Sem dúvidas conhecimento tanto esportivo como cultural e turístico foram adquiridos no El Cruce, mas o que nos deixa plenamente satisfeitos são as amizades feitas antes, durante e depois da prova…
Começando já no aeroporto aqui no Rio partimos com um grupo de mais oito brasileiros, ou seja, sete e um espanhol que mora aqui. Em Santiago também no aeroporto quatro paulistas reconheceram a gente através do blog, pena que todos esses coreram em duplas e não fizemos a prova juntos, mas nos dias que antecederam nos renderam boas conversas que ajudou a amenizar a distância de cá.
O acampamento serviu para juntar uma família instantânea e muito solidária, que mesmo por poucos dias foi muito bom ver e receber companheirismo e conselhos e poder agir assim também. Era divisão de medicamentos, curativos, lanches e até a sombra, pois o sol castigou no primeiro dia.
Por fim de volta ao hotel, o almoço serviu para a descontração do caminhar de cada um modificado pelas dores, e uma pequena conferência sobre quem volta na próxima edição, e quais provas também valem a pena para um novo encontro.
Passado o Cruce e todos adicionados no facebook, um salve ao que o esporte nos proprociona!

Este texto foi escrito por: RAFAEL SODRé GONçALVES