parapan-americano

Parapan: Terezinha está na final dos 100m

Atletismo · 13 ago, 2007

Na tarde dessa segunda-feira Terezinha Guilhermino se classificou para a final dos 100m rasos dos Jogos Parapan-americanos no Rio de Janeiro, após marcar o tempo de 12seg78 e vencer a disputa. Ao entrar no Estádio João Havelange, a velocista e seu guia Chocolate foram ovacionados pela torcida.

“Todos estavam tão empolgados que na hora da largada o locutor teve que pedir silêncio", diverte-se Terezinha. A segunda colocação ficou com Alberlis Torres, da Venezuela (13seg74) e a terceira e última com Katerina Taylor del Rosário, do Panamá (16seg69). Passaram para a fase final as duas melhores colocadas em cada série, assim como as atletas com os dois melhores tempos após todas as disputas semifinais.

“Esta pista é muito boa, veloz e a torcida foi show, me incentivando muito. O vento estava contra e me atrapalhou para ter um melhor tempo nesta segunda-feira”, ressalta a campeã mundial da categoria, com 12seg27. “Amanhã tem mais, espero alcançar resultados melhores do que tive no Mundial e superar o meu próprio recorde. É um desafio para mim”, completa.

Assim, também se classificaram Torres, da Venezuela (13seg74), Gracia Sosa, da Argentina (14seg03) e Yucleisy Pinto, da Venezuela (14seg06). A disputa pela medalha de ouro acontece nessa terça-feira a partir das 18h41.


Parapan: Terezinha está na final dos 100m

Atletismo · 13 ago, 2007

Na tarde dessa segunda-feira Terezinha Guilhermino se classificou para a final dos 100m rasos dos Jogos Parapan-americanos no Rio de Janeiro, após marcar o tempo de 12seg78 e vencer a disputa. Ao entrar no Estádio João Havelange, a velocista e seu guia Chocolate foram ovacionados pela torcida.

“Todos estavam tão empolgados que na hora da largada o locutor teve que pedir silêncio", diverte-se Terezinha. A segunda colocação ficou com Alberlis Torres, da Venezuela (13seg74) e a terceira e última com Katerina Taylor del Rosário, do Panamá (16seg69). Passaram para a fase final as duas melhores colocadas em cada série, assim como as atletas com os dois melhores tempos após todas as disputas semifinais.

“Esta pista é muito boa, veloz e a torcida foi show, me incentivando muito. O vento estava contra e me atrapalhou para ter um melhor tempo nesta segunda-feira”, ressalta a campeã mundial da categoria, com 12seg27. “Amanhã tem mais, espero alcançar resultados melhores do que tive no Mundial e superar o meu próprio recorde. É um desafio para mim”, completa.

Assim, também se classificaram Torres, da Venezuela (13seg74), Gracia Sosa, da Argentina (14seg03) e Yucleisy Pinto, da Venezuela (14seg06). A disputa pela medalha de ouro acontece nessa terça-feira a partir das 18h41.

Contundida, Ádria correrá só no fim do Parapan

Atletismo · 13 ago, 2007

Na última quinta-feira a velocista cega brasileira Ádria dos Santos sofreu uma contratura na perna esquerda durante o treinos na pista do estádio João Havelange e decidiu competir apenas nas provas finais do Parapan. Ela ficou vários dias em tratamento com sessões de fisioterapia de manhã e à tarde e sentiu uma leve melhora.

Assim, ela vai participar dos 200 e 800m, mas abre mão de correr nos 100m e 400m. “Os 200m e 800m são nos dois últimos dias de competição. Vou abdicar das outras provas para me poupar. Não vou estar 100%, mas acredito que ainda posso ter chances medalhas” disse Ádria.

No sábado ela completou 33 anos de idade e aproveitou para agradecer o carinho que vem recebendo do público nos últimos dias. “Neste Parapan, mesmo machucada, já bati um recorde. Nunca tirei tantas fotos e distribuí autógrafos. Fico feliz, pois é o reconhecimento de 20 anos de carreira no atletismo paraolímpico”. Ela é a maior medalhista brasileira em Paraolimpíadas, com 12 medalhas no total.


Contundida, Ádria correrá só no fim do Parapan

Atletismo · 13 ago, 2007

Na última quinta-feira a velocista cega brasileira Ádria dos Santos sofreu uma contratura na perna esquerda durante o treinos na pista do estádio João Havelange e decidiu competir apenas nas provas finais do Parapan. Ela ficou vários dias em tratamento com sessões de fisioterapia de manhã e à tarde e sentiu uma leve melhora.

Assim, ela vai participar dos 200 e 800m, mas abre mão de correr nos 100m e 400m. “Os 200m e 800m são nos dois últimos dias de competição. Vou abdicar das outras provas para me poupar. Não vou estar 100%, mas acredito que ainda posso ter chances medalhas” disse Ádria.

No sábado ela completou 33 anos de idade e aproveitou para agradecer o carinho que vem recebendo do público nos últimos dias. “Neste Parapan, mesmo machucada, já bati um recorde. Nunca tirei tantas fotos e distribuí autógrafos. Fico feliz, pois é o reconhecimento de 20 anos de carreira no atletismo paraolímpico”. Ela é a maior medalhista brasileira em Paraolimpíadas, com 12 medalhas no total.

Música, dança e tecnologia abrem o Parapan 2007

Atletismo · 13 ago, 2007

No último domingo (12) aconteceu no Rio de Janeiro a abertura oficial dos Jogos Parapan-americanos, cerimônia que reuniu esportes, música, dança e tecnologia. O evento contou também com manifestações culturais e teve a presença de diversas autoridades.

Diferentemente da cerimônia dos Jogos Pan-americanos, o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva não estava presente e o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, abriu oficialmente os jogos. Também estavam presentes o Prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, o Ministro do Esporte, Orlando Silva, o Presidente do Comitê Paraolímpico Internacional, Phil Craven, o Presidente do Comitê Paraolímpico das Américas (APC), Andrew Parsons, o Presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Vital Severino Neto, e o Presidente do Comitê Organizador dos Jogos Parapan-americanos Rio 2007 (CO-RIO), Carlos Arthur Nuzman.

Nuzman destacou a importância de o evento ser realizado no mesmo local do Pan e diz que era uma condição para a campanha da escolha da cidade sede de 2007. “Agradeço a confiança do Comitê Paraolímpico das Américas, do Comitê Paraolímpico Brasileiro e do Comitê Paraolímpico Internacional, que acreditaram no nosso projeto e nos deram o apoio necessário”. Ele também agradeceu o apoio das três esferas de Governo.

De acordo com o Presidente do Comitê Paraolímpico das Américas (APC), Andrew Parsons, o Parapan inaugura uma nova fase para o esporte adaptado. “Devemos esquecer a palavra limite, pois ela terá um novo significado para todos que assistirem aos atletas durante a próxima semana. Estamos começando a escrever a história do Esporte Paraolímpico nas Américas”.

Parte final - Após os discursos, o Hino Nacional foi executado ao som do bandolim de Hamilton de Holanda e Ana Costa cantou a música tema dos jogos “Viva Essa Energia” ao lado de ritmistas e passistas. Uma apresentação de 200 voluntários de dança reproduziu a Praia de Copacabana, o medo dos Homens e Festas Populares. Três bailarinas cadeirantes e a coreógrafa Rosângela Bernabé, do Grupo Giro, foram um dos destaques finais das apresentações.

Na hora do juramento, Terezinha Guilhermina foi a escolhida para representar os atletas e disse estar “ansiosa para o início dos Jogos, vai ser uma emoção diferente, com o povo brasileiro torcendo por nós, nos preparamos muito para esse momento". Entre os árbitros, Nelson Bloch foi o representante.

Os ex-atletas Sebastião Neto (Futebol de sete e Atletismo) e Anelise Hernany (Atletismo) fizeram o Revezamento da Tocha na quadra da Arena e coube ao ex-atleta Luiz Cláudio Pereira (Atletismo) a missão de acender a Pira Parapan-americana. O encerramento foi ao som de Cidade Maravilhosa e Aquarela do Brasil na voz de Daniela Mercury.


Música, dança e tecnologia abrem o Parapan 2007

Atletismo · 13 ago, 2007

No último domingo (12) aconteceu no Rio de Janeiro a abertura oficial dos Jogos Parapan-americanos, cerimônia que reuniu esportes, música, dança e tecnologia. O evento contou também com manifestações culturais e teve a presença de diversas autoridades.

Diferentemente da cerimônia dos Jogos Pan-americanos, o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva não estava presente e o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, abriu oficialmente os jogos. Também estavam presentes o Prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, o Ministro do Esporte, Orlando Silva, o Presidente do Comitê Paraolímpico Internacional, Phil Craven, o Presidente do Comitê Paraolímpico das Américas (APC), Andrew Parsons, o Presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Vital Severino Neto, e o Presidente do Comitê Organizador dos Jogos Parapan-americanos Rio 2007 (CO-RIO), Carlos Arthur Nuzman.

Nuzman destacou a importância de o evento ser realizado no mesmo local do Pan e diz que era uma condição para a campanha da escolha da cidade sede de 2007. “Agradeço a confiança do Comitê Paraolímpico das Américas, do Comitê Paraolímpico Brasileiro e do Comitê Paraolímpico Internacional, que acreditaram no nosso projeto e nos deram o apoio necessário”. Ele também agradeceu o apoio das três esferas de Governo.

De acordo com o Presidente do Comitê Paraolímpico das Américas (APC), Andrew Parsons, o Parapan inaugura uma nova fase para o esporte adaptado. “Devemos esquecer a palavra limite, pois ela terá um novo significado para todos que assistirem aos atletas durante a próxima semana. Estamos começando a escrever a história do Esporte Paraolímpico nas Américas”.

Parte final - Após os discursos, o Hino Nacional foi executado ao som do bandolim de Hamilton de Holanda e Ana Costa cantou a música tema dos jogos “Viva Essa Energia” ao lado de ritmistas e passistas. Uma apresentação de 200 voluntários de dança reproduziu a Praia de Copacabana, o medo dos Homens e Festas Populares. Três bailarinas cadeirantes e a coreógrafa Rosângela Bernabé, do Grupo Giro, foram um dos destaques finais das apresentações.

Na hora do juramento, Terezinha Guilhermina foi a escolhida para representar os atletas e disse estar “ansiosa para o início dos Jogos, vai ser uma emoção diferente, com o povo brasileiro torcendo por nós, nos preparamos muito para esse momento". Entre os árbitros, Nelson Bloch foi o representante.

Os ex-atletas Sebastião Neto (Futebol de sete e Atletismo) e Anelise Hernany (Atletismo) fizeram o Revezamento da Tocha na quadra da Arena e coube ao ex-atleta Luiz Cláudio Pereira (Atletismo) a missão de acender a Pira Parapan-americana. O encerramento foi ao som de Cidade Maravilhosa e Aquarela do Brasil na voz de Daniela Mercury.