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Maratona · 26 abr, 2018
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Competição · 17 jan, 2018
Foi dada a largada para a temporada 2018 de corridas de montanha e um das mais tradicionais eventos da modalidade não poderia ficar pra trás. A Indomit Pedra do Baú – Ultra Trail chega com novidades para a edição deste […]
Corridas de Rua · 16 dez, 2011
A Corrida Internacional de São Silvestre (31/12) chega a sua 87ª edição cercada de polêmica pelas alterações no percurso. De um lado, corredores reclamam de mudanças que rompem com a tradição da prova como o fim de trechos como a chegada na Avenida Paulista e como a descida da Rua da Consolação ou do trajeto pelo Elevado Costa e Silva, o Minhocão.
De outro lado, a organização da Corrida defende que as alterações foram medidas de segurança para permitir que mais corredores pudessem participar da prova. Sabe-se que o principal motivo para as modificações foi o conflito com a festa de réveillon na Avenida Paulista.
Mas para quem vai correr, o que esperar do novo percurso? O treinador Nelson Evêncio, colunista do Webrun, analisou os trechos capitais da nova São Silvestre e fez diversas considerações aos corredores. Confira:
Início - A prova larga na Avenida Paulista, segue pela Avenida Doutor Arnaldo e desce em direção ao Estádio do Pacaembu pela Rua Major Natanael. Essa parte é muito difícil. É muito inclinada a ladeira que beira o cemitério [do Araçá] e vai para o Pacaembu. É logo no começo, quando a pessoa não está aquecida ainda, é uma parte bem ruim. Uma das piores do percurso, pondera Nelson.
O perigo, segundo o professor, consiste não apenas na descida, mas na empolgação dos corredores no início da Corrida. Até chegar lá vai ser meio congestionado. Então, quando chegar ali, as pessoas vão querer começar a correr, vão pensar ah, vou recuperar o tempo que perdi na largada. Vão querer acelerar e podem se machucar, adverte.
Parte intermediária - Após a descida e trechos curtos em ruas da região, os corredores entram na Avenida Pacaembu, para em seguida pegar a Avenida Marquês de São Vicente e a Avenida Rudge. O asfalto na Pacaembu está legal. Esse trecho inteiro é plano, mas a partir da Marquês não tem muita sombra. Se fizer calor como de costume, vai ser sofrido, avalia o treinador.
Segundo Nelson, a transição entre a Avenida Rudge e a Avenida Rio Branco é um trecho que muitos ignoram, mas é uma das partes mais pesadas da prova. Já existia no percurso anterior, é um viaduto com uma subida acentuada [Viaduto Engenheiro Orlando Murgel]. O pessoal fala da subida da Brigadeiro, mas ali também é um trecho bem difícil.
A afamada Brigadeiro - Depois de passar por ruas famosas no centro de São Paulo, os participantes sobem o Largo São Francisco, uma subidinha íngreme, e entram na Avenida Brigadeiro Luís Antônio. É a parte mais contestada. Você vem de um percurso de subidas e descidas consecutivas, aí pega essa subida longa, que sobrecarrega a musculatura, fadiga e depois o que vem é uma descida longa. Para a saúde é um risco, diz Nelson.
Segundo o treinador, a musculatura e os ligamentos são muito forçados para não soltar o corpo na descida. Como o atleta já está fadigado, o risco é grande. Para ter lesão de joelho, romper ligamento, é bem fácil.
Nelson adverte ainda sobre as condições do asfalto da Brigadeiro. Não sei se vão reformar, mas é via de ônibus e o asfalto está muito judiado, a pessoa pode pisar em desnível ou buraco e torcer o tornozelo.
Balanço final - Em comparação com o percurso anterior, o professor acredita que existem prós e contras. É um percurso arriscado. Teoricamente é mais fácil porque tem mais descida, mas propicia mais lesões. É mais rápido que o percurso anterior, mas mais perigoso. A descida da Consolação era longa, mas constante. Com baixa inclinação, não sobrecarregava as articulações. Agora é um perigo, vai ser complicado, define.
Marílson Gomes do Santos, tricampeão da Corrida Internacional de São Silvestre, ficou sabendo da mudança do trajeto, que agora terá chegada no Obelisco do Ibirapuera e não mais na Avenida Paulista. O brasiliense radicado em São Caetano do Sul (SP) acredita que a alteração pode ser boa para o evento, apesar de concordar que a tradição pode se perder.
Já houve outras mudanças anteriormente. As pessoas vão demorar a se acostumar, mas tudo o que for feito para deixar o evento melhor é válido, ressalta Marílson. É um pouco chato trocar a chegada, porque o percurso era o mesmo há muitos anos e um pouco da tradição vai ser perdida, completa.
Em relação à parte técnica do percurso, Gomes concorda com os treinadores ouvidos pelo Webrun sobre o maior desgaste das articulações. A descida íngreme após a subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio pode ser prejudicial tanto para os amadores, quanto para a elite. Esse é o lado negativo da mudança.
Com as alterações, a subida do Viaduto Orlando Murgel foi retirada do traçado e os corredores seguirão pela Barão de Limeira até atingir a Rua Conselheiro Crispiniano, fato que não deve deixar a prova mais rápida na opinião do tricampeão. Acho que essa subida não era tão complicada para a maioria das pessoas, como a da Brigadeiro. Essa sim é a mais temida e continua lá.
Marílson diz ainda que a falta desse aclive pode favorecer os atletas, já que eles poderão controlar melhor o ritmo. Talvez eles até cheguem mais inteiros na chegada, afinal, para descer todo santo ajuda, brinca o atleta que ostenta no currículo os títulos de 2003, 2005 e 2010.
Outro atleta de elite, Adriano Bastos, confessou o temor de que a prova tenha menos pessoas para incentivar os corredores, já que grande parte do público ia para a avenida com o intuito de participar do Réveillon na Paulista e aproveitava para assistir a prova. Marílson tem a mesma opinião. O brilho dessa prova é o público presente em massa. Espero que eles compareçam para nos aplaudir, finaliza o competidor que agora se prepara para correr a Maratona de Chicago, em outubro.
Até o momento nenhum responsável pela organização da prova se manifestou para comentar as alterações. Vale lembrar que ano passado a São Silvestre foi alvo de críticas e muita polêmica envolvendo a entrega antecipada das medalhas e, também, um início de conversa sobre a troca de percurso.
Corridas de Rua · 05 set, 2011
Marílson Gomes do Santos, tricampeão da Corrida Internacional de São Silvestre, ficou sabendo da mudança do trajeto, que agora terá chegada no Obelisco do Ibirapuera e não mais na Avenida Paulista. O brasiliense radicado em São Caetano do Sul (SP) acredita que a alteração pode ser boa para o evento, apesar de concordar que a tradição pode se perder.
Já houve outras mudanças anteriormente. As pessoas vão demorar a se acostumar, mas tudo o que for feito para deixar o evento melhor é válido, ressalta Marílson. É um pouco chato trocar a chegada, porque o percurso era o mesmo há muitos anos e um pouco da tradição vai ser perdida, completa.
Em relação à parte técnica do percurso, Gomes concorda com os treinadores ouvidos pelo Webrun sobre o maior desgaste das articulações. A descida íngreme após a subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio pode ser prejudicial tanto para os amadores, quanto para a elite. Esse é o lado negativo da mudança.
Com as alterações, a subida do Viaduto Orlando Murgel foi retirada do traçado e os corredores seguirão pela Barão de Limeira até atingir a Rua Conselheiro Crispiniano, fato que não deve deixar a prova mais rápida na opinião do tricampeão. Acho que essa subida não era tão complicada para a maioria das pessoas, como a da Brigadeiro. Essa sim é a mais temida e continua lá.
Marílson diz ainda que a falta desse aclive pode favorecer os atletas, já que eles poderão controlar melhor o ritmo. Talvez eles até cheguem mais inteiros na chegada, afinal, para descer todo santo ajuda, brinca o atleta que ostenta no currículo os títulos de 2003, 2005 e 2010.
Outro atleta de elite, Adriano Bastos, confessou o temor de que a prova tenha menos pessoas para incentivar os corredores, já que grande parte do público ia para a avenida com o intuito de participar do Réveillon na Paulista e aproveitava para assistir a prova. Marílson tem a mesma opinião. O brilho dessa prova é o público presente em massa. Espero que eles compareçam para nos aplaudir, finaliza o competidor que agora se prepara para correr a Maratona de Chicago, em outubro.
Até o momento nenhum responsável pela organização da prova se manifestou para comentar as alterações. Vale lembrar que ano passado a São Silvestre foi alvo de críticas e muita polêmica envolvendo a entrega antecipada das medalhas e, também, um início de conversa sobre a troca de percurso.
Corridas de Rua · 01 set, 2011
Após as polêmicas envolvendo a entrega de medalhas antecipada na São Silvestre 2010, esse ano a 87ª edição da tradicional prova volta a levantar polêmicas com a mudança do percurso. Isso porque a Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET) anunciou nessa quinta-feira (01/09) a mudança da chegada para o Obelisco do Parque Ibirapuera em vez da Avenida Paulista, como acontece anualmente.
Segundo o órgão, a mudança foi discutida e aprovada junto aos responsáveis pela organização da prova e a principal justificativa é evitar o conflito dos participantes com as pessoas que vão assistir ao Show da Virada, tradicional festa de Réveillon que acontece na Av. Paulista. A Virada do Ano tem ficado cada vez maior e atraído multidões à Avenida antes mesmo da chegada de todos os atletas, explica o comunicado da CET.
Ainda segundo o comunicado, a mudança vai proporcionar mais segurança e conforto a ambos os públicos e não haverá alteração na distância, que permanecerá com 15 quilômetros. Vale lembrar que nos anos 80 a competição teve uma edição com chegada no Pacaembu, medida que não agradou aos corredores na época.
Traçado - largada na Avenida Paulista em frente ao Masp, Rua da Consolação, Rua Rego Freitas, avenidas Duque de Caxias e São João, Viaduto Elevado Arthur da Costa e Silva (Minhocão), Praça Padre Péricles e Rua Marta. Rua Margarida, Al. Olga, baixos do Viaduto Pacaembu, Rua Barra Funda, Rua Dr. Carvalho de Mendonça, Al. Nothman, Alameda Barão de Limeira, Av. São João e Largo do Paissandu.
Rua Conselheiro Crispiniano, Praça Ramos de Azevedo, Viaduto do Chá, Rua Líbero Badaró, Largo São Francisco, Viaduto Brig. Luís Antônio, Av. Brig. Luís Antônio e Av. Mal Estênio de Albuquerque Lima. Rua Manoel da Nóbrega, Rua Nabia A. Chohfi e Av. Pedro Álvares Cabral, chegando à Praça Túlio Fontoura em frente ao Obelisco.
Corridas de Rua · 04 jul, 2011
No dia sete de agosto as Cidades de Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo, serão palco da 22ª edição Dez Milhas Garoto, que deverá reunir três mil e quinhentos esportistas durante o evento. O maratonista Marilson Gomes e a vice-campeã da São Silvestre 2010, Simone Alves da Silva, já confirmaram participação.
Na disputa do ano passado, Marílson conseguiu se manter à frente e cruzou a faixa em frente à Fábrica da Garoto com o tempo de 47min45. A largada da prova está prevista para às 7h45, com largada na praia de Camburi e chegada na Chocolates Garoto, sendo que distância total do trajeto é de 16.090 quilômetros.
Haverá premiação em dinheiro do primeiro ao décimo lugar da categoria Geral Masculino e Feminino, além de prêmios em dinheiro para os três primeiros capixabas e cadeirantes. Para fazer a inscrição basta acessar o site do evento www.garoto.com.br/dezmilhas.
Quem acha que correr num deserto é algo impossível e uma experiência que requer uma preparação acima do normal está enganado. O Moutain Do Deserto do Atacama, marcado para o dia 29 de janeiro de 2012, já teve uma estreante no território, a corredora Fabiana Desen, que foi ao local para avaliar como é correr na região mais seca do Chile.
Eu fui em janeiro passado e decidi correr ali. A surpresa foi grande, pois o lugar é mais úmido nesta época, então praticamente não senti fadiga, conta a florianopolitana. A atleta também alega que entre 7h e 8h é necessário vestir uma blusa de manga comprida, porque é a temperatura costuma ser amena. Na hora do almoço fica mais difícil para correr, mas no início da manhã é muito agradável, acrescenta.
A sede da competição será na cidade de San Pedro de Atacama, localizada a 2.400m de altitude em relação ao nível do mar. Eu quero voltar a correr no deserto em 2012 e alguns amigos já fizeram a inscrição para prova, estão muito empolgados. Tem gente que acha impossível competir lá por causa da altitude, mas é um desafio bem legal e possível, acredita a corredora de 30 anos.
O evento oferecerá percursos de 42, 21 e cinco quilômetros, em um relevo bem diferenciado, segundo Fabiana. Não tem nada a ver com a imagem de deserto do Saara, como a gente às vezes pensa. Eu não fazia ideia do que era o Atacama, o visual é incrível. Sem dúvida uma das minhas melhores experiências como corredora, finaliza a brasileira.
A prova foi idealizada pela empresa Sports Do, que iria organizar uma disputa na região sul do país, mas devido aos constantes terremotos, acabou não promovendo a prova. Estávamos namorando uma prova no Chile há quatro anos e agora fechamos uma parceria com o governo de São Pedro do Atacama, que é uma região sem riscos, explica o organizador.
O percurso da disputa será quase todo em asfalto, dunas, estrada de chão, trilhas e areia e passará ainda pelo Deserto da Morte, uma das regiões mais inóspitas do planeta, e pelo Vale da Lua. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no Webrun.
Corrida de Montanha · 23 jun, 2011
Quem acha que correr num deserto é algo impossível e uma experiência que requer uma preparação acima do normal está enganado. O Moutain Do Deserto do Atacama, marcado para o dia 29 de janeiro de 2012, já teve uma estreante no território, a corredora Fabiana Desen, que foi ao local para avaliar como é correr na região mais seca do Chile.
Eu fui em janeiro passado e decidi correr ali. A surpresa foi grande, pois o lugar é mais úmido nesta época, então praticamente não senti fadiga, conta a florianopolitana. A atleta também alega que entre 7h e 8h é necessário vestir uma blusa de manga comprida, porque é a temperatura costuma ser amena. Na hora do almoço fica mais difícil para correr, mas no início da manhã é muito agradável, acrescenta.
A sede da competição será na cidade de San Pedro de Atacama, localizada a 2.400m de altitude em relação ao nível do mar. Eu quero voltar a correr no deserto em 2012 e alguns amigos já fizeram a inscrição para prova, estão muito empolgados. Tem gente que acha impossível competir lá por causa da altitude, mas é um desafio bem legal e possível, acredita a corredora de 30 anos.
O evento oferecerá percursos de 42, 21 e cinco quilômetros, em um relevo bem diferenciado, segundo Fabiana. Não tem nada a ver com a imagem de deserto do Saara, como a gente às vezes pensa. Eu não fazia ideia do que era o Atacama, o visual é incrível. Sem dúvida uma das minhas melhores experiências como corredora, finaliza a brasileira.
A prova foi idealizada pela empresa Sports Do, que iria organizar uma disputa na região sul do país, mas devido aos constantes terremotos, acabou não promovendo a prova. Estávamos namorando uma prova no Chile há quatro anos e agora fechamos uma parceria com o governo de São Pedro do Atacama, que é uma região sem riscos, explica o organizador.
O percurso da disputa será quase todo em asfalto, dunas, estrada de chão, trilhas e areia e passará ainda pelo Deserto da Morte, uma das regiões mais inóspitas do planeta, e pelo Vale da Lua. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no Webrun.
Corridas de Rua · 12 jan, 2011
As polêmicas envolvendo a São Silvestre continuam a todo vapor entre os corredores, que continuam mostrando insatisfação com a possível mudança de percurso para a próxima edição. Na prova do ano passado, os organizadores disseram que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não havia autorizado a mudança da chegada para o Ibirapuera e, se depender da comunidade de corredores, isso não deve acontecer.
Isso porque o advogado Cristiano Zart encabeçou um abaixo assinado se manifestando contra as alterações e agora conta com a colaboração de outros corredores insatisfeitos. A ideia do abaixo assinado surgiu após trocar algumas mensagens com o blogueiro Harry Thomas Jr, por meio do twitter, bem como após verificar o descontentamento de parte das pessoas com a situação apresentada em 2010, conta Cristiano sobre a entrega de medalhas antes da prova.
Zart diz que não estipulou um determinado número de assinaturas antes de tomar alguma providência, mas espera contar com a aprovação das pessoas até fevereiro, quando pretende contatar a Yescom. Existe a informação de que haverá uma reunião com os representantes da Yescom, Casper Líbero e a Prefeitura de São Paulo no mês de fevereiro. Se o manifesto conseguir juntar assinaturas em número suficiente para se fazer ouvir, certamente que representantes poderiam comparecer e apresentar a opinião dos maiores interessados, os corredores. Caso ainda não haja um número significativo, a petição deve se manter ativa até pelo menos o fim do ano.
O advogado expressa ainda o descontentamento com mudanças na São Silvestre, que segundo ele têm sido feitas sem consultar a opinião dos participantes. A prova de atletismo mais importante do calendário nacional vem sendo 'usurpada' de seu brilho com o passar dos anos. A corrida acontece num horário ruim para os atletas, mas 'excelente' para as emissoras de TV.
O abaixo assinado está disponível na internet no seguinte endereço: www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N5269. Os interessados em participar devem cadastrar o nome completo e email (campos obrigatórios), além dos campos facultativos CEP, CPF, data de nascimento e comentários gerais.
Ultra Maratona · 01 out, 2009
A cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, receberá no próximo dia 17 a edição 2009 do Mountain Do Lagoa da Conceição, competição que terá distância de 73 quilômetros para equipes de dois, quatro ou oito atletas. Os competidores passarão por trechos de trilha, areia da praia, dunas e pequenas partes de asfalto.
A largada acontecerá às 8h no Hotel Engenho Eco Park- Rio Vermelho em direção ao Campo do Lili - Vargem Grande, num trajeto de 8,2 quilômetros praticamente planos, com apenas uma subida de 500m, que leva a uma altitude de 100m acima do nível do mar. O segundo trecho será de 9,8 quilômetros entre o Campo do Lili e a Costa da Lagoa, com terreno de trilhas, bosques e grande elevação.
A terceira parte possui 12,4 quilômetros de extensão e será disputado entre o final da Costa da Lagoa e o Lagoa Iate Clube, num trajeto longo com trilhas entre bosques e terreno irregular com pequenas elevações. Nesta parte é necessário ter muita atenção no cruzamento de carros no último quilômetro, pois o trânsito não estará fechado e será apenas controlado por policiamento.
O quarto percurso do desafio será de 10,7 quilômetros entre o Lagoa Iate Clube e o Novo Campeche, com trechos de asfalto, praia, trilha e dunas, esse último o mais complicado. Na quinta parte os membros das equipes sairão do Novo Campeche e chegarão no estacionamento da Praia da Joaquina, com percurso quase que totalmente na areia da praia num total de 8,6 quilômetros.
O percurso seis sairá da Joaquina e chegará à Praia Mole numa quilometragem de 5,4 quilômetros com dificuldade elevada devido às dunas sem traçado definido logo no início do trecho. Em seguida há uma elevação de quilômetro em trilhas, atingindo 200 metros de altitude. É recomendável usar calça leg ou meião.
No sétimo trecho os competidores terão que percorrer 7,6 quilômetros entre a Praia Mole e a Cidade da Barra - Barra da Lagoa (Projeto Tamar). O percurso possui grandes elevações em trilhas e em areia de praia e também é recomendável usar calça leg ou meião.
O oitavo e último percurso será entre a Cidade da Barra e o local da largada, o Hotel Engenho Eco Park no Rio Vermelho, num trajeto de 10,2 quilômetros plano com areia de praia e trilhas. Após completar a competição, os atletas terão à disposição uma mesa de frutas e receberão o medalhão de finisher.
Segundo os organizadores, as equipes são responsáveis pela hidratação dos atletas, mas em alguns pontos de difícil acesso para os carros de apoio serão montados postos de água. O tráfego de veículos não será interditado, apenas controlado pela Polícia Militar e pelos agentes de trânsito, então é necessária muita atenção nos percursos.
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