violência

Mulheres encontram no esporte força para superar a violência doméstica

Mulheres · 12 jul, 2019

O início do romance é quase sempre igual para as vítimas de violência doméstica. O homem mostra-se gentil, atencioso, zeloso com sua mulher, fazendo com que ela acredite que ele cuida dela de maneira muito especial. Aos poucos, no entanto, […]


Mulheres encontram no esporte força para superar a violência doméstica

Mulheres · 12 jul, 2019

O início do romance é quase sempre igual para as vítimas de violência doméstica. O homem mostra-se gentil, atencioso, zeloso com sua mulher, fazendo com que ela acredite que ele cuida dela de maneira muito especial. Aos poucos, no entanto, […]

Violência preocupa quenianos que estão no Brasil

Corridas de Rua · 01 fev, 2008

Desde o último dia 27 de dezembro uma onda de violência atinge o Quênia, país africano que tem por tradição formar grandes atletas de renome internacional, como Paul Tergat; Robert Cheruiyot, entre outros. Os conflitos começaram após as acusações do atual presidente Mwai Kibaki sobre a fraude das eleições. Desde então mais de 800 pessoas foram mortas e centenas estão desabrigadas.

Vários atletas, que treinam no Brasil e outros, que já retornaram para o Quênia, estão muito preocupados com a falta de segurança e a impossibilidade de seguirem tranqüilamente para os centros de excelência do país. Todos estão com medo de novos ataques. Moacir Marconi, conhecido como Coquinho, que comanda um grupo de corredores africanos no Paraná, revelou que seus pupilos estão apreensivos e isso afeta diretamente os treinos.

“O psicológico afeta muito, eles estão sempre ligando para casa e acreditam que a melhor opção é retornar, mesmo sabendo dos riscos”. Sob seu comando estão atualmente Eunice Jeptoo, Damiel Gatheru, Amos Maindi e Pauline Chepchumba, que terão suas permissões de estada no Brasil expiradas entre o fim de fevereiro e o começo de março. Depois que esse grupo de atletas embarcar de volta para o Quênia, outros devem se juntar a Coquinho, caso a situação se normalize.

Mais atletas - Quem também treina um grupo de estrangeiros no Brasil é Jorge Luis Silva, o Jorginho, um dos responsáveis pela equipe Athletic Sports-Luasa, ao lado de Luiz Antônio dos Santos. Ele afirma que “a coisa está muito feia por lá, está virando uma guerra civil e pode virar uma guerra santa, com brigas entre as etnias”. Seus comandados já retornaram para o Quênia, pois o visto de permanência no Brasil expirou, mas ele já está organizando o retorno.

“Vamos trazer todos os cinco irmãos do Kiprono Mutai e estamos providenciando todos os documentos legais para eles virem com visto de trabalho e ficarem uns dois anos aqui”, ressalta Jorginho.

Na manhã da última quinta-feira alguns atletas treinavam em Kapsait, uma região que fica a três mil metros altitude, na África, e logo depois, cerca de meia hora, tiveram que voltar para casa. “Começaram umas manifestações e depois houve até saques”, conta Jorginho.

Os quenianos que treinam com Jorginho e Luiz Antônio são os irmãos Kiprono, Kipremei; Richard; Kiproech e Willy Mutai; Kimutai Kiplimo e Chemtai Rionotukei. O treinador se diz muito preocupado com a situação deles e afirma que primeiro vai cuidar da segurança e depois pensará nas autorizações para competirem as provas por aqui.


Violência preocupa quenianos que estão no Brasil

Corridas de Rua · 01 fev, 2008

Desde o último dia 27 de dezembro uma onda de violência atinge o Quênia, país africano que tem por tradição formar grandes atletas de renome internacional, como Paul Tergat; Robert Cheruiyot, entre outros. Os conflitos começaram após as acusações do atual presidente Mwai Kibaki sobre a fraude das eleições. Desde então mais de 800 pessoas foram mortas e centenas estão desabrigadas.

Vários atletas, que treinam no Brasil e outros, que já retornaram para o Quênia, estão muito preocupados com a falta de segurança e a impossibilidade de seguirem tranqüilamente para os centros de excelência do país. Todos estão com medo de novos ataques. Moacir Marconi, conhecido como Coquinho, que comanda um grupo de corredores africanos no Paraná, revelou que seus pupilos estão apreensivos e isso afeta diretamente os treinos.

“O psicológico afeta muito, eles estão sempre ligando para casa e acreditam que a melhor opção é retornar, mesmo sabendo dos riscos”. Sob seu comando estão atualmente Eunice Jeptoo, Damiel Gatheru, Amos Maindi e Pauline Chepchumba, que terão suas permissões de estada no Brasil expiradas entre o fim de fevereiro e o começo de março. Depois que esse grupo de atletas embarcar de volta para o Quênia, outros devem se juntar a Coquinho, caso a situação se normalize.

Mais atletas - Quem também treina um grupo de estrangeiros no Brasil é Jorge Luis Silva, o Jorginho, um dos responsáveis pela equipe Athletic Sports-Luasa, ao lado de Luiz Antônio dos Santos. Ele afirma que “a coisa está muito feia por lá, está virando uma guerra civil e pode virar uma guerra santa, com brigas entre as etnias”. Seus comandados já retornaram para o Quênia, pois o visto de permanência no Brasil expirou, mas ele já está organizando o retorno.

“Vamos trazer todos os cinco irmãos do Kiprono Mutai e estamos providenciando todos os documentos legais para eles virem com visto de trabalho e ficarem uns dois anos aqui”, ressalta Jorginho.

Na manhã da última quinta-feira alguns atletas treinavam em Kapsait, uma região que fica a três mil metros altitude, na África, e logo depois, cerca de meia hora, tiveram que voltar para casa. “Começaram umas manifestações e depois houve até saques”, conta Jorginho.

Os quenianos que treinam com Jorginho e Luiz Antônio são os irmãos Kiprono, Kipremei; Richard; Kiproech e Willy Mutai; Kimutai Kiplimo e Chemtai Rionotukei. O treinador se diz muito preocupado com a situação deles e afirma que primeiro vai cuidar da segurança e depois pensará nas autorizações para competirem as provas por aqui.