Endurance pra mente e pernas.
Um dos principais elementos para eu ter me tornado um ultramontanhaeiro é: Resistência, considerando as provas de 50 km pra cima.
Temos montanheiros mais rápido outros mais resistentes, maspara que eu possa buscar este elemento, os treinos longos ocorrem em lugaresdiferentes, com intensidades diferentes, estímulos diferentes e desenvolvendo otreino de forma variada (terreno e estímulo), podendo ser feitos em: asfalto,montanha, pista de atletismo ou simplesmente saio sem direção.
Nas minhas planilhas tenho treinos longos, ao menos dois outrês por semana (26 km até 40 km), dependendo da prova alvo. Buscar qualidadenos longos requer um planejamento prévio de lugar, intensidade e terreno (mesmoque seja no mesmo lugar ou treino pode ser completamente diferente para oorganismo).
Os longos nas montanhas tento fazer por três vezes no mesmopercurso, o primeiro exploro o percurso, na segunda vez ouso um pouco mais navelocidade e na terceiro mesclo em velocidade e técnica para superar osobstáculos, em geral o terceiro momento fica mais rápido e para a mente isso émuito bom, principalmente para o processo de adaptação ao treino como um todo.
Faço isso também em pista de atletismo (400m) ou em umcircuito fechado (600m ou 2km), para explorar um momento mais massante para amente.
Mas quando o foco é explorar os lugares, zero o meucronometro, pego minha mochila de hidratação coloco o meu SALOMON – XR CROSSMAX2 que é hibrido (asfalto, terra e grama) e corro sem direção, pois nestemomento o foco do treino é o tempo em atividade (2h até 4h).
O que posso fazer amanhã é justamente o que me fascina parao próximo treino de trail run.
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Este texto foi escrito por: JOSé VIRGINIO DE MORAIS