Eventos · 22 nov, 2024
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Competição · 17 nov, 2017
Uma das mais fortes e tradicionais provas de rua do calendário nacional, a Volta Internacional da Pampulha será a atração no dia 3 de dezembro. A competição completará sua 19ª edição e servirá, mais uma vez, como último teste antes […]
Corridas de Rua · 07 dez, 2010
Marílson Gomes dos Santos anunciou que disputará a edição 2010 da Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para o próximo dia 31 na Avenida Paulista. Após quatro sem competir a tradicional prova do fim do ano, o brasiliense se diz confiante em obter mais uma vitória e faturar o terceiro título.
Eu e o Adauto conversamos e decidimos, após a boa recuperação da Maratona de Nova York, ampliar um pouco mais a temporada. Após uma semana de descanso voltei aos treinos recuperado. Minha expectativa é entrar na prova, me sentir bem e tentar o tricampeonato", relata o fundista.
A última vitória de um brasileiro foi com Franck Caldeira, em 2006, já que a partir do ano seguinte os quenianos passaram a dominar a disputa dos 15 quilômetros. Mesmo após esse tempo fora, Marílson garante que conhece bem o percurso e sabe os pontos com maior dificuldade. O nível da prova é bem alto, os africanos chegam querendo vitória, mas sei que tenho condições de vencer, ressalta.
Aos 33 anos de idade, ele ostenta no currículo o bicampeonato da Maratona de Nova York, (2006 e 2008), é recordista sul-americano dos 5.000m (13min19seg43), 10.000m (27min28seg12), 15 km (42min15), 20 km (56min32) e meia-maratona (59min33). Como preparação para a São Silvestre, ele deve correr a Prova Sargento Gonzaguinha neste domingo (12) em São Paulo e, se necessário, a São Silveira de Barueri, dia 19.
Ainda de acordo com Marílson, a decisão de participar da São Silvestre foi tomada recentemente. Nas últimas cinco provas não participei da disputa por vários fatores, e o principal deles é que não me sentia totalmente recuperado da maratona de Nova York. Na opinião do fundista, é preciso estar preparado para encarar o desfio. O fato de eu ser bicampeão complica ainda mais, por causa da pressão. Mas eu ainda tenho um tempinho para treinar mais um pouco, enfatiza.
Corridas de Rua · 09 dez, 2009
O maratonista Franck Caldeira, campeão da São Silvestre em 2006, se prepara para a edição 2009 da competição. Para isso, ele tem feito um treinamento diferenciado durante o ano e pretende chegar à disputa 100% para tentar mais uma vez o título da prova. Em agosto passado, ele faturou a Dez Milhas Garoto, em Vitória (ES) e, desde então se manteve fora dos holofotes, até a conquista do terceiro lugar na Volta da Pampulha no último dia seis.
Precisei fazer alguns exames médicos logo após a Garoto e logo em seguida passei uns 25 dias na altitude de Campos do Jordão para me preparar para a Pampulha. O tempo de preparação foi pouco e me surpreendi com a terceira colocação, atrás de dois africanos fortes (Nicholas Koech e Martin Sule), comenta o fundista. Segundo ele, a disputa mineira foi boa para garantir ritmo de prova, mas não pode ser tomada como base para a São Silvestre, pois é um estilo de competição muito diferente.
O que vale muito é o dia, a disposição e encarar a prova como uma questão de vestir a camisa. Tudo muda, já que muitos chegam como favoritos e acabam sendo surpreendidos, avalia Franck. Não vou mudar nada na preparação, apenas vou intercalar treinos mais rápidos, completa o mineiro, que ainda não voltou para a altitude, já que competirá neste domingo (13), em São Paulo, a Sargento Gonzaguinha.
Durante a Pampulha ele usou como estratégia específica se manter no pelotão intermediário e atacar os líderes a partir da metade da prova, tática que acredita não ser efetiva na São Silvestre. A única parte tática desta prova é em relação à temperatura, pois apesar de ter um nível forte, certamente vai haver alguma quebra no final. Nenhum ser humano agüenta o calor que faz em São Paulo nessa época. Para Franck, a dica para vencer ou conquistar um dos três primeiros lugares do pódio, é não perder os ponteiros de vista, sempre tentar acompanhá-los. Se deixar abrir, não tem como recuperar, pois tem muitas subidas e descidas.
O mito da Av. Brigadeiro Luiz Antônio - Muitos corredores acreditam que a subida da Av. Brigadeiro Luiz Antônio, no trecho final do percurso, é uma das partes mais complicadas, mas Franck não acredita neste mito. Não tem como decidir a prova lá, a não ser que tenham dois ou mais atletas juntos. A pior parte para mim é o início, os primeiros cinco quilômetros, pois é uma descida muito intensa.
Caldeira define como um ritmo absurdo, para a São Silvestre, a marca de 2min45 a 2min40 por quilômetro, marca que geralmente os atletas passam neste primeiro trecho. No início ainda estamos na fase de aquecimento, depois vem o Elevado Costa e Silva, com uma subida forte. Imagina a musculatura tomando pancada direto e depois encarando uma subida?, deixa a pergunta no ar.
Sempre descontraído e bem humorado, ele fez uma comparação no mínimo curiosa sobre os diferentes tipos de condição que se encara no percurso e diz que a São Silvestre se assemelha a um rali. É como um Rali dos Sertões, você pega água, chuva, depois barro, realmente tem que ser um 4x4, motor flex não agüenta, tem que ser a diesel. E para que esse motor não deixe o piloto na mão, além de água, isotônico e gel, um outro combustível pode fazer muita diferença: a torcida.
A São Silvestre é uma das poucas competições em que o público sai às ruas para torcer e incentivar os atletas, principalmente os brasileiros, numa energia contagiante que Franck faz questão de absorver. Faz a diferença, o pessoal gosta de ver um brasileiro vencer. Dá para se desconcentrar um pouco da prova e pensar na torcida, que é a nossa motivação para brigar com os africanos e vencer.
Adversários - Já em relação aos adversários, além de um forte pelotão de estrangeiros, que todo ano vem em busca do caneco dourado e da farta premiação em dinheiro, muitos brasileiros conquistam boas posições, mesmo aqueles que não são considerados favoritos. Franck acredita que alguns de seus companheiros de equipe no Cruzeiro podem dar trabalho. Essa é uma prova boa para o João da Bota e para o Giomar Pereira, mas um está voltando de lesão e o outro está um pouco cansado por ter corrido todas as provas do Circuito Caixa em busca de pontuação, revela.
Outros nomes fortes segundo ele, seriam Clodoaldo Gomes, vice-campeão em 2006 e Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da prova em 2003 e 2005. O Marílson por não ter vencido a Maratona de Nova York pode vir para a São Silvestre para não ter um ano apagado e seria um forte candidato à vitória, mas a participação de Marilson ainda não está confirmada.
Por fim, Franck fala que como bom mineiro tem sempre o pé atrás na hora de falar sobre uma possível vitória. Prefiro largar primeiro, avaliar a prova e chegar no pódio para ficar entre os cinco primeiros. No decorrer da disputa a gente começa a sonhar com uma possível vitória de acordo como as pernas vão reagindo.
Corridas de Rua · 14 jul, 2008
A cidade de Vitória (ES) realizou no último sábado à noite (12) mais uma etapa do Circuito Fila 2008, prova que contou com a participação de cerca de 1.500 competidores na Praia de Camburi. O percurso foi de cinco e 10 quilômetros, mesclando asfalto e areia da praia, ao som de DJs que animaram o evento.
Nos 10 quilômetros masculino a vitória ficou com Marivaldo Oliveira, ao marcar o tempo de 35min03seg90. Trabalhei de 8h até o meio-dia e minha força de vontade foi muito grande. Eu não esperava ganhar, mas pelo menos ficar entre os quatro primeiros. Consegui ultrapassar o primeiro lugar faltando apenas 400 metros, comenta o office boy, que trabalha de bicicleta e a pé. O segundo posto ficou com Antonio da Silva (35min12) e o terceiro para Alequessandro da Silva (35min09).
Já a campeã Cíntia, que pratica triathlon, finalizou o percurso em 43min52. Foi a primeira vez que disputei uma corrida assim e gostei muito. É muito diferente do triathlon, mas acho que ganhei tempo na troca de terreno, do asfalto para a areia, porque corro bastante na areia também. O segundo posto ficou com Eliane dos Santos (46min55) e o terceiro com Edila dos Santos, com 48min23.
Prova menor - Na disputa dos cinco quilômetros quem levou a melhor foi a capixaba Ana Paula dos Santos, de 16 anos, que sofreu uma queda na transição do asfalto para a areia, mas não desanimou. Consegui me recuperar e superar todas as dificuldades para chegar em primeiro. Quando caí, achei que não fosse conseguir levantar, enfatiza a jovem corredora que dedicou a vitória ao pai. A emoção é muito grande, ela é meu orgulho. A Ana Paula corre desde pequena e sempre sobe no pódio, diz Sr. Zezinho.
Entre os homens Yuri Cantarino levou a melhor ao cruzar com o tempo de 17min22, deixando para Marcos de Oliveira o segundo posto, com 17min34 e Vanderley Gomes em terceiro, com 19min25. Gostei muito da prova, porque foi muito disputada e bem organizada. Tinham muitos atletas bons e eu não esperava vencer. Sabia que estava bem preparado e que iria correr bem, enfatiza o corredor de 21 anos.
A próxima etapa do Circuito Fila Corredores de Verdade acontece no dia 26 de julho, na Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Corridas de Rua · 08 jul, 2008
Depois de passar pelo Rio de Janeiro e São Paulo, agora é a vez da cidade de Vitória, no Espírito Santo, receber uma etapa do Circuito Fila Corredores de Verdade, nesse sábado (12). O evento será disputado durante à noite e terá percurso misto, com asfalto e areia da praia.
Os corredores dos cinco quilômetros enfrentarão os três primeiros quilômetros no asfalto e os outros dois na areia, enquanto os participantes dos 10 quilômetros terão que dar duas voltas no percurso, que alternará asfalto (seis quilômetros) e areia (quatro). O tiro de partida será dado às 20h.
O circuito misto é uma variação, uma experiência que vale a pena para o corredor, porque é diferente de todas as provas e de tudo o que ele está acostumado, comenta Sandro Sperandei, professor da equipe Filhos do Vento. A prova é bem mais puxada e o corredor precisa segurar o ritmo, tomar cuidado com os buracos na areia, que é um território irregular. Já no asfalto é só alegria, hora de recuperar o tempo perdido, completa.
Todos receberão medalhas de participação após cruzarem a linha de chegada e a grande maioria estará presente para se divertir, fazer uma grande festa no esporte. Não é necessário se preocupar tanto com o tempo e não precisa fazer aquecimento demais, senão prejudica a prova. É interessante que ele aqueça, mas não de forma intensa. Com a largada na areia é até melhor o atleta ir mais devagar, para ele chegar ao fim da prova legal, finaliza Sandro.
Corridas de Rua · 23 out, 2007
A cidade de Vitória, no Espírito Santo, promove no dia 11 de novembro a quarta edição da corrida 10k Unimed, competição que terá largada no Shopping Norte-Sul, em Jardim Camburi, e chegada na Praça da Ciência, na Praia do Canto. O limite é de 1.500 competidores e um dos destaques é a equipe mineira do Cruzeiro, com a baiana Edielza Alves dos Santos Guimarães, que recentemente venceu a 1ª Meia-Maratona Volta da Ilha de Vitória.
Edielza terá a companhia de André Celeste da Silva, Cristiano da Silva Machado, Francisco Barbosa dos Santos, João Ferreira de Lima, Márcio Ribeiro da Silva, Luiz Paulo da Silva Antunes, Marcos Alexandre Elias, Marcos Vinícius da Silva e Wendel Divino da Cruz. É uma equipe que lutará pela primeira colocação, que reúne atletas experientes e novos, ressalta Carlos Fróes, diretor técnico da prova.
As inscrições já estão abertas e os interessados podem efetivar a participação até o dia quatro de novembro ou até que o número limite seja atingido. As vagas estão limitadas para garantir a segurança de todos e assegurar uma organização eficiente da prova, comenta Froés. A idade mínima para participar é 16 anos.
Os postos oficiais de inscrição são as lojas Ranking Esportes e Kipick Tênis e o valor a ser pago é R$ 20, dos quais R$ 5 serão revertidos para a Acacci, Associação Capixaba Contra o Câncer Infantil. A largada acontece a partir das 9h e a premiação será de R$ R$ 20mil nas categorias Geral Masculino, Geral Feminino, Capixaba Melhor Colocado Masculino e Capixaba Melhor Colocado feminino.
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