
Mais que uma corrida, uma oportunidade de se sentir uma mulher forte, livre, feliz, dona dos seus passos – no asfalto, na dança, na vida. Pode ter sido um primeiro passo. Um passo mais acelerado. Uma quebra de recorde. Um momento de descontração apenas. Um encontro com as amigas. Um cuidado com a beleza. Um show ( e que show diga-se de passagem! ) A Sephora Beauty Run, na manhã do domingo, em São Paulo, foi tudo isso e muito mais. Uma experiência cheia de energia para mulheres de todas as idades, de todos os paces, de todos os corpos, de todos tons de pele, de todos os tipos de cabelo.

Foto: George Gargiullo/ Divulgação Sephora
Longe de ser um evento para “patricinha”, a corrida com apelo de beleza e música ajuda a trazer a mulherada para perto desse universo do esporte. Que mal há em correr maquiada, perfumada, purpurinada? Que mal há em correr ou caminhar 6K pra depois se acabar no show de axé do Felipe Eva? Que mal há em pedir passagem e correr forte, mesmo num evento sem a marca da performance? A Sephora realmente entregou uma experiência para toda mulher sair de lá com alma lavada, brilho nos olhos, sorriso nos lábios, fortalecida, pronta para encarar o domingão e a vida de forma mais leve. Naquelas três ou quatro horinhas de evento – entre corrida e show – o que importava era se sentir bem consigo mesma.
Eu cheguei em cima da hora da largada e passei pelo pórtico alucinada. Tanto que corri o primeiro quilômetro abaixo de 5 minutos. Depois, já me sentindo na corrida, fui acomodando o ritmo e observando a galera. Que lindo aquelas mais de quatro mil atletas – gente maquiada ou com penteado fofo feito na arena (algumas das ativações do evento), mães com filhas grandes o suficiente para correr lado a lado ou ainda bebês em carrinhos, pelotão de amigas, selfies.
Não tinha expectativa de tempo, mas corri bem. Mesmo largando um pouco mais forte, não morri no meio do caminho. Corri o que venho treinando. Corri me sentindo feliz. Terminei em 32min37seg.

Na arena, kit pós-prova na mão (um monte de produtinhos de grifes queridinhas de beleza), encontrei várias amigas. Independente do objetivo de performance de cada uma nessa manhã, ouvi muitos “como é bom correr!”; “como é bom estar aqui!”; “tô me sentindo incrível!” E dá-lhe selfie, poses diante dos sherable moments criados pela marca (aqueles paineis que a gente adora tirar foto pra mostrar que estava no evento)…

Foto: George Gargiullo/ Divulgação Sephora
E ainda tinha o show. Primeiro, a DJ Lilly Scott muito da hora mandando bem no som. Depois, entra em cena o Felipe Pezzoni, vocalista da Banda Eva, que transformou o estacionamento do Shopping Eldorado num pocket do carnaval de Salvador temperado com a endorfina da corrida. Mistura perfeita! Até eu me admirei dançando duas horas no sol sem parar!

Foto Michel Souza/ Divulgação Sephora
Essa é a vida depois dos 50 que eu quero pra mim (lembrando que comecei a correr às vésperas dos 40 anos – hoje tenho 52). Sem medo de ser feliz. Correndo rápido ou devagar – mas correndo. Com ou sem namorado/marido/contatinho. Com amigas. Com gente na mesma vibe que a minha. Com brilho nos olhos – sempre! Podendo ser eu mesma. Valeu, Sephora!

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