ultramaratona de revezamento

Atletas testam limites no Revezamento Volta à Ilha em Florianópolis

Ultra Maratona · 16 abr, 2010

Grande parte dos 3.500 corredores que disputarão o 15º Revezamento Volta à Ilha Asics sabem que o caminho até a linha de chegada será um teste de equilíbrio e resistência. Divididos em equipes, até os mais preparados se preocupam com as exigências dos 150 quilômetros da prova. A competição será no dia 24 de abril e possui no percurso as belas paisagens da ilha de Florianópolis.

O desafio começa com a largada às 4h, quando ainda é escuro, e dali partem em direção à rodovia SC-401 que levam às estradas de Santo Antônio de Lisboa e Jurerê. “Para acordarem com toda a energia, oferecemos a eles um jantar de massas na noite anterior ao Revezamento, por volta das 20 horas”, conta o professor Carlos Duarte, organizador da prova.

Em seguida, os participantes encontram na praia da Daniela a primeira trilha e o primeiro trecho próximo ao mar. Mesmo que as equipes definam estratégias que privilegiam as peculiaridades físicas de cada um, nesse ponto fica claro porque o 15º Revezamento Volta à Ilha Asics exige preparo dos participantes.

A situação não muda na sequência, entre a Cachoeira de Bom Jesus e a Praia dos Ingleses, com subidas íngremes de até 100 metros de altura. O atleta deve mostrar domínio do equilíbrio corporal e boa capacidade pulmonar para transpor os morros. Logo depois, o desafio é a areia fofa, na praia de Moçambique. Ela também ataca nos quase oito quilômetros entre a Joaquina e o Campeche, exigindo esforço redobrado dos fundistas, que verão seus pés afundarem a cada passada.

Após um breve descanso pelas paisagens no sul da ilha, chega o trecho mais temido: o Morro do Sertão, entre Açores e o Ribeirão da Ilha. Quase totalmente na vertical, a subida tem 250 metros em terra batida e se chover, como em 2009, o problema aumenta. “As equipes costumam colocar os corredores mais experientes no Sertão, pois ali conta muito o equilíbrio entre o preparo físico e a determinação”, explica Carlos Duarte.

Depois do sertão, três longos trechos de asfalto levam as equipes do Ribeirão da Ilha até a festa da chegada, no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte. Lá, os atletas são recebidos com medalhas e confraternizam com suas famílias e equipes. Um merecido momento de descontração após mais de 12 horas pelas estradas, trilhas e areias de Florianópolis


Atletas testam limites no Revezamento Volta à Ilha em Florianópolis

Ultra Maratona · 16 abr, 2010

Grande parte dos 3.500 corredores que disputarão o 15º Revezamento Volta à Ilha Asics sabem que o caminho até a linha de chegada será um teste de equilíbrio e resistência. Divididos em equipes, até os mais preparados se preocupam com as exigências dos 150 quilômetros da prova. A competição será no dia 24 de abril e possui no percurso as belas paisagens da ilha de Florianópolis.

O desafio começa com a largada às 4h, quando ainda é escuro, e dali partem em direção à rodovia SC-401 que levam às estradas de Santo Antônio de Lisboa e Jurerê. “Para acordarem com toda a energia, oferecemos a eles um jantar de massas na noite anterior ao Revezamento, por volta das 20 horas”, conta o professor Carlos Duarte, organizador da prova.

Em seguida, os participantes encontram na praia da Daniela a primeira trilha e o primeiro trecho próximo ao mar. Mesmo que as equipes definam estratégias que privilegiam as peculiaridades físicas de cada um, nesse ponto fica claro porque o 15º Revezamento Volta à Ilha Asics exige preparo dos participantes.

A situação não muda na sequência, entre a Cachoeira de Bom Jesus e a Praia dos Ingleses, com subidas íngremes de até 100 metros de altura. O atleta deve mostrar domínio do equilíbrio corporal e boa capacidade pulmonar para transpor os morros. Logo depois, o desafio é a areia fofa, na praia de Moçambique. Ela também ataca nos quase oito quilômetros entre a Joaquina e o Campeche, exigindo esforço redobrado dos fundistas, que verão seus pés afundarem a cada passada.

Após um breve descanso pelas paisagens no sul da ilha, chega o trecho mais temido: o Morro do Sertão, entre Açores e o Ribeirão da Ilha. Quase totalmente na vertical, a subida tem 250 metros em terra batida e se chover, como em 2009, o problema aumenta. “As equipes costumam colocar os corredores mais experientes no Sertão, pois ali conta muito o equilíbrio entre o preparo físico e a determinação”, explica Carlos Duarte.

Depois do sertão, três longos trechos de asfalto levam as equipes do Ribeirão da Ilha até a festa da chegada, no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte. Lá, os atletas são recebidos com medalhas e confraternizam com suas famílias e equipes. Um merecido momento de descontração após mais de 12 horas pelas estradas, trilhas e areias de Florianópolis