanhas passaram a fazer parte do meu mundo de atleta levei amesma concepção, e em algumas provas isso foi possível de conseguir. Mas comeceia me deparar com caminhada, trote, parar para recuperar… então tive que meorganizar para novas estratégias de provas em montanhas.


Em um dia detreino meio cansado e com preguiça, porém com objetivo bem cimentado(construção/performance), sai para o treino, pois as montanhas onde treino sãocapazes de me revigorar. Quando cheguei em um aclive bem acentuado, quegeralmente subo trotando, resolvi que iria andando para me poupar de tandodesconforto, e enfim o treino prosseguiu, e no final parei meu GPS e pudeconstatar que o treino foi mais rápido como um todo…


Treinandopara o X-Terra Endurance de Ilhabela/SP, sai para um longo de 43 km, com 26 km deleves aclives e declives (3m50s por km), e com os 17 km finais se entre longassubidas e alguns declives suaves. Entre os 17km, 5 km de uma forte subida, ondeadotei um ritmo de 6m40s por km de forma natural. Isso realmente foi quebrar umabarreira e tanto.



“Trocar areferencia numérica para a energética é uma quebra de barreira, aceitar isso éum dos caminhos rumo aos pódios das ultras.”


 

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Este texto foi escrito por: JOSé VIRGINIO DE MORAIS

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