
Joseph vence com Marílson ao fundo (foto: Paulo Gomes /www.webrun.com.br)
Direto de São Paulo– A Meia Maratona Internacional de São Paulo foi vencida por dois quenianos neste domingo (04/03), a corredora Pasalia Kipkoech Chepkorir na categoria feminina e Joseph Kachapin Aperumoi entre os homens. A surpresa foi justamente a vitória de um africano na categoria masculina, já que os brasileiros venceram as últimas edições da prova.
A largada da elite masculina foi dada junto com a categoria geral, às 7h30 na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu. Sob a temperatura de 19 °C, o sol já estava forte apesar de o céu estar parcialmente nublado.
Prova rápida– Esta foi a edição mais rápida na história da Meia de SP. Os dois recordes (masculino e feminino) foram quebrados. No masculino, o queniano Joseph Aperumoi completou os 21 quilômetros em 1h01min38, batendo a marca de 1h03min12 de Marílson Gomes, em 2011.
O clima estava igual ao do Quênia, nem quente nem frio, comemora Joseph, que chegou ao Brasil apenas na sexta-feira. Foi fácil porque treinei muito na altitude do Quênia, completa o africano, que fica no País até maio. É a segunda passagem dele no Brasil em janeiro correu três provas e teve bom desempenho em todas.
Marílson chegou logo atrás, com 1h01min46. Queria correr forte. Eu saí muito cedo, abri 50 metros a partir do quarto quilômetro e corri só. Ele me ultrapassou no 17º, tentei reagir, mas ele estava melhor, reconhece o brasileiro.
Foi uma estratégia suicida (forçar no início), mas o objetivo era esse, correr forte. Fiz a minha melhor marca aqui e fico feliz pelo resultado, triste só por perder a prova, acrescenta.
O terceiro colocado foi Paulo Roberto de Almeida Paula, com 1h02min31. Fiz a minha prova, sei como estou treinando. A Meia de SP é uma corrida pesada em que não se pode ter quebra de ritmo, senão paga um preço alto. Fiz na minha condição e tive um bom resultado, conclui.
Confira a classificação da categoria masculina da Meia Maratona Internacional de São Paulo:
Este texto foi escrito por: Paulo Gomes