Michael Johnson

Michael Johnson devolve medalha de ouro olímpica

O pentacampeão olímpico Michael Johnson afirmou em entrevista às agências internacionais, que devolverá a medalha de ouro obtida na Olimpíada de Sidney em 2000, já que seu companheiro no revezamento 4x400m, Antonio Pettigrew, admitiu ter competido dopado. “Sei que essa medalha não foi ganha de forma justa, ela é suja”, ressalta o americano. “Eu me sinto traído”, completa.

Pettigrew assumiu a culpa mês passado durante a audiência com Trevor Graham, técnico do trio Justin Gatlin, Marion Jones e Tim Montgomery, que também são acusados de utilizar substâncias proibidas. O atleta de 40 anos afirma que Trevor o incentivava a injetar o hormônio sintético EPO, que aumenta a performance, além de hormônios masculinos para ganhar massa.

A confissão dele vai de encontro com as punições aos outros membros da equipe dos Estados Unidos no revezamento, Alvin e Calvin Harrison, além de Jerome Young, que também confessaram o uso de drogas. Young falhou num teste pré-jogos, mas foi autorizado a competir, pois as autoridades americanas preferiram não aplicar nenhum tipo de punição.

Já Calvin teve resultado positivo para um estimulante proibido em 2003 e foi suspenso por dois anos, enquanto Alvin aceitou ficar afastado por quatro anos das competições, depois de ter admitido o uso de substâncias para o aumento da performance. A vitória do revezamento 4x400m em 2000 foi o quinto e último ouro da ilustre carreira de Michael Johnson.

Atualmente com 40 anos, ele também venceu nove campeonatos mundiais e ainda ostenta o recorde mundial dos 200m e 400m. “Depois de ouvir tantas notícias sobre atletas que trapacearam, cheguei a ponto de não me surpreender mais, porém desta vez foi diferente. Eu o considerava Antonio um amigo, me surpreendeu mais do que qualquer outra história”, enfatiza Johnson.


Michael Johnson devolve medalha de ouro olímpica

Maratona · 03 jun, 2008

O pentacampeão olímpico Michael Johnson afirmou em entrevista às agências internacionais, que devolverá a medalha de ouro obtida na Olimpíada de Sidney em 2000, já que seu companheiro no revezamento 4x400m, Antonio Pettigrew, admitiu ter competido dopado. “Sei que essa medalha não foi ganha de forma justa, ela é suja”, ressalta o americano. “Eu me sinto traído”, completa.

Pettigrew assumiu a culpa mês passado durante a audiência com Trevor Graham, técnico do trio Justin Gatlin, Marion Jones e Tim Montgomery, que também são acusados de utilizar substâncias proibidas. O atleta de 40 anos afirma que Trevor o incentivava a injetar o hormônio sintético EPO, que aumenta a performance, além de hormônios masculinos para ganhar massa.

A confissão dele vai de encontro com as punições aos outros membros da equipe dos Estados Unidos no revezamento, Alvin e Calvin Harrison, além de Jerome Young, que também confessaram o uso de drogas. Young falhou num teste pré-jogos, mas foi autorizado a competir, pois as autoridades americanas preferiram não aplicar nenhum tipo de punição.

Já Calvin teve resultado positivo para um estimulante proibido em 2003 e foi suspenso por dois anos, enquanto Alvin aceitou ficar afastado por quatro anos das competições, depois de ter admitido o uso de substâncias para o aumento da performance. A vitória do revezamento 4x400m em 2000 foi o quinto e último ouro da ilustre carreira de Michael Johnson.

Atualmente com 40 anos, ele também venceu nove campeonatos mundiais e ainda ostenta o recorde mundial dos 200m e 400m. “Depois de ouvir tantas notícias sobre atletas que trapacearam, cheguei a ponto de não me surpreender mais, porém desta vez foi diferente. Eu o considerava Antonio um amigo, me surpreendeu mais do que qualquer outra história”, enfatiza Johnson.