Triathlon · 06 dez, 2011
A cidade de Santos, no litoral paulista, receberá no domingo (11/12) a última etapa do Troféu Brasil de Triatlhon 2011, com os principais nomes da modalidade. Encerrando a 21ª edição, o evento conta com a presença de Santiago Ascenço, Leandro Ferreira, Fred Monteiro, Igor Amorelli, Anderson Ferreira e Felipe Guedes.
Já os destaques da prova feminina é Vanessa Gianinni, Carla Moreno, Carolina Furriela, Fernanda Garcia e Priscila Rocha. A diferença entre os primeiros colocados, em ambas as categorias, não é grande, além disso, o resultado final depende da somatória de pontos.
O goiano Santiago Ascenço e a campineira Vanessa Gianinni lideram e estão bem próximos da conquista. "Deveremos ter mais uma grande prova. O interesse tem sido grande e temos a certeza que a disputa será emocionante, afirma Núbio Almeida, diretor da NA Sports, criadora e organizadora do evento.
Santiago, que venceu todas as etapas, tem 630 pontos, seguido por Fred Monteiro com 473,50 e José Augusto de Azevedo Antunes Filho, com 472. No feminino, Vanessa soma 597 pontos, contra 562,50 de Fernanda Garcia e 478 de Priscila Rocha.
A programação oficial começa no sábado, dia 10, com a entrega de kits, no mesmo local onde o atleta ainda poderá se inscrever, no Clube de Regatas Vasco da Gama, das 13h às 17h. Já no domingo, dia 11, a movimentação começa cedo, das 6h45 às 7h45, com numeração e entrega da bicicleta (até às 9h para Amador Olímpico), na área de transição, localizada na Avenida Bartolomeu de Gusmão, entre os canais cinco e seis. A largada do Amador Short será às 8h, a do Profissional será às 9h10, e a Elite Amador começa às 9h15.
Triathlon · 22 mar, 2011
A segunda etapa do Troféu Brasil de Triatlhon, que aconteceria na Universidade de São Paulo, em maio, foi cancelada devido à não aprovação da instituição de ensino da capital paulista. Para o organizador do evento, Núbio Oliveira, da NA Sports, a USP está cada vez mais restritiva aos eventos. Nos EUA as universidades se mobilizam com os assuntos relacionados ao esporte, porque sabem o quanto é possível economizar na área de saúde ao investir nisto, diz Núbio.
Ainda e acordo com o organizador do Troféu Brasil, no final do ano passado foi encaminhado um pedido de uso do espaço público da USP, que concorreu com outras dezenas de solicitações, mas acabou sendo recusado. No início de março nos informaram que apenas a etapa de agosto foi aprovada. Pelos menos 20 corridas devem ter sido aprovadas, por que não aceitar apenas duas disputa de triatlhon durante o ano?, questiona.
A prova, na opinião do organizador, tem a menor interferência possível dentro do Campus, já que somente a Av. Melo de Morais é ocupada. Além disso, ele tentou explicar para o conselho técnico da instituição a importância nacional deste evento à véspera das Olimpíadas. Até enviamos a relação de triatletas olímpicos que revelamos ao longo de nossas edições e a participação deles em nossas etapas, mas ainda assim não foi suficiente.
Em 2010, a segunda etapa do Troféu Brasil chegou a ser ameaçada pelo mesmo problema, entretanto, a organização da prova, naquela época, conseguiu transferir a etapa para Santos, decisão que interferiu bastante no cronograma de eventos da baixada santista.
Mudança de local- O calendário da cidade é muito intenso e o triatlhon tem um impacto muito grande no trânsito. O Porto, por exemplo, fica fechado enquanto ocorre a competição, explica Núbio, que também diz ser inviável remanejar datas ou locais em cima da hora, pois muitos atletas de outros estados viajam com a família e precisam se programar financeiramente com mais antecedência.
Para finalizar, Núbio relembra que a USP foi sede do Pan-Americano na década de 60 e que toda infra-estrutura existente no local, até hoje, como a raia olímpica e o Cepeusp, foram criados para um evento esportivo. O esporte gera dinheiro para os locais que recebem estas competições. Infelizmente é uma pena que a Universidade seja o único lugar na cidade de São Paulo onde é possível realizar uma disputa com natação, corrida e bike, cercado de hotéis e hospitais por perto, lamenta.
O outro lado - A Diretora de Relações Institucionais da USP, Cristina Guarnieri, esclarece que no final do ano passado pelo menos 29 propostas foram encaminhadas, algumas contempladas, outras não, mas garante que a instituição não tem compromisso com nenhuma organização.
Há diversos critérios de seleção e normalmente avaliamos qual evento tem um apelo mais social e que vá de encontro com a tradição da USP. Além disso, Cristina acrescenta que após muitas discussões sobre o uso do espaço público do Campus, este ano o local receberá dois eventos esportivos por mês, um a mais que ano passado.
Triathlon · 21 mar, 2011
A brasiliense Paula Americana, de 45 anos, se batizou nas águas santistas no domingo (20/03), durante o 21º Troféu Brasil de Triatlhon. A estreia de Paula na modalidade foi surpreendente, já que a experiência dela em natação se resumia a piscina e, a idade da triatleta, poderia ser considerada um obstáculo para muitos.
É um desafio bem grande o mar, mas com a estrutura da prova, não tive medo. Fui acompanhada e senti muita segurança. Graças a Deus finalizei todo o trajeto, conta Paula, que começou a treinar cinco anos atrás, apoiada pelos filhos e amigos. Durante o evento, embora a amadora desejasse a presença do sol, o clima não a prejudicou. A gente precisa estar preparada para tudo, mas o clima aqui é até mais fácil para competir. Comparando com Brasília, respirei bem melhor, garante a amadora.
Após participar desta primeira etapa do Troféu Brasil 2011, a estreante conta que também estará nas próximas etapas ao longo deste ano. Outro amador que já confirmou presença nas demais disputas da temporada foi Dimas Marchi, de 38 anos. A temperatura estava bem amena nesta etapa, deu para desenvolver bem e espero ter um bom resultado nas próximas vezes, fazer o circuito completo, conta Dimas, de Bragança Paulista, que deve estrear no Ironmam, em maio.
Já o paulista Andre Rapoport, aos 42 anos, revela gostar bastante do percurso, que é mais plano, e descreve como foi sua prova. Consegui nadar muito bem e, apesar do dia chuvoso, com vento, o mar não estava tão agitado. Valeu a pena participar, diz André.
Triathlon · 21 mar, 2011
Sem a presença de Carla Moreno na primeira etapa do Troféu Brasil de Triatlhon, que é a octacampeã do evento, a briga pelo primeiro lugar foi mais intensa na disputa feminina. Para Vanessa Gianinni, campeã da prova, a chuva foi o maior adversário.
Direto de Santos - No domingo (20/03), a triatleta Vanessa Gianinni deixou a cidade do interior de São Paulo, Campinas, e desceu a serra para disputar a 21ª edição do Troféu Brasil, no município portuário de Santos, no litoral paulista. Durante a prova de 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e dez de corrida, a triatleta se destacou na primeira parte da competição, com largada na Ponta da praia, e reclamou da condições climáticas para o ciclismo.
Ninguém gosta de ciclismo quando está chovendo muito. Por pouco não caí em um dos retornos, afirma Vanessa, que apesar da dificuldade no pedal conseguiu abrir vantagem nesta segunda modalidade da prova. Na natação todas as competidoras saíram praticamente juntas e somente no pedal consegui liderar. Aí só administrei o ritmo na corrida, revela a campineira, que já se prepara para o Ironman Brasil e para uma disputa de longa distância em Las Vegas, no final do ano.
Vanessa cruzou a linha de chegada em 2h03min36, à frente de Fernanda Garcia e Carolina Galvão, segunda e terceira colocadas com os tempos de 2h07min40 e 2h10min33, respectivamente. Para a vice-campeã, a natação foi onde ela teve o melhor desempenho. Eu nado desde os quatro anos, então fui muito bem. Além disso, tive sorte porque conheço bem esse trajeto, sei até onde estão os buracos, acrescenta Fernanda.
Enquanto a segunda colocada se considera uma triatleta de sorte, Carolina Galvão, terceira colocada, garante não ter vivenciado um dos seus melhores dias. A água estava super quente e eu não peguei o roupão de borracha, porque sabia disso. Mesmo assim o uso da roupa foi liberado, então acabei ficando sem, na desvantagem, sem tanta flutuação como as outra competidoras, relata Carolina.
Apesar disso, a triatleta seguiu em frente, mas não por muito tempo, pois foi impedida de continuar, acusada de ter cometido uma irregularidade. Na bike, sem motivos, recebi uma penalização e tive quer ficar um minuto com os pés no chão. Depois fui correr e a moto passou novamente do meu lado ameaçando que seria desclassificada, sem nenhuma razão, descreve a triatleta, que ainda assim manteve o animo e conquistou o terceiro lugar.
Já quem completou o pódio foi Priscilia Rocha (2h12min55), recém chegada na categoria profissional. Dei uma vacilada na natação, mas acho normal, pois foi minha primeira vez fora do amador, ou seja, é muito mais difícil, sem contar a pressão de competir em casa, diz a jovem triatleta, que busca uma vaga nos Jogos Pan-Americanos.
Triathlon · 07 nov, 2010
Santiago Ascenço e Carla Moreno foram os vencedores da quinta etapa do Troféu Brasil de Triathlon, realizado em Santos, neste domingo (07/11). Com a vitória, a triatleta paulista chegou ao octacampeonato e tornou-se a maior ganhadora da história da competição.
Já o campeão da temporada 2010 só será definido na competição do próximo dia cinco. Carla agora comemora mais esta conquista, já que em 2009 não podia participar da prova por que tinha acabado de passar por uma cirurgia.
"Eu me emocionei muito porque já queria ter conquistado este título no ano passado. Durante toda a competição de hoje lembrei o quanto foi difícil ficar sem competir naquela época, afirma a triatleta, que completou a prova de 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e dez de corrida em 1h59.
A disputa feminina foi bastante acirrada, pois apenas nos quilômetros finais da corrida Carla conseguiu abrir vantagem sobre Ariane Monticeli, segunda colocada com o tempo de 2h02. Flávia Fernandes completou o pódio em 2h05. No raking geral, Carla Moreno se consagrou como campeã da temporada 2010 ao somar 705 pontos.
Masculino - "Não esperava ter uma vitória tão tranqüila, já que competi uma prova de Iron Man (longa distância), em Miami (EUA), no último sábado (30), explica Santiago Ascenço, vencedor desta quinta etapa do Troféu Brasil.
Ascenço saiu da prova de natação em desvantagem, passou a liderar no início do ciclismo e conseguiu abrir uma boa vantagem até o final do trajeto. Com o tempo de 1h43, o triatleta chegou mais de três minutos à frente do santista Paulo Henrique Miyashiro, segundo colocado em 1h46. A terceira posição ficou para outro santista: Fred Monteiro, que terminou a prova com a marca de 1h47.
O clima de hoje acabou me ajudando porque apesar do calor, a umidade do ar não estava tão alta. Então, a sensação térmica é a ideal para competir, acrescenta Ascenço, que marcará presença na disputa do próxima dia cinco, em busca de um título na temporada.
Uma das atrações desta etapa do Troféu Brasil foi a realização simultânea da primeira edição dos Jogos Abertos do Interior, que também possuí um trajeto de 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e dez de corrida. Os triatletas Priscila Rocha e Bruno Pereiras, representaram a cidade de Santos e saíram da prova como medalhistas de ouro da competição estadual.
Bruno Pereira liderou a prova do começo ao fim e foi o primeiro colocado com o tempo de 1h49. Já Oberdan Ferreira representou a cidade de Bertioga e se tornou vice-campeão em 1h53min27. O bronze ficou com Edson Ferreira, de Águas de São Pedro, que fechou o percurso em 1h58min27.
"Minha estratégia foi fazer um início de prova forte e manter a vantagem no final. Estou muito contente, pois um dia vou poder olhar para trás e dizer que fui o primeiro campeão de triathlon dos Jogos Abertos, afirma o ganhador. Meu nome vai ficar marcado na história e quero repetir esta conquista mais vezes", acrescenta o santista.
No feminino, Priscila Rocha completou a prova em 2h14min35, apenas oito segundos à frente de Bruna Mahn, que levou a medalha de prata para Rio Claro. Já Mariana Vicelli, de Jundiaí, completou o pódio ao chegar em 2h26min09. "É inexplicável a sensação de poder vencer em casa e poder entrar para a história dos Jogos Abertos. Por isso, gostaria de agradecer a torcida, que me ajudou muito no final da prova", diz a campeã da disputa.
Triathlon · 03 nov, 2010
O santista Fred Monteiro, da equipe Tremendão, quer manter a boa fase e vencer a penúltima etapa do Troféu Brasil de Triatlhon, no próximo domingo (7/10). Nas últimas competições que esteve presente, Fred conquistou a vitória no Sesc Triathlon Salvador e foi medalha de bronze no no GP Internacional de Balneário Camboriú
Quero competir bem nesse domingo, manter esse ritmo. Depois disso, posso ter uma noção de como será na final, afirma o triatleta. Só sei que com o descarte estou na quarta posição e todos os triatletas estão próximos, acrescenta Fred.
No domingo passado (31/10), no GP de Balneário Camboriú, o atleta também ganhou um prêmio extra por ser o melhor nadador do evento. Você acaba não tendo muita noção e disputa contra si mesmo neste tipo de prova, diz o santista, que competiu no formato time Trial ou contra-relógio, com os atletas largando, conforme sorteio, a cada 30 segundos.
O evento ofereceu bônus em dinheiro para as melhores parciais da competição. Espero repetir esse bom desempenho no domingo, completa o triatleta. O Troféu Brasil de Triatlhon é o principal evento da América do Sul e chega à cidade de Santos no próximo dia 7 de novembro. A disputa é uma das mais acirradas do calendário nacional e começará às 8h.
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