Quenianas

Campeã olímpica da maratona é suspensa em teste antidoping surpresa

Mulheres · 08 nov, 2017

Mais um caso de doping foi divulgado nesta terça (7), a campeã da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio foi flagrada com EPO, substância proibida pela Agência Mundial Antidoping. O teste foi feito fora do período de competições, em fevereiro, […]

Quenianas detêm o maior número de vitórias na São Silvestre

Desde 1975 as atletas do Quênia foram as corredoras que mais conquistaram medalhas na Corrida Internacional de São Silvestre e na edição de 2011 seis atletas de elite do país africano podem levar outros títulos para casa. Um dos destaques da prova é Eunice Jepkirui Kirwa, fundista que detém o recorde na maratona do Rio de Janeiro, com a marca de 1h10min29.

"O novo percurso é muito rápido e se encaixa no perfil das quenianas, velozes por natureza. Além das sempre favoritas, podemos destacar a etíope campeã de 2008 (Wude Ayalew) e outra tanzaniana (Natalia Sulle)", relata Moacir Coquinho Marconi, agente das africanas.

Outras estrangeiras confirmadas são Nancy Jepkosgei Kiprop, recordista da 10k Rio Corrida Pan-Americana de 2011 com 34min08, Jeptoo Prisca (já registrou 1h10min8 em Meia Maratona), Nelly Jepkurui, medalhista de ouro na Maratona de Curitiba em 2011, e Rumokol Elizabeth Chepkanan, que é campeã da Meia Maratona de São Paulo 2010.

O primeiro ouro brasileiro foi obtido em 1995 por Carmem de Oliveira, sendo que as outras quatro campeãs brasileiras foram Roseli Machado (1996), Maria Zeferina Baldaia (2001), Marizete Resende (2002) e Lucélia Peres (2006).

A elite brasileira será representada por nomes de peso como Adriana Aparecida da Silva (campeã pan-americana da maratona), Conceição Oliveira (campeã do Ranking Caixa/CBAt), Maria Zeferina Baldaia, Lucélia Peres, Marily dos Santos, Sueli Pereira, Cruz Nonata e Fabiane Cristine da Silva, quarta e sexta colocadas em 2010, respectivamente.

"Estou pronta para vencer a São Silvestre e iniciar 2012 em grande estilo. Meu objetivo é garantir uma vaga olímpica na Maratona e a prova faz parte dessa busca", relata Adriana Aparecida da Silva, do Pinheiros. A largada da elite feminina A e B está programada para às 17h10, em seguida será a vez da elite masculina (17h30).


A entrega dos kits de participação este ano será feita nos dois novos ginásios de treinamento do Complexo do Ibirapuera (rua Manoel da Nóbrega, 1361), pois o Mauro Pinheiro está em reforma. A entrega do material será realizada nos dias 28 e 29 de dezembro (das 9 às 19 horas) e no dia 30 (das 9 às 17 horas).


Quenianas detêm o maior número de vitórias na São Silvestre

Corridas de Rua · 22 dez, 2011

Desde 1975 as atletas do Quênia foram as corredoras que mais conquistaram medalhas na Corrida Internacional de São Silvestre e na edição de 2011 seis atletas de elite do país africano podem levar outros títulos para casa. Um dos destaques da prova é Eunice Jepkirui Kirwa, fundista que detém o recorde na maratona do Rio de Janeiro, com a marca de 1h10min29.

"O novo percurso é muito rápido e se encaixa no perfil das quenianas, velozes por natureza. Além das sempre favoritas, podemos destacar a etíope campeã de 2008 (Wude Ayalew) e outra tanzaniana (Natalia Sulle)", relata Moacir Coquinho Marconi, agente das africanas.

Outras estrangeiras confirmadas são Nancy Jepkosgei Kiprop, recordista da 10k Rio Corrida Pan-Americana de 2011 com 34min08, Jeptoo Prisca (já registrou 1h10min8 em Meia Maratona), Nelly Jepkurui, medalhista de ouro na Maratona de Curitiba em 2011, e Rumokol Elizabeth Chepkanan, que é campeã da Meia Maratona de São Paulo 2010.

O primeiro ouro brasileiro foi obtido em 1995 por Carmem de Oliveira, sendo que as outras quatro campeãs brasileiras foram Roseli Machado (1996), Maria Zeferina Baldaia (2001), Marizete Resende (2002) e Lucélia Peres (2006).

A elite brasileira será representada por nomes de peso como Adriana Aparecida da Silva (campeã pan-americana da maratona), Conceição Oliveira (campeã do Ranking Caixa/CBAt), Maria Zeferina Baldaia, Lucélia Peres, Marily dos Santos, Sueli Pereira, Cruz Nonata e Fabiane Cristine da Silva, quarta e sexta colocadas em 2010, respectivamente.

"Estou pronta para vencer a São Silvestre e iniciar 2012 em grande estilo. Meu objetivo é garantir uma vaga olímpica na Maratona e a prova faz parte dessa busca", relata Adriana Aparecida da Silva, do Pinheiros. A largada da elite feminina A e B está programada para às 17h10, em seguida será a vez da elite masculina (17h30).


A entrega dos kits de participação este ano será feita nos dois novos ginásios de treinamento do Complexo do Ibirapuera (rua Manoel da Nóbrega, 1361), pois o Mauro Pinheiro está em reforma. A entrega do material será realizada nos dias 28 e 29 de dezembro (das 9 às 19 horas) e no dia 30 (das 9 às 17 horas).

Três brasileiras lutam pelo bicampeonato este ano na São Silvestre

Este ano as brasileiras Maria Zeferina Baldaia, Marizete Rezende e Lucélia Peres terão um motivo a mais para alcançar o primeiro lugar da São Silvestre e desbancar as africanas, que dominam a competição de forma ininterrupta há dois anos. O trio canarinho tentará o inédito bicampeonato.

A vitória de Baldaia em 2001, Marizete em 2002 e Lucélia em 2006 integra o seleto grupo de brasileiras que ergueram o caneco dourado da mais tradicional competição do calendário nacional. Além delas, apenas Carmen de Oliveira, em 1995, e Roseli Machado, em 1996 alcançaram o primeiro posto em 34 anos de história da prova feminina.

Em ritmo de preparação para a última prova do ano, Baldaia foi a 11ª na Volta da Pampulha no último dia seis, em Belo Horizonte (MG) e tenta se recuperar de um problema hormonal que a prejudicou nesta temporada. “Estou treinando muito bem e espero repetir na prova o que estou fazendo na minha preparação", comenta a corredora de 37 anos.

Já a goiana Marizete Rezende, vice na São Silvestre em 2007, obteve apenas o 15º lugar na Pampulha e perdeu a liderança do Ranking Caixa/ CBAt para sua xará Marizete Moreira. "Estive muito perto do bi em 2007 e estou me preparando para correr melhor no final do ano. Usei a Pampulha apenas como uma fase de preparação", relata a atleta de 34 anos.

Quem também luta contra problemas na temporada é Lucélia Peres, que ficou afastada de grandes competições devido a uma lesão no pé. "Estou melhorando de semana para semana e acho que estarei bem melhor na São Silvestre", afirma a competidora de 28 anos, que foi a oitava colocada na Pampulha.

Largadas - Os tiros de partida serão os seguintes: 15h cadeirantes e handcycle (masculino e feminino); 15h05 - outras categorias de atletas com deficiência; 16h30 - elite feminina; e 16h47 - elite masculina e demais categorias. Mais uma vez os 15 quilômetros da disputa prometem uma grande festa para os corredores e para o público presente.


Três brasileiras lutam pelo bicampeonato este ano na São Silvestre

Corridas de Rua · 16 dez, 2009

Este ano as brasileiras Maria Zeferina Baldaia, Marizete Rezende e Lucélia Peres terão um motivo a mais para alcançar o primeiro lugar da São Silvestre e desbancar as africanas, que dominam a competição de forma ininterrupta há dois anos. O trio canarinho tentará o inédito bicampeonato.

A vitória de Baldaia em 2001, Marizete em 2002 e Lucélia em 2006 integra o seleto grupo de brasileiras que ergueram o caneco dourado da mais tradicional competição do calendário nacional. Além delas, apenas Carmen de Oliveira, em 1995, e Roseli Machado, em 1996 alcançaram o primeiro posto em 34 anos de história da prova feminina.

Em ritmo de preparação para a última prova do ano, Baldaia foi a 11ª na Volta da Pampulha no último dia seis, em Belo Horizonte (MG) e tenta se recuperar de um problema hormonal que a prejudicou nesta temporada. “Estou treinando muito bem e espero repetir na prova o que estou fazendo na minha preparação", comenta a corredora de 37 anos.

Já a goiana Marizete Rezende, vice na São Silvestre em 2007, obteve apenas o 15º lugar na Pampulha e perdeu a liderança do Ranking Caixa/ CBAt para sua xará Marizete Moreira. "Estive muito perto do bi em 2007 e estou me preparando para correr melhor no final do ano. Usei a Pampulha apenas como uma fase de preparação", relata a atleta de 34 anos.

Quem também luta contra problemas na temporada é Lucélia Peres, que ficou afastada de grandes competições devido a uma lesão no pé. "Estou melhorando de semana para semana e acho que estarei bem melhor na São Silvestre", afirma a competidora de 28 anos, que foi a oitava colocada na Pampulha.

Largadas - Os tiros de partida serão os seguintes: 15h cadeirantes e handcycle (masculino e feminino); 15h05 - outras categorias de atletas com deficiência; 16h30 - elite feminina; e 16h47 - elite masculina e demais categorias. Mais uma vez os 15 quilômetros da disputa prometem uma grande festa para os corredores e para o público presente.

Quenianos fazem a festa no Circuito Caixa de BH

Na manhã do último domingo aconteceu a etapa mineira do Circuito de Corridas da Caixa em Belo Horizonte, prova que teve vitória de atletas quenianos. Entre os homens, Joseph Kibiwott Ngetich completou os 10 quilômetros em 29min05, enquanto entre as mulheres Anne Cheptanui fechou com 34min17.

A prova foi realizada na Lagoa da Pampulha, um dos cartões postais da capital mineira e os brasileiros tiveram que se contentar com os degraus mais baixos do pódio. Lindomar Modesto, o Pantanal, ficou com a segunda colocação e Anoé dos Santos Dias foi o terceiro, mesmas posições obtidas por Josiane da Silva e Vanda Carneiro.

“Estou muito feliz. Fiz uma boa largada consegui manter o ritmo. Adorei o traçado, que era muito rápido e me favoreceu bastante. Espero voltar para Belo Horizonte nos próximos anos e conquistar mais vitórias”, enfatiza o campeão Joseph. Satisfeito com o vice, Pantanal se surpreendeu com o bom resultado. “A idéia era ficar entre os cinco e acabei fazendo a minha melhor marca nos 10 km. Só posso estar contente por conquistar esse pódio em casa”.

Feminino - Entre as mulheres a queniana Anne não deu a menor chance para as brasileiras, já que manteve a ponta desde o início da prova. “As brasileiras mostraram força, mas eu construí uma estratégia que deu certo. Forcei o ritmo no começo, abri e consegui manter a liderança até o final”. Josiane, que esperava obter a vitória, terá que adiar para a etapa de Uberlândia.

“Fiquei próxima da queniana durante todo o percurso e por isso consegui abrir das minhas adversárias. Me esforcei ao máximo, mas não foi possível acompanhar o ritmo da líder. Estou feliz com o meu desempenho, mas agora é treinar para a próxima etapa”. Este ano ela faturou a etapa de abertura, em Campo Grande (MS).

Após a prova de Uberlândia (22), o Circuito segue ainda para Fortaleza, Ribeirão Preto, Porto Alegre, São Paulo, Curitiba e Brasília. Após todas as etapas, os resultados serão somados para o ranking nacional, em que os dez primeiros colocados passarão a integrar o Programa Caixa de Apoio aos Corredores de Rua de Elite da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).


Quenianos fazem a festa no Circuito Caixa de BH

Corridas de Rua · 02 jun, 2008

Na manhã do último domingo aconteceu a etapa mineira do Circuito de Corridas da Caixa em Belo Horizonte, prova que teve vitória de atletas quenianos. Entre os homens, Joseph Kibiwott Ngetich completou os 10 quilômetros em 29min05, enquanto entre as mulheres Anne Cheptanui fechou com 34min17.

A prova foi realizada na Lagoa da Pampulha, um dos cartões postais da capital mineira e os brasileiros tiveram que se contentar com os degraus mais baixos do pódio. Lindomar Modesto, o Pantanal, ficou com a segunda colocação e Anoé dos Santos Dias foi o terceiro, mesmas posições obtidas por Josiane da Silva e Vanda Carneiro.

“Estou muito feliz. Fiz uma boa largada consegui manter o ritmo. Adorei o traçado, que era muito rápido e me favoreceu bastante. Espero voltar para Belo Horizonte nos próximos anos e conquistar mais vitórias”, enfatiza o campeão Joseph. Satisfeito com o vice, Pantanal se surpreendeu com o bom resultado. “A idéia era ficar entre os cinco e acabei fazendo a minha melhor marca nos 10 km. Só posso estar contente por conquistar esse pódio em casa”.

Feminino - Entre as mulheres a queniana Anne não deu a menor chance para as brasileiras, já que manteve a ponta desde o início da prova. “As brasileiras mostraram força, mas eu construí uma estratégia que deu certo. Forcei o ritmo no começo, abri e consegui manter a liderança até o final”. Josiane, que esperava obter a vitória, terá que adiar para a etapa de Uberlândia.

“Fiquei próxima da queniana durante todo o percurso e por isso consegui abrir das minhas adversárias. Me esforcei ao máximo, mas não foi possível acompanhar o ritmo da líder. Estou feliz com o meu desempenho, mas agora é treinar para a próxima etapa”. Este ano ela faturou a etapa de abertura, em Campo Grande (MS).

Após a prova de Uberlândia (22), o Circuito segue ainda para Fortaleza, Ribeirão Preto, Porto Alegre, São Paulo, Curitiba e Brasília. Após todas as etapas, os resultados serão somados para o ranking nacional, em que os dez primeiros colocados passarão a integrar o Programa Caixa de Apoio aos Corredores de Rua de Elite da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Quenianas estão no páreo da AT Revista Guarujá 8K

No próximo domingo acontece na Praia da Enseada (Guarujá, litoral norte de São Paulo), a terceira edição da AT Revista Guarujá 8K, competição exclusiva para mulheres, organizada pelo sistema de comunicação A Tribuna. Para reforçar o páreo de elite, algumas corredoras quenianas estarão presentes.

Um dos destaques é Pauline Chepchumba, 29 anos, que ostenta 32min54 como melhor marca dos 10 quilômetros e 1h12min37 em meias maratonas, obtido na Itália. Segundo o técnico Moacir Marconi, o Coquinho, que mantém um centro de treinamentos para corredores quenianos no Paraná, a atleta tem tudo para correr forte domingo, por já estar mais aclimatada ao Brasil. “Na Pampulha, ela não conseguiu o desempenho que poderia, porque chegou na sexta-feira e nem todos se adaptam tão rápido. Mas para domingo, eu acredito muito que vai brigar pela vitória”, ressalta o treinador sobre a oitava colocação na prova mineira.

Outra atleta do país africano que estará presente na competição deste domingo é Eunice Jeptoo, que obteve a sétima colocação na Pampulha. “Ela tem 33min20 em 10 km, em Portugal, em 2005. Com certeza, as duas vão para cima, querendo ganhar”, reforça Coquinho. Já Chemtai Rionotukei, 21 anos, já garantiu três vitórias no Brasil esse ano, nos 10 KM de Goiânia, na Nextel 10 KM, no Rio de Janeiro, na etapa de Curitiba do Circuito Caixa de Corridas e vem com sede de mais uma conquista. Orientada pelo técnico Jorge Luis da Silva, ela também tem no currículo o quinto lugar no Mundial Júnior de Cross Country, em 2003.

“Também teremos nomes de destaque do atletismo nacional, como a Sirlene Souza de Pinho, que foi bronze na maratona do Pan Rio e participou e foi vice-campeã das duas edições dos 8K. Com a presença das quenianas, a prova ganha em qualidade e há uma motivação a mais”, comenta o diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini.


Quenianas estão no páreo da AT Revista Guarujá 8K

Corridas de Rua · 06 dez, 2007

No próximo domingo acontece na Praia da Enseada (Guarujá, litoral norte de São Paulo), a terceira edição da AT Revista Guarujá 8K, competição exclusiva para mulheres, organizada pelo sistema de comunicação A Tribuna. Para reforçar o páreo de elite, algumas corredoras quenianas estarão presentes.

Um dos destaques é Pauline Chepchumba, 29 anos, que ostenta 32min54 como melhor marca dos 10 quilômetros e 1h12min37 em meias maratonas, obtido na Itália. Segundo o técnico Moacir Marconi, o Coquinho, que mantém um centro de treinamentos para corredores quenianos no Paraná, a atleta tem tudo para correr forte domingo, por já estar mais aclimatada ao Brasil. “Na Pampulha, ela não conseguiu o desempenho que poderia, porque chegou na sexta-feira e nem todos se adaptam tão rápido. Mas para domingo, eu acredito muito que vai brigar pela vitória”, ressalta o treinador sobre a oitava colocação na prova mineira.

Outra atleta do país africano que estará presente na competição deste domingo é Eunice Jeptoo, que obteve a sétima colocação na Pampulha. “Ela tem 33min20 em 10 km, em Portugal, em 2005. Com certeza, as duas vão para cima, querendo ganhar”, reforça Coquinho. Já Chemtai Rionotukei, 21 anos, já garantiu três vitórias no Brasil esse ano, nos 10 KM de Goiânia, na Nextel 10 KM, no Rio de Janeiro, na etapa de Curitiba do Circuito Caixa de Corridas e vem com sede de mais uma conquista. Orientada pelo técnico Jorge Luis da Silva, ela também tem no currículo o quinto lugar no Mundial Júnior de Cross Country, em 2003.

“Também teremos nomes de destaque do atletismo nacional, como a Sirlene Souza de Pinho, que foi bronze na maratona do Pan Rio e participou e foi vice-campeã das duas edições dos 8K. Com a presença das quenianas, a prova ganha em qualidade e há uma motivação a mais”, comenta o diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini.