
Durante o percurso os corredores passaram por vários locais históricos (foto: Brian Negin/ Licença Creative Commons)
Atualizada em 28/03 às 12h53
Mesmo com o bombardeio de um ônibus metropolitano em Israel na quarta-feira (23/03), o ataque terrorista na região da cidade sagrada não impediu que corredores de 40 países diferentes participassem da Maratona de Jerusalém, nesta sexta-feira (25/12). O evento contou com mais uma prova de 21 quilômetros, mas ambos os trajetos passaram por diversos locais históricos.
Para o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, a resposta aos terroristas é que ninguém deixará de correr maratonas. Esta disputa em Jerusalém faz parte de uma pequena lista de cidades onde você precisa fazer uma maratona, conclui o Barkat. Uma das expctativas do evento, que deverá se tornar anual, é impulsionar o turismo da região e se tornar tão conhecido como as competições de Nova York e Boston.
O percurso da maratona foi planejado para passar pela Cidade Velha, pelo Monte das Oliveiras, pela Piscina do Sultão, além de outros locais bastante procurados por turistas do mundo todo. Este trajeto chegou a receber dez mil corredores durante a prova desta sexta-feira.
A chegada aconteceu no Parque Sacher e o primeiro atleta a finalizar a competição foi o queniano Raymond Kipkoechepp (2h26min44), que durante a prova tinha seguido por um trajeto que não estava previsto no percurso. Apesar disso, ele foi anunciado campeão e, em seguida, foi a vez dos quenianos Kopkorir Mutai (2h26min55) e Kiman Njorage (2h27min19) ocuparem a segunda e a terceira colocações.
Já a melhor competidora no feminino foi a etíope Worknesh Oda, que chegou em 2h50min05. O prefeito da cidade acrescenta que esta sexta-feira foi um grande dia para toda a cidade de Jerusalém. A cidade inteira é uma vencedora hoje, finaliza.
Confira alguns vídeos sobre a prova:
Este texto foi escrito por: Webrun