A construção de um Ultramontanheiro – Parte – 2

Redação Webrun | · 19 jun, 2013

Lapidando omontanheiro.


Nem só dacorrida contínua dava para pensar em despertar o ultra montanheiro, dentro demim, acho que ficaria muito tedioso, então explorar novos desafios nos treinosera o lema.


Treino:correr 6 km + 12 ou 15 vezes com subidas em escadas de 300 ou 350 m, descendopor trilhas e finalizando com + 6 km, deixaram meus  treinos bem mais divertidos, variar o estímuloé muito bom e deixa a qualidade e a motivação sempre em alta para o próximopasso.


Mas não davapara ficar somente nisso, o treino intevalado (tiros), fizeram parte daconstrução. Sessões de 16x1km ou 35x500m, tendo como foco principal umaharmonia entre corpo e mente, a  velocidade não era o foco e sim ficar ematividade (claro um pouco mais rápido), isso me motivava para querer saber ondee o que sobraria no final do treino, este treino além de fadigar as pernas foide suma importância mental, onde ficava em atividade intensa por 2 h (treinocompleto).


Quando sefala de “tiros” velocidade, foi difícil alinhar: tempo e distância, claro tiveramque ser mais cadenciados que o normal, ex: uma sessão de 35x500m dura cerca de2h20 ou 26 km no treino completo em uma única sessão, com o 1º período (manhã) issovai pra quase 40 km e 4h30 de treino em atividade.


É isso queconstitui um ultra montanheiro, ficar em atividade, diversificar estes momentosé o segredo de se manter motivado para o próximo passo.


“Inspiraçãovem dos outros, motivação vem de dentro de nós”.


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Este texto foi escrito por: JOSé VIRGINIO DE MORAIS

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