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O dia é do medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima

Atletismo · 11 ago, 2020

Parabéns, Vanderlei! Vanderlei Cordeiro de Lima completa 51 anos nesta terça-feira (11/8) e recebe os parabéns da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e de toda a comunidade atlética. O maratonista entrou para a história do atletismo brasileiro e mundial com […]

Quenianos faturam Meia de São Paulo, Vanderlei é segundo

A cidade de São Paulo recebeu na manhã deste domingo a segunda edição da Meia Maratona de São Paulo, prova que teve largada às 7h45 na Praça Charles Miller, região do Estádio do Pacembu. Kiprono Mutai e Eunice Kirwa, do Quênia foram os campeões, enquanto os melhores brasileiros foram Vanderlei Cordeiro de Lima (segundo) e Maria Zeferina Baldaia (terceira).

São Paulo - A prova teve distância oficial de 21,1 quilômetros, num percurso de duas voltas pelas ruas e avenidas da zona oeste da capital paulista. Antes do tiro inicial a temperatura era agradável, com tempo encoberto e sensação de frescor, condição que se inverteu a partir da metade da prova. O sol venceu as nuvens e começou a brilhar forte, ocasionando elevação das temperaturas e da sensação térmica.

Entre os homens a disputa prometia ser bem acirrada, com a presença de várias estrelas, como Vanderlei Cordeiro de Lima e José Telles, dois atletas que já possuem índice A para a maratona olímpica, além de alguns quenianos. Franck Caldeira, que estava inscrito, teve que desistir de última hora devido à uma “forte virose”, segundo seu treinador Henrique Viana. O número um do Brasil Marílson Gomes também estava presente, mas desta vez como padrinho da prova.

Na primeira passagem masculina Vanderlei e Mutai já mostravam que seriam os protagonistas da prova, com o brasileiro correndo poucos metros à frente do queniano e ambos bem distantes do segundo pelotão. A dupla permaneceu junta durante todo o resto do percurso e no final o africano conseguiu se sobressair, para cruzar a linha em primeiro lugar com o tempo de 1h04min02, contra 1h04min10 do adversário.

Impressões - O herói olímpico de Atenas foi muito aplaudido pelo público presente, que a todo o momento o assediava solicitando autógrafos ou fotos a seu lado, pedidos sempre atendidos com um peculiar sorriso. “Apesar de não ter conseguido a vitória, a prova foi ótima como treino, o importante é estar entre os primeiros”, ressalta Vanderlei que se diz satisfeito por voltar à sua melhor forma. “Na segunda volta a temperatura aumentou, assim como a umidade e eu não tive velocidade para acelerar no final”, completa.

Mutai, apesar da vitória, enalteceu a prova do brasileiro. “A prova não foi fácil, principalmente porque o Vanderlei é um corredor muito forte, assim como o Marílson. Minha primeira volta foi melhor, já que o tempo ajudou, mas na segunda a temperatura estava quente e foi difícil acompanhá-lo”. Ele enfatiza ainda que torce muito para que o brasileiro esteja na equipe que defenderá o país na Olimpíada de Pequim.

A terceira posição foi para Anoé Dias, que diz não ter sido fácil ficar no encalço dos dois campeões. “Venho treinando bem desde o terceiro lugar na São Silvestre e o calor me ajudou, já que treino com esta condição em Jardinópolis (interior de São Paulo)”. Ele fechou com 1h05min24 e comentou que “chegar um minuto atrás de um atleta olímpico é uma vitória e tanto”.

A prova feminina também estava recheada de atletas renomadas, como Maria Zeferina Baldaia e Lucélia Peres, que ainda brigam pelo índice olímpico, assim como Marily dos Santos e Marizete Moreira. As quenianas Eunice Kirwa e Ednah Mukhwana também apareciam como favoritas e deram muito trabalho às brasileiras.

As mulheres da elite largaram em pelotão exclusivo rumo à Avenida Pacaembu e começaram conservadoras, sempre se estudando. Na passagem da primeira volta Ednah era a líder, seguida de muito perto por Eunice, Marily e Baldaia, situação que se inverteu ao final da competição, já que Eunice cruzou em primeiro com o tempo de 1h15min08. “Achei o percurso muito bom, principalmente porque não tinha muitas subidas e descidas fortes”, ressalta a vencedora.

A definição da segunda e terceira colocadas deixou a comissão de cronometragem na dúvida, já que no visual Baldaia cruzou como vice, mas logo depois de cortar a faixa, Ednah apareceu abruptamente na sua frente. Como a pista de chegada foi dividida em duas faixas, uma para que a elite cruzasse e outra para a passagem dos amadores para a segunda volta, a queniana passou pelo lado errado, motivo pelo qual os expectadores viram a brasileira cruzar primeiro, mas sua adversária já havia encostado o chip no tapete.

Explicações - Confusões à parte, Ednah foi confirmada como vice, ao marcar 1h16min11 e diz que gostou da competição. “A prova de hoje foi muito boa, assim como o percurso. O único problema foi o calor durante a segunda volta, que me prejudicou um pouco”. Sobre o problema na chegada, ela explica que havia muitas pessoas se dirigindo ao pórtico e não percebeu que deveria cruzar na pista da esquerda.

Baldaia, terceira colocada, também foi uma das atletas que utilizou o evento como complemento de seus treinos para a obtenção do índice olímpico e considera o resultado positivo. “A corrida foi maravilhosa”. Assim como a queniana, ela explica a confusão da chegada. “Nos últimos quilômetros teve um pouco de tumulto e cada uma entrou por um lado do pórtico”.

A Meia Maratona Internacional de São Paulo foi a prova de abertura do Circuito Caixa/ CBAt de Corredores de Rua e também foi válida para o ranking Yescom. O próximo evento válido para o Circuito será a Meia Maratona de Recife, em 30 de março.


Quenianos faturam Meia de São Paulo, Vanderlei é segundo

Meia Maratona · 09 mar, 2008

A cidade de São Paulo recebeu na manhã deste domingo a segunda edição da Meia Maratona de São Paulo, prova que teve largada às 7h45 na Praça Charles Miller, região do Estádio do Pacembu. Kiprono Mutai e Eunice Kirwa, do Quênia foram os campeões, enquanto os melhores brasileiros foram Vanderlei Cordeiro de Lima (segundo) e Maria Zeferina Baldaia (terceira).

São Paulo - A prova teve distância oficial de 21,1 quilômetros, num percurso de duas voltas pelas ruas e avenidas da zona oeste da capital paulista. Antes do tiro inicial a temperatura era agradável, com tempo encoberto e sensação de frescor, condição que se inverteu a partir da metade da prova. O sol venceu as nuvens e começou a brilhar forte, ocasionando elevação das temperaturas e da sensação térmica.

Entre os homens a disputa prometia ser bem acirrada, com a presença de várias estrelas, como Vanderlei Cordeiro de Lima e José Telles, dois atletas que já possuem índice A para a maratona olímpica, além de alguns quenianos. Franck Caldeira, que estava inscrito, teve que desistir de última hora devido à uma “forte virose”, segundo seu treinador Henrique Viana. O número um do Brasil Marílson Gomes também estava presente, mas desta vez como padrinho da prova.

Na primeira passagem masculina Vanderlei e Mutai já mostravam que seriam os protagonistas da prova, com o brasileiro correndo poucos metros à frente do queniano e ambos bem distantes do segundo pelotão. A dupla permaneceu junta durante todo o resto do percurso e no final o africano conseguiu se sobressair, para cruzar a linha em primeiro lugar com o tempo de 1h04min02, contra 1h04min10 do adversário.

Impressões - O herói olímpico de Atenas foi muito aplaudido pelo público presente, que a todo o momento o assediava solicitando autógrafos ou fotos a seu lado, pedidos sempre atendidos com um peculiar sorriso. “Apesar de não ter conseguido a vitória, a prova foi ótima como treino, o importante é estar entre os primeiros”, ressalta Vanderlei que se diz satisfeito por voltar à sua melhor forma. “Na segunda volta a temperatura aumentou, assim como a umidade e eu não tive velocidade para acelerar no final”, completa.

Mutai, apesar da vitória, enalteceu a prova do brasileiro. “A prova não foi fácil, principalmente porque o Vanderlei é um corredor muito forte, assim como o Marílson. Minha primeira volta foi melhor, já que o tempo ajudou, mas na segunda a temperatura estava quente e foi difícil acompanhá-lo”. Ele enfatiza ainda que torce muito para que o brasileiro esteja na equipe que defenderá o país na Olimpíada de Pequim.

A terceira posição foi para Anoé Dias, que diz não ter sido fácil ficar no encalço dos dois campeões. “Venho treinando bem desde o terceiro lugar na São Silvestre e o calor me ajudou, já que treino com esta condição em Jardinópolis (interior de São Paulo)”. Ele fechou com 1h05min24 e comentou que “chegar um minuto atrás de um atleta olímpico é uma vitória e tanto”.

A prova feminina também estava recheada de atletas renomadas, como Maria Zeferina Baldaia e Lucélia Peres, que ainda brigam pelo índice olímpico, assim como Marily dos Santos e Marizete Moreira. As quenianas Eunice Kirwa e Ednah Mukhwana também apareciam como favoritas e deram muito trabalho às brasileiras.

As mulheres da elite largaram em pelotão exclusivo rumo à Avenida Pacaembu e começaram conservadoras, sempre se estudando. Na passagem da primeira volta Ednah era a líder, seguida de muito perto por Eunice, Marily e Baldaia, situação que se inverteu ao final da competição, já que Eunice cruzou em primeiro com o tempo de 1h15min08. “Achei o percurso muito bom, principalmente porque não tinha muitas subidas e descidas fortes”, ressalta a vencedora.

A definição da segunda e terceira colocadas deixou a comissão de cronometragem na dúvida, já que no visual Baldaia cruzou como vice, mas logo depois de cortar a faixa, Ednah apareceu abruptamente na sua frente. Como a pista de chegada foi dividida em duas faixas, uma para que a elite cruzasse e outra para a passagem dos amadores para a segunda volta, a queniana passou pelo lado errado, motivo pelo qual os expectadores viram a brasileira cruzar primeiro, mas sua adversária já havia encostado o chip no tapete.

Explicações - Confusões à parte, Ednah foi confirmada como vice, ao marcar 1h16min11 e diz que gostou da competição. “A prova de hoje foi muito boa, assim como o percurso. O único problema foi o calor durante a segunda volta, que me prejudicou um pouco”. Sobre o problema na chegada, ela explica que havia muitas pessoas se dirigindo ao pórtico e não percebeu que deveria cruzar na pista da esquerda.

Baldaia, terceira colocada, também foi uma das atletas que utilizou o evento como complemento de seus treinos para a obtenção do índice olímpico e considera o resultado positivo. “A corrida foi maravilhosa”. Assim como a queniana, ela explica a confusão da chegada. “Nos últimos quilômetros teve um pouco de tumulto e cada uma entrou por um lado do pórtico”.

A Meia Maratona Internacional de São Paulo foi a prova de abertura do Circuito Caixa/ CBAt de Corredores de Rua e também foi válida para o ranking Yescom. O próximo evento válido para o Circuito será a Meia Maratona de Recife, em 30 de março.

Brasil e Quênia duelam na Maratona das Águas

Na manhã desta sexta-feira aconteceu em Foz do Iguaçu (PR) a primeira edição da Maratona Internacional das Águas, competição que teve como padrinho o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima. Confira como foi a competição, que teve vitória do queniano Charles Kohir e da brasileira Ilaine Wandscheer, em uma disputa apertada.

Foz do Iguaçu - A largada aconteceu às 8h no mirante da Usina Binacional de Itaipu, com tempo encoberto e clima agradável e largada da elite feminina antes da masculina. Entre as mulheres se formou um pelotão único de cinco corredoras, que prosseguiu quase até o final, com Marizete Rezende, Ilaine Wandscheer, as quenianas Jacquiline Chebor e Margaret Kipglat, além da também brasileira Rosa Barbosa.

Durante todo o percurso elas se revezaram na liderança, mas os destaque ficava por conta de Marizete, que sempre aparecia à frente do grupo. O percurso, inédito até então para todos, proporcionou algumas adversidades, como longas subidas e descidas, além de curvas sinuosas, o que exigiu muita atenção no controle de ritmo.

Por volta do quilômetro 35, a garôa que acompanhava os competidores se transformou numa forte chuva, fato que pareceu ter esfriado Marizete, pois ela começou a se distanciar das líderes. Pouco depois ela abandonou com dores na perna e deixou a briga aberta entre Ilaine e Jacquiline, que travaram um duelo nariz a nariz.

Atrativo - O último trecho da prova aconteceu na estrada que dá acesso ao Parque Nacional do Iguaçu, onde se localiza o ponto turístico mais famoso da cidade, as Cataratas do Iguaçu. Correndo numa longa reta de descida, a brasileira e a queniana não diminuíam o ritmo e não se mostravam contentes com o segundo lugar. O público presente a toda hora gritava “Brasil Brasil” ao avistar Ilaine, que pareceu motivada para um sprint no quilômetro 38. A vista das Catatas aumentou ainda mais o ânimo da atleta, que ainda olhou para trás para conferir a posição da segunda colocada.

Ela manteve a velocidade e cruzou o pórtico de chegada em primeiro com o tempo de 2h48min02, seguida por Jacquiline com 2h48min33 e Rosa Barbosa, que chegou a perder o contato com as líderes no meio da prova, mas recuperou para marcar 2h48min56 e obter o terceiro lugar. “Agradeço aos organizadores pela prova excelente em todos os aspectos. Foi um percurso duro, o único problema foi não consegui pegar água no último posto, mas foi bom, pois gosto de desafios como este”, comenta a campeã.

Já a segunda colocada, diz que sentiu uma contusão na perna no final do percurso e concorda com Ilaine no aspecto dificuldade. “Tinham muitas subidas e descidas. Se eu tivesse tido mais tempo para me preparar , conseguiria a vitória”. Já Marisete, diz que sentiu dores na perna desde o aquecimento.

“No final senti muita dor, então como sabia que não iria ganhar, resolvi parar para não ter um estiramento”. Ela não sabe se participará das próximas provas da temporada, como Volta da Pampulha e São Silvestre, já que terá que avaliar a gravidade da lesão.

Entre os homens a disputa não foi muito acirrada, mas em contrapartida teve uma atração à parte, que foi a participação do herói olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima como convidado especial. O brasileiro correu os primeiros 21 quilômetros de forma leve, apenas participativa, sempre com muito apoio das pessoas.

Após a saída do brasileiro, a competição ficou séria e o pelotão formado por Charles Korir e os brasileiros Cosme de Souza e Roberto Oliveira, passou a brigar pela liderança. O grupo veio junto até a aproximação do quilômetro 30, ocasião em que o queniano resolveu imprimir um ritmo mais forte e deixou os adversários comendo poeira.

Após alcançar as mulheres por volta do quilômetro 35, ele continuou sua empreitada com passadas largas e só parou ao cruzar a faixa da chegada com o tempo de 2h20min18. A briga pelo segundo veio forte, mas Cosme se sobressaiu e fechou os 42.195 metros em 2h22min30, contra 2h22min41 do compatriota Roberto.

“Foi uma prova bem difícil, principalmente devido às subidas e descidas”, ressalta Charles, que assim como Jacquiline treina no Brasil. “A chuva atrapalhou um pouco, pois pinicava na pele, mas eu me senti bem durante a prova e consegui a vitória.

Organização - Ao todo o evento contou com 250 pessoas na prova de maratona, além de muitas outras na competição infantil e na disputa de 10 quilômetros e, segundo os organizadores, este número deve aumentar para 2008. “Conseguimos fazer uma prova desta magnitude com sucesso, graças ao apoio da polícia militar, das forças armadas, do Sesc Paraná e de todos os envolvidos”, ressalta Marcos Vinicius de Mello, diretor técnico do evento.

“Certamente tivemos algumas falhas e vamos corrigir para o ano que vem, já que pretendemos organizar uma competição maior e ainda melhor”, completa. “Esta realmente foi a Maratona das Águas, já que além das Cataratas, tivemos chuva no percurso”, brinca o superintendente.


Brasil e Quênia duelam na Maratona das Águas

Maratona · 12 out, 2007

Na manhã desta sexta-feira aconteceu em Foz do Iguaçu (PR) a primeira edição da Maratona Internacional das Águas, competição que teve como padrinho o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima. Confira como foi a competição, que teve vitória do queniano Charles Kohir e da brasileira Ilaine Wandscheer, em uma disputa apertada.

Foz do Iguaçu - A largada aconteceu às 8h no mirante da Usina Binacional de Itaipu, com tempo encoberto e clima agradável e largada da elite feminina antes da masculina. Entre as mulheres se formou um pelotão único de cinco corredoras, que prosseguiu quase até o final, com Marizete Rezende, Ilaine Wandscheer, as quenianas Jacquiline Chebor e Margaret Kipglat, além da também brasileira Rosa Barbosa.

Durante todo o percurso elas se revezaram na liderança, mas os destaque ficava por conta de Marizete, que sempre aparecia à frente do grupo. O percurso, inédito até então para todos, proporcionou algumas adversidades, como longas subidas e descidas, além de curvas sinuosas, o que exigiu muita atenção no controle de ritmo.

Por volta do quilômetro 35, a garôa que acompanhava os competidores se transformou numa forte chuva, fato que pareceu ter esfriado Marizete, pois ela começou a se distanciar das líderes. Pouco depois ela abandonou com dores na perna e deixou a briga aberta entre Ilaine e Jacquiline, que travaram um duelo nariz a nariz.

Atrativo - O último trecho da prova aconteceu na estrada que dá acesso ao Parque Nacional do Iguaçu, onde se localiza o ponto turístico mais famoso da cidade, as Cataratas do Iguaçu. Correndo numa longa reta de descida, a brasileira e a queniana não diminuíam o ritmo e não se mostravam contentes com o segundo lugar. O público presente a toda hora gritava “Brasil Brasil” ao avistar Ilaine, que pareceu motivada para um sprint no quilômetro 38. A vista das Catatas aumentou ainda mais o ânimo da atleta, que ainda olhou para trás para conferir a posição da segunda colocada.

Ela manteve a velocidade e cruzou o pórtico de chegada em primeiro com o tempo de 2h48min02, seguida por Jacquiline com 2h48min33 e Rosa Barbosa, que chegou a perder o contato com as líderes no meio da prova, mas recuperou para marcar 2h48min56 e obter o terceiro lugar. “Agradeço aos organizadores pela prova excelente em todos os aspectos. Foi um percurso duro, o único problema foi não consegui pegar água no último posto, mas foi bom, pois gosto de desafios como este”, comenta a campeã.

Já a segunda colocada, diz que sentiu uma contusão na perna no final do percurso e concorda com Ilaine no aspecto dificuldade. “Tinham muitas subidas e descidas. Se eu tivesse tido mais tempo para me preparar , conseguiria a vitória”. Já Marisete, diz que sentiu dores na perna desde o aquecimento.

“No final senti muita dor, então como sabia que não iria ganhar, resolvi parar para não ter um estiramento”. Ela não sabe se participará das próximas provas da temporada, como Volta da Pampulha e São Silvestre, já que terá que avaliar a gravidade da lesão.

Entre os homens a disputa não foi muito acirrada, mas em contrapartida teve uma atração à parte, que foi a participação do herói olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima como convidado especial. O brasileiro correu os primeiros 21 quilômetros de forma leve, apenas participativa, sempre com muito apoio das pessoas.

Após a saída do brasileiro, a competição ficou séria e o pelotão formado por Charles Korir e os brasileiros Cosme de Souza e Roberto Oliveira, passou a brigar pela liderança. O grupo veio junto até a aproximação do quilômetro 30, ocasião em que o queniano resolveu imprimir um ritmo mais forte e deixou os adversários comendo poeira.

Após alcançar as mulheres por volta do quilômetro 35, ele continuou sua empreitada com passadas largas e só parou ao cruzar a faixa da chegada com o tempo de 2h20min18. A briga pelo segundo veio forte, mas Cosme se sobressaiu e fechou os 42.195 metros em 2h22min30, contra 2h22min41 do compatriota Roberto.

“Foi uma prova bem difícil, principalmente devido às subidas e descidas”, ressalta Charles, que assim como Jacquiline treina no Brasil. “A chuva atrapalhou um pouco, pois pinicava na pele, mas eu me senti bem durante a prova e consegui a vitória.

Organização - Ao todo o evento contou com 250 pessoas na prova de maratona, além de muitas outras na competição infantil e na disputa de 10 quilômetros e, segundo os organizadores, este número deve aumentar para 2008. “Conseguimos fazer uma prova desta magnitude com sucesso, graças ao apoio da polícia militar, das forças armadas, do Sesc Paraná e de todos os envolvidos”, ressalta Marcos Vinicius de Mello, diretor técnico do evento.

“Certamente tivemos algumas falhas e vamos corrigir para o ano que vem, já que pretendemos organizar uma competição maior e ainda melhor”, completa. “Esta realmente foi a Maratona das Águas, já que além das Cataratas, tivemos chuva no percurso”, brinca o superintendente.

Cãibra tira Vanderlei Cordeiro do tri da maratona no Pan

Direto do Rio de Janeiro - O corredor Vanderlei Cordeiro de Lima desistiu da maratona Pan-americana no quilômetro 38, devido a uma câimbra na perna. “Eu não tenho frustração não. Estou feliz de mais com a vitória do Franck, acho que é uma vitória do atletismo brasileiro”, diz. “Eu comecei a sentir no quilômetro 30, aguentei um pouco mais, mas tive que abandonar”.

Vanderlei vê em Franck Caldeira o surgimento de uma nova geração de corredores no atletismo. “O ciclo vai se passando e cada um tem a sua história e o Franck a partir deste momento está fazendo a historia dele”, conta. O próximo passo na história de maratonista será as Olimpíadas de Pequim: “vou buscar o índice para conseguir mas uma participação na Olimpíada e agora é focar em Pequim”.

Os torcedores vieram ao Aterro do Flamengo prestigiar os atletas, aplaudiram e deram apoio a todos. No fim da prova os maratonistas de todos os países fizeram questão de agradecer a torcida assim que cruzavam a linha de chegada. “Eu fiquei muito feliz e muito contente com toda a torcida incentivando. O Rio de Janeiro está de parabéns pela organização não só da maratona, mas dos jogos e acho que tem tudo para sediar as Olimpíadas em 2016”, conta Vanderlei.

O atleta aproveitou para elogiar o presidente Lula e se desculpar pelas vaias no Maracanã. “Eu em nome de todos os atletas acho que a gente tem o dever de pedir desculpas pela vaia que o presidente teve na abertura e agradecer a ele por tudo que fez pelo esporte e pelos jogos Pan-Americanos. Meus parabéns ao presidente Lula por todo apoio que ele deu ao esporte”.


Cãibra tira Vanderlei Cordeiro do tri da maratona no Pan

Maratona · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - O corredor Vanderlei Cordeiro de Lima desistiu da maratona Pan-americana no quilômetro 38, devido a uma câimbra na perna. “Eu não tenho frustração não. Estou feliz de mais com a vitória do Franck, acho que é uma vitória do atletismo brasileiro”, diz. “Eu comecei a sentir no quilômetro 30, aguentei um pouco mais, mas tive que abandonar”.

Vanderlei vê em Franck Caldeira o surgimento de uma nova geração de corredores no atletismo. “O ciclo vai se passando e cada um tem a sua história e o Franck a partir deste momento está fazendo a historia dele”, conta. O próximo passo na história de maratonista será as Olimpíadas de Pequim: “vou buscar o índice para conseguir mas uma participação na Olimpíada e agora é focar em Pequim”.

Os torcedores vieram ao Aterro do Flamengo prestigiar os atletas, aplaudiram e deram apoio a todos. No fim da prova os maratonistas de todos os países fizeram questão de agradecer a torcida assim que cruzavam a linha de chegada. “Eu fiquei muito feliz e muito contente com toda a torcida incentivando. O Rio de Janeiro está de parabéns pela organização não só da maratona, mas dos jogos e acho que tem tudo para sediar as Olimpíadas em 2016”, conta Vanderlei.

O atleta aproveitou para elogiar o presidente Lula e se desculpar pelas vaias no Maracanã. “Eu em nome de todos os atletas acho que a gente tem o dever de pedir desculpas pela vaia que o presidente teve na abertura e agradecer a ele por tudo que fez pelo esporte e pelos jogos Pan-Americanos. Meus parabéns ao presidente Lula por todo apoio que ele deu ao esporte”.

Vanderlei não participa de treinos na Colômbia

Corridas de Rua · 01 mar, 2006

O brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima desfalcou a delegação dos pré-convocados ao Pan 2007, que treinam no Camping Internacional Caixa de Treinamento, em Paipa, na Colômbia.

O brasileiro sofreu uma contusão e teve que retornar a São Paulo, para iniciar tratamento e não poderá correr a prova de Lake Biwa, programada para o próximo dia 5, no Japão.

"O Vanderlei não poderá mais correr a Maratona de Lake Biwa. Assim que ele se recuperar voltará a Paipa e depois, decidiremos em que maratona ele irá correr”, afirmou o treinador Ricardo D’Angelo.

Ao todo, 12 atletas estão na Colômbia, acompanhado de seus treinadores, para efetuarem treinamentos de altitude. Outra parte dos pré-convocados poderá treinar em Cocha bamba (Bolívia), em data ainda a ser definida.

Julgamento de medalha para Vanderlei é na sexta

Maratona · 01 jun, 2005

Na próxima sexta-feira acontece na Suíça o julgamento do pedido de Vanderlei Cordeiro e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) reivindicando a medalha de ouro da maratona da Olimpíada de Atenas. Isto porque o maratonista brasileiro foi empurrado por um cidadão durante a maratona olímpica enquanto liderava a prova. Por causa do ocorrido ele terminou a competição em terceiro lugar.

Três membros indicados pelos envolvidos irão julgar o caso. E a decisão será feita pela a maioria dos votos. “Acho muito difícil acontecer, por ser um atleta de um país de terceiro mundo sendo analisado por um pessoal muito conservador”, disse o técnico do maratonista, Ricardo D’Angelo. “Já deram ao Vanderlei a medalha Pierre de Coubertin”, lembrou o treinador, referindo-se à condecoração por sua postura esportiva e espírito olímpico, que só havia sido entregue pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) uma única vez.

A delegação brasileira chega hoje a Lausanne, Suíça. Até sexta-feira Vanderlei Cordeiro treina na cidade.

Vanderlei Cordeiro se prepara para o mundial de Helsinque

Maratona · 19 abr, 2005

O maratonista medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas, Vanderlei Cordeiro de Lima, agora se prepara para o mundial de Helsinque. No último domingo ele esteve na capital paulista para prestigiar a Maratona de São Paulo.

No final de junho o brasileiro embarca para a Colômbia onde irá intensificar os seus treinos. De lá, Vanderlei deve ir direto para o mundial que começa no dia 19 de agosto na Finlândia.

“Eu pretendendo fazer duas provas menores como forma de treino para o mundial. As provas ainda não estão definidas, mas provavelmente será os 10k da Inglaterra e uma Meia Maratona no Japão”, revela Vanderlei. A prioridade dele para Helsinque é buscar as três primeiras colocações. Mas segundo o atleta, chegar entre os 10 primeiros já um bom resultado.

Durante a Maratona de Paris, que aconteceu no começo do mês, Vanderlei foi homenageado. “É importante o reconhecimento do meu trabalho. Não é fácil conseguir vencer na vida”, conta.

Indagado sobre a famosa cena de Atenas, quando o ex-padre irlandês empurrou o brasileiro enquanto liderava a maratona olímpica, ele fala: “Atenas foi um momento especial, mas já é passado. Agora eu vou em busca dos meus próximos objetivos com a mesma garra e determinação”.

Maratona japonesa será a próxima prova de Vanderlei Cordeiro

Maratona · 04 jan, 2005

Os organizadores da maratona japonesa Lake Biwa, anunciaram nesta última segunda-feira que Vanderlei Cordeiro irá participar da prova. O atleta brasileiro é um ídolo para a população japonesa e essa será a primeira maratona dele depois de Atenas.

Vanderlei já correu nas ruas asiáticas. No ano de 1996 ele participou da maratona de Tóquio e venceu a competição. Desde então os japoneses admiram o corredor e essa simpatia só aumentou depois do empurrão que Vanderlei recebeu durante a maratona olímpica. Enquanto liderava a prova um cidadão irlandês invadiu o percurso da competição e empurrou o brasileiro. E ao invés de ficar com a primeira posição, Vanderlei ficou em terceiro lugar.

Confira as passagens dos medalhistas da maratona

Maratona · 29 ago, 2004

Confira as passagens dos medalhistas da maratona nas marcas dos 5km, 10 km, 15 km, 20 km, Meia maratona, 25 km, 30 km, 35 km, 40 km e 42,195m. Entre parênteses a colocação que ocupavam na prova no momento da passagem.

Stefano Baldini – Itália - Ouro

15:58 (12)
31:56 (13)
48:18 (24)
1:03:55 (2)
1:07:38 (2)
1:20:08 (3)
1:35:50 (6)
1:50:37 (2)
2:04:49 (1)
2:10:55

Meb Keflegzhi – Estados Unidos – Prata

16:05 (70)
1:58 (30) 48:16
(11) 1:03:56
(12) 1:07:40
(24) 1:20:12
(11) 1:35:50
(5) 1:50:38
(4) 2:04:59
(2) 2:11:29

Cordeiro de Lima – Brasil - Bronze

16:00 (35)
31:54 (1)
48:17 (16)
1:03:54 (1)
1:07:23 (1)
1:19:33 (1)
1:35:03 (1)
1:50:09 (1)
2:05:17 (3)
2:12:11.

Vanderlei Cordeiro de Lima é bronze na maratona

Maratona · 29 ago, 2004

Usando a estratégia de impor seu ritmo após os 10K da maratona, o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, entra para a história do atletismo brasileiro. O atleta acaba de ganhar a primeira medalha olímpica da modalidade Maratona conquistada por um atleta brasileiro.

Assumindo a ponta no décimo quilômetro, marca que passou em 31:54, Cordeiro de Lima colocou certa de 40 segundo sobre o pelotão líder que tinha como ponteiros Stefano Baldini, Paul Tergat, entre outros. Sendo, no entanto, ultrapassado nos quilômetros finais pelo italiano Stefano Baldini e pelo norte-americano Meb Keflegzhi.

Ao final dos 42.195m, Baldini, conquistou a medalha de ouro com o tempo de 2:10:55, Keflegzhi , prata com 2:11:29 e Cordeiro de Lima ganhou a inédita medalha de bronze com o tempo de 2:12:11.