Por Alexandre Koda
No último dia 31 realizei mais uma vez a cobertura da SãoSilvestre, uma das provas mais tradicionais e aguardadas no calendáriopaulista. Confesso que antes do início das atividades in loco sempre rola umcerto desânimo, já que trabalhar no dia 31 de dezembro em vez de curtir com afamília e os amigos o último dia do ano não é muito animador.
Mas esse sentimento logo mudou durante a coletiva deimprensa realizada no dia 30 num hotel da capital paulista, onde pude encontrarcolegas de outros veículos, treinadores, assessores, atletas e alguns amigos.Logo veio uma sensação de prazer por fazer parte da história de mais uma SãoSilvestre e ter a oportunidade de relatar ao público leitor do Webrun.
No dia seguinte veio a competição em si, onde este anoacumulei a função de fotógrafo e repórter, me desdobrando para realizar damelhor forma as duas funções. Cheguei na Avenida Paulista por volta das 15h ereparei que havia mais policiais de prontidão do que em anos anteriores e aestrutura estava mais bem montada também.
Logo a sala de imprensa estava tomada por repórteres dediversos locais diferentes, sempre atrás da melhor notícia. Como sempre, um dosdestaques ficou por conta dos corredores fantasiados, que estavam sempre dispostosa conceder uma entrevista e posar para uma fotografia, seja ela de umprofissional, ou de algum popular.
Antes da largada me posicionei no meio do povão para sentira emoção da largada de uma prova como essa (quem sabe ainda corro um dia…rs)e por diversos momentos encontrava alguém conhecido. Ou melhor, os conhecidosme encontravam, já que eu sempre ouvia ao longe alguém me cumprimentar ougritar o meu nome.
Após algumas fotos fui para o ponto que separa o menino doshomens, as moças das mulheres, ou seja, a subida da Brigadeiro. Pela primeiravez pude acompanhar os bastidores dos staffs e policiais sempre atentos paraque ninguém invadisse o traçado e para que os atletas pudessem seguirtranqüilos.
Depois de acompanhar a chegada e a coletiva de imprensa comos campeões, voltei para o percurso com o intuito de tirar mais fotos e acabeitambém me divertindo com os retardatários e suas fantasias inusitadas. DeAyrton Senna a Monstros S.A, passando pelo mosquito da dengue e algunspalhaços, eram alguns exemplos.
Esta foi a minha terceira São Silvestre consecutiva e a cadaano que passa ela se torna mais especial e glamourosa tanto para os corredores,quanto para nós jornalistas.
Foto: Harry Thomas Júnior/ www.webrun.com.br
Este texto foi escrito por: REDAÇÃO WEBRUN