tratamentos

Pomadas anti-inflamatórias ajudam a tratar lesões?

Lesão · 12 jun, 2020

As pomadas anti-inflamatórias provocam algumas dúvidas com relação à sua eficácia no tratamento contra traumas e inflamações. Não apenas corredores, mas muitos praticantes de atividades físicas costumam carregar uma pomada na mochila. Elas são muito utilizadas na recuperação de dores […]


Pomadas anti-inflamatórias ajudam a tratar lesões?

Lesão · 12 jun, 2020

As pomadas anti-inflamatórias provocam algumas dúvidas com relação à sua eficácia no tratamento contra traumas e inflamações. Não apenas corredores, mas muitos praticantes de atividades físicas costumam carregar uma pomada na mochila. Elas são muito utilizadas na recuperação de dores […]

Principais cuidados para prevenção de lesões

Corridas de Rua · 30 jan, 2002

Antes de pegar o tênis e correr, preste atenção em alguns detalhes para prevenir dores e lesões durante e/ou após a atividade física:

a) As avaliações médica, física e postural são imprescindíveis para você que quer realizar uma atividade física sem prejudicar seu organismo, pois elas fornecem dados importantes do estado atual da sua saúde, e proporcionam conseqüentemente, técnicas de treinamento mais eficazes para o seu tipo físico.

b)Não se esqueça do aquecimento! Ele é fundamental antes da atividade física, pois diminui o risco de lesões como por exemplo, os estiramentos e promove a ativação da circulação. Começar os exercícios com o corpo frio é uma fria!!

c)Alongue-se antes e depois das atividades! Eles promovem absorção, transmissão e armazenamento de energia para o movimento, minimizando os riscos de lesões por tensão excessiva. Além disso, você ganha flexibilidade (quando realizado adequadamente), relaxamento mental e físico, redução de dores musculares pós-exercícios, dentre outros benefícios.

d) Cuidado com a postura durante a atividade física! Além de prejudicar seu organismo, você pode ganhar dores nas costas, no pescoço e até dores de cabeça!

e) Olhe a gordurinha excessiva! O sobrepeso prejudica o funcionamento das articulações e põe o seu coração em risco! Está na hora mudar os hábitos alimentares e praticar exercícios com acompanhamento de profissionais especializados.

f) Atenção ao tipo de calçado e vestimenta utilizada durante a atividade física! Escolha de acordo com o esporte praticado, pois alguns demandam maior absorção do impacto nos pés. Usar roupas leves que não prejudiquem a transpiração podem ser uma boa escolha.

g) Como você respira? É importante que a respiração seja abdominal (na barriga) principalmente em exercícios de alongamento afim de evitar a contração desnecessária de músculos. E você cansa menos!

h) Seu treinamento está adequado a sua real necessidade? O condicionamento muscular pode reduzir lesões com o desenvolvimento de programas de força progressiva, mas atenção ao equilíbrio entre força e flexibilidade para não sobrecarregar as estruturas, e também com os sinais precoces de fadiga.

i) Procure realizar as atividades físicas mais prazerosas e adequadas à você para não tornar o exercício um martírio!

j) Sempre procure um profissional especializado antes de iniciar alguma atividade física, pois aquela “dorzinha” pode não ser apenas um incômodo da falta de exercícios! Realize avaliações periódicas para acompanhar a evolução de seu quadro.


Principais cuidados para prevenção de lesões

Corridas de Rua · 30 jan, 2002

Antes de pegar o tênis e correr, preste atenção em alguns detalhes para prevenir dores e lesões durante e/ou após a atividade física:

a) As avaliações médica, física e postural são imprescindíveis para você que quer realizar uma atividade física sem prejudicar seu organismo, pois elas fornecem dados importantes do estado atual da sua saúde, e proporcionam conseqüentemente, técnicas de treinamento mais eficazes para o seu tipo físico.

b)Não se esqueça do aquecimento! Ele é fundamental antes da atividade física, pois diminui o risco de lesões como por exemplo, os estiramentos e promove a ativação da circulação. Começar os exercícios com o corpo frio é uma fria!!

c)Alongue-se antes e depois das atividades! Eles promovem absorção, transmissão e armazenamento de energia para o movimento, minimizando os riscos de lesões por tensão excessiva. Além disso, você ganha flexibilidade (quando realizado adequadamente), relaxamento mental e físico, redução de dores musculares pós-exercícios, dentre outros benefícios.

d) Cuidado com a postura durante a atividade física! Além de prejudicar seu organismo, você pode ganhar dores nas costas, no pescoço e até dores de cabeça!

e) Olhe a gordurinha excessiva! O sobrepeso prejudica o funcionamento das articulações e põe o seu coração em risco! Está na hora mudar os hábitos alimentares e praticar exercícios com acompanhamento de profissionais especializados.

f) Atenção ao tipo de calçado e vestimenta utilizada durante a atividade física! Escolha de acordo com o esporte praticado, pois alguns demandam maior absorção do impacto nos pés. Usar roupas leves que não prejudiquem a transpiração podem ser uma boa escolha.

g) Como você respira? É importante que a respiração seja abdominal (na barriga) principalmente em exercícios de alongamento afim de evitar a contração desnecessária de músculos. E você cansa menos!

h) Seu treinamento está adequado a sua real necessidade? O condicionamento muscular pode reduzir lesões com o desenvolvimento de programas de força progressiva, mas atenção ao equilíbrio entre força e flexibilidade para não sobrecarregar as estruturas, e também com os sinais precoces de fadiga.

i) Procure realizar as atividades físicas mais prazerosas e adequadas à você para não tornar o exercício um martírio!

j) Sempre procure um profissional especializado antes de iniciar alguma atividade física, pois aquela “dorzinha” pode não ser apenas um incômodo da falta de exercícios! Realize avaliações periódicas para acompanhar a evolução de seu quadro.

Principais tipos de tratamento fisioterápicos

Corridas de Rua · 01 jan, 2002

Os recursos de tratamento fisioterápico variam conforme o objetivo (tratamento analgésico, antiinflamatório, diagnóstico, hipertrofia muscular, etc.), condições do paciente e estágio em que a lesão se encontra, e podem ser classificados principalmente em:

Cinesioterapia: terapia realizada por meio de exercícios de alongamento e fortalecimento, mobilizações, etc., visando a movimentação. Esta é a terapia mais utilizada, sozinha ou associada a outras formas de tratamento (eletroterapia, crioterapia, mecanoterapia, etc.)

Crioterapia: terapia realizada com o uso de frio nas mais variadas formas: compressas, imersão, varredura, dentre outras, para obtenção de analgesia, redução da inflamação e edema, estimulação neuromuscular, etc.

Eletroterapia: – terapia realizada por meio de equipamentos que fazem uso da corrente elétrica em vários parâmetros físicos (intensidade, freqüência, etc.) conforme o objetivo a ser atingido. As principais ações terapêuticas incluem a analgesia, excitação neuromuscular, regeneração de tecidos vasculares, iontoforese – introdução de medicamentos e diagnósticos de condições neuromusculares e órgãos internos. São os famosos “choquinhos”: TENS, eletroacupuntura, correntes diadinâmicas, interferenciais, FES, etc.

Fototerapia: Terapia realizada por meio de luz (parâmetros físicos variáveis) para promoção de analgesia, reparo tecidual, redução da inflamação, dentre outros. Ex.: infravermelho, laser, etc.

Hidroterapia: Terapia por meio de exercícios realizados na água (fria ou morna) com imersão parcial ou total do corpo, visando relaxamento muscular, mobilidade articular, etc.

Massoterapia: Terapia realizada por meio de massagens como a drenagem linfática, massagens clássica e reflexa, etc. Os principais objetivos variam conforme a técnica utilizada: relaxamento muscular, drenagem de membros, estimulação de vísceras, etc.

Mecanoterapia: Terapia realizada por meio de agentes mecânicos com parâmetros variáveis como as demais com finalidade analgésica, antiinflamatória, sonoforese – introdução de medicamentos pelo ultra-som, etc. Ex.: ultra-som.

Respiratória: Terapia que inclui variadas formas de tratamento para reabilitação e promoção de saúde do sistema respiratório. Ex.: vibração manual, tosse assistida, pressão expiratória, drenagem postural, uso de incentivadores respiratórios, etc.

Terapia Manual: Terapia realizada por meio de técnicas manuais. Geralmente confundida com a massoterapia, distingue-se pela finalidade de restabelecer os movimentos e funções fisiológicas através de manipulações articulares e tecidos moles, alongamentos de fáscias e músculos, etc.

Termoterapia: Terapia realizada por meio de calor seco ou úmido com parâmetros físicos variáveis conforme o objetivo. Aqui entram as terapias por meio de ondas curtas e bolsas de água quente dentre outros, e visam a analgesia, relaxamento muscular, etc.

Antes de determinar qual o tipo de terapia mais adequada ao paciente/atleta, é importante ressaltar a necessidade de submeter-se a uma avaliação completa do quadro em que este se encontra: dados pessoais, queixa principal, dados que remetem ao mecanismo de lesão, estágio em que se encontra a lesão, realizar testes gerais de mobilidade e postura, testes específicos da região acometida e traçar um plano de tratamento/condicionamento em conjunto com demais profissionais para uma maior efetivação da terapia.


Principais tipos de tratamento fisioterápicos

Corridas de Rua · 01 jan, 2002

Os recursos de tratamento fisioterápico variam conforme o objetivo (tratamento analgésico, antiinflamatório, diagnóstico, hipertrofia muscular, etc.), condições do paciente e estágio em que a lesão se encontra, e podem ser classificados principalmente em:

Cinesioterapia: terapia realizada por meio de exercícios de alongamento e fortalecimento, mobilizações, etc., visando a movimentação. Esta é a terapia mais utilizada, sozinha ou associada a outras formas de tratamento (eletroterapia, crioterapia, mecanoterapia, etc.)

Crioterapia: terapia realizada com o uso de frio nas mais variadas formas: compressas, imersão, varredura, dentre outras, para obtenção de analgesia, redução da inflamação e edema, estimulação neuromuscular, etc.

Eletroterapia: – terapia realizada por meio de equipamentos que fazem uso da corrente elétrica em vários parâmetros físicos (intensidade, freqüência, etc.) conforme o objetivo a ser atingido. As principais ações terapêuticas incluem a analgesia, excitação neuromuscular, regeneração de tecidos vasculares, iontoforese – introdução de medicamentos e diagnósticos de condições neuromusculares e órgãos internos. São os famosos “choquinhos”: TENS, eletroacupuntura, correntes diadinâmicas, interferenciais, FES, etc.

Fototerapia: Terapia realizada por meio de luz (parâmetros físicos variáveis) para promoção de analgesia, reparo tecidual, redução da inflamação, dentre outros. Ex.: infravermelho, laser, etc.

Hidroterapia: Terapia por meio de exercícios realizados na água (fria ou morna) com imersão parcial ou total do corpo, visando relaxamento muscular, mobilidade articular, etc.

Massoterapia: Terapia realizada por meio de massagens como a drenagem linfática, massagens clássica e reflexa, etc. Os principais objetivos variam conforme a técnica utilizada: relaxamento muscular, drenagem de membros, estimulação de vísceras, etc.

Mecanoterapia: Terapia realizada por meio de agentes mecânicos com parâmetros variáveis como as demais com finalidade analgésica, antiinflamatória, sonoforese – introdução de medicamentos pelo ultra-som, etc. Ex.: ultra-som.

Respiratória: Terapia que inclui variadas formas de tratamento para reabilitação e promoção de saúde do sistema respiratório. Ex.: vibração manual, tosse assistida, pressão expiratória, drenagem postural, uso de incentivadores respiratórios, etc.

Terapia Manual: Terapia realizada por meio de técnicas manuais. Geralmente confundida com a massoterapia, distingue-se pela finalidade de restabelecer os movimentos e funções fisiológicas através de manipulações articulares e tecidos moles, alongamentos de fáscias e músculos, etc.

Termoterapia: Terapia realizada por meio de calor seco ou úmido com parâmetros físicos variáveis conforme o objetivo. Aqui entram as terapias por meio de ondas curtas e bolsas de água quente dentre outros, e visam a analgesia, relaxamento muscular, etc.

Antes de determinar qual o tipo de terapia mais adequada ao paciente/atleta, é importante ressaltar a necessidade de submeter-se a uma avaliação completa do quadro em que este se encontra: dados pessoais, queixa principal, dados que remetem ao mecanismo de lesão, estágio em que se encontra a lesão, realizar testes gerais de mobilidade e postura, testes específicos da região acometida e traçar um plano de tratamento/condicionamento em conjunto com demais profissionais para uma maior efetivação da terapia.

Principais lesões que levam um atleta a procurar a fisioterapia

Corridas de Rua · 01 jan, 2002

As lesões mais freqüentes em atletas podem ser divididas de acordo com as estruturas acometidas: músculo-tendinosas, articulares, ósseas e assim por diante, e estão relacionadas com a biomecânica e treinamentos inadequados, alterações anatômicas, disfunções fisiológicas, uso de vestimentas e calçados não apropriados ao tipo de esporte praticado e acidentes.

Conforme o tipo de esporte praticado, elas distinguem-se quanto às principais regiões acometidas, estruturas envolvidas, gravidade e características específicas. Por isso, aqui estão enumeradas de uma forma geral:

Lesões e principais acometimentos músculo-tendinosos


Bursite – inflamação da bursa (saco cheio de líquido que protege as estruturas contra as demais do atrito) devido a trauma direto, fricção repetida ou infecção.

Contratura: Encurtamento patológico das fibras musculares (cãibra forte) inibindo o alongamento do músculo a fim de proteger as estruturas envolvidas (articulação, ligamentos, etc.).

Estiramento muscular: Lesão indireta (laceração) em músculos e tendões devido ao alongamento ou estresse excessivo das fibras envolvidas.

Fascíte: Inflamação da fáscia muscular (estrutura de sustentação). Geralmente ocorre em corredores na planta dos pés.

Tendinite: Inflamação do tendão devido a alterações biomecânicas e/ou microtraumatismos repetidos. O tendão pode sofrer espessamento comprometendo sua função.

Lesões ligamentares, capsulares e outras estruturas articulares

Entorses: A articulação é alongada além de seu limite anatômico, resultando em estiramento dos ligamentos.

Sinovite: Inflamação da membrana sinovial, responsável pela secreção de líquido sinovial (“lubrificante” da articulação).

Subluxação articular: Perda parcial do contato das superfícies articulares em conseqüência a forças de tensão excessivas. Podem retornar espontaneamente ao seu alinhamento.

Luxação articular: Perda total do contato das superfícies articulares com presença de deformidade. É necessária a redução (realinhamento) realizada por um médico.

Osteoartrite: Degeneração das superfícies articulares devido a microtraumatismos sucessivos.

Lesões ósseas

Fratura: Ruptura de um osso. Os tipos de fratura variam de acordo com o mecanismo de ação das forças: transversais, expostas, compressivas, avulsão, etc.

Os tipos de tratamento escolhidos dependem da causa da lesão (como e quando), principais regiões acometidas, seu estágio e características. Para uma terapia otimizada, é importante que se realize uma avaliação detalhada do conjunto da lesão juntamente com uma equipe especializada (médicos, fisiologistas, fisioterapeutas, etc).


Principais lesões que levam um atleta a procurar a fisioterapia

Corridas de Rua · 01 jan, 2002

As lesões mais freqüentes em atletas podem ser divididas de acordo com as estruturas acometidas: músculo-tendinosas, articulares, ósseas e assim por diante, e estão relacionadas com a biomecânica e treinamentos inadequados, alterações anatômicas, disfunções fisiológicas, uso de vestimentas e calçados não apropriados ao tipo de esporte praticado e acidentes.

Conforme o tipo de esporte praticado, elas distinguem-se quanto às principais regiões acometidas, estruturas envolvidas, gravidade e características específicas. Por isso, aqui estão enumeradas de uma forma geral:

Lesões e principais acometimentos músculo-tendinosos


Bursite – inflamação da bursa (saco cheio de líquido que protege as estruturas contra as demais do atrito) devido a trauma direto, fricção repetida ou infecção.

Contratura: Encurtamento patológico das fibras musculares (cãibra forte) inibindo o alongamento do músculo a fim de proteger as estruturas envolvidas (articulação, ligamentos, etc.).

Estiramento muscular: Lesão indireta (laceração) em músculos e tendões devido ao alongamento ou estresse excessivo das fibras envolvidas.

Fascíte: Inflamação da fáscia muscular (estrutura de sustentação). Geralmente ocorre em corredores na planta dos pés.

Tendinite: Inflamação do tendão devido a alterações biomecânicas e/ou microtraumatismos repetidos. O tendão pode sofrer espessamento comprometendo sua função.

Lesões ligamentares, capsulares e outras estruturas articulares

Entorses: A articulação é alongada além de seu limite anatômico, resultando em estiramento dos ligamentos.

Sinovite: Inflamação da membrana sinovial, responsável pela secreção de líquido sinovial (“lubrificante” da articulação).

Subluxação articular: Perda parcial do contato das superfícies articulares em conseqüência a forças de tensão excessivas. Podem retornar espontaneamente ao seu alinhamento.

Luxação articular: Perda total do contato das superfícies articulares com presença de deformidade. É necessária a redução (realinhamento) realizada por um médico.

Osteoartrite: Degeneração das superfícies articulares devido a microtraumatismos sucessivos.

Lesões ósseas

Fratura: Ruptura de um osso. Os tipos de fratura variam de acordo com o mecanismo de ação das forças: transversais, expostas, compressivas, avulsão, etc.

Os tipos de tratamento escolhidos dependem da causa da lesão (como e quando), principais regiões acometidas, seu estágio e características. Para uma terapia otimizada, é importante que se realize uma avaliação detalhada do conjunto da lesão juntamente com uma equipe especializada (médicos, fisiologistas, fisioterapeutas, etc).